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História Bughead: Os Últimos dos Legados - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


(Geeeente do céu, aconteceu uma catástrofe aqui, to desdas 16h da tarde sem internet e usando o restinho do meu 3g kkkk que não é muito bom pra postar, queria postar 20h30 mas nn sei se vai carregar, então me perdoem os minutinhos atrasada kkkkk🤭♥️😂)

Espero que gostem ♥️ Boa Leitura!
Musica no POV da Ronnie e do Sweet: Kelly Clarkson- Because Of You
Sinopse: Veronica relembra os momentos que seguiram após a morte de Betty e Jughead, anos de dolorosas memórias, e agora a culpa de ter assassinado o pai começa a surgir.

Capítulo 14 - XIV- Lodge, Logde, Lodge


*~ Flashback-ON~*

*Jug’s P.O.V*

~Margens do Sweetwater, 16 horas para o discurso de Veronica~

Eu estava sentado em uma cadeira, com o peito apoiado na guarda e concentrado ao máximo na correnteza do rio enquanto Dr. Masters retirava alguns estilhaços de vidro do meu ferimento no ombro. A luz do sol facilitava a visão dele e a cabana... bom, não tinha luz.

Jug: “- AUCH! Doeu!” Resmunguei, estávamos a quase meia hora ali.

Dr. Masters: “- Sua namorada tem razão, você é mesmo um bebê kkkkk, só mais dois estilhaços e acabamos.” Revirei os olhos, ele não tinha noção do quanto doía cada vez que pinçava algum micro caco de vidro dali.

Jug: “- Quanto tempo até essa coisa cicatrizar?” Eu fortemente preferia ter tomado um tiro.

Dr. Masters: “- Hmm, a queimadura? Completamente uns três ou quatro meses, se seguir à risca o tratamento que te indiquei. Mas esses cortes dos estilhaços devem parar de incomodar em duas semanas, no máximo.”

Pff, definitivamente o tiro.

Jug: “- Três ou quatro MESES? É sério?”

Dr. Masters: “- Uhum...”  Responde tirando cuidadosamente o último estilhaço.

Jug: “- A dor melhora com o tempo pelo menos?” Levanto e me aproximo do rio.

Dr. Masters: “- Terão noites em que você vai desejar ter morrido de verdade. Mas os opioides servem pra isso.”  Diz descontraído, se juntando a mim na beira d’água.

Jug: “- Obrigado Doutor... por toda a ajuda. Não teríamos conseguido sem vocês.” Ofereci a mão em cumprimento.

Dr. Masters: “- Garoto, depois de vocês eu passei a pensar com muito carinho na minha aposentadoria kkkkk.”  Retribui o aperto de mão.

~Dentro da cabana~

Me aproximando eu conseguia ouvir algo... era quase um murmúrio.

Callie: “- Vamos garota! Você consegue! Um... dois... três passos eeee, aí está. YES!”

As duas comemoravam, finalmente Betty conseguia apoiar os dois pés no chão, mesmo mancando era um avanço impressionante.

Betty: “- Eu consegui!! AI MEU DEUS, EU CONSEGUI! Obrigada!!! Muito obrigada Dra. Torres!” Ela abraça a médica animada.

Callie: “- Calliope... é meu primeiro nome, pode me chamar de Callie se quiser.” Fala desfazendo o apertado abraço.

Betty: “- Callie... Eu sinto muito que tenha acabado se envolvendo em tudo isso. De verdade.” Me encosto no batente da porta, nenhuma das duas tinha me notado ali.

Callie: “- Garota... isso não foi sua culpa, quer dizer, se envolver em uma investigação da máfia americana do jeito que você se envolveu foi meio que pedir pra morrer, mas não acho que teriam feito o que fizeram se não tivessem certeza de que valeria a pena.” Acho que foi a coisa mais legal que ela disse pra gente até agora kkkk.

Betty: “- Cara, kkkkkkkk eu vou sentir falta dessa sinceridade.”  

Ela ter dito isso despertou um pensamento em mim... já haviam se passado os dois dias, em cerca de algumas horas teríamos de nos separar, parte do plano para que isso tudo funcionasse e não corrermos riscos.

