História Bruler la Sorcière - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Kai
Tags Chankai, Exo, Kai, Kim Jongin, Park Chanyeol
Visualizações 136
Palavras 3.111
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Lemon, LGBT, Magia, Misticismo, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Dieu est le diable


“Que ninguém pretenda matar alguém ou uma estrangeira como bruxa, pois não é possível nem deve ser acreditado por mentes cristãs.” Esse era o claro posicionamento do Código Lombardo em 643. Cristãos tementes a Deus não deveriam acreditar em bruxaria e por isso não havia motivo algum para matar alguém por este motivo. Carlos Magno no Concílio de Frankfurt em 794 até mesmo ordenou a pena de morte para aqueles que presumiam queimar bruxas. Em 906, uma lei canônica da Igreja Católica declarava que a bruxaria era uma crença pagã e acreditar em sua existência era heresia. Em 1100 o rei húngaro Kálmán instaurou uma lei que proibia a caça às bruxas e afirmou que elas não existiam.

            No século XIV a Europa encontrava-se infestada de bruxas e a Igreja foi, muitas vezes, responsabilizada por isso, uma vez que foi tolerante com elas durante séculos. Tudo saiu de controle chegando ao ponto de até mesmo o papa Bonifácio VIII foi acusado de bruxaria. Então teve início execuções dentro da própria Igreja, mas elas ainda eram bem raras. Um exemplo ocorreu aqui na França quando um bispo foi executado após utilizar feitiçaria em um atentado contra a vida do papa João XXII.

No século XVII o mundo encontrava-se sacudido pela reforma protestante, guerras religiosas e políticas, além da fome e da doença. Então o conceito de “bruxa” ampliou-se. Muitas curandeiras e benzedeiras foram torturadas e mortas injustamente, pois as autoridades encontravam dificuldades em distingui-las das bruxas.

Foi nessa Europa varrida pelo caos em que eu conheci ele. A causa de minha insônia. O homem que me proporcionou o ápice do prazer humano. Aquele que fazia meu coração bater em um ritmo descontrolado e me mostrou como era amar alguém de verdade.

Kim JongIn, o feiticeiro com a pele cor de bronze e os cabelos pretos como a noite.

 

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Eu, particularmente, sempre fui muito descrente em relação a existência de feitiçaria, além de que achava que matar pessoas assim era demasiado exagero. Para mim aquilo era extremamente desumano.

Sempre que minha família — e todo restante da cidade — se dirigia pra assistir alguém sendo queimado em praça pública, eu era obrigado a ir também, mas só conseguia sentir nojo de todas as pessoas que aplaudiam aquilo como se fosse um espetáculo. Eu observava os rostos apavorados e só conseguia pensar que essas pessoas possuíam uma família, possuíam uma vida, possuíam sonhos e tudo agora estava acabado. Eles matavam em nome de Deus, mas eu tinha certeza que Ele não concordava com aquilo.

Contudo, fora após um desses episódios que eu conheci ele. Minha cabeça doía e eu sentia até mesmo enjoos após ver uma mulher sendo morta daquela maneira. Então resolvi dar uma caminhada para espairecer minha mente.

O início do outono atingia em cheio as ruas de Paris e a paisagem encontrava-se um tanto mais bonita do que o normal. As folhas alaranjadas dos Plátanos faziam um grande tapete pelo chão e eu conseguia lembrar de no mínimo uns cinco romances que eu já havia lido que eram ambientados em um lugar como este. Eu adorava ler histórias de amor, o que era um tanto contraditório uma vez que eu não conseguia imaginar algo parecido acontecendo comigo. Eu não me imaginava me apaixonado por uma moça, muito menos casando e tendo filhos, mas nunca comentei sobre essa minha falta de interesse em relacionamentos com ninguém, pois tinha medo de que me interpretassem mal.

Continuei minha caminhada passando por um pequeno, mas rico, arvoredo que ficava ali pelas redondezas. Então eu vi um homem saindo do meio das árvores. Ele era alto e magro, tinha uma pele bronzeada e cabelos pretos. Em suas mãos trazia algumas plantas que não fui capaz de identificar. Ele pareceu ficar apavorado quando percebeu que eu o observava mas não disse nada, apenas apertou o passo e se afastou dali. Aos poucos o perdi de vista porém sua imagem ficou nitidamente registrada em minha memória, como se houvesse sido ali pintada por um artista muito talentoso.

O anoitecer já estava iniciando-se então fui para casa antes que mina mãe ficasse preocupada. Entretanto, demorei para conseguir pregar meus olhos, pois meus pensamentos estavam presos naquele homem misterioso. Por alguma razão desconhecida ele despertou o mais íntimo de minha curiosidade. Eu queria saber quem ele era, se morava pelas proximidades, o que fazia ali entre as árvores e porque precisava daquelas plantas.

