História Bruxos e Bruxas - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Bring Me The Horizon, Linkin Park, Of Mice & Men
Personagens Aaron Pauley, Chester Bennington, Mike Shinoda, Oliver Sykes, Personagens Originais, Tino Arteaga
Tags Mistério, Revelaçoes
Visualizações 4
Palavras 2.409
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu aí denovo meu povo e minha pova! ♥♡♥

Boa leitura, lindos e lindas.

Capítulo 8 - A batalha part.2


Fanfic / Fanfiction Bruxos e Bruxas - Capítulo 8 - A batalha part.2


Pov's Oliver


Meus olhos lacrimejavam vendo a morte se aproximando aos poucos, minhas mãos perdiam suas forças. Não, não Oliver, aja, ande, dizia para mim mesmo até que algo fez a espada ameaçadora cair em cima de mim e o homem raivoso derrubar seu peso ao meu lado. Levantei respirando ofegante e vi que Mike havia salvado-me perfurando as costas do homem com sua espada de prata. 

   Mike acenou com cabeça para que eu olhasse para trás, com isso apanhei a espada que quase matou-me e me defendi de outra espada. Será que meu tio sabes que sou eu? Não, ele salvaria qualquer um de seus soldados. 

     Estava colidindo minha espada com outra quando vislumbrei o rei inimigo segurar Mike o ameaçando de cortar o seu pescoço. Naquele instante vi tudo passar lento, o homem pronto para me matar e meu querido tio a beira da morte. O que vai fazer Oliver?. Ergui a espada e sem ligar acertei a orelha do adiversário, sem demora peguei meu arco e flecha e mirei na direção do alvo que ousava tentar matar Mike. Enquanto o soldado  se apavorava por conta da orelha arrancada, soltei meu arco vendo a flecha atingir o pescoço do rei amonita e Mike arregalar os olhos surpreso, pois aquele velho que diz ser rei, caiu sobre terra com seu corpo totalmente mole e sem vida.

   Mike encarou-me por minutos enquanto todos cantavam vitória, com o rei amonita morto, já eramos vencedores. Os soldados adiversários largaram suas espadas aceitando a derrota. Contudo, fiquei sorrindo ao mesmo tempo que assustado por tudo que vi no campo de guerra, afinal, é isso que acontece aqui.

     - Hoje guerreiros - iniciou Mike orgulhoso - hoje faremos história - todos gritavam erguendo suas espadas - sim, sim - fez gestos para que eles acalmassem- se - derrotamos o maior inimigo de meu pai, rei Dário, sim, este é honrado por nós. A vitória é nossa! - Mike erguia em mãos a coroa do rei das tropas inimigas, que por nós foram derrotados.

   - Sim! - todos berraram, inclusive eu

Antes de partimos em uma longa caminhada de volta ao castelo, prendemos os soldados perdedores em cordas para que estes sejam nossos escravos, e com eles iamos seguindo. Até que Mike gritou algo que deixou-me nervoso e ansioso, ele prosseguiu:

    - Guerreiros, não poderemos partir sem pegar o que de tantos fora roubado - Mike seguia andando, nos guiando, enquanto que todos atrás iam em seus cavalos exceto os perdedores prendidos em cordas.

   - Hoje, iremos invadir aquele castelo imundo, onde muitos estão preso, sequestrados, servas, homens, crianças, velhos, o pesadelo destes acabaram! - após estas falas Mike subira em seu cavalo negro e com isso partimos.

     Corremos com os nossos cavalos velozes, os tropeços dos demais atrás prendidos em cordas eram nítidos. Suas mãos puxadas violentamente por guerreiros de meu tio, após pararmos em frente ao castelo inimigo. 

    - Ambos ficarão com estes... - Mike os encarou com nojo - estes servidores de um falecido rei injusto.

     - Sim, senhor - disse os dois guerreiros em uníssono

   Contudo, adentramos aquele enorme local, onde pessoas vendiam e compravam, onde todos saiam correndo após nos verem, onde muitos sorriam com seus dentes escuros de aparência suja. Mike tem razão, aquele rei é mesmo injusto. 