Jug: “- Você tá de pé!” Ergui os braços comemorando quando ela notou minha presença ali.

Betty: “- Olha isso.” Caminha em minha direção, devagar e com dificuldade, mas conseguindo.

Jug: “- E CAMINHANDO!” Ela também levanta os braços, terminando por chegar ao meu encontro, abraçando minha cintura.

Dr. Masters: “- Ainda vai ter que me contar como conseguiu isso, Torres kkkk.” Sussurrou a ela.

Callie: “- Só o que fiz foi reconstruir o músculo adutor danificado, com perfeição arrisco dizer. Demorou muito, mas levando em consideração que isso aqui não é exatamente uma Sala de Cirurgia... foi um trabalho bem feito. É realmente impressionante que ela já consiga caminhar, vou te dizer, essa garota é uma verdadeira guerreira.”  E eu não poderia estar mais orgulhoso.

Dr. Masters: “- Sabe que é bem provável que ela só esteja conseguindo caminhar porque está entupida de morfina, não é?” Um verdadeiro estraga prazeres esse médico.

Callie: “- Eu sei, mas eu quero me gabar mais um pouquinho. Depois eu conto pra ela.”  Os dois cochichavam no canto da parede enquanto observavam a gente de longe.

Jug: “- Sabe que conseguimos ouvir vocês, não é?” Lançaram um olhar de deboche a nós.

Betty: “- Jug, você consegue ouvi-los?” Ela arqueia uma sobrancelha para mim.

Jug: “- Uhum...” Assenti, só então me toquei do que havia acontecido. “- Oh! SEM ZUMBIDO. Caraaaaalho, FINALMENTE!”  Betty ergueu os braços acompanhados de um grande sorriso comemorativo.

“- Diga alguma coisa, qualquer coisa!” Agarrei sua cintura a levantei um pouco, girando no ar.

Betty: “- Jug.” Ela põe as mãos no meu rosto e me olha profundamente. “- Nós conseguimos... sobrevivemos a Noite.”

Jug: “- É... nós sobrevivemos.”  Ponho minhas mãos sobre as suas, era tão confortável tê-las no meu rosto, encosto nossas testas e fecho os olhos por um momento, pensando no que aquilo significava para nós.

Agora não havia como voltar atrás... oficialmente mortos e prestes a viajar para bem longe.

Betty: “- Isso me lembra... você falou com os agentes?”

Jug: “- Falei...”

Betty: “- E o que eles disseram?”

Jug: “- Que era uma ideia idiota.”

Betty: “- Aah...”

Jug: “- Mas que poderíamos, como... um último desejo.”

Betty: “- Não tá brincando comigo, né?” Hesitou em reagir.

Jug: “- Não kkkkk. Eu sabia que isso era seu sonho... então eu meio convenci eles.” O jeito que ela olhou pra mim compensou todo o tempo que eu fiquei argumentando com os agentes sobre darmos uma espiadinha na nossa (não mais nossa... você me entendeu) colação de grau. “- MAS, teremos que ir disfarçados, caso esbarremos com algum colega.”

Betty: “- Eu te AMO!” Ela me encheu de beijos estalados no rosto, se não tivesse com uma perna fodida tenho certeza que estaria saltitando.

Jug: “- Eu sei kkkk.”

~*Flashback-OFF*~

*Veronica's P.O.V*

A formatura... Eles estavam lá... o discurso, eles ouviram todo o discurso.

Bee... estava viva o tempo todo.

Eu ouvi, cada frase que saiu da boca de Jughead ou dela, calada o tempo inteiro. Exceto quando disseram estar presentes na formatura... não sei dizer o que eu estava sentindo, se aquilo era normal para o meu corpo naquele momento. Eu olhava para eles e só conseguia ver na minha cabeça a cena, de novo e de novo.

