História Bucaneira Briefs - Capítulo 2


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Categorias Dragon Ball
Personagens Androide Nº 18, Bulma, Chichi, Gohan, Goku, Kuririn, Piccolo, Vegeta, Videl, Yamcha
Tags Aventura, Bulma, Dilemas, Dragon Ball, Drama, Piratas, Revelaçoes, Romance, Saiyajin, Vegeta, Yamcha
Visualizações 45
Palavras 1.671
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie gente! O primeiro capítulo da nossa estória! *-*
Obrigada a todos que já favoritaram e deixaram seus comentários!
Esse é só um capítulo de aquecimento! A estória começará em breve!
Divirtam-se!

"Os sinos da catedral inglesa tocam. A noiva entra na igreja. Os convidados assistem com atenção ao enlace matrimonial mais comentado da cidade. Mas, será que eles esperavam o que aconteceria a seguir?"

Boa leitura! Divirtam-se!

Capítulo 2 - O início de uma aventura


Fanfic / Fanfiction Bucaneira Briefs - Capítulo 2 - O início de uma aventura

Ouve-se ao longe o tocar de violinos em uma catedral inglesa. Os convidados conversam animadamente: o casamento do ano estava prestes a começar. O noivo, um importante mercador italiano, aguardava ansiosamente sua amada chegar à igreja. A mãe da noiva mal conseguia segurar a ansiedade. Ela estava animada com a ideia de nunca mais ter que costurar roupas para madames. Ela seria a madame futuramente. Assim que a filha casasse, seu esposo e ela receberiam um dote bem “gordo”. Além disso, ela estava feliz pelo fato da filha rebelde finalmente ter decidido tomar jeito e se comportar como uma dama.

“Quem já se viu? Uma dama morar em um barco? Só meu pai para pensar em algo assim...” – pensava a mãe da noiva.

- Será que ela vai demorar ainda? Estou começando a acreditar que ela desistiu... – sussurrou o noivo para a futura sogra.

- Ora, Yamcha, não seja tolo. Claro que ela virá. Você não sabe que leva tempo para que a noiva fique perfeita para o grande dia? – disse a mãe da noiva.

- Espero mesmo que ela apareça, madame Briefs. O dote dela me custou o olho da cara, quase literalmente. – disse Yamcha, o noivo.

- Mantenha a calma, meu jovem. Ela virá. Tenho certeza. – disse madame Briefs.

De repente, os sinos começaram a badalar. Era o sinal. A noiva havia chegado.

- Oh! A noiva! A noiva chegou! – disse um dos convidados.

Um burburinho começou a tomar de conta da igreja. De repente, o grande portão se abriu e lá estava ela. A moça mais cobiçada da cidade, filha de um excêntrico cientista renomado, finalmente casaria. Muito se comentava sobre seu jeito “além do seu tempo” e da sua mania de andar em companhia de marinheiros. Tudo por influência do seu avô, um velho capitão de um barco, o Capitão Kame.

A bela moça vinha acompanhada de seu pai. Seu vestido era extravagante e volumoso, cheio de pedrarias. Pudera. Ela era filha da melhor costureira de roupas de luxo da cidade. Toda a nata da sociedade a procurava para usar do melhor da costura europeia. Ela vinha com seu rosto coberto por um longo véu. Seu pai a conduzia rumo ao altar. Ela levava um belo buquê de rosas vermelhas. Sua expressão chamava muita atenção. Ela não esboçava nada. Nem alegria, nem tristeza. Era como se ela caminhasse em direção à forca. Quando chegou próximo ao altar, o noivo se aproximou, cumprimentou seu pai e segurou sua mão gentilmente, até se aproximarem do celebrante.

- Bom dia a todos! Hoje, celebramos ao amor! Amor que trouxe Yamcha Pellegrini  e Bulma Briefs diante dos olhos do Altíssimo para confirmarem sua união, recheada de sinceridade e verdade. Nesse dia, vamos celebrar a união de duas almas jovens e cheias de vida, que iniciarão uma nova jornada a partir de hoje, baseada no respeito, no convívio e na obediência. Iniciemos essa celebração com o canto inicial...