    - Homens e mulheres que a mim querer seguir, venham, meus nobres guerreiros os ajudarão, andem! - Mike pegava alguns pelas mãos para que andassem logo, claro, os que queriam. Outros pegavam pedras para atacar em nós, Mike nada fez com estes, tinhamos algo mais importante para fazer. Recolher o ouro e a prata. 

    Corremos reto até chegarmos em frente a uma grande porta dupla e esta era de ouro. Mike maneou a cabeça negativamente percebendo isto e logo depois penetramos o castelo. 

    Todos correram, e Mike olhou em tudo lá dentro.

  - Quem está aqui forçado, agora és livre - Gritou ele - andem, não percam tempo! - após suas palavras vejo-o sumir em um corredor, logo seus soldados os seguiram. Permaneci ali, no meio daquele castelo, não sabia para onde seguir. Enquanto que Mike não aparecia, fui levando os que queriam ser livres para fora do castelo. 

   Respirava fundo tentando esquecer o nervosismo, afinal, também estava preocupado. Onde está Mike?. Ajeitei o pano que cobria meu rosto e logo avistei meu tio retornando com enormes sacos em mãos, sem contar com seus soldados. 

    - Conseguimos! - chacoalhou os sacos - agora sim voltaremos vencedores! - fez grito de guerra junto com seus soldados. 

   Fiquei eufórico após perceber que a guerra acabara e que eu havia participado. Meu sonho realizado. Mike ficou me encarando como se estivesse me reconhecendo, com esta observação tampei mais meu rosto. Até que ele desviara os olhos de mim e montara em seu cavalo. Muitos que não quiseram permanecer no reino amonita nos seguiram. 

    Enquanto caminhavamos de volta, o tempo foi ficando ruim, raios caiam sem chuva e o forte vento assustava nossos cavalos.

    - Teremos que parar, meu rei - alertei disfarçando a voz

Mike fez um diminuto silêncio e logo respondeu:

   - Sim, concordo soldado - sorriu virando o rosto para mim - concordo - fez sinal para que parássemos perto de uma caverna que ali perto tinha.

    Penetramos a caverna úmida e lá nos despejamos até que o tempo ruim cessasse. Todos comiam o que Mike havia pego no reino perdedor, menos ele.

     - Meu rei não irá comer? - perguntou um de seus soldados

Ele sorriu educadamente e pacificamente

    - Não sou digno desta comida, e nem ela de mim, mas, quero que vós comam, com seu rei não deves preocupar-te - olhou para todos - quero que vocês que decidiram me seguir, fiquem bem onde quiserem ir, permitirei que voltem para suas famílias, afinal, os libertei para vós livres serem - todos sorriam, outros beijavam as mãos de Mike, e não cansavam de agradecer. 

   Após todos cefarem a fome, logo deitaram como conseguiram até que amanheça para seguimos viagem. Mike permaneceu acordado, fiquei encomodado por estar ali e Mike que tanto desejou-me ao seu lado nas guerras não saber de meu dirfarce. Mas é melhor assim, eu acho?. 

    Apoiei minha cabeça sobre os braços e tentei adormecer, mas estava sendo impossível, estava em uma guerra, tenho medo de acordar com Chester batendo na porta e logo depois me proibindo de ir ter com meu tio por medo que ele enfie em minha cabeça de seguir para uma batalha. 

     

     Abro os olhos novamente e vejo Mike que outrora estava bem despertado e agora encontrava-se em um profundo sono, tanto que respirava fundo.

    fiquei com os pensamentos trabalhando, sentia o tempo passar e eu ali, com os olhos acordado e em alerta. Encarei por um bom tempo a parte de cima da caverna, esta era gélida. 

    Meus olhos estavam pesando, lentos, cheios de sono, até que algo fez-me erguer meu corpo do chão. Um gemido alto de dor. Olhei para os lados, não havia percebido nada, até avistar Mike com as mãos sobre a barriga.