O carro explodindo... a arma na minha mão, um tiro, dois tiros, três tiros... sete tiros... e então o gatilho que já não disparava mais... os braços de Sweet tirando o revólver de minhas mãos e me envolvendo... eu me debatia em seus braços. Lembro-me de ter gritado, mais alto do que eu sabia que podia... antes de começar a chorar, chorar de soluçar, eu tinha tanta raiva no peito, tanto ódio. Eu matei, matei alguém... meu próprio pai, porque ele matou Betty e Jughead...

Mas cá estão eles... aqui, agora, dezesseis anos depois.

*~Flashback-ON~*

~Dois meses após a noite da revolta~

“I will not make the same mistakes that you did
I will not let myself 'cause my heart so much misery”

~Riverdale, Cemitério Municipal~

Olá papi, já faz um tempo...”

Eu encarava em minha frente, o mausoléu dos Lodge. Tão... grande e pomposo, compatível com o ego da família arrisco dizer...

Era tão... frio aqui dentro, cheio de rosas negras e cartões de pêsames. Babacas.

A notícia já havia se espalhado, não sei ao certo como, mas de alguma forma o restante da máfia sabia que não fora agente Lisbon a descarregar uma pistola em Hiram Lodge.”

O tão poderoso Hiram Lodge, as tão famigeradas indústrias Lodge... Lodge, Lodge, Lodge.

“Talvez mamãe tenha espalhado a notícia aos outros, ela, Charles e Sweet Pea eram os únicos que sabiam que a sua morte, papi, não foi pelas mãos de nenhum Agente, muito menos algum Canibal ou Serpente... Dói, não é? Ser traído dessa maneira... Acredite, doeu muito mais ver meus melhores amigos queimarem.

Eu não vim aqui buscar perdão, realmente não acho que te deva algum... mas imaginei que gostaria de saber... fiz minhas malas hoje, a sua tão sonhada Harvard.”

“I will not break the way you did, you fell so hard
I've learned the hard way to never let it get that far”

Vão ser 5 anos longe de tudo o que essa cidade fez comigo... longe do peso que esse nome carrega. E sabendo que ao ouvir isso você vai se revirar no túmulo, o único motivo de eu voltar a Riverdale vai ser ver mi amor, é ele mesmo, espero que consiga me ouvir do inferno. A Princesinha da Máfia e o Rei Serpente, soa sexy, não?

E quando eu voltar, o que eu vou fazer com os seus negócios, aah, você não vai gostar.

Descanse em paz Hiram, se isso ao menos é possível.”

Tranquei aquele horripilante lugar, talvez não importe o quanto eu venha aqui, sempre me dará arrepios.

Sweet Pea me esperava no lado de fora, ele se recusa a entrar dentro do mausoléu, consigo imaginar o porquê kkkk, o medo de espíritos é algo que eu jamais imaginaria no meu grandão, mas nem todos somos feitos de ferro.

“Because of you, I never stray too far from the sidewalk
Because of you, I learned to play on the safe side, so I don't get hurt
Because of you, I find it hard to trust
Not only me, but everyone around me
Because of you, I am afraid”

Sweet: “- Quer ir pra casa? Eu te levo...” Suas mãos massageavam meus ombros.

Vee: “- Ainda não... mais uma parada antes.” Suspirei profundamente pondo minhas mãos em cima das dele.

Caminhei um pouco pelo verde gramado daquele cemitério maldito, tanta gente para visitar aqui agora... Sweet me seguia, quase colado em mim o tempo inteiro.

Cheguei em frente as lápides da noite da revolta... eram tantas. E bem no centro duas... As mais dolorosas.

Elizabeth Smith

Nascida em: 07 de maio de 2002. / Morte em: 22 de maio de 2020.

“Um serpente nunca fica sozinho. Em memória de nossa rainha.”

...

Forsythe “Jughead” Pendleton Jones III

Nascido em: 2 de outubro de 2001. / Morte em: 22 de maio de 2020.

“Um serpente nunca fica sozinho. Em memória de um rei digno.”

“Oi Betty... hoje faz dois meses desde... você sabe. Eu queria vir aqui uma última vez antes de ir pra faculdade... aah eu lembro quando me contou que você e Jug haviam passado na Columbia, você estava tão feliz... Acho que Ivy League teve uma perda e tanto afinal de contas.”

