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História Bughead: Os Últimos dos Legados - Capítulo 21


Escrita por:


Notas do Autor


Não abandonei vcs não!
Credo, acho que nessa fic eu ainda nn tinha demorado tanto pra postar um cap...
Foi uma semana lotada pra mim e um certo bloqueio (sobre o que por nesse capitulo) me atingiu.
E eu cortei meu cabelo (que passava da minha bunda e agr tá no ombro kkkkkk)
Juro que por alguns dias me senti o Sansão e havia perdido meus poderes junto com o cabelo kkkkk
MAS, como uma fênix, eu ressurgi (bom, minha criatividade ressurgiu) e cá estou
Mil perdões, prometo que vou recompensar vcs com mais capítulos INCRIVEIS!
(Essa ai do gif é a Jellybean pessoas, linda né?)
Música do capítulo: Imagine Dragons- Not Today.
Boa Leitura ❤
Espero que gostem! ❤

Sinopse: Teria Veronica obedecido Betty e não chamado ninguém? Teria Jellybean seguido seus princípios e acabado com seja lá o que tivesse com Sweet Pea depois da conversa com Vee? Teria Sweet aceitado conversar com Ronnie mesmo depois de tanto atrito? E o mais importante... Teria Veronica Lodge, a coragem para contar ao ex que está a esperar um filho?

Capítulo 21 - XXI- Fale com ela


Fanfic / Fanfiction Bughead: Os Últimos dos Legados - Capítulo 21 - XXI- Fale com ela

*Veronica's P.O.V*

Um baque no chão.

Vee: “- Betty???” Me agachei tão rápido que minha coxa teve câimbra.

Hesitei em tocá-la, não sabia se poderia lhe machucar... Percorri o quarto com os olhos na intenção de achar meu celular.

O que eu faço??? O que eu faço???

Apenas me vire de lado.” Ok, sem pânico...

Vai passar... vai passar.

Mas e se não passar???

Não chame ambulância.” Ela havia me dito antes.

“Não chame Jughead.” Por quê? Eu me perguntava passando por suas “Instruções” específicas em minha mente.

Você não entende o quão confusa eu estou agora.

“1 minuto e meio.” Tinha dito. Se não parasse em 90 segundos eu deveria chamar por Doutora Torres. Por que ela especificamente??

 15, 16, 17, 18, 19, 20...

1 e 12, 1 e 13... e ela para de tremer, fica imóvel por um par de longos segundos então tentei sentir sua pulsação, encostando dois dedos no seu pescoço.

Vee: “- Por favor não esteja morta... por favor não esteja morta...”  Subitamente ela se levanta. Com o susto eu acabo desequilibrando um pouco e caindo no chão. Posso jurar que senti meu coração na boca.

Betty: “- Minha cabeça...” Balbuciou baixinho.

Vee: “- Cacete você tá viva! Graças a Deus...” Sentei-me no chão, na esperança de desacelerar meus batimentos cardíacos botei a mão no peito e tentei respirar fundo algumas vezes. “- QUE MERDA FOI ESSA?” Rastejei até ela. Pode ser impressão, mas acho que estava tão confusa e assustada quanto eu.

Betty: “- Me desculpa, eu... me dá um minuto.” Disse confusa levando a mão no rosto.

Vee: “- Betty, o que tá acontecendo???”

Betty: “- Eu não sei porque isso aconteceu de novo tão rápido... é diferente da última vez.”

Vee: “- O que está dizendo, Bee? Última vez de que? Do que tá falando??”

Betty: “- Você não chamou ninguém, não é?”

Vee: “- Não...”

Betty: “- Jura?” Ironicamente incrédula.

Vee: "- Você disse pra não chamar ninguém... literalmente olhou no fundo da minha alma e disse 'NÃO CHAME NINGUÉM', O QUE EXATAMENTE ESPERAVA QUE EU FIZESSE?"  Sussurrei irritadamente. Eu ainda tentava entender o que havia acontecido.

Betty: "- Kkkkkk eu jurava que você ia chamar alguém."

Vee: "- Bom... quer que eu chame?"

Betty: "- Não! Não... de jeito nenhum."

Vee: "- Então vai ter que me ajudar aqui. PORQUE EU NÃO TÔ ENTENDENDO NADA!"

Betty: “- Não deveria ter te metido nisso, Vee... droga! Eu só não queria que isso acontecesse sem ninguém por perto.” Se repreendia arduamente.

Vee: “- Certo, OBVIAMENTE você está escondendo alguma coisa. O que é claro, não é surpresa alguma.” Convenhamos, a verdade é que não sei coisa nenhuma sobre a vida dela pós-Riverdale...  

Betty: “- Você não vai sossegar se eu não explicar o que houve, né?” Se levantando devagar.

Vee: “- Pode começar.” Devo ter dormido por menos de duas horas, mas acredite, agora eu estava bem acordada.