    - Mike? - desesperei-me sem dirfarçar a voz. Corri até ele, este me olhou incrédulo e perguntou:

    - O-Oliver? Meu sobrinho amado? - segurou com força meu pulso mostrando-me o tamanho de sua dor.

     - O que há? - peguei em suas mãos - diga 

Ele riu fraco

     - Nada, vai...vai - fez careta de dor

    - Tio! - chacoalheio-o preocupado - tio, o que está havendo?

    - Sabia, é meu sobrinho - sentou-se com dificuldade - vou ficar bem, é sempre assim, isso passa

   Fiquei olhando para ele, afinal, este ocorrido é estranho

   - Tio, o senhor estava...?

   - Morrendo de dores - completou minha frase - não te preocupa-te, oh, como estou feliz de ver-te, meu amado sobrinho, agora minha vitória ficou melhor - pegou em minha mão - você foi um ótimo guerreiro e... que mira hem? Usas arco e flecha como ninguém

    Fiquei sem graça, apenas sentei-me ao seu lado, ainda preocupado.

     - Tio, perdoe-me por não...

     - Não precisa pedir perdão, achas que não desconfiei? - sorriu - você era o único com o rosto tampado, meus guerreiros não costumam usar esses tipo de coisa - ambos rimos

     - Quero muito participar de todas as batalhas, com você meu tio - virei meu rosto para ele e o encarei sériamente

    Ele fez que sim com a cabeça

    - Claro, agora que provou para mim que sabes guerrear, em verdade te digo, tu já és um de meus soldados mais queridos

   - Mas, temo por causa do meu pai - entristeci-me

   - Tenhas ânimo, com seu pai não deves depositar suas preocupações - levantou-se - vamos

   - Já? Mas nem... - calei-me após avistar a luz do sol invadir aquela caverna obscura - é, vamos - ergui do chão

    Logo, todos levantaram também, e com isso apartamos dali e seguimos de volta ao castelo de meu tio.

  

      Demoramos um bom tempo, pois o sol já estava querendo ir embora. Paramos para beber água no rio que passamos perto, logo depois voltamos para caminhada.

   ....

Chegamos ao vilarejo, logo todos bateram palmas gritando:

    - Shitória, Dário matou milhares, mas Michael matou dez milhares, Michael matou dez milhares, vencemos! Viva o rei Michael - sacudiam ao alto uma planta verde

   Meu tio passou por todos acenando e sorrindo, faziamos o mesmo.

    Estava distraído até ver Marta me olhando surpresa, com isso cubri meu rosto que por esquecimento estava descoberto. Ela com certeza viu-me. 

    Após uns segundos adentramos o castelo. Contudo, desci do cavalo e estava pronto para sair correndo antes que Chester visse-me, mas Mike impediu-me:

    - Oliver, estou orgulhoso, teremos mais guerras para seguir juntos - sorriu - agora pode ir - retribui o sorriso e sai correndo.

      Entrei apressando os passos pelo corredor, virei à esquerda e...

    - Oliver? - era a voz de meu pai

Parei no meio do caminho e lentamente girei o corpo para trás. Chester tinha chamas nos olhos. E agora?.

   - Pai? É.. eu...

   - Entra - apontou com a cabeça para o quarto dele - anda, entra! - agravou a voz - precisamos conversar

   Respirei fundo e segui desanimado para onde ele ordenou. Após entrarmos, Chester fechou a porta com força, por um instante pensei que ele iria querer me bater.

    - Pai, preciso que...

    - Precisa, nada! - berrou - percebes a gravura da situação? Desobedeceu-me, como teve coragem? Seu... - exprimiu os lábios segurando as palavras

   - Seu o que pai? Quem é você para falar de mim? Tive coragem em uma coisa boa, em um sonho, e você que teve coragem de trair seu irmão, ficando com a esposa dele - após minhas palavras, Chester levantou a mão na direção do meu rosto.

    - Bate pai, bate! - ordenei firmemente

   Chester foi abaixando a mão ao mesmo tempo que respirava fundo.

    - Acho melhor pensar bem no que fala

    - Aé pai? Então é mentira? Eu vi, eu vi você e a Helena....