Andar de salto nessa grama não tá fácil.

Tirei os sapatos e caminhei até próximo a Lápide dela, sentando por ali mesmo.

“Fiz as malas hoje sabia? Você provavelmente ia me chamar de exagerada kkkk, ai meu Deus eu sinto tanto sua falta B... eu sinto muito... muito mesmo que não tenha conseguido te salvar... salvar seu amor. Lembra de como conversávamos nos ensaios? Aah se eu soubesse que seriam os nossos últimos dias teria feito tanta coisa diferente. Bom, pra começar eu teria fofocado muito menos sobre nossos namorados, quem precisa deles, não é mesmo? Nós éramos B e V, muito antes de sermos Bughead e SweetVee kkkkk, mas tem razão... não dava mais pra viver sem eles. Nossos badboys, tatuados, membros de gangue...

E por uma fatalidade você não precisou viver sem o seu... as vezes, durante as noites em que eu acordo revivendo tudo aquilo, me pergunto se qualquer um de vocês dois tivessem sobrevivido afinal... Acho que seria um destino muito mais cruel, não? De novo... eu sinto muito não ter matado meu pai antes... eu devia saber que a prisão nunca seria o destino dele... assim como o felizes pra sempre seu e de Jug... maldita hora em que Sweet comparou vocês a Bonnie e Clyde, acho que vou precisar ver mais filmes com ele, e garantir que ele os veja até o final kkkk.

Sweet: “- Ronnie... o que você tá fazendo?”

Vee: “- Conversando com a minha amiga.” Ele me encarava de uma forma esquisita. Ótimo, me tornei uma aberração, converso com a grama. Achei que ele ficaria ali, continuando a me achar estranha, mas ao invés disso, foi até o túmulo ao lado.

“I lose my way, and it's not too long before you point it out
I can not cry, because I know that's weakness in your eyes
I'm forced to fake a smile, a laugh, every day of my life
My heart can't possibly break when it wasn't even whole to start with”

*Sweet’s P.O.V*

Por mais que aquilo me desse arrepios, em suporte a Veronica, fui até o túmulo de Jughead...

Com as costas na lápide eu me perguntava o que Veronica estaria “conversando” com Betty... será que isso é rezar?

“E aí irmão... acho que eu não tinha vindo aqui sozinho ainda. Você sabia, não é? Sabia que morreria. Não teria deixado os serpente comigo e deixado tudo encaminhado se achasse que passaria dessa noite.

Mas você não fugiu, Jug... por que não fugiu? Como você mesmo balbuciava influenciado pela tequila que iria largar tudo e casar com a sua loira em Las Vegas kkkk. Podia ter feito isso, acredite eu não iria te julgar. Mas não... tinha que ficar e lutar com a gente... bela última surra deu naqueles canibais hein...

Cara, foi muito filho da puta você ter morrido, moleque egoísta do Caralho, me deixou sozinho nessa cidade de almofadinhas... mas tudo bem. Sei que se pudesse escolher estaria aqui... também não acho que se arrependa. Só de deixar AJ e Jellybean crescerem sozinhas, isso sim... talvez seja a única coisa que te dê remorso. Imagino que... seja meu dever cuidar delas, não?

Quando você me deixou os Serpentes... eu não me sentia nenhum pouco preparado, nenhum pouco digno de liderá-los.  E ainda me sinto assim... Não sei se consigo fazer como você Jughead... me desculpa se eu estragar tudo. Pode ter certeza que vou dar meu melhor pra nos mantermos unidos. E não se preocupe... vou contar suas histórias pra Alyssa, e cuidar de Jellybean... eu prometo.”

~Oito anos depois, Pembroke, 3h30 da manhã~

Sweet: “- Mi amor... tá tudo bem... foi só um pesadelo... vai passar... vai passar... Shhh.” Ela havia quase pulado da cama dessa vez, pendia para frente e para trás, lhe abracei o mais forte que pude,  tentando fazer com que ela voltasse a si.

Já fazia algum tempo desde o último pesadelo, anos e anos e as mesmas imagens, ela continuava revivendo aquela noite. E eu não sabia como parar. Tudo o que eu podia fazer era pular da cama junto e tentar acalma-la.