Quando finalmente desfaleci no sono, meus sonhos foram invadidos pelo recôndito rapaz.

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Já havia se passado quase duas semanas desde o dia em que eu o vi, mas mesmo assim eu não era capaz de tirá-lo de meus pensamentos. A minha curiosidade apenas aumentava com o passar dos dias e eu nem mesmo entendia motivo de me encontrar em tal estado, era horrível! Eu só podia estar desvairado, até mesmo passou pela minha cabeça que eu poderia estar delirando assim por causa de alguma doença, mas minha saúde estava melhor do que nunca e eu não sei dizer se isso era bom ou ruim nessa situação.

Então um dia, tomado pelo impulso e o desvario, eu resolvi voltar até o arvoredo na esperança de encontrá-lo. No entanto, ele não estava lá e eu apenas fiquei ainda mais frustrado. Então passei a ir até lá todos os dias, por Deus, eu estava louco! Rezava para que ninguém nunca descobrisse sobre esses meus devaneios porque certamente me internariam em um hospício. Afinal, o que eu estava pensando? Eu queria encontrá-lo, mas o que eu faria quando isso acontecesse? Eu não sabia, contudo, ainda não conseguia desistir dessa minha ideia estúpida.

Já passava mais de um mês que eu ia até aquele arvoredo todos os dias, eu encontrava-me em um misto de ansiedade, frustração e desânimo. Então eu o vi. Tive que piscar inúmeras vezes para ter certeza de que eu não estava tomado pelo delírio. Era ele mesmo ali, com sua pele cor de bronze destacando-se entre o verde das árvores e seus cabelos pretos voando com o bater do vento forte do outono.

Eu realmente não sabia o que fazer, portanto apenas fiquei o observando assim como na primeira vez em que o vi. E como se estivéssemos ensaiado, ele também repetiu seus atos e apertou o passo na tentativa de se afastar dali o mais rápido possível.

Eu não podia deixar isso acontecer depois de tudo que eu fiz para encontrá-lo, então tomado pela loucura eu segurei seu braço e o impedi de partir.

“Qual é o seu nome?” Por Deus, eu era mesmo um tolo! O rapaz estava apavorado.

“Por que desejas saber? Quem és tu?” Ouvi sua voz pela primeira vez e um arrepio subiu pela minha espinha dorsal.

“Perdão por parecer deveras invasivo, me chamo Park ChanYeol e eu apenas fiquei curioso para saber o que fazias ai dentro, não é muito comum pessoas adentrarem esse arvoredo, e já é a segunda vez que o vejo fazeres isso, embora tu provavelmente não te lembres da primeira”

“Eu me lembro, a propósito me chamo Kim JongIn.” Ele parecia estar mais relaxado agora e pude perceber melhor como sua voz era bela. “Eu apenas estava procurando algumas ervas medicinais para um familiar que está adoentado.”   

“Compreendo, me desculpe de novo por minha curiosidade, eu apenas não entendo muito sobre plantas e afins, talvez esse tenha sido o motivo para demasiado desvelo.” Soltei o braço dele quando percebi que ainda o segurava “Enfim, espero que seu parente melhore de sua enfermidade.”

“Obrigado pela tua preocupação, e não se incomode em desculpar-se, preciso confessar que tu também despertaras minha curiosidade no outro dia.” Ele sorriu de lado e meu coração começou a bater tão rapidamente que eu pensei que ele saltaria para fora caso eu abrisse minha boca “Saibas que chama muita atenção Park ChanYeol, não sei se é por sua altura ou pela beleza de seu rosto, talvez seja pelos dois.” Ele riu divertido.

“És muito galanteador Kim JongIn, presumo que faça um grande sucesso dentre as moças.” Eu realmente não sabia porque estava falando aquilo, mas, sinceramente, nessa altura da situação eu sinceramente não sabia demais nada.

“Para ser sincero contigo, nunca nutri grande interesse por moças.” Suspirei por entendê-lo perfeitamente “Infelizmente agora eu preciso ir antes que a noite caia, mas pretendo voltar amanhã no mesmo horário, pressuponho que moras pelas redondezas então se não estiveres ocupado venha até aqui para conversarmos mais, apreciei muito a sua companhia.” E novamente o sorriso de lado que me arrancou o fôlego sem eu nem saber o porquê.

“Eu certamente voltarei.”

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Eu realmente fui ao encontro de Kim JongIn naquele dia. Continuamos a nos encontrar por cerca de dois meses e realmente havíamos nos tornado grandes amigos. Sua companhia era encantadora e eu me sentia muito bem quando estava com ele. Porém, ao mesmo tempo eu me sentia estranho. Meu coração batia rápido, minhas mãos soavam e eu sentia uma agitação incomum em meu estômago, novamente cogitei estar adoentado.

Outrossim, nesse tempo descobri muitas coisas sobre aquele homem misterioso e finalmente minha curiosidade vinha se sanando. Ele morava sim pelas proximidades, porém havia se mudado para Paris recentemente, antes disso vivia na Espanha. Tinha 21 anos, um ano mais novo que eu, e vivia com seus pais, dois irmãos e seu avô. Pelo jeito que ele contava as coisas parecia que sua vida era um livro aberto, mas, por alguma razão, eu sentia que ele me escondia algo.

E eu estava certo.

Em um de nossos encontros, após alguns meses que nos conhecíamos, ele, um silêncio desconfortável foi instaurado e eu pude notar que ele abria e fechava a boca várias vezes como quem queria dizer algo, porém não tinha coragem para isso.

“Por que eu sinto que tu queres me contar algo?” Perguntei um pouco receoso.

“Porque eu quero.” Ele respondeu tão baixo que foi quase inaudível “Todavia, tenho medo que tu me odeie e se afastes de mim.”

“Eu não me afastarias de ti por nada nesse mundo.” Meu coração estava batendo tão rápido que eu senti que iria explodir “Eu compreendo que isso pode soar estranho, mas eu me sinto muito bem junto da tua companhia e já não consigo imaginar minha vida sem ti, JongIn.”

Então ele fez algo que eu nunca imaginaria em toda a minha vida. Ele me beijou, e foi a melhor sensação que eu já havia gozado até aquele momento. Eu sentia como se ele estivesse sugando toda a minha alma pela boca eu poderia ficar assim com ele para sempre. Entretanto o ar se fez necessário em nossos pulmões e ele separou nosso ósculo e aproximou seus lábios do meu ouvido.

“Eu sou um feiticeiro, Park ChanYeol.” Ele suspirou “No dia em que me viu pela primeira vez, eu estava aqui pegando algumas ervas para um feitiço.” Eu permaneci em silêncio, pois estava chocado demais para formular uma frase, então ele continuou. “Por favor, não me odeie, pois eu te amo.”

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            Eu me sentia um tolo por não ter conseguido responder JongIn. Fui para minha casa sem dizer uma palavra a ele, e, por Deus! Como me arrependi. Esperava de verdade que ele não estivesse se sentindo mal ou pensando que eu o odiava.

            Me deitei em meus aposentos e, mais uma vez, não consegui pregar os olhos a noite toda porque meus pensamentos estavam fixos naquele homem. O efeito que ele tinha em mim era surreal, ele era literalmente o dono de cada um dos meus pensamentos, como se já fosse uma parte de mim, eu só conseguia pensar nele e em tudo que ele fez.

            Ele me beijou.

            Ele era um feiticeiro.

            Ele me amava.

            Para ser sincero, o fato de ele ser um feiticeiro era o que menos me surpreendia no momento. Na verdade isso até explicava muita coisa. Apenas um ser detentor de uma magia de outro mundo poderia ser tão lindo quanto Kim JongIn. Eu realmente me sentia enfeitiçado por ele.

            Mas eu o amava assim? Isso não é errado? Não é imoral?

            Eu só poderia estar louco, todavia, o amar parecia a coisa mais certa do mundo. Eu sentia como se estivéssemos sido destinados a nos conhecermos e nos apaixonar e eu não deixaria nada nem ninguém me afastar dele.

            Esperei a tarde chegar e fui a seu encontro assim como eu fazia todos os dias nos últimos meses. Passei o caminho todo rezando para que ele estivesse ali, e, aparentemente, Deu atendeu minhas preces.

            JongIn estava sentado em uma pedra e, com um graveto, fazia desenhos aleatórios no chão. Ele estava tão lindo e radiante que o próprio sol teria inveja de tal beleza. Me sentei ao seu lado, o abraçando sem dizer nenhuma palavra.

            “Tu não te importas de eu ser um herege?” Ele perguntou receoso.

            “Não, eu não me importo.” Eu pude ver uma lágrima escorrendo em seu rosto “Tu não fazes mal a ninguém, não mata ninguém, não há motivo para se envergonhar de quem tu és, além disso eu nunca concordei com essa perseguição da Igreja e tenho certeza que algum dia no futuro eles se darão conta de como estavam errados matando inocentes em nome de Deus.”

            “Ás vezes eu me pergunto se tu existes mesmo ou é algo que minha mente desvairada criou, pois não é possível alguém ser tão perfeito assim.” Eu senti meu rosto arder como fogo com suas palavras.

            “Eu existo e eu te amo também.” E levado por um impulso eu o beijei e ele correspondeu de bom grado.

            Infelizmente precisamos separar o beijo para respirar e eu não conseguia parar de sorrir. JongIn me fazia tão feliz, meu Deus!

            Então ele se levantou e me chamou com a mão “Venha eu quero te levar a um lugar.”

            Eu então o segui e após alguns minutos de caminhada chegamos a uma casa um pouco afastada das demais, presumi que ali era sua moradia.

            “Vamos entrar e não se preocupe, não tem ninguém em casa.” Ele sussurrou perto do meu ouvido e em seguida deixou um selar em meu pescoço, fazendo eu sentir um arrepio em cada parte do meu corpo.

            Assim que adentramos a casa, ele rapidamente me prensou contra a parede e demos início a um beijo afoito, enquanto suas mãos exploravam meu corpo, ainda por cima de minhas vestimentas.

            “Por favor me diga que queres isso tanto quanto eu.” Ele disse tentando recuperar o fôlego.

            “Talvez eu queira até mas que ti.” Afirmei e não dei tempo para que ele respondesse, logo retomando o beijo

            Ele então nos dirigiu, sem separar o ósculo, até um dos aposentos da pequena casa, ao o adentrar deduzi que era seu quarto.

Então JongIn me deitou em sua cama e colocou seu corpo por cima de mim, voltando a me beijar. Seu beijo estava se torando meu novo vício e eu poderia beijá-lo por todo o restante da minha vida. Sua mão adentrou minha blusa e ele começou a apertar meus mamilos, eu nunca em toda minha vida imaginei que ser tocado ali pudesse ser tão prazeroso.

Ele tirou toda a minha roupa deixando-me totalmente exposto aos seus olhos que me observavam com um desejo que só aumentava minha vontade de tê-lo. JongIn revezava entre beijar e morder meu pescoço e eu já estava nas nuvens apenas com aquilo, ele então desceu os toques de sua boca pelo meu corpo, passando por meus mamilos onde novamente deu uma atenção especial, no meu abdome brincou um pouco com o meu umbigo e, finalmente, chegou na minha intimidade que implorava para ser tocada.

JongIn passou a língua apenas em minha glande e eu não pude segurar o gemido que escapou de meus lábios, o que parece que o motivou ainda mais a continuar já que em seguida colocou o máximo que pôde do meu membro dentro e sua boca. Eu senti como se tivesse ido até o céu e voltado em apenas alguns segundos. Ele continuou com movimentos de vai e vem e eu sentia que não aguentaria mais por muito tempo.

E quando ele desceu ainda mais os toques e eu senti sua língua em minha entrada, eu achei que poderia morrer de tanto prazer. Ele enfiava sua língua o máximo que podia e eu já estava desvairando de tanto deleite. Então ele introduziu um dedo e foi a mistura perfeita de dor e prazer, uma sensação que eu nunca poderia descrever com palavras.

JongIn então tirou sua vestimenta e pude deslumbrar daquele corpo que parecia até mesmo com uma estátua grega, esculpido delicadamente e sem nenhum defeito sequer.

Ele colocou novamente seu corpo sobre o meu e voltou a me beijar, nossas intimidades roçavam uma na outra e suas mãos apertavam minha cintura. Eu estava totalmente entregue aquele homem.

Então ele ergueu minhas pernas colocando meus pés em seus ombros, deixando-me o mais exposto possível e eu já ansiava pelo que viria em seguida. Aos poucos ele introduziu seu membro em minha entrada e aquilo doeu como o inferno ao mesmo tempo que era tão bom que eu me sentia no céu. A mistura perfeita entre Deus e o diabo que eu só encontrava em Kim JongIn.

Aos poucos eu me acostumei e a dor se tornou quase inexistente. Embora lá fora fizesse um frio característico da transição do outono para o inverno, dentro daquele quarto nossos corpos queimavam como o mais intenso sol do verão. Eu já nem mesmo tentava controlar meus gemidos, pois sabia que qualquer tentativa seria em vão.

Conforme o ritmo de suas estocadas foi aumentando eu já estava literalmente gritando de tanto prazer. Eu sabia que não aguentaria por mais tanto tempo e, quando senti sua mão em meu membro, minha hipótese foi confirmada.

Eu atingi o ápice não só do prazer, mas também da minha vida. Aquele foi o melhor momento de toda a minha existência e eu não poderia estar mais feliz por ele ter sido me proporcionado por Kim JongIn. Logo ele também não aguentou mais e me preencheu com o líquido quente do seu prazer.

Ficamos uns poucos minutos naquela posição enquanto juntávamos forças por nos mexermos. Então ele saiu de dentro de mim me deixando com uma sensação de vazio que foi compensada quando ele deitou do meu lado e me abraçou.

Naquele momento, ali, abraçado com ele eu só confirmei o quanto eu o amava e o quanto eu estava disposto a lutar para ter ele do meu lado. Eu não deixaria nada nem ninguém nos separar.

O único fogo em que aquele feiticeiro queimaria seria no fogo do nosso amor.



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