História Broken and Strange (Brustoff) - Capítulo 9


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Categorias Asking Alexandria
Tags Ben, Benjamin, Brustoff, Danny, Denis, Esquisito, Exclusão, Quebrado, Solidão
Visualizações 26
Palavras 661
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Eu estou com você, Ben


Fanfic / Fanfiction Broken and Strange (Brustoff) - Capítulo 9 - Eu estou com você, Ben

- Onde eu 'vô dormi?

Denis estava jogando vários cobertores no chão, ao lado do sofá.

- No sofá. Eu 'vô fazer um colchão improvisado pra mim.

- Ei, não precisa. Eu durmo no chão e você fica com o seu quarto. Você não precisa ficar "cuidando" de mim.

- Eu gosto de fica perto de ti.

 

Ben sorriu, abraçando com mais força as pernas, se encolhendo mais contra o sofá.

Que fofo, fofo, fofo, fofo, fofo, fofo ele.

- Mas nós dois podemos deitar nesse seu colchão improvisado. Óia só.

Ele se deitou por cima dos seis cobertores.

 

- Certeza?

Assenti.

- Vou pegar alguns travesseiros.

- Ok.

>>>

Em menos de cinco minutos, ele voltou.

- Toma aqui. - Denis jogou um bem na minha cara,

- Obrigada, querido.

 

Me deitei ao seu lado, me aconchegando.

- Boa noite, Benny.

- Igualmente, DenDen.

Adormeci em questão de segundos.

>>>

Acordei com Benjamin agarrado em mim e, socorro, seu rosto estava muito perto do meu. Eu não podia sequer me mexer com aquela aproximação.

- Hmm... - ele resmungara, de olhos fechados, me apertando.

- Hey, Benny~ Hora de acordar. Temos aula!

- Não quero levantar!

- Você 'tá acordado?

- Não, nunca.

Revirei os olhos.

- Levanta, espertinho.

- Não quero, chatinho.

 

Continuo sem sair de cima de Denis. Era tão confortável deitar sobre o seu peito.

- Vamos levantar, por favor, pequeno.

- Eu sou mais velho, me respeita.

- Eu sou mais alto, me respeita.

- Idiota você.

Ele riu, tentando se soltar de mim.

- Eu 'vô tê que te bater assim, DenDen!

- Não teria coragem.

- Bastardo! Sabe de meus pontos fracos!

 

Ri e tentei o empurrar, mas Ben apenas me abraçou com mais força.

- Se insistir, quebro suas costelas, Denis! Eu falo sério!

- Claro que quebra. Acredito fielmente nisso, sabia?

- Ótimo.

O mesmo continua deitado com a cabeça sobre meu peito, então cedi, agarrando sua cintura de volta.

 

Bateu um arrepio na espinha agora, sabe?

Solto Denis.

- Vamos levantar, DenDen!

- Agora que eu me convenci de ficar deitado, nós não vamos levantar! - Ele segura firme e forte minha cintura.

Puta que pariu, Denis!

- Por favor, me solta, Denis. 

- Por que? 

- 'Tá me machucando. - digo, com os olhos lacrimejando. 

 - Desculpa... - Ele me solta.

- Você não viu, não é mesmo?

- O que?

Me sento e Denis faz o mesmo, ficando na minha frente. Suspiro, ficando de costas para ele e levanto a camiseta.

 

Droga, como eu não percebi isso ontem?

Haviam diversos hematomas espalhados pelas costas de Ben.

- É... só nas costas ou...? - Engulo em seco, prendendo o choro. Doía ver que ele sofria. Doía ver que ele aguentou tudo sozinho por tanto tempo.

Ele se vira de frente, expondo os ferimentos pelo seu peito. Logo, levanta um pouco a bermuda que o emprestei. Uma lágrima escorreu pelo canto do meu olho. 

- É por todo corpo, Denis. - Levanto o olhar para o encarar. Seu rosto estava encharcado. - E ninguém nunca se importou... - Ele acaba fungando, interrompendo-se. - Ninguém nunca se importou com isso ou... comigo...

Me aproximei de Ben e o abracei.

- Mas eu me importo e você não tem que suportar tudo isso sozinho. Pode contar comigo e eu vou te proteger.

Ele me abraçou de volta, com força.

- Obrigada, Denis.

Me afastei um pouco do mesmo e limpei suas lágrimas.

- Na verdade, obrigada por tudo. Você é uma pessoa incrível.

Sorrio.

- E você mais ainda, pequeno.

Quase entrei em transe encarando seus olhos e, quando percebi, estávamos nos beijando. Suas mãos macias acariciavam meu rosto, enquanto as minhas o puxavam mais para perto de mim.

- D-Desculpa... - digo, colando minha testa na sua, tentando puxar o ar de volta.

- Não se desculpe... - Ele sorri. - ...idiota... -  E cola nossos lábios novamente em um beijo quente.


Notas Finais


VORTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI COM ESSA FIC, AEEEEEEEEEEEEH


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