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História Bruxinha OF Time - Imagine Ten (NCT) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Eu não ia postar essa fanfic agora, mas não aguento ficar com nenhuma guardada, espero que vocês gostem.

Um dorama que eu amo muito foi a inspiração para essa fanfic, descubram qual é esse dorama ❤❤

Boa leitura amores 😍😍

Capítulo 1 - Magia e confusão


Fanfic / Fanfiction Bruxinha OF Time - Imagine Ten (NCT) - Capítulo 1 - Magia e confusão

Quando estamos na escolas os professores costumam perguntar o que queremos ser quando crescer, e as respostas sempre são as mesmas; “Médico” “Advogado” “Dentista”, eu nunca quis ser nada disso, meu sonho é me formar em gastronomia e ser uma chef maravilhosa, mas existe quatro problemas:

O primeiro, eu não cozinho bem.

O Segundo, minha família não tem dinheiro para pagar a faculdade e nem cursos.

O terceiro, fiz o vestibular mas minha nota foi uma vergonha.

O quarto, eu sou uma bruxa, para ser mais exata sou uma bruxa do tempo, não tempo de hora, e sim tempo de clima, e isso significa que onde quer que eu vá sempre arrumo encrenca, meu nome é S/N, tenho 21 anos e sou a Bruxinha Of Time...

(...)

NARRAÇÃO TEN

A pior coisa para donos de plantações é a falta de chuva, a falta do sol, ou as pragas que sempre acabam matando tudo...

Me chamo Chittaphon Leechaiyapornkul, é eu sei, meu nome é um tanto complicado, por isso as pessoas me chamam de Ten, meus pais são donos de conglomerado de mercados de alimentos, que são abastecidos pelas nossas próprias plantações, onde além de frutas e legumes também planta tem nozes e cacaus, nossas empresas abastece toda Coréia além de fazer importações e exportações...

Assumi os negócios da família há cerca de seis meses, o problema é que estamos no meio de uma seca, e isso está afetando em tudo, os irrigadores não conseguem molhar as plantações direito e isso é sinônimo de muito prejuízo, meu pai nunca confio muito em mim e agora que estou a frente de tudo quero dar o meu melhor, mas sem a chuva o prejuízo será enorme, e o meu pai vai jogar na minha cara que eu não sou um inútil, e infelizmente eu não faço ideia de como reverter isso...

(...)

NARRAÇÃO S/N

Eu estava na frente de casa andando para um lado e para o outro esperando meu celular tocar, eu tinha feito algumas entrevistas em alguns restaurantes e estava esperando a resposta, meu sonho era trabalhar no Paradise, o melhor restaurante de toda Seul, se não de toda Coréia, mas seria quase impossível trabalhar lá, minha mãe saiu para fora se alongando...

- Algum telefonema? Ela perguntou

- Ainda não mãe...

- Estou indo para a academia, até mais tarde...

- Cuidado...

- Você também...

- Você vai a pé?

- Vou, quero ir correndo...

- Tá bom, tchau...

- Tchau bebê...

Meu celular vibrou, eram mensagens chegando, as abri tremendo, todas falavam a mesma coisa...

“Agradecemos a sua entrevista, mas infelizmente você não entrou em nossa empresa”

- Aish que droga! Reclamei

Meu celular tocou, era um número desconhecido...

- Alô... Falei

- S/N por favor...

- É ela...

- Aqui é do restaurante Amor e Aroma, o chef gostou das suas qualidades e quer conversar com você...

- Eu vou com certeza...

- Você pode vir aqui hoje umas 22:00 horas da noite?

- Posso, mas não é um pouco tarde?

- É o horário que vamos fechar hoje...

- Tudo bem, estarei aí...

- Ele vai estar esperando...

- Muito obrigada...

Ele desligou...

- Aaaaaaaa, finalmente, finalmente vou trabalhar em um restaurante... Entrei para dentro de casa cantando

(...)

HORAS DEPOIS

- Meu nome é S/N, e será um prazer trabalhar aqui...

Eu treinava o que falar enquanto me arrumava...

- Muito obrigada pela a oportunidade chef, aaaaaaa, nem acredito que isso está mesmo acontecendo, espero que todos gostem de mim...

Me olhei no espelho...

- Não vou passar muita maquiagem, só um batom e um rímel está ótimo, aaaaaaa eu vou mesmo começar a trabalhar...

(...)

NARRAÇÃO TEN

Já passava das 21:00 da noite, mas eu ainda estava na empresa, Jisung entrou em minha sala com uma expressão séria...

- O que? O olhei

- Acabaram de me ligar, perdemos todo colheita de arroz e cevada...

- Que merda! Aish!

- O que vamos fazer agora?

- Como eu vou saber?

- Se essa seca continuar...

- Eu sei Jisung, eu sei o que vai acontecer se essa seca desgraçada continuar...

- Já está tarde, você não vai poder fazer mais nada hoje, vamos ir jantar...

- Estou sem apetite...

- Você não está se alimentando direito, vai acabar ficando doente...

- Eu vou acabar falido, isso sim...

- Vamos jantar no restaurante da sua mãe...

- Lá é o último lugar para onde eu quero ir, ela vai me encher de perguntas...

- Então vamos em outro, eu só quero é comer...

- Vamos, estou mesmo precisando me alimentar direito...

(...)

Ao chegar próximo ao restaurante estacionei o carro e desci, enquanto pegava minha carteira e meu celular ouviu uma batida no meu carro, olhei para trás, tinha uma garota em uma bicicleta olhando fixamente para o meu carro, me aproximei e olhei, não vi nada...

- Perdeu alguma coisa no meu carro? Perguntei

- A culpa foi sua, você entrou de uma vez na minha frente...

- Do que você está falando?

Ela montou na bicicleta e saiu pedalando rápido...

- Aigoo, essa cidade está cheia de gente doida... Tranquei o carro e fui para o restaurante jantar com o Jinsung

NARRAÇÃO S/N

Fui para o restaurante voando, literalmente voando, quando eu ia descer para o chão aquele cara apareceu com o carro e minha bicicleta acabou amassando seu carro próximo ao teto, por sorte ele não viu, se tivesse visto ele ia me obrigar a pagar o concerto, e eu não tenho dinheiro, muito menos para arrumar um carrão daqueles, encostei minha bicicleta e entrei no restaurante, assim que entrei o chef me olhou e veio até mim...

- Você pode se sentar ali, daqui a pouco vamos fechar e podemos conversar... Ele falou

- Tá bom... Falei

Quando eu ia passar esbarrei no mesmo cara do carro que amassei, levantei a cabeça e o olhei...

- Desculpa... Falei

- Tá me seguindo?

- Não...

- Pois parece...

- Mas não estou...

Arrumei minha bolsa e fui me sentar na mesa que o chef falou...

(...)

Olhei no meu relógio, já era 23:30, os clientes já tinham saído, os funcionários também estavam indo embora, o chef se sentou em minha frente...

- É um prazer conhece-lo... Falei

- Igualmente S/N...

- Quando vou começar a trabalhar aqui? Amanhã?

- Bem, no seu currículo mostra que você não tem experiência alguma, certo?

- Certo...

- E como você pode ver estamos completos...

- Então porque você me chamou aqui?

- Quando você fez a entrevista disse que estava desesperada procurando um emprego...

- Isso mesmo...

- Eu não gosto de ver mulher bonita sofrer, então te chamei aqui para te fazer uma proposta...

- Diga...

Ele sorriu maliciosamente...

(...)

NARRAÇÃO TEN

Depois de sair do restaurante fui direto para casa, mas ao perceber que esqueci meu celular voltei para pega-lo. Ao chegar no restaurante as portas já estavam fechadas, quando eu estava saindo do carro vi a garota que esbarrou em mim mais cedo saindo de dentro do restaurante, ela parecia estar com raiva...

Ela levantou as mãos em direção ao restaurante e imediatamente começou a chover muito forte, seus cabelos balançavam como se ela estive ao vento, mas não tinha vento algum, ao se virar seus olhos estavam totalmente brancos e brilhantes, esfreguei meus olhos para ter certeza que eu não estava vendo coisas. Ela levantou suas mãos para cima e o céu começou a relampear, de imediato vários raios acertaram o restaurante o destruindo, coloquei as mãos sobre a boca sem acreditar no que estava vendo...

Ela montou na bicicleta e saiu de lá pedalando, eu a segui, ao sair do quarteirão que estava o restaurante não caia mais nenhuma gota de água dao céu, fiquei ao lado dela e abaixei o vidro da janela...

- Ei... A chamei

Ela me olhou...

- Como você fez aquilo? Perguntei

Ela começou a pedalar mais rápido e eu continuei seguindo...

- Ei, me fala... Falei

Ela não me deu atenção, acelerei passando em sua frente, virei o carro e fiquei a sua espera, como ela não tinha escolha teve que parar, desci do carro e fui até ela...

- Não chega perto de mim! Ela falou

- Eu não quero te machucar, quero saber como você fez aquilo...

- Aquilo o que?

- Você sabe muito bem do que eu estou falando...

- Não sei de nada...

- Eu não sei se estou sonhando pois até agora não acredito no que vi, mas se for verdade quero que você me conte...

- Me deixa em paz...

- Como você pôde fazer chover daquela forma? Como você fez relâmpagos destruir o restaurante?

Ela tentou passar, mas eu segurei a bicicleta...

- Eu vou chamar a polícia! Ela falou

- Por favor, apenas me conta como você fez aquilo...

- ME SOLTA! SOCORRO! Ela gritou

- Ei, para com isso...

- Então me solta!

- Não antes de você me contar o que aconteceu ali...

- SOCORRO! SOCORRO! SOCORROOOOOOOOO!

- Aigoo, para com isso...

- ME SOLTAAA, SOCORROOO!

Ouvi sirenes de carro de policia, uma viatura parou ao nossa lado, os dois polícias desceram...

- O que está acontecendo aqui?

- Esse homem está me atacando... Ela aponto pra mim

- Eu? Apontei pra mim

- Como você tem coragem de atacar uma mulher indefesa? O policial perguntou

- Indefesa? Ela é perigosa isso sim, e eu não ataquei ninguém, estávamos apenas conversando... Falei

- E por isso ela estava gritando socorro? O policial me olhou

- Eu não a ataquei, é sério...

- Ele tem cara de serial killer... Ela falou

- Aish... A olhei séria

- Os dois vão nos acompanhar até a delegacia... O policial falou

- Porque? Eu não fiz nada... Falei

- Vão ter que resolver isso lá, você pode ir no seu carro, e a moça vem conosco...

- E a minha bicicleta? Ela perguntou

- Vou por no portas malas, agora vamos...

(...)

NARRAÇÃO S/N

Chegamos a delegacia, eu estava toda molhada e desarrumada, o Lucas meu crush supremo trabalhava de tenente naquela delegacia, eu estava tão largada, não queria que ele me visse assim...

- Desça senhorita... O policial falou

Desci, o cara que me viu usando meus poderes passou por mim, eu o olhei com raiva, por culpa dele o Lucas ia me ver daquele jeito, fui em direção a entrada...

- Que ele não esteja aqui, que ele não esteja aqui... Pensei

- Se eu for preso por sua culpa, você me paga sua bruxinha... Ele falou

- Aish, para de me chamar assim seu, seu, seu...

- Eu sou lindo demais para você conseguir falar alguma coisa não é?!

- Aish! O olhei feio

- Os dois por favor me acompanhe... O policial falou

- Aigoo, aigoo, o Lucas vai me ver assim... Falei

Entramos os dois..

- Flagrei esses dois aqui discutindo no meio da rua, ela alega que foi atacada por esse homem... O policial falou

- Eu já disse que não ataquei ninguém...

Vi o Lucas, ele me olhava...

- Se aproximem... Ele falou

Nos aproximamos...

- O que você faz na rua a essa hora S/N? Lucas perguntou

- Fui ver uma proposta de emprego...

- A essa hora?

- Foi...

- Sentem-se... Lucas falou

Nos sentamos...

- Policial relate o que aconteceu... Lucas falou

- Estávamos fazendo a ronda quando vimos essa moça gritando por socorro e esse homem estava agarrando a bicicleta dela a impedido de sair...

- Identidade... Lucas estendeu a mão

O cara entregou sua identidade...

- Chittaphon Leechaiyapornkul... Lucas falou em voz alta

Coloquei a mão sobre a boca sorrindo...

- Acha meu nome engraçado? Chittaphon me olhou

Fiquei em silêncio...

- Como você pode ataca-la? Lucas perguntou

- Eu não ataquei ninguém, apenas conversei...

- Isso é verdade S/N? Lucas perguntou

- Mais ou menos, ele não fez nada comigo, mas não queria me deixar passar, então fiquei assustada e gritei por socorro... Falei

- Porque você está molhada? Lucas perguntou

- Eu estava com calor, então me molhei...

- Você quer fazer um boletim de ocorrência S/N?

- Não precisa Lucas... Falei

Lucas olhou para o Chittaphon...

- Não chega perto dela novamente... Ele falou

- Já posso ir embora? Chittaphon perguntou

Lucas me olhou...

- E você para de se meter em confusão e ficar saindo essa hora de casa...

Fiquei em silêncio...

- Estão liberados, S/N vai direto para casa... Lucas falou

- Tá bom... Falei

- E você não ouse segui-la, ou te prendo Chittaphon...

Chittaphon me olhou e saiu...

- Lucas eu não queria causar nenhuma confusão... Falei

- É a segunda vez que você entra aqui essa semana, S/N arruma um emprego e para de dar trabalho...

- Também não precisa falar desse jeito... Falei

- Vai para casa, está tarde, e se aquele cara te seguir me liga...

Consenti e fui para fora, o Chittaphon estava parado me esperando...

- Podemos conversar como adultos? Ele perguntou

- Não quero conversar com você, me deixa em paz...

- Quero te fazer uma proposta...

- O dono daquele restaurante também me fez uma proposta, ele me ofereceu sexo em troca de dinheiro, e você viu que eu acabei com o restaurante dele, se você se aproximar de mim outra vez eu te fuzilo...

Ele arregalou os olhos assustado, peguei minha bicicleta e saí...


Notas Finais


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