*Jellybean’s P.O.V*

~2h35~

Estacionei o carro nos fundos do Pembroke, Sweet estava agitado, ou talvez nervoso?

“Bom, acho que era de se esperar, não? Papai do ano.”  Puta que me pariu, ele nem sabe disso, voz! Dá pra parar dois minutos de ficar me lembrando?

JB: “- Vee me mandou um SMS... tô no penúltimo quarto à esquerda e você?”  Girei a ignição desligando o Chevelle e descemos do carro, até me surpreendi ao não encontrar seguranças na porta dos fundos da cozinha, estavam por todo o lugar, me sentia entrando em uma prisão de segurança máxima.

Sweet: “- Não recebi nada...” Checando o próprio celular, enquanto entrávamos.

JB: “- Bom, ela disse pra todos nós virmos pra cá, então...” O chamei fazendo sinal de silêncio enquanto subia as escadas cuidadosamente.

Sweet: “- Não tenho certeza se isso se aplica... a mim.” É, eu definitivamente não teria tanta certeza se não tivesse visto ela dizer claramente olhando pra ele.

“E, talvez ela queira um momento a sós com ele... você sabe o porquê, Jelly Jellybean. Não finja que não.” 

Pergunta seríssima para você, cérebro. Você pararia de falar se eu desse um tiro na cabeça?

“Auch! Não seja tão ingrata! Tudo o que eu falo é tudo o que você pensa.”

JB: “- É claro que se aplica... quero dizer, ela enfatizou o ‘todos aqui presentes' olhando diretamente pra você.”

Vai mesmo me ignorar agora?”  

A ideia do tiro tá cada vez mais interessante.

Sweet: “- Aaah então não era algo da minha cabeça. Pensei que estivesse vendo coisas. Na verdade, grande parte do tempo dentro daquele hospital eu pensei que tinha perdido minha sanidade de vez.”  Ele me alcançou ao fim da escada e seguimos pelo corredor.

No terceiro quarto a direita a luz estava acesa e eu podia jurar ouvir alguns sussurros, mas deve ser Betty então, afastei meus pensamentos e voltei a conversar com Sweet.

JB: “- Basicamente, só o que eu fui capaz de pensar desde que achei aquelas cartas... na verdade, desde que desembarquei na Suíça, quase o tempo todo eu pensava que tinha enlouquecido de vez.”

“Você duvidou da palavra do seu próprio velho, que feio. Onde está a confiança com o homem que te criou?”  Menos, voz. Bem menos. Era no mínimo duvidoso.

Sweet: “- Não sei como você teve a coragem de ir até lá sem nem ao menos um endereço... acho que eu não teria...” Suspirou.

Chegamos ao penúltimo quarto à esquerda.

JB: “- Perguntinha rápida que vem martelando a minha cabeça a quase 2 dias e não sai dela desde que você entrou forçadamente no quarto do Jug e eu falhei miseravelmente na minha missão de te impedir... Vem, entre.” O convidei e entrei já tirando os saltos coturnos dos pés, passei o dia todo com eles, meu dedinho estava gritando por liberdade.

Sweet: “- Você realmente tem que malhar mais esses bracinhos kkkkk.” Fechou a porta atrás de nós.

JB: “- Engraçadinho.” Lhe mostrei o dedo do meio.

Sweet: “- É sério, aquilo foi decepcionantemente fácil. Você tá enferrujada.” Deu de ombros e a audácia com que falou aquilo era quase cômica.   

JB: “- Por favor, se eu quisesse te derrubar... eu poderia facilmente fazer isso, docinho.”

Certo, agora eu quero derrubá-lo, apenas pela satisfação momentânea. Mas, não posso fazer barulho e esse cara batendo no chão? Ia ser alto.

“Você está do lado da cama, é uma boa opção de queda.”  Voz? Você sendo útil?

Sweet: “- Eu gostaria de te ver tentar, ia ser divert...” Ele estava distraído pelo próprio ego então nem conseguiu reagir quando coloquei meu braço direito na sua frente e com o outro encaixado em suas costas consegui passar minha perna por trás das suas. “-EI KKKKKK!” Bradou se desequilibrando.

Caiu na cama, mas me arrastou junto e eu caí por cima do seu corpo, nossos olhos se encontraram interrompendo a risada abafada. Deus sabe como eu queria continuar essa cena.

“There she goes in front of me

Take my life and set me free again

We'll make a memory out of it”

Por que universo?

*Sweet’s P.O.V*

Ela me derrubou.

Eu me distraí por dois segundos e ela me derrubou kkkkk. Mas não vou cair sozinho.

Caí na cama e ela caiu por cima de mim. Não posso negar, a carinha envergonhada e desajeitada tentando tirar o cabelo do rosto foi impagável. Até ela olhar para mim.