Ela estava suada e ofegante, peguei uma toalha para seca-la.

Veronica: “- Eu vi o carro... o fogo... por que isso não para, Sweet?? Eu nunca vou voltar ao normal??” Sua pele estava gelada, e ela se encolheu, debruçando a cabeça entre os joelhos.

“I watched you die, I heard you cry
Every night in your sleep
I was so young, you should have known
Better than to lean on me
You never thought of anyone else
You just saw your pain
And now I cry in the middle of the night
For the same damn thing”

Sweet: “- Tudo bem, Ronnie... Você acordou agora... vem, precisa de um banho.” Não sei se ela sabia que estava acordada, parecia atônita enquanto eu a levava para o banheiro. Liguei o chuveiro e a empurrei pra dentro, com água morna pra ver se ela parava de parecer um picolé.

Enquanto deixei ela ali fui trocar os lençóis, encharcados no lado dela da cama.

“Because of you, I never stray too far from the sidewalk
Because of you, I learned to play on the safe side, so I don't get hurt”

Sweet: “- Ronnie? Tudo bem aí dentro?” Bati na porta e entrei ao não ouvir nenhuma resposta.

Veronica: “- Eu... eu tive de novo, né? Me desculpa eu... sinto muito se te assustei.” A água escorria pelos seus ombros, ela havia tirado o baby-doll que usava.

Sweet: “- Ronnie, não é culpa sua... Você não precisa se desculpar. Eu tô aqui, com você, não vou embora, ok?” Ela assente com a cabeça, arremango as mangas e lhe puxo para um abraço, afago seus cabelos, agora eu estava molhado, mas quem se importa?

Vee: “- Obrigado... obrigado por ficar... mesmo que tenha que ficar com essa versão de Veronica Lodge...”

Sweet: “- Eu amo todas suas versões e eu não vou a lugar algum, não precisa se preocupar com isso...” Beijo sua testa e sinto seus braços apertarem mais ainda meu corpo.

“Because of you, I tried my hardest just to forget everything
Because of you, I don't know how to let anyone else in

Kelly Clarkson- Because Of You.”

*~Flashback-OFF~*

Sweet: “- Vocês ao menos tem noção do quanto foi difícil aqui?”

Jug: “- A gente só pode imaginar... Ronnie, eu sei que não deve ter sido nada fácil... com o seu pai preso as cois...”

Veronica: “- Preso?”

Jug e Betty se entreolham confusos.

Betty: “- É... preso.” Confirma.

Sweet: “- Hiram nunca foi preso...” Agora todos no quarto pareciam confusos

Betty e Jughead jamais souberam o destino que Hiram teve na noite em que viraram cinzas pela Cidade.

Jug: “- O que? Não... não pode ser. Nós...”

Vee: “- Eu matei ele...” Ela encarava as próprias mãos, estavam trêmulas, ao perceber as escondeu cruzando os braços.

Enfermeira Sophia surge na porta, correndo e ofegante.

Enf. Sophia: “- Dra. Torres!”

Callie: “- Sophia, o que foi? Se acalme...”

Enf. Sophia: “- A Tv, ligue a tv...” A Doutora assente e liga a pequena televisão no canto superior da parede do quarto.

“O xerife ainda não liberou mais informações sobre o caso, mas fontes confiáveis do Departamento de Polícia de Riverdale nos confirmou, o corpo encontrado há uma hora se trata da oitava vítima do assassino em série local... Paul Feigh para o RVDW.”

Jug: “- Alice... Betty nós temos que achar Alice...”

~Fim do Capítulo~


Notas Finais


Bughead não sabia que Hiram morreu junto com eles 👀😱
E esse assassino hein? Quem será que foi a vitima da vez??? Cadê Alice, cadê Alyssa HELP
Vamo que vamo que estamos nos capítulos cruciais kkkkkk (primeiros de muitos eu espero)
Gostaram??? COMENTEM!!! Quero saber o que acharam!!! (Teoria?)
Volto logo!
Bjo bjo ♥️♥️


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