Enquanto o celebrante conduzia a cerimônia, uma das convidadas da família abastada assistia a tudo entediada. Ela não conhecia a noiva, nem o noivo. Mas, seu posto de Tenente da frota naval da costa leste a tornou muito popular. Quem imaginaria? Uma mulher à frente de tantos homens?

“Quem nunca ouviu falar de mim, a grande Chichi Cutelo?” – pensou a convidada.

Chichi não acreditava nas condutas impostas daquela época, de que a mulher tinha que ser criada para ser uma boa mãe e uma boa e obediente esposa. Talvez pelo fato de ter sido criada apenas pelo pai, comandante das frotas navais da costa sul, ela não tinha sido infectada pelo vírus da dona de casa conformada. Ela queria mais. Queria ir além de suas capacidades. Ela gostava de ser livre. Queria conseguir o posto de comandante da sua costa. E ela iria conseguir de uma forma ou outra. Para ela, casamento era apenas uma cerimônia antiquada e ultrapassada.

- Coitada... Mais uma para entrar no regime de escravidão do lar... – sussurrou Chichi para sua prima.

- Psiuu... Fica quieta. Só por que você não quer casar, não quer dizer que outras garotas não sonhem com isso. – sussurrou sua prima

- Ah, Lunch, esqueci que você é uma dessas bobas sonhadoras... – sussurrou Chichi.

- Eu não sou uma boba. Só não vou morrer uma velha, sozinha e acabada. – sussurrou Lunch.

- Humpf... Como se eu me importasse com isso... – sussurrou Chichi.

A cerimônia foi prosseguindo e chegou a hora da leitura dos votos. Yamcha Pellegrini iniciou seus votos.

“De almas sinceras a união sincera nada há que impeça: amor não é amor se quando encontra obstáculos se altera ou se vacila ao mínimo temor. Amor é um marco eterno, dominante, que encara a tempestade com bravura; É astro que norteia a vela errante cujo valor se ignora, lá na altura. Amor não teme o tempo, muito embora seu alfanje não poupe a mocidade; Amor não se transforma de hora em hora antes se afirma, para a eternidade. Se isto é falso, e que é falso alguém provou, eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.”

Algumas das convidadas começaram a suspirar alto.

- Ai, que lindo!

- Que romântico!

- Era meu sonho alguém se declarar assim para mim... – disse Lunch.

- Humpf... Usando Shakespeare até eu... – sussurrou Chichi.

Chegou a vez do voto da noiva.

-Ao meu amor:

“Ele sustém eternos murmúrios nas praias desoladas,  com soberbas cristas inunda vinte mil cavernas, até que o sortilégio de Hécate as deixe com seu velho e assombroso som. Muitas vezes se encontra tão tranquilo, que até a menor das conchas permanece dias imóvel desde o desenlace dos ventos celestiais.  Vós, cujos olhos se enchem de tormento e tédio, regozijai-os com a imensidão do mar; Vós, cujos ouvidos estão atordoados pelo rude ruído ou enfastiados pela música melosa – Sentai-vos na boca de uma velha caverna e meditai até que escuteis, como se cantassem, as ninfas do mar!”

- O que?! – exclamou Yamcha.

 Os convidados começaram a cochichar. As grandes damas da sociedade começaram a ficar horrorizadas. Que espécie de declaração é essa? Quanto absurdo!

Madame Briefs levou a mão à testa, ela parecia advinhar o que viria por aí.

- Ué... Ela se declarou para... o mar?- sussurrou Lunch.

- Sim, é um poema de John Keats. Essa garota é bem louca, não é mesmo? Gostei dela. – sussurrou Chichi.

- CAHAM. – pigarreou o celebrante – Bem, hora dos votos e da troca das alianças.

Um pequeno garoto entrou carregando o par de alianças, que foram recebidas pelo noivo.

- Yamcha Pellegrini, você aceita Bulma Briefs como sua legítima esposa e promete ser fiel, amá-la e respeitá-la na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias das suas vidas até que a morte os separe?

- Sim, aceito. – respondeu Yamcha.