Engoli a seco, pois no instante em que nossos olhares se cruzaram ela mudou. Ou melhor, ela recuou.

Jellybean: “- Nós... a gente precisa conversar.”  Ela saiu de cima de mim tão rápido que pareceu desconcertada.

Sweet: “- Ah sim, a sua pergunta... diga.”  Balancei a cabeça espantando qualquer pensamento impróprio com a visão anterior.

Jellybean: “- O que? Aah... é claro. A pergunta...” Como eu disse... desconcertada.

Sweet: “- O que houve?” Me sentei na cama apoiando os antebraços nas pernas e olhando-a.

Jellybean: “- Não olhe pra mim desse jeito.” Não sei exatamente o que quis dizer aqui kkkk.

Sweet: “- Como?” Me levantei e ela recuou mais pra trás ainda, sinceramente, tô meio perdido aqui.

Jellybean: “- Como um cãozinho sem dono kkkk.” Uau.

Sweet: “- Vamos, diga, o que te aflige kkkk?” Massageei seus ombros.

“Holy road is at my back

Don't look on, take me back again

We'll make a memory out of it”

Jellybean: “- Nós...”  Afastando minhas mãos.

Sweet: “- Okay... o que tem nós?”

Essa é uma difícil, até agora não temos uma definição sobre o que estamos fazendo.

Jellybean: “- Não podemos mais fazer isso...” Nos indicou com a mão.

Sweet: “- E o motivo disso é...?” Arqueei a sobrancelha.

Jellybean: “- É que... eu fui falar com a Veronica e...” Só pode ser piada.

Sweet: “- Oh... é claro que foi.” Eu sabia que as duas conversariam eventualmente... acho que sei agora por que JB andava estranha comigo nesses últimos dias.

Jellybean: “- Fui falar com ela porque... era o certo a fazer. Eu também tenho muita consideração pela Vee, Sweet... Não posso simplesmente...” Hesita em continuar.

Sweet: “- Fala...” Algo me diz que Ronnie deve ter dito alguma coisa a ela... e isso, meu amigo, isso tá vindo como um soco no estômago.

Jellybean: “- Não posso simplesmente ficar com você. Eu fui falar com ela e... eu acho que vocês precisam conversar. E eu quero dizer nível ‘talvez mudar a sua vida’ tipo de conversa. E não posso ficar no meio disso.”  

Seja lá o que ela deve ter dito, deixou Jellybean com medo... posso sentir o quanto está com medo agora, mas do que? A não ser...

Sweet: “- Ela te disse pra se afastar de mim. I-na-cre-di-tá-vel!! E você vai mesmo ligar pra ela?”

Veronica não tinha esse direito.

Jellybean: “- Sweet... ela não disse isso. Na verdade... justamente o contrário, disse com todas as letras que por ela... a decisão era sua. Mas, EU não quero continuar...” Enfatizou apontando para si.

Isso não é verdade.

Sweet: “- Por quê? Se ela nem se importa! Jellybean, o que nos impede? Nem sabemos o que isso é direito! O que tem pra temer?”

Jellybean: “- Exatamente! NEM SABEMOS o que isso é direito! E eu... você a ama, Sweet. E eu... eu não vou ser o suficiente.”

E mais um soco na boca do estômago.

Sweet: “- Não! Nunca mais diga isso! JB, você é mais do que suficiente… você é… mais.”

Queria ser bom com palavras agora pra tirar isso de sua cabeça. Insuficiente... se ela soubesse que é a única coisa que me mantém de pé agora.

Jellybean: “- Você pensa isso agora… mas…”

Sweet: “- Mas o quê? Cara! Acha mesmo que Ronnie estalaria os dedos e eu voltaria correndo como uma cadelinha depois de tudo o que houve?”

Se é isso que ela pensa, eu deveria começar a ficar ofendido.

Jellybean: “- Eu te conheço mais do que imagina… me escuta, vai se arrepender pelo resto da vida se não tiver analisado todas as opções. Vocês ainda precisam resolver uma coisa. E se depois disso... ainda quiser pensar sobre mim da forma que pensa agora, aí resolvemos o que fazer. Combinado?”

Estende a mão e com o mindinho oferece um cumprimento.

Sweet: “- Seja lá o que vocês tenham conversado... eu realmente não vejo onde uma conversa entre mim e ela poderia concertar qualquer coisa que tenha restado de nós. Depois de algumas coisas... tudo o que já dissemos um pro outro, tudo o que fizemos. Há um certo ponto em que não tem mais volta.”

Jellybean: “- Eu fortemente duvido, dada as circunstâncias.” Deu de ombros.

Sweet: “- Circunstâncias?”

A expressão dela era de quem havia falado de mais.

Agora percebi, o tempo todo ela insistiu que eu deveria falar com Veronica, mas não me disse o motivo...

Jellