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História Bubbline - Início da Candy Girl - Capítulo 32


Escrita por:


Notas do Autor


Gente mas o que esse hot ficou ruim não é brincadeira. E eu nem to fazendo charme. Quando eu tava escrevendo tava achando tudo muito bem, tudo muito bom, mas me deu um puta desgosto quando eu fui revisar. E me perdoem a Jujuba estar tão tapada nesse capítulo. Sem mais, se decepcionem com o capítulo:

Capítulo 32 - Jujuba HOT


Fanfic / Fanfiction Bubbline - Início da Candy Girl - Capítulo 32 - Jujuba HOT

"Seus cabelos sacudiram quando ela terminou de tirar a camisa. Se levantou sem fazer contato visual. Ela estava séria o tempo todo. Foi a primeira vez que eu me questionei se estava realmente pronta. Apertei a ponta da cama. Ela tirou os sapatos com os pés e deixou as meias jogadas no chão. Começou a desabotoar a calça. Os cabelos negros esconderam seu rosto quando ela curvou a cabeça. Abaixou a calça lentamente enquanto fazia contato visual comigo. Minha namorada é um espetáculo seminua. Coxas grossas, peitos médios, barriga trincada, pele pálida. Era um conjunto perfeito, tão perfeito que me fez ter vergonha do meu corpo. Eu sentia que precisava tirar algo também, mas as peças íntimas dela eram de cores neutras e eu fiquei sem jeito de tirar a saia e ficar com a minha calcinha com estampa de gatinho. Não era atoa que ela não queria fazer nada comigo: além de virgem sou infantil. Resolvi tirar só a meia arrastão e os sapatos. Ela sentou na cama com as pernas estiradas e as costas apoiadas na cabeceira da cama. Ela diz calmamente "Vem cá". Eu vou. Estou tremendo. Minha saia sobe um pouco quando levanto a perna para sentar no seu colo. Me encaixo nela e a percebo me encarando. Quero desviar o olhar, mas não faço. Eu encaro. Tento mostrar calma, mas estou tensa. Ela sorri para mim. Cruza nossos dedos e levanta nossas mãos na altura do meu peito.

- Vamos devagar, tudo bem?

Concordei com a cabeça. Ela desvencilhou nossos dedos e fez carinho no meu rosto. Brincou com algumas mexas do meu cabelo e com outras apenas colocou atrás da minha orelha. Eram carinhos tão suaves que me incitaram a querer beijá-la. Comecei por sua bochecha e fui fazendo um caminho até sua boca. Senti as mãos delas abertas escorregando pelo meu corpo. Passaram pelos meu seios, pela minha barriga, contornaram minha cintura. Pararam nas minhas coxas onde ela subia e descia, pressionando-as de vez em quando. Nessa altura eu já não conseguia distinguir se eram carinhos sensuais ou não, eu só sabia que era tudo natural. E de repente me deu uma vontade de tê-la cada vez mais perto. Parei nosso beijo e enrosquei os braços no seu pescoço. Eu podia sentir o nariz dela passando pelo meu pescoço e às vezes ela deixava um beijo ou um chupão. Ela levantou minha saia na altura da cintura e começou a apertar minha bunda. Foi nesse momento que eu me percebi fazendo "movimentos involuntários", mas estava tão gostoso rebolar no colo dela, ter toda aquela sensibilidade que a calça jeans não deixava, que eu fiquei com vergonha só por três segundos. Quando ela percebeu minha empolgação apertou mais forte a minha bunda que me arrancou um gemido.

- Não precisa se conter. - ela sussurra no meu ouvido. - Eu quero tanto te ouvir gemer. - e morde meu lóbulo.

As mãos dela foram subindo de forma maliciosa pelas minhas costas até desabotarem meu sutiã. Ele escorregou pelos meu braços. Quando ela finalmente conseguiu o que queria me jogou na cama. Minhas pernas ficaram agarradas a sua cintura. Ela analisou cada pedaço do meu corpo. Em outras circunstâncias teria me deixado sem graça, mas o tesão que queimava nos olhos dela me fez sentir a pessoa mais sexy de Ooo. Ela tira o próprio sutiã. Apoia as duas mãos na cama, na direção do meu pescoço. Senti o beijo dela molhado em cima dos meus seios. O quadril dela fazendo movimentos vagarosos de sobe-e-desce, esfregando nossos sexos. Respirei fundo e gemi sem parar. Foi um incentivo para que ela aumentasse um pouco a velocidade. A sensação de prazer que invadiu meu corpo e me tomou por inteiro me fez apertar a bunda dela, exigindo mais contato. A boca dela finalmente encontra meu peito e começa a chupá-lo.

- Isso amor. Assim. - peço enquanto aliso seus cabelos.

Ela me olha maliciosa. Sua língua brincava com a ponta do meu seio me fazendo soltar gemidos incontroláveis.

- Então esse é o seu ponto fraco?! - ela diz enquanto lambe o vão dos meus seios. - Achei que fosse mais sensível aqui. - ela enfia a mão por dentro minha calcinha e massageia meu clitóris.

Abro a boca, mas não gero um som. Até seus dedos acelerarem com tamanha intensidade que me fez apertar o braço dela e gritar sem parar. Ela também não resistiu e soltava uns gemidos de prazer. Colou nossas testas sem interromper os movimentos.

- Eu esperei por tanto tempo... - me beija ofegante. - Você é tão gostosa...

Quero dizer algo também, quero retribuir, mas não consigo, os dedos dela estão muito rápidos, é como se o prazer que ela proporcionasse ao meu corpo me permitisse apenas gemer sem parar. Só consigo apertar sua mão que me masturba e abafar meus gritos com seus beijos. Pouco a pouco ela vai parando e tira a mão da minha calcinha. Senta na cama e colocou os cabelos para trás.

- Não quero que você goze assim. Ainda.

- Mas estava bom daquele jeito... - digo manhosa.

- Ah, você acha?! - ela ri maliciosa.

E começa a tirar minha saia. Fiquei vermelha quando me dei conta que ela veria minha calcinha, não quis nem encará-la.

- Adorei sua calcinha de gatinho.

- Eu sei que você não está falando sério. - tento fingir aborrecimento.

Ela deixa três beijos na minha intimidade antes de tirar minha calcinha. Aperto os olhos.

- Por que você acha que eu não estou falando sério? - ela me pergunta enquanto beija minhas coxas, ao redor da minha intimidade.

- Porque é ridícula, me faz parecer uma criança.

- Eu não acho isso. Eu achei ela fofa. E combina com você. Você é linda... - ela passa a língua no meu clitóris - doce... - sua língua sobe e desce - é a garota por quem eu sou perdidamente apaixonada.

- Marcy...

A minha voz se perdeu assim que ela começou a me chupar. Inclinei minha cabeça para trás o máximo que pude. Ela teve dificuldade em deixar minhas pernas abertas, eu não as controlava mais. Eu sentia meu corpo convulsionar. Puxei tanto os lençóis que achei que fosse rasgá-los. Minha respiração e meus gemidos competiam para ver quem era o mais alto. Me apoiei nos cotovelos porque eu precisava ver tudo. E era muito bom sentir a língua dela correndo por toda minha intimidade. Movi minha cintura para frente para que ela tivesse mais contato.

- Marcy... eu não tô aguentando...

Pela primeira vez desde que tinha começado ela me olhou. Foi o mais fundo que podia, me chupando intensamente enquanto me encarava de forma pevertida. Eu tava perdendo o controle dos meus sentidos. Meu corpo todo parecia agir por conta própria. Foi quando eu senti como se algo tivesse explodido dentro de mim. Algo que me arrepiava da barriga até a cabeça. Que deixava minhas células em êxtase.

