História Budo x Ayano - O meu pequeno monstro - Capítulo 104


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Categorias Yandere Simulator
Personagens Ayano Aishi, Budo Masuta, Info-chan, Megami Saikou, Midori Gurin, Osana Najimi, Personagens Originais, Taro Yamada, Yui Rio
Tags Ayando, Budano, Budo X Ayano, Yandere Simulator, Yanderesim
Visualizações 66
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


MORRI DE TANTA FOFURA CARA







Happy birthday Sweet_Girl56!
(Imaginem aquele meme da Dilma cantando happy birthday)

Capítulo 104 - Como nos velhos tempos, part 2


Fanfic / Fanfiction Budo x Ayano - O meu pequeno monstro - Capítulo 104 - Como nos velhos tempos, part 2

Budo Masuta off 

Osana Najimi on

- Taro? É você, baka? - Chamei, ao ver a silhueta de Taro junto com Yui Rio.

Ele virou para mim.

- Osana! - Taro veio correndo. - Você está bem? Se machucou?

Own, ele se importa comigo...

- Eu estou ótima. Você viu o projeto de Bruce Lee e a psicopa... digo, a Ayano?

- Não... eles devem ter voltado. E bem, desculpe minha ignorância, mas foi bem feito. Ninguém mandou a Yui Rio começar a dançar break.

- Ah! E a culpa é minha, agora? - Yui perguntou, se intrometendo.

- Obviamente. - Eu e Taro dissemos em uníssono. 

- Humpf. 

- Agora já não tem como voltar atrás. Não podemos chorar pelo leite derramado. Mas eu digo, se vocês tivessem seguido a minha ideia de conversar com a polícia, nós não...

Nesse momento, eu ouvi a sirene da polícia. 

- Silêncio! Conseguem ouvir isso? - falei, tapando a boca do Taro  (considerem isso minha vingança).

Os olhos de Yui Rio se arregalaram.

- COOORRE! 

Saímos correndo como se não houvesse amanhã. E eu outra hora tive que puxar o Taro, porque ele já estava tendo um ataque cardíaco. E quando finalmente paramos, devíamos ter saído de Buraza. 

- Eu... vou desmaiar aqui, rapidinho. - Taro falou, com a respiração pesada. Deitou-se no chão. 

- Taro, aí tem cobras. - Brinquei. 

- Aah! - Ele pulou, subindo numa pedra.

*quebra de tempo*

- Eu tô com sono, fome e frio! - Taro estava a trinta minutos reclamando. 

- Pelo amor de alguém lá em cima, cala a boca Taro-baka Yamada! 

- Mas olha a hora! Eu já devia estar na cama a duas horas atrás! Minha mãe vai me matar!

- Se você não calar a boca, sua mãe não vai te matar porque você NÃO VAI CHEGAR EM CASA! EU VOU TE MATAR SE VOCÊ ABRIR A BOCA MAIS UMA VEZ PARA RECLAMAR!

Taro encolheu os ombros e começou a andar atrás de mim e Yui Rio. 

- Eu já sei como você pode calar a boca do Taro... - Ela sussurrou em meu ouvido. - Vai lá, apaixonadinha.

Corei.

- Você tá doidona 'dos pão de queijo'? Tomou toddynho com dollynho sem agitar?

Ela começou a rir que nem maluca, dizendo "eu shippo, eu shippo" e eu tive vontade imensurável de jogá-la no meio da mata e sair correndo. 

- Ah, mas fala a verdade. Você gosta dele, estou certa?

Não respondi e continuei andando. 

- Se não respondeu é porque gosta delee! Ô TARO!

- Dá para você calar essa boca? Ele pode ouvir!

- Ui, ui! Quero ser madrinha do casamento!

- CALA A BOCA, DESGRAMENTA! - gritei.

- Ok, ok. Mas mesmo assim, vou andar mais devagar para vocês dois conversarem juntinhos. 

Respirei fundo, tentando ignorar essa criança. Ouvi Yui Rio sussurrando alguma coisa para o Taro, e então ele corou.

O que raios essa criança está falando para o Taro?

*quebra de tempo*

- Acho que despistamos eles... - dissertei, encarando a mata.

- Ótimos. Agora é só achar o parque de volta. E olhe só, está amanhecendo! - Yui apontou para o céu. 

- Minha mãe definitivamente vai me matar. Ela vai pensar outra coisa!

Ri.

- Será mais fácil achar a saída daqui. Vamos logo. 

*quebra de tempo*

- Osana, como vai você? - Taro me perguntou, chegando ao meu lado.

- Se você continuar falando, não vou ficar nada bem. Peguei ranço de você agora.

- Nossa... Por quê? 

Olhei para ele. 

- Você quer que eu cite? - Taro assentiu. - Bem, você só anda reclamando. Além de não me notar, seu bobo.

- O-osana?! - Taro estava assustado e corado como um tomate.

- A-ah! E-eu disse isso em voz alta?! Q-quer dizer... ignora isso. 

- E-está bem...

Ficamos um tempo olhando um para o outro.

- Taro... sério, ignora isso e tudo mais que eu tenha dito sobre esse assunto antes. É sério... às vezes eu queria que tudo fosse como antes... Como os velhos tempos...

- Tudo bem... eu concordo. Saudade da época que não tínhamos que nos preocupar com trabalhos, vida amorosa, mais trabalhos, assassinatos... só brincávamos. - Taro falou, pondo a mão na nuca. 

- É... - dei uma risadinha forçada e olhei pro outro lado, impedindo que Taro me visse corada. 

Osana Najimi off

Budo Masuta on 

- Ayano... Você tem certeza que não tem sentimentos por mim? - Falei, esperançoso.

- Eu... acho que não. Convivi muito tempo com você e nada de sentimentos. 

Suspirei, entristecido. 

- Então, eu acho que isso que estamos fazendo não tem sentido. - disse, contra minha vontade. 

- É... infelizmente, o amor da minha vida é o Taro. Eu tenho certeza. 

Ativar modo filosófico. Ergui uma sobrancelha. 

- Bem... ao meu ver... amar não é ter sempre certeza. É aceitar que ninguém é perfeito pra ninguém, é poder ser você mesmo sem precisar fugir. 

Ayano sorriu.

- Desde quando você é tão filósofo assim? - Ela me fitou, colocando a mão no queixo.

- Eu... meio que tirei de uma música. - Ri, corando um pouco. 

- Ah sim, está explicado. - Ayano riu também.

- Sabe, isso não tem nada a ver, mas eu quero falar. - Suspirei. - Não tem sentimento pior do que amar e não ser correspondido. Não queira sentir isso.

- Eu meio que já sinto isso. O Taro...

- Corrigindo, você não sente. Você não tem a mínima ideia de como é isso, e é o que eu sinto todo dia. - estava segurando minhas lágrimas. Não queria dar à Ayano o prazer de me ver chorando. - O Taro gosta de você! Não finja que se importa comigo. 

- Eu... me importo, Budo. 

Me virei para ela.

- Só consegui desenvolver um sentimento, em toda minha vida, e é a pena. Posso não te amar, mas tenho pena de você.

Não sei se rio ou choro. 

- P-pena. Isso... definitivamente não é o que eu queria. 

- E o que você queria?

Consegui dar uma risada forçada.

- Nós, homens, ou pelo menos eu, somos um pouco estranhos. Você dá a mão e já queremos o braço inteiro.

- Eu vejo isso... - Ayano riu. - E, sabe, não me importo em dar o braço. 

Corei. 

Budo Masuta off 

Taro Yamada on

- Ei, olhem! Essas são as vozes do Budo e da Ayano! - Osana exclamou.

- E pelo visto eles estão tendo uma baita conversa... - Yui riu (piada ruim).

Tranquei a cara e segui as vozes deles.

- Ih, olha lá, Taro ficou com ciúme! - Yui Rio zombou.

- Ciúmes? Acho que não. Bem, aqui é a saída. 

Corremos até lá. Budo e Ayano estavam com os rostos muito próximos...

- Chegamos! Pelo visto para atrapalhar os pombinhos! - Osana berrou.

Budo virou para Osana, vermelho como um tomate. 

- Ah... Vocês estão aqui. - soltou uma risadinha nervosa. 

- Podem se beijar, o máximo que faremos é aplaudir. - Yui disse, batendo palmas. 

- Palmas nada, vão receber o Tocantins inteiro! - Osana demonstrou seus grandes conhecimentos sobre geografia brasileira. 

- Que é Tocantins? - A Yui perguntou. 

Osana bateu na testa.

- Enfim, Ayando é real!

Antes que Budo pudesse responder, Osana juntou as cabeças dos dois.

- AEE! - Osana e Yui comemoraram.

Não respondi. 

- Minhas teorias só se confirmam. Taro está com ciúúúúme! - a ruiva de óculos me deu uma cotovelada.

Desviei os olhos rapidamente.

- Mas, se querem saber... Eu não preciso da Osana para beijar a Ayano - Budo falou, abrindo um sorriso e ignorando os socos que Ayano lhe dava no ombro.

- Prova!

Budo revirou os olhos e se inclinou para Ayano, mas ela lhe deu um empurrão tão forte que o derrubou do balanço. 

Taro Yamada off

Info-Chan on

Eu não segurei a risada, comecei a gargalhar desesperadamente. 

Info-Chan off 

Budo Masuta on 

*quebra de tempo*

E lá estávamos nós no parque de novo, falando mais alto do que nunca.

Devia ser umas 6 horas, e todos estavam acabados. Ainda bem que não tinha aula.

Justo na hora que a Info-Chan iria ligar a caixa de música, a polícia chegou. 

Todos estavam cansados demais para correr. 




Notas Finais


Se minha criatividade deixar, posto outro


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