História Brothers - Capítulo 39


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Abo, Álcool, Alfa, Amor, Beta, Gravidez, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mpreg, Ômega, Romance, Tattoo, Violencia, Yaoi, Yuri
Visualizações 44
Palavras 1.366
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 39 - Curado


Fanfic / Fanfiction Brothers - Capítulo 39 - Curado

Jimin

Jeon me forçar a fazer algo que não quero foi a pior das coisas.

Depois que voltei para dentro tentei vomitar, e pôr para fora aquela substância do meu organismo, mas não consegui.

— Jimin, me perdoa, eu…

— Cala a boca e some da minha frente!

— Meu anjo, eu só estou assustado, o que seu pai vai pensar se eu te engravidar?

Me calei e continuei o olhando, por um lado era certo o que falava.

— Mas por que me forçou? Eu disse que não queria.

— Me desculpe, por favor, me perdoe. – Me aproximei dele e agarrei sua cintura iniciando então um abraço.

— Você planeja me marcar, JungKook? – Mudei de assunto.

— Sim. Penso muito sobre isso, mas eu quero fazer do jeito certo, meu anjo.

— Está bem. Ah, esqueci de te dizer…

— O que foi?

— Jihoon faz aniversário amanhã, ele me convidou para sua festa. Quero que me acompanhe. O que me diz?

— Huh, acho que não é uma boa ideia, ainda estou em rut, Jimin.

— Não tem problema – beijei sua bochecha. – Vamos, diz que sim!

— Não, acho que não...

— Por favorzinho! – Pedi com as mãos juntas. – Por favorzinho, Ggukk!

— Assim eu não resisto, Jimin-ssi.

Jeon me encheu de carinho o resto da noite. Com beijinhos, carícias e alguns toques maliciosos.

[…]

Acordei com pancadas na porta e a voz ríspida de meu pai do outro lado.

— Levanta, Jimin! – Gritou sem se importar se estava me incomodando com tal ato.

— Ggukk… – chamei dando um selinho no mais velho. – Acorda!

— J-Já vou… – vi a ereção entre suas pernas e tomei liberdade para apertá-la. Eu percebi que ele gostou, então, coloquei minha mão dentro de sua boxer, massageando sua extensão que ficava umedecida lentamente. – Oh, bebê… – gruniu e se ajeitou, levantando a camiseta para acariciar seus mamilos.

— É assim, JungKook? Estou fazendo certo?

— H-huh… pare. – Agarrou minha mão e levantou logo depois. – Vou tomar um banho e… você também deveria fazer isso.

— Você vai sair?

— Vou trocar o óleo da moto. Você não tem que ir ao hospital hoje?

— Sim, eu vou às… – olhei o relógio. – Nossa! Estou atrasado!

Peguei minha toalha e fui rapidamente para o banheiro, não vendo se JungKook saiu do quarto ou não.

Meia hora depois estava arrumado tomando café.

— Bom dia, Jimin. – Hyo-Soon desejou colocando Taeyong perto para comer.

— Oi, bom dia – disse e bocejei. Mesmo depois de um banho demorado estava com sono.

— Ontem nós recebemos uma ligação do Min, você ainda se lembra dele, não é?

— Claro que sim! O que ele disse? Ele falou quando ia voltar?

— Bom… na verdade ele disse que ficará mais alguns meses. É ele quem está pagando o tratamento da mãe. Acho que Hyun irá visitá-lo próxima semana.

— Acha que o papai vai me deixar ir?

— Não vejo motivos para que ele recuse. – Sorriu e eu retribui alegramente.

— Você pode me acompanhar até o hospital? – Perguntei receoso, não sabia de seus planos para hoje.

— Sim, eu posso.

Fique aliviado.

JungKook desceu todo de preto, até uma máscara usava hoje.

— Nossa… vai para onde assim, Jeon? – Perguntou a mãe olhando o alfa.

— Vou sair até a concessionária.

— Huh… certo.

Nós ficamos quietos apenas comendo, mas ouvir baixos suspiros do JungKook estava me fazendo criar fantasias em minha cabeça. Balancei-a com a intenção de fazer sumir tais coisas, mas não estava funcionando.

— Estou indo – só então eu percebi que ele estava para sair. – Te vejo mais tarde, Park. – Beijou minha testa.

— Tchauzinho! – Acenei.

— Posso te perguntar uma coisa, Jimin?

— Sim.

— O Jeon está em rut, mas… vocês... tiveram relações outra vez? Eu não quero me meter nem nada, só garantir que ele não esteja te machucando.

— Nós… – papai chegou.

— Bom dia! – Beijou a esposa, o filho pequeno e a mim. – Vi o Jeon saindo, para onde ele vai?

— Até a cidade. – Respondeu Hyo-Soon terminando de limpar Taeyong.

— Papai… posso ir com você visitar o Yoongi?

— Huh… e por que te levaria?

— Talvez seja a última vez que o veja. Eu quero ficar um tempo com ele.

— Vou pensar, Jimin. – Sorri.

[…]

Meia hora depois desci do carro acompanhado da ômega. Entramos no hospital e esperamos que fosse chamado.

— Sente-se na maca, Park. – Obedeci ao médico.

— Dr. Lee eu queria pedir uns exames para o Jimin – fiquei assustado, não sabia dessa parte.

— Uhum, posso fazer isso. Sente dor no peito ao respirar, Park?

— Não. Tem um tempo que não sinto mais dor.

— Isso é ótimo! Tem tomado seus remédios direitinho?

— Sim.

— E a alimentação?

— Estou mantendo a dieta.

— Certo, isso é muito bom. Sente aqui. – Fiquei ao lado da outra. – Vamos esperar os resultados do exame rotineiro. Tudo bem?

— Okay. – Comecei a batucar a bancada com minhas unhas, estava nervoso.

— Quais tipos de exames quer pedir, Hyo-Soon?

— Ah – pensou. – Com uma pessoa especialista em saúde íntima ou sexual.

Abri a boca em surpresa.

— Huh, um andrologista?

— Isso.

— Park já começou a ter relações sexuais? – Os dois olhavam para mim.

— S-sim…

— Não fique com vergonha, pois é totalmente normal. – Ele levantou para pegar os resultados. – Maravilha! Você está curado, Park!

Sorri em alegria.

— Mas calma… não podemos dar total certeza em tal coisa, pois como é uma doença ainda desconhecida ela pode voltar, então, preciso que fique atento aos sintomas e essas coisas, entendido?

— Claro!

Finalmente vou poder tirar a cânula e não viver dependente dela.

Depois nos dirigimos ao especialista citado pelo doutor Lee, que marcou uma consulta para o mesmo dia.

— Podem entrar. – Ele é alto, másculo, tem o cabelo preto e olhos castanhos claros. – Então você é o pequeno Park? – Sorriu estendendo a mão.

— S-sim, sou eu. – Apertei-a.

— Senhora Park, é um prazer conhecê-la.

— Igualmente.

— Me digam em que posso ajudá-los. Lee só me passou as informações por cima, então, não tenham vergonha.

— Bom… Jiminnie começou a ter relações sexuais, e eu não quero que ele tenha nenhum problema.

— Uhum, entendo. Muitas mães ficam preocupadas.

Simplesmente estava de cabeça baixa, apenas ouvindo.

— Quando o Jiminnie teve a primeira relação?

Hyo-Soon me cutucou, aí eu os olhei.

— Quando… foi aos dezoito.

— Simplesmente por prazer, ou teve interferência de heat?

— E-eu… eu…

— Se sente mais confortável se eu sair? – A mulher perguntou. Não respondi nada e ela apenas saiu dizendo que ia me esperar lá fora.

— Não sinta vergonha, estou aqui para isso.

— Foi pelo heat.

— Com sua namorada?

— N-não… meu namorado.

— Huh, tudo bem. Como se sentiu depois da primeira vez?

— Estranho.

— Alguma dor? – Assenti. – Seu namorado se previniu?

— Sim, mas… teve outra vez... – fiquei pensando. – Nós bebemos e… fizemos se-xo, mas eu não lembro se ele usou camisinha. Umas semanas depois eu me senti mal.

— O que sentiu?

— Tive sintomas parecidos com intoxicação alimentar, eu acho.

— Tipo náuseas?

— Sim, algumas vezes.

— Fez o teste de gravidez, Jiminnie? – Anotava algo.

— Ah, não. Eu não fiquei grávido.

— Okay. Tem mais alguma coisa?

— Eu transei com meu namorado, sem camisinha e… eu tomei uma pílula anticoncepcional, mas ela nem sempre funciona, não é?

— Sim, é verdade. Isso aconteceu faz muito tempo?

— Não – apertei meus dedos da mão esquerda. – Foi há algumas horas.

— Certo. Bom, não vejo problema em todos esses casos, a não ser que seja uma gravidez não planejada.

— Mas então por que não engravidei da primeira vez? Se nós não nos previnimos eu deveria ter ficado grávido. Não é?

— Talvez… pode ser difícil dizer. Vou recomendar uns exames de fertilidade para fazer, okay?

— Uhum. E quando será?

— Você está com pressa, Jiminnie?

— Não é isso… é que eu sempre tenho o pensamento de ser pai, adoraria sentir a gestação passar.

— Escute... fale com seu namorado sobre isso. Tem que ser algo que os dois concordem. Entendeu?

— Sim.


Notas Finais


Jiminnie querendo ser papai 😖😖


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