- Bulma Briefs, você aceita Yamcha Pellegrini como seu legítimo esposo e promete ser fiel, amá-lo e respeitá-lo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias das suas vidas até que a morte os separe?

Um silêncio tomou de conta do altar. A noiva não respondeu nada.

- Senhorita? Você deve responder! – disse o celebrante.

- Vamos, Bulma, diga logo que vai se casar comigo! – disse Yamcha, impaciente.

Bulma olhou para a mãe, que praticamente implorava para que ela respondesse e depois olhou para o pai, que apenas consentiu com a cabeça.

- NÃO! – gritou Bulma.

-OOOOOOH! – os convidados ficaram chocados.

- Senhorita, tem certeza?! – perguntou o celebrante.

- Hohohoho. Calma, ela deve estar confusa... NÃO É, FILHINHA?- disse Madame Briefs, se aproximando de Bulma. -É NERVOSISMO! Calma, Bulma querida.

- Desculpa, mamãe. Mas, eu não estou nervosa coisa nenhuma. Eu já decidi. E não, eu não vou me casar. O CASAMENTO ESTÁ CANCELADO! PARA SEMPRE! – disse Bulma, que começou a abrir o vestido.

- OHHHH! – um grande alvoroço tomou de conta da igreja.

- O que pensa que está fazendo? Está louca? Vai me largar aqui e me fazer passar esse vexame? – perguntou Yamcha.

- Sinto muito. Eu nunca menti. Eu nunca quis casar. Casar seria um erro. Só vim porque não queria deixar meus pais infelizes, mas eu não mereço ser infeliz também. – disse Bulma, que abriu o vestido e saiu de dentro dele. Ela usava uma camisa e uma calça por baixo. – MEU LUGAR É NO MAR COM MEU AVÔ! – ela gritou, saindo correndo de dentro da catedral.

- OHHH... – Madame Briefs desmaiou e foi socorrida pelo seu esposo.

- ISSO NÃO VAI FICAR ASSIM! VOCÊ ME PAGA, BULMA! – gritou Yamcha, furioso. Ele saiu de dentro da igreja, sendo seguido pelos seus pais. Sua mãe chorava bastante.

- HAHAHAHAHA. Não sabia que casamentos podiam ser tão divertidos! - disse Chichi.

Bulma correu para o lado de fora. Ela avisou a charrete que usaria para ir à sua nova casa. Ela derrubou o cocheiro e saiu em disparada.

- IÁAA! – ela gritou aos cavalos.

Minutos depois, Bulma chegava ao cais, onde um grande barco se preparava para sair.

- EI, ME ESPERA! EI! – Bulma começou a pular e a acenar para o Barco.

De repente, um senhor careca apareceu e abriu um sorriso.

 – Joguem a escada!

- Sim, senhor! – respondeu um dos homens da tripulação.

Uma escada de corda foi jogada para a lateral do barco. Bulma pulou, se agarrou nela e começou a subir.

- Sabia que não iria me decepcionar. – ele disse, sorrindo.

 

- CAPITÃ! EI, CAPITÃ?! ESTÁ OUVINDO?

- Hum... O que é...  – respondeu Bulma, acordando de seu sonho.

- Estamos próximos do nosso alvo. Devemos nos preparar? – perguntou um dos homens da tripulação.

- Uaaaahh! Raios! Não se pode pregar um olho nesse navio! Vai! Ajeita logo tudo! Mande os homens se posicionarem... ANDA, GOKU, seu pedaço de esterco!

- SIM, SENHORA! A CAMINHO! – respondeu Goku, fazendo continência e saindo correndo. – ATENÇÃO, HOMENS! TODOS A POSTOS!

Bulma caminhou para fora de sua cabine. Ela se espreguiçou e respirou fundo. O sol estava surgindo no horizonte. Era hora de cuidar dos negócios.


Notas Finais


Oie gente! Esse é o começo dessa nova aventura!
Mas, calma, foi só um capítulo de aquecimento!
Vamos começar nossa estória em breve!
Ainda tem muitas emoções para acontecer na "Kamé House", por isso não vou começar agora! ^^
Até o próximo capítulo! Beijinhos!


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