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História Brüderliche Zwillinge - Capítulo 7


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Capítulo 7 - Festa pt II


Fanfic / Fanfiction Brüderliche Zwillinge - Capítulo 7 - Festa pt II

Durante a festa, Marco e Robert trocaram muitos beijos recheados de desejos, mas não passou disso. James e Toni se conheceram mais e viram que tinham várias coisas em comum, e foi ao lado da porta do banheiro que eles tiveram seu primeiro beijo.

Os outros três amigos de James e Robert apenas olhavam de longe os novos parceiros de seus melhores amigos.

O assunto do resto da festa foi a dupla dançarina misteriosa que surgiu e saiu misteriosamente. Todos estavam curiosos e logicamente alguém gravou, colocando logo em seguida nas redes sociais.

Os gêmeos voltaram pra casa umas 3h da madrugada. Marco e Robert marcaram de se encontrarem na tarde seguinte no parque do Centro da cidade, enquanto Toni e James se encontrariam à noite em um restaurante, que era praticamente um encontro.

  Mas o que os gêmeos não esperavam era que quando entrassem escondidos no quarto, se deparassem com Thomas sentado na cama de Toni e Mats encostado no batente da porta aberta.

  _ Puta merda. _ Falou Toni vendo as expressões dos irmãos.

  Thomas estava arrumando as coisas para voltar pra München na manhã seguinte. Tinha deixado os fones de ouvido no quarto dos garotos e quando foi buscá-los se deparou com o quatro vazio. Já eram quase 3 da madrugada então os garotos provavelmente já estavam voltando. Tratou de chamar Mats e eles estavam planejando dar uma bela bronca nos meninos por eles terem saído sozinhos.

  _ O que fo... _ Marco parou no meio da frase ao ver os irmãos no quarto. _ Merda.

  _ Onde os mocinhos estavam tão tarde da noite? _ Thomas foi o primeiros  perguntar. Ascedeu o abajur no criado mudo e olhou os irmãos vestidos como delinquentes.

  _ Em lugar nenhum. _ Falou Toni dando um sorriso amarelo para tentar amenizar a situação. Por ver que Mats estava calado demais, sabia que estavam encrencados.

  _ Então por que estão vestidos como delinquentes? _ Perguntou Thomas.

  _ Não é da conta de vocês. _ Marco surpreendeu a todos (inclusive a si mesmo) com a frase mal criada. Se fosse com seu pai, provavelmente teria apanhado. Marco começou a andar em direção ao banheiro na intenção de tirar água do joelho, mas foi barrado por Mats com uma expressão zangada em seu caminho.

  _ Pode não ser da conta de Thomas, mas é da minha a partir do momento em que vocês passaram a morar  na minha casa. _ Respondeu Mats friamente.

  _ E você acha que tivemos escolha?! _ Perguntou Marco exaltado. Toni e Thomas se entreolharam e viram que a coisa ficaria seria, mas nenhum dos dois estava com coragem pra interferir.

  _ Não, eu sei que vocês não tiveram escolha. Mas agora vocês estão sobre a minha guarda e eu exijo um pouco de respeito, mocinho. _ Falou Mats. Aquele tom frio estava irritando Marco de uma maneira descomunal.

  _ Eu não devo respeito a você, nem a ninguém nesse quarto. Vocês não mandam em mim. _ Falou Marco lançando um olhar assassino pro irmão. Estava com os nervos a flor da pele, e tentava se controlar pra não fazer besteira.

  _ Não vão contar onde estavam? _ Perguntou Mats. Se eles não contassem, ele não teria outra escolha.

  _ Não. _ Marco nem esperou Toni dar sua opinião e já bateu o pé. Seu peito subia e descia descontroladamente, seu coração estava acelerado, suas bochechas infladas, suas mãos fechadas em punhos ao lado do corpo e os dentes rangendo, todos sinais de que ele estava realmente irritado. Toni sabia disso, e sabia que quando o gêmeo estava assim, era melhor nem chegar perto.

  _ Então não me deixam escolha. Vocês estão de castigo. _ Falou Mats olhando de cima pra baixo pra Marco, cruzando os braços e estufando o peito, na tentativa de parecer autoritário. Era inegável, ele estava parecendo o pai Manuel Neuer fazendo aquilo.

  _ Eu não sou mais uma criança, Mats. Não sou faz muito tempo, caso não tenha reparado. Eu sou um jovem com mentalidade de adulto que tem consciência de suas escolhas e sabe de seus direitos. E eu tenho o direito de sair a noite com meu irmão. _ Falou Marco usando sua última carta.

  _ Mas você ainda tem 17 anos, e querendo ou não é menor de idade. Eu sou o adulto, Marco Reus, não tente sobrepor minha autoridade apenas por ser um gênio, pois eu que mando aqui. _ Mats também jogou sua última carta que fez Marco fechar os olhos e tremer de raiva. Seria capaz de cometer uma atrocidade.

  Até André que estava no quatro ao lado ficou tenso com o clima que se instaurou na casa. Ele estava acordado à muito tempo depois de ser acordado pela andação de Thomas pela casa.

  Thomas por sua vez estava arrependido de ter chamado o irmão mais velho. Se sentia culpado pois sabia que o clima ficaria ruim na casa por dias e ele não estaria ali pra amenizar a situação.

  Toni estava de olhos arregalados pois nunca tinha visto o gêmeo auterado daquela forma. Estava assustado também com a pose autoritária de Mats que ele nunca tinha visto nele, apenas no pai.

  Mats não gostou nada do tom que Marco usou consigo e teve que agir de forma mais pesada. Não queria ter que bater o martelo, mas já que não teve escolha, assim fez. Até se assustou momentaneamente com a pose que Marco fez. O garoto estava literalmente tremendo e pelo rosto vermelho, Mats sabia que não era de frio.

  Marco nunca esteve tão irritado na sua vida. Nem o próprio sabia o motivo por ter falado aquelas coisas e nem ao menos imaginava o porque de ter de exaltado tanto, só sabia que estava sentindo uma vontade imensa de matar.

  _ Viu? Eu avisei que algo de ruim aconteceria se você fosse nessa festa. _ Falou Roman.

Marco sentiu um arrepio na espinha e a vontade de matar só aumentou com a chegada do homem.

_ Por que não mata ele? Ele só te faz passar raiva! _ Falou Roman _ Talvez isso te traga paz.

  _ Não. _ Falou Marco. Ele seguiu em direção ao banheiro trombando em Mats no caminho, mas sem se importar.

  Mats e Thomas saíram do quarto, deixando um Toni sem entender o que havia acontecido. Pelo resto da noite, nem se atreveria a chegar perto do irmão.

  Marco entrou no banheiro e ficou andando de um lado para o outro no pequeno espaço, enquanto o homem se sentava na beirada da pia.

  _ Vamos, Marco, você sabe o que deve fazer. _ Falou Roman, soltando um riso diabólico com a expressão raivosa de Marco.

  _ Ah! _ Gritou Marco dando um soco no espelho. A dor era insignificante no momento, então o loiro apenas ficou se olhando no restando de espelho quebrado. Sabia o que tinha que fazer. _ Eu não vou fazer isso!

  _ Mas você deve. _ Retrucou Roman.

  Marco abriu a porta do banheiro e saiu, encontrando Toni ainda perto da janela lhe olhando assustado.

  _ Eu vou sair. Não volto hoje. _ Falou Marco pulando pela janela e deixando o irmão pra trás completamente confuso.



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