História Bughead - Uma noite pode mudar tudo - Capítulo 27


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Josephine "Josie" McCoy, Kevin Keller, Reginald "Reggie" Mantle, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Betty, Bughead, Jughead, Riverdale
Visualizações 112
Palavras 1.135
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


I'm back, guys

Capítulo 27 - Como desejas


Betty

Abro os olhos lenta e preguiçosamente, esticando o braço, tateio o criado-mudo a procura do relógio digital, forço os olhos tentando ver a hora, quando desbaça a minha visão, vejo claramente o grande 09:48 em minha frente. 

Coloco o aparelho em seu devido lugar novamente, e começo a tentar tirar o braço pesado de Jughead de cima do meu corpo, estava confortável assim, mas a vontade de ir ao banheiro tornava insuportável! Finalmente retiro o braço, sem acorda-lo, então, começo a lentamente chegar mais para a borda da cama, quando meus pés batem o chão corro em silêncio até a porta.

- Bom dia! - uma voz rouca fala atrás de mim e um arrepio percorre meu corpo, levando embora a necessidade de chegar ao banheiro.

- Bom dia! - desejo ao largar a maçaneta e me virar de encontro ao corpo quente de Jughead - Desculpa ter te acordado.

- Eu acordei à umas duas horas atrás - ele declara sorrindo -, mas não queria te acordar levantando da cama. - Jug dá dois passos, me encostando na porta, e apoia ambos os braços em minha volta.

- Poderia ter me avisado na hora que fui sair da cama. Eu me assustei. - falo intercalando o olhar entre seus lábios, e os olhos.

- Assim não teria graça nenhuma. - ele fala, roçando os dentes em meu pescoço.

- Jug... - falo baixinho.

- Pode falar. - ele susurra no meu ouvido, em seguida deixando um selar na região da mandíbula.

- Eu preciso de um banho...

- Eu também, que tal juntarmos o útil ao agradável, uh? - ele baixa as mãos apertando minha cintura.

Mexo a cabeça de cima para baixo, com este sinal afirmativo, percebo que as coisas vão ficar sérias, pois ele sobe a mão direita por minhas costas até chegar a nuca, onde ele estica os dedos, os colocando entre meus fios claros e em seguida puxando fortemente, quando preciona meu corpo excitado com o seu e junta nossos lábios com tanto desespero, num beijo invasivo e cheio de desejo.

Sua língua entra faminta em minha boca, provocando coisas maravilhosas, que, misturadas com as brincadeiras que suas mãos fazem com meu cabelo, pequenos arranhões que suas unhas deixam em meus braços e sem contar com os apertos em certos lugares sensíveis, deixam minha calcinha encharcada!

Derrepente Jughead para o beijo e se afasta, me deixando neste estado de desespero por mais. Ele abre uma gaveta e tira uma toalha preta, pousa a mesma sobre seu braço, dando mais alguns passos, ele abre as portas do guarda-roupas e começa a procurar algo no meio de suas as roupas (que, por sinal eram todas pretas).

- Essa mesma. - ele murmura ao pegar uma camiseta cinza escuro. Ele lembrou.

Quando ele começa a juntar as roupas, dou um passo a frente, para ajudar com a bagunça, mas ele vira levemente a cabeça em minha direção, e diz com um sorrisinho de satisfação:

- Não ouse. 

Recuo o passo dado e fico observando ele juntar as peças e as colocar sobre a cama, junto com a camiseta que havia pegado. Ele vem caminhando em minha direção para pegar meu sutiã, o último item que restara ao chão e estava justamente ao lado de meu pé esquerdo.

Ele para bem em minha frente, e começa a se ajoelhar lentamente, apoiando um joelho antes do outro, ele pega a peça íntima e se levanta, me entregando a mesma, com quatro palavras que me deixaram mais louca do que antes.

- Acho que te excitei. - cretino! - Estou certo?

- Descubra. - Jughead me olha se sentindo desafiado.

Sem falar nada, ele coloca algumas mechas do meu cabelo atrás da orelha e inicia um trajeto com seus dedos da mão que escreve, a outra, segurava meu quadril, passa eles pelo meu queixo, segurando o mesmo, e virando meu rosto, forçando contato visual, que não irei quebrar, em seguida, ele passa o indicador pelos meus lábios, fazendo "shh", para mim ficar quietinha, descendo sua mão para o pescoço, onde ele aperta, me deixando sem respirar por um par de segundos, e segue a trilha, apertando, por cima do tecido, meus mamilos rígidos. Ele passa a mão para as minha costela, onde continua a descer, até a barra da camiseta, quando ele insinua pôr a mão por baixo do tecido, franzo minhas sobrancelhas, lançando um olhar de "por favor, não", mas ele não liga, segue o caminho, agora subindo por meu corpo, ele chega muito perto de meus seios, mas não os toca, do mesmo jeito, eu já estava na ponta dos pés, literalmente. 

Senti que a parte mais difícil estava por vir, pois ele começou a brincar com o elástico de minha calcinha, alisando por cima, e, com ambas as mãos puxando as laterais, eu estava por um fio da mais delicada seda, de perder o controle, mas me manti firme. Ele começou a descer pelas minhas coxas, acariciando a parte de trás delas, e trazendo seus dedos curiosos para a parte interna, abro um pouco as pernas para dar a ele mais espaço, onde ele sobre novamente para a calcinha, e, em um movimento rápido a afasta, me penetrando um dedo com brutalidade e rapidez, mas entrou sem esforço nem dor alguma, pois estou muito bem lubrificada. Minhas sobrancelhas se franzem novamente e minha boca abre em um grito silencioso, mordo o lábio inferior para não escapar-me nem um som. Ele, não contente, segue colocando e tirando seu dedo de mim, desisto do contato visual e baixo a cabeça, fechando os olhos e tenho que me segurar ao seu corpo, pois o meu já começava a perder estabilidade por tamanha força que seu dedo me penetra. Sem nenhum aviso, ele subistitui um dedo, por três, não tem como aguentar mais, solto um gemido alto.

- Jug... Uh.. Ai! Jughead, por favor... Não pare! - peço levantando a cabeça, mas sem olhar em seus olhos.

- Como desejas.

Ele procura minha boca e me beija intensamente, tendo que segurar meu corpo, pois me penetrava tão rápido e forte que precisei. 

Suada, tremendo e gemendo em sua boca, eu gozei. Um orgasmo tão forte!

Ele tira os dedos de dentro de mim e os leva até sua boca.

- Eu já disse que o teu gosto é viciante? Se eu não disse... Seu gosto é viciante! 

Sorrio de canto de boca.

- Se eu disser que ainda não estou satisfeita, o que você vai fazer? - pergunto passando o dedo do seu peito até o abdômen.

- Eu vou foder essa buceta bem gostoso em baixo do meu chuveiro. - ele passa as mãos por trás de mim apertando minha bunda.

- Eu ainda não estou satisfeita. - pego sua mão esquerda e saio em direção ao banheiro o puxando.


Notas Finais


Meu sonho começar a manhã assim com um Jughead

🔥


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