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História Brothel (Imagine Bang Chan) - Capítulo 36


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Notas do Autor


Bom dia/tarde/noite, meus consagrados, tudo de bão? Jeehz is here.

Como foi a semana de vocês? A minha foi bem cansativa, tirei o atraso das matérias do Enem e tô esgotada, mas cá estou trazendo mais uma atualização para vocês.
Então, levem em consideração isso, isso no caso eu escrevendo cansada e com os dedos congelados por causa do frio.
Ai gente, eu amo frio, mas odeio fazer coisas no frio. Complicado, viu.

Tenho uma coisa muito importante para perguntar: Kim Woojin, seu gostoso da caçamba, porque fodes com meu psicológico sendo que me tens nas mãos???
Sério, gente, sem condições para esse homem.

Sem mais enrolação, bora para o capítulo de hoje, capítulo qUE TÁ INSANOOOO
ou não né sei lá

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Capítulo 36 - Chantagem


Fanfic / Fanfiction Brothel (Imagine Bang Chan) - Capítulo 36 - Chantagem

chantagem

substantivo feminino


1. pressão exercida sobre alguém para obter dinheiro ou favores mediante ameaças de revelação de fatos criminosos ou escandalosos (verídicos ou não).

2. crime de extorsão por esse meio.


POINT OF VIEW YANG (S/N)


—Tá' feliz, sua desgraçada? —Sana disse, com raiva, após jogar o teste de gravidez em mim. 


Saí dos braços de Christopher e peguei o teste, vendo ali o resultado. 

Duas linhas, dois pequenos riscos de coloração vermelha, positivo.


—Uau, parabéns! —digo, sorridente, e me levanto, me aproximando da loira— Se deu positivo, você não vai se importar, né?

—Se importar? Com o quê? —a mais velha perguntou.


Ignorei as perguntas da japonesa e fui até a bolsa que eu havia trazido para passar a noite aqui e que estava sobre o balcão da cozinha. 


—Em fazer outro teste...na minha frente. —digo, tirando o segundo teste de minha bolsa e estendo o mesmo a direção da Minatozaki. 


Sana morde o próprio lábio inferior e dá um sorriso forçado. 


—Claro que não, fofa. —ela diz— Mas, eu não tô' com vontade de fazer xixi, sabe.

—Tudo bem, tem bastante água na geladeira do Chris, pode beber, sem pressa, eu espero. —sorrio


[***]


—Onde você vai? —pergunto, assim que Sana se levantou.


Já faziam alguns minutos que Sana estava bebendo água, enquanto a vontade de ir ao banheiro não aparecia, nós três estávamos na sala, assistindo programas aleatórios que passavam na televisão.


—No banheiro, querida. —ela sorri— Vamos? 


Sana dá as costas para mim e vai em direção ao banheiro do apartamento do Bang. 

Me levantei rapidamente, peguei o teste e segui Sana até o banheiro. 

A japonesa pegou o teste de minha mão e se sentou no vaso sanitário. 

A Minatozaki abriu a embalagem do teste de gravidez, tirando de lá um pequeno recipiente —usado para a coleta da urina— e o teste —que era apenas uma fita

Enquanto a mais velha fazia o procedimento, eu apenas continuava encostada na parede, observando tudo. 

Não demorou muito e a japonesa terminou de fazer o teste e me entregou o mesmo, peguei o objeto e voltei para a sala de estar, deixando-o sobre a mesinha de centro. 


—Quanto tempo demora pra' aparecer o resultado? —Chris perguntou, encarando a pequena fita. 

—Cinco minutos. —respondo e volto a me sentar ao lado do australiano. 


[***]


A demora para o aparecimento do resultado poderia até ser de apenas cinco minutos, mas, sob toda aquela pressão, parecia que os cinco minutos haviam se transformado em cinco horas. 


—Eu não acredito. —escuto Chan murmurar. 


Olho na direção da mesinha de centro e ali estava o teste marcando dois riscos vermelhos, positivo. 


—Eu nunca minto. —Sana diz num tom alegre. 


Olho para a loira e a vejo ir até a cozinha e voltar, com uma ameixa em mãos. 


—Ah, Chris, sabe o que também faz bem pro' bebê? —a japonesa perguntou e deu uma mordida na ameixa.

—O quê? —Chan perguntou, sem nem ao menos olhar para a mulher. 

—Dormir juntinho com o papai. —ela responde. 


No mesmo momento olhei para o Bang, que me olhou no mesmo instante. 


—Nem pensar, Sana. —disse o australiano— A única que pode dormir comigo é a minha namorada, que é a (S/n), já tô' fazendo muito em te deixar ficar aqui. 

—Ok. —a loira disse, deu de ombros, e tirou seu celular do bolso de sua calça jeans— Então, acho que eu vou ligar para os avós do meu bebê e pedir para ir dormir com eles, já que o pai do meu bebê não quer fazer um simples sacrifício por ele.


Sana mexeu um pouco no próprio celular e virou a tela para nós, mostrando o contato Sr. Bang na tela da discagem do telefone. 


—Você não seria louca a esse ponto. —Chris disse, encarando a loira.


Olhei para o mais velho e pude perceber o semblante de medo dominando a face do homem. 


—Não seria? Tem certeza? —Sana perguntou, erguendo as duas sobrancelhas— Tente a sorte, Chrissy. 


Sana deu um sorriso cínico e voltou a guardar seu celular no bolso de sua calça. 

Christopher bufou e tombou sua cabeça para trás, fechando os olhos em seguida. 


—Eu preciso ir para a empresa. —o Bang disse e se levantou, indo em direção ao seu quarto. 


Me levantei do sofá e o segui. 


—Ei. —o chamei, encostada na porta do quarto. 

—O que foi? —ele me perguntou. 


Christopher estava, aparentemente, nervoso, de frente para seu guarda-roupa, este que estava com as portas abertas. 


—Você não pode sair pra' trabalhar, não desse jeito. —digo— Do jeito que você tá' nervoso, vai acabar causando um acidente de trânsito. 


Chan suspirou, fechou as portas do guarda-roupa e sentou-se em sua cama. 


—Eu tô' ferrado na mão dela. —ele murmura— Eu vou ter que aturar ela no meu apartamento, e, agora, vou ter que dormir com ela também. 


Me aproximei do maior e me sentei ao lado dele, o abraçando de lado. 


—Eu nunca deveria ter ido ao Éden, nunca deveria ter me envolvido com aquela merda de prostíbulo. —o mais velho murmurou e fechou os olhos com força. 

—Se você nunca tivesse ido até lá ou se envolvido com prostituição, nós nunca haveríamos nos conhecido. —digo e dou um beijo na bochecha do Bang, que sorriu com meu ato.

—Conhecer você foi a única coisa boa que me aconteceu depois de me envolver com isso. —ele diz, se referindo à prostituição e ao Éden. 


Sorri e passei meus dedos por entre o cabelo alheio, fazendo um leve cafuné em Chris. 


—Eu te amo. —o maior disse. 

—Eu também te amo. —sussurro no ouvido do australiano, o vendo se arrepiar e sorrir.


Chan se levantou e foi até o guarda-roupa, abrindo as portas novamente.


—Qual camisa você prefere? —Chan pergunta, me mostrando uma camisa preta com detalhes brancos e uma camisa azul pastel com detalhes vermelhos. 

—Essa. —aponto para a camisa preta


[***]


—Hum, acho que amanhã seria legal. —digo para Yeji. 


Já faziam algumas horas que Chan havia ido para a empresa, ele só voltaria mais tarde, e, desde sua saída, eu estava trancada no quarto de hóspedes. 

Por conta do tédio, liguei para Yeji, que me convidou para passar a noite de amanhã no apartamento dela para uma noite de filmes junto com ela e seu irmão, como nos velhos tempos. 


—Vai ser bem legal. —a Hwang disse, pelo seu tom, com certeza ela estava sorrindo e seus olhos sumindo por conta do sorriso


Acabei sorrindo pelo entusiasmo da mais velha. 


—A Sana tá' aí? —Yeji perguntou.

—Uhum, acredita que hoje ela ameaçou ligar para o pai do Chan caso ele não deixasse ela dormir com ele? —conto o fato que havia acontecido mais cedo com tom de indignação.

—Mano...que vagabunda. —a Hwang diz com raiva.

—Muito. —digo e escuto um barulho estranho vindo de outro cômodo do apartamento— Eu escutei uma coisa, já volto, não desliga. 

—Ok. —disse Yeji.


Deixei meu celular sobre a cama do quarto de hóspedes, me levantei e fui até a porta, coloquei minha orelha contra a porta, tentando escutar algo. 

Escutei os barulhos, parecia que Sana está a chamando por Chan. Mas, por quê? Ela bem sabia que ele nem estava aqui e sim na empresa. 

Destranquei a porta lentamente e a abri, escutando os barulhos com mais nitidez.


—C-Channie, ah! —escutei Sana...gemer. 


Fiquei parada na porta do quarto, apenas escutando Sana. 


—H-Hum, Chrissy seu gostoso. —ela gemeu, de um jeito manhoso. 


Andei na ponta dos pés, até chegar na sala de estar, vendo Sana de quatro no sofá, usando apenas uma camisa social —a mesma camisa social azul pastel com detalhes vermelhos que o Bang havia me mostrado mais cedo—, se esfregando em um dos travesseiros, que reconheci ser um dos travesseiros do quarto do Bang.


—Q-Que merda você tá' fazendo, Sana? —pergunto, tentando controlar a raiva que ardia dentro de mim.


Notas Finais


🎼 Baby, you light up my world like nobody else

OBS.:
☁️| Prontos para ver a bomba Yanggie explodir? 😳😏🤬

🌿| Segue aê @Jeehz
🌿| Segue esse projeto maravilindo também @nttstc
🌿| Meu twitter (bem inativo mas ok) @hwanxlee
🌿| Beijo na bunda, boa segunda
~😝🤠😷


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