História BugHead: Apenas um garoto? - Capítulo 33


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Categorias Camila Mendes, Cole Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart
Personagens Camila Mendes, Cole Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart
Tags Archie Andrews, Betty Cooper, Bughead, Cheryl Blossom, Cole Sprouse, Dylan Sprouse, Jughead Jones, Lili Reinhart, Riverdale, Romance, Verônica Lordge
Visualizações 64
Palavras 1.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura 💘
1/5

Capítulo 33 - Capítulo 33.


JUGHEAD

— Vem meu filho, vamos entrar — olho para trás e vejo a Elizabeth abraçando o pai. — Ela não vai demorar, ele está sempre correndo.

— Ela parece sentir muito a falta dele — digo.

— Sente sim, ela se faz de forte, mas sei que tem mágoa do pai por esta ausência.

Não sei o que dizer diante dessa informação, Elizabeth só o mencionou uma vez e pareceu ser uma lembrança feliz a que ela me contou. Não imaginei que houvesse mágoa.

— Jughead!

— Mel! — respondo com o mesmo entusiasmo pegando-a nos braços.

— Quero te mostrar meu cavalo! — diz empolgada.

Olho para dona Francine que sorri amigavelmente.

— Vou terminar de preparar o almoço, leve-o ao estábulo, Mel — ela obediente segura minha mão e me indica o caminho até o estábulo.

— Por que você não foi falar com a sua mãe? — pergunto curioso.

— Vovó disse que a mamãe e o vovô precisavam conversar coisas de adulto — responde fazendo careta. — Olha Jug é aquele! — mostra-me um potro de cor caramelo e de crina mais clara.

— Você já deu um nome a ele?

— U-hum é Pinóquio — dou uma gargalhada.

— Mel o que há de errado com os contos de fadas de princesas?

— Gosto mais do Pinóquio, do João e o Pé de Feijão, dos Três Porquinhos. Princesas são chatas, as Barbies e as Monster High não, mas as princesas sim.

— Vou ter que concordar, garota.

— Atrapalho?

Elizabeth entra no estábulo sorrindo, mas com os olhos molhados entregando que havia chorado.

— Mamãe! — Mel pula em seu colo.

— Oi filha! Você se comportou?

— Claro, mamãe!

Ela sorri para filha, mas tem seus olhos presos em mim e são mais quentes que os raios do sol. Aproximo-me e envolvo as duas em um abraço de urso, ficamos assim até a Mel impaciente se desvencilhar do nosso abraço e sair em direção a um homem do outro lado do estábulo.

— Mamãe eu posso ajudar o vovô? — pergunta já correndo na direção do senhor.

— Minha mãe ensinou a Mel a chamar o marido dela de avô — Elizabeth responde fazendo sinal de joia para Mel.

— Isso a incomoda? — pergunto colocando uma mecha do seu cabelo atrás da orelha.

— Não sei, às vezes sim, às vezes não — levanto-a e a sento na cerca de madeira.

— Quer falar sobre isso?

— A única coisa que eu quero agora é beijar meu “namorado” — diz dando ênfase a palavra namorado.

Ela não precisa insistir, sorrio satisfeito demais por ela me chamar de namorado e beijo sua boca gostosa, cheio de saudade. O beijo começa suave, mas aos poucos vai ficando urgente. Suas mãos se prendem nos meus cabelos e as minhas deslizam pelas suas costas. Minha língua invade a boca dela em busca da sua. Elas se encontram e se exploram sedutoramente e eu já estou a ponto de bala. Nós nos separamos ofegantes.

— Senti tanto a sua falta “pititica”.

Ela não diz nada, fica apenas me encarando, alisando minha barba que já está um pouco grande. Suas mãos seguram meu rosto e seus olhos se perdem nos meus.

— Eu também senti. Nunca pensei que fosse sentir tanto a falta de alguém que não fosse a Mel, o que é patético, pois foram apenas três dias. O que você está fazendo comigo?

— Eu posso te fazer essa mesma pergunta e não tem nada de patético sentir uma falta absurda de quem se gosta. Foi uma tortura pra mim também.

— Acho que estou ficando maluca, Jughead, e a culpa é sua.

— Então somos dois malucos — aperto o nariz dela — ela suspira ficando triste de repente.

— Sinto falta do meu pai, sabe? Sei que ele errou com a minha mãe, errou comigo, mas não quero enxergá-lo como vilão. Ele é meu pai, tenho lembranças incríveis desse cara. Me apego fortemente a elas — diz limpando uma lágrima solitária.

— Sei como é, no fundo, bem lá no fundo, também não consigo enxergar meu pai assim e olha que eu tento.

— Desculpe-me chateá-lo com meus dramas e ainda fazer você se lembrar dos seus. Sou mesmo uma patética.

— Ei! Não diz isso. Você não é nada disso e Elizabeth, estamos juntos. Eu quero fazer parte da sua vida, seja ela cheia de dramas ou não. Você pode conversar qualquer coisa comigo, sobre qualquer assunto, o que você quiser. Eu não quero ser só aquele cara que te “come” — ela revira os olhos — Estou falando sério, quero ser seu ouvinte, seu ombro pra chorar, seu amigo. Não é só sexo gata, você ainda não sacou? — assente sorrindo.

— Você é um anjo, Jughead. Um anjo lindo que Deus colocou no meu caminho. Obrigada por estar aqui.

— Você é que é um anjo gata, você apareceu na minha vida para me transformar no homem que eu preciso ser. Um cara melhor. Faço o que você quiser pra você ficar feliz.

— Não precisa se esforçar muito, é só continuar bem aqui — puxa-me e me beija.

— Hum-hum — dona Francine pigarreia chamando nossa atenção, nos separamos sem graça — Vamos almoçar?

××

— Então quer dizer que você também resgata animais da rua? — dona Francine pergunta animada enquanto nos serve café na varanda.

— Foram poucas vezes, mas me solidarizo com a causa, ajudo sempre que posso...

— Ele tem seis cachorros, mãe — Elizabeth me interrompe — E são enormes, quase me comeram viva — reviro os olhos.

— Eles são extremamente dóceis. Ela está exagerando.

— Eu tenho onze cães. Estão no canil lá nos fundos, mas geralmente ficam soltos — diz dona Francine.

— Que legal. Elizabeth disse que você resgatou o Gepeto também.

— Sim, a bandida que comprou o Gepeto resolveu se mudar pra Nova Iorque e o coitadinho não cabia nos novos projetos daquela velha horrorosa. Ela já estava de mudança, portanto mal ia ao apartamento, o bichinho ficou dois dias preso na varanda. Então eu e minha amiga Mariza...

— Outra louca igual a ela — Elizabeth a interrompe.

— Como eu estava dizendo — dona Francine fecha a cara para a filha — Eu e a Mariza conseguimos convencer o porteiro a nos deixar pegar o Gepeto, mas ele não nos deixou entrar no apartamento, tivemos que subir em uma escada pra alcançar a varanda, ainda bem que era no primeiro andar.

— E ela conta como se fosse um ato heroico — Elizabeth diz balançando a cabeça.

— Mas foi gata, coitadinho dele, poderia ter ficado doente ou até morrido — faço carinho no Gepeto feliz da vida no meu colo.

— Viu? — ela diz para a mãe. — Eu falei.

É a segunda vez que ela demonstra que ela falou sobre mim para a mãe e confesso que gostei demais.

— Bem preciso ir — digo me levantando sobre o olhar decepcionado da Elizabeth. — Tenho ensaio, a apresentação vai ser daqui a dois dias.

Despeço-me de sua mãe e da Mel. Elizabeth me acompanha até o carro.

— Te vejo a noite? — pergunta em meus braços.

— Pode contar com isso, anjo. Ela sorri e eu entro no carro. — Até a noite — digo, mas não parto antes de ela me agarrar pela janela do carro e me beijar fervorosamente.


Notas Finais


Comentemmmm 💙


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