   - CALADO OLIVER! - berrou fazendo-me arregalar os olhos indignado

   - Pai, deixa-me em paz - virei as costas e abri a porta apartando dali

   - Oliver? Oliver? Volta aqui! - ouço-o me chamar, mas o ignoro seguindo para meu quarto. 

      Bato a porta e cravo os dedos nos cabelos. Meus olhos lacrimejavam, mas preciso ser forte, é ruim demais brigar com meu pai e ter o visto quererendo dar-me um tapa na cara fora péssimo para eu, sinto raiva, ódio, não quero o ver. 

      Minhas mãos esquentavam, suavam, isso deixou-me ainda mais péssimo. Logo, encaro uma forte luz em minhas palmas.

    - O-O que eu sou? - gaguejei sentindo meus olhos doerem após vislumbrar chamas em toda a extenção das minhas mãos.

    - Faz isso parar - derramei lágrimas. Sacudi as mãos, mas o fogo não parava, com isso corro mergulhando-as na banheira cheia. Vejo as chamas cessarem ao mesmo tempo que me acalmo.

   Após isso tudo, decidi tomar um banho para dormir. Com a tristeza inundando meu coração deitei na cama.


    As horas foram passando enquanto encarava o nada. Não queria pensar em coisa alguma, apenas sentir aquela dor e lembrar todo instante destas chamas, afinal, porque isso acontece? Sou doente? Sou um monstro? O que eu sou?.

    A porta abre fazendo um estrondo. Olhei rápidamente e era Chester suando frio.

    - Pai? O que...? - ele não deixou-me terminar a frase, pois pegou em meus pulsos e puxou-me com força para fora do quarto seguindo para a ala dos portais. 

    - Pai? Me larga, o que quer? Pai?! - aumentei a voz

    - Calado, Oliver! - me puxava com violência enquanto eu tentava impedi-lo

Adentramos a sala dos portais, e Chester foi logo fazendo uns simbolos na parede.

    - Pai? O que é isso? Vai atravessar o portal? Mas porque estou aqui? - perguntava não obtendo respostas - Pai? - assustei-me após ouvir a voz do Mike ecoar pelos corredores

    - CHESTER!  - ele berrava

    - Pai? O que o senhor fez? - arregalei os olhos

    - Vamos - Chester me puxou pela mão e derrepente atravessamos as paredes. Olhei para todos os lados, e via-se tudo cinza e haviam escadas longas.

   - Onde estamos? Como isso aconteceu? - perguntei e Chester novamente não me respondeu, apenas fui seguindo, com ele agarrando meu pulso para que eu não fugisse.

   -Pai, por favor, responda-me! - insistia, mas não dava em nada, ele não respondia.


    Fomos subindo as escadas que pareciam não ter fim até chegar  numa porta luminosa.

    - Não saio daqui até você me dizer o que é isso e que porta é essa - parei os passos.

   - Anda Oliver! - apontou pra porta - entra!

   - Não, o que o senhor fez para o tio Mike gritar daquele jeito? - cruzei os braços

   - Quando eu disser você me obedeça - pegou-me com força pelos braços

    - Te odeio, te odeio, te odeio! - dizia enquanto ele me puxava para porta brilhante.

    Uma forte luz cobriu minhas vistas após passarmos por aquela porta larga. No mesmo instante vi milhares de pessoas estranhas, outras sentadas em bancos. 

   Eu e Chester nos encontrávamos no meio de uma grama, onde mulheres e homens andavam nos olhando e apontando, uns tinham a calça curta demais, outros carregavam consigo uma caixinha, cujo objeto tinha fios que iam até as orelhas.

     - P-Pai? - gaguejei - Onde estamos? - passei os olhos em todos os lados.

    Chester franziu a testa e respirou fundo, logo respondeu:

   - No futuro.



Notas Finais


Obaaaaa, chergou até aqui, palmas pra você! Espero que tenha gostado, e nossa, o que será que Chester e Oliver irão passar no futuro? Para descobrirmos, te esperarei nos próximos capítulos.

Bjinhos da Gates.


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