- Você é linda gozando. - ela me olhava mordendo os lábios.

- Eu quero fazer em você também.

Ela me oferece ajuda para levantar. Deita na cama e sensualmente tira a calcinha. Esperei ela dar qualquer sinal de que eu podia ir como uma criança espera a sobremesa depois do jantar.

- Começa por baixo. - ela abre as pernas.

Tento imitar o que ela fez e me aproximo com cuidado. Sinto o cheiro da pele dela. Arranho a parte externa da sua coxa.

- Não tenha pressa. Faça bem devagar. - ela me orienta.

Obedeço e afundo meu rosto na intimidade dela. Ela emitia uns ruídos de prazer enquanto puxava de leve os meus cabelos.

- Isso. Bem assim. - ela me incentiva.

Engraçado que aquilo também me excitava, ela rebolar vagarosamente na minha boca como se quisesse que eu sentisse o gosto dela todo, sem perder um lugar. Eu ficava super animada quando ela gemia mais alto que das outras vezes e dizia um "Aí" arrastado.

- Sobe. - ela pede. - Quero você aqui em cima agora.

Passo pelos seios dela. Eles são como imãs para os meus olhos. Ela percebe meu contato visual exagerado e gosta disso. Delicadamente me ensina alguns truques. Me diz como usar a língua e os dedos. E eu os coloco em prática. Com a boca chupo o peito direito dela, quase o engulo. Com uma das mãos massageio o esquerdo, fazendo uma pinça com os dedos que mexem no bico do peito dela. Aumentava muito meu libido ouvir ela gemer e saber que eu quem estava causando isso.

- Você é ótima nisso. - ela falou ofegante. - Mas vem aqui que eu quero te mostrar outra coisa.

Encaro-a de cima. Ela puxa o meu corpo para baixo colando-o com o dela. Em meio aos beijos ela me pede para esfregar nossos seios. Por mais que eu gostasse de fazer devagar, alguns movimentos exigiam muita velocidade.

- Meu Glob, isso é muito bom. - confesso.

- Eu sei, continua, continua...

Ao esfregar a ponta dos nossos seios eu consequentemente esfregava nossas intimidades também e eu não sei dizer qual dos dois era mais prazeroso. Os dedos dela entre os meus cabelos. Eu gemendo alto no ouvido dela. Os beijos dela no meu ombro.

- Eu não devia fazer isso. Mas meu ponto fraco é no pescoço. - ela me confessa.

Eu soube muito bem aproveitar aquela informação pois beijava e chupava seu pescoço calorosamente ao mesmo tempo em que suas mãos me apertavam quando eu fazia um ótimo trabalho. Percebi que roçar nossas intimidades mais rápido era o que estava a animando de verdade, então dei um último beijo no seu pescoço e me concentrei em esfregar nossas intimidades o mais rápido possível. A cama não parava de ranger e eu finalmente consegui o que queria: fazer ela gritar desejo. Só parei quando ela me puxou para um abraço abrupto arranhando minhas costas e bunda. Disse arfando no meu ouvido:

- Isso. Me fode assim mesmo. Você é gostosa pra caralho, eu não consegui resistir.

Fiquei um pouco sem jeito de ouvir ela dizendo tudo aquilo. Mas calmamente ela me soltou e eu me apoiei na cama para encará-la.

- Eu acho que você tem outro ponto fraco.

Ela riu.

- Desculpa, eu te arranhei toda, né? É que eu não imaginei que você fosse me fazer gozar assim logo de primeira.

Meu Glob eu fiz ela gozar?

- Foi tão bom assim? - perguntei envergonhada.

- Foi bem intenso. Mas eu tive uma outra ideia, quer experimentar?

- Quero! - dei espaço para ela se levantar.

Eu parecia um cachorrinho prestes a ganhar uma recompensa do dono.

- Ok, deita aqui.

Ela chegou por cima de mim encaixando uma das pernas entre as minhas.

- Você deixa eu fazer uma coisa antes?

- Ai Marceline... o que você quer?

- Deixa eu morder seu pescoço? Só um pouco, prometo que não vai doer. Muito.

- Você tá de brincadeira! - caio na gargalhada. - Você tá falando sério? Achei que você já tivesse provado meu gosto.

- O QUÊ?! - ela fala em um tom exagerado - Você já está ficando mais solta, eu gostei disso.

- Ai Marcy, chupa logo vai - inclino o pescoço para ela.

- "Chupa logo vai", tá exigente hein?!

- Idiota.

Eu não sei aonde estava com a cabeça quando achei que não iria doer. Eu sentia queimar nos dois pontos onde as presas dela tinham fincado. Me senti até um pouco fraca, mas algo naquilo gerava um clima lascivo. E era inevitável não gostar. Logo que se saciou ela limpou a boca e mostrou uma expressão satisfatória. Mas meu pescoço ainda doía, mesmo que os dente dela não estivessem mais lá.

- Boni, você se masturba?

Graças a Glob que eu sou rosa e isso serviu para disfarçar a vermelhidão que tomou conta do meu rosto.

- Marceline, isso é coisa que se pergunte a uma princesa?!

- O que, vai me dizer que as princesas não se masturbam?

- Claro que não! Quer dizer, eu nunca fiz isso...

- É, eu imaginei. Não importa o quê, não feche as pernas tá?

- Tá, mas o que voc... ah!

Marceline foi mais rápida do que eu em responder do que se tratava. A mão dela estava novamente no meu clitóris. A boca dela estava novamente na minha. E a minha mão estava novamente no peito dela. Eu sentia a ânsia dela em me fazer gozar, e aquilo era estimulante demais, mas eu não queria ser a única a sentir prazer assim. Suspendi um pouco a perna para que encostasse na intimidade dela. Ela largou minha boca para gemer. Ela rebolava tão gostoso na minha perna que eu tive vontade que ela fizesse isso no meu colo. Nossas testas colodas. Nossos olhos fechados. Nossas respirações compassadas. Nossos hálitos se misturando em uma áurea erótica.

- Você vai gozar não é? - ela pergunta.

- Uhum. - mordo os lábios.

- Vamos fazer isso juntas agora.

Puxei ela pela nuca e uni nossos lábios, como se aqueles gemidos fossem um segredo que só nós compartilhavamos. Eu nunca tinha sentido o corpo dela tão quente, os dedos dela tão quentes. E eu tive mais uma vez a sensação de algo explodindo dentro de mim. No mesmo instante senti algo escorrer pela minha perna. Isso significava que ela tinha chegado ao ápice junto comigo. Gradualmente fomos relaxando nosso corpo. Eu corria a ponta dos dedos pelas suas coxas. Ela fazia carinho no meu rosto. Nos olhávamos com um sorriso bobo.

- Você vai dormir aqui hoje? - pergunto baixo.

- Vou...

- E vai ir embora de madrugada?

- Não...

Era tudo que eu precisava ouvir. E eu adorava saber que ela ia passar a noite comigo depois de tudo que a gente fez e que quando eu acordasse o rosto dela seria a primeira coisa que eu veria."


Notas Finais


Vamo bater um papinho (quem quiser também)

Eu não sei vocês, mas eu achei o hot PÉSSIMO pq eu sinto que deixei a desejar na atmosfera erótica e foquei muito na atmosfera doce, meiga e pananam. E essa história eu escrevi em meio a choros, pq eu tenho a necessidade de deixar TUDO melancólico. Tive uma puta depressão pós-capítulo pq me dei conta de que eu nunca vou ter isso kkk. Eu fico triste com as coisas que eu escrevo kk. Mas é isso ne gente, vida que segue. Se alguém quiser dar uma sugestão só joga nos comentários, sempre leio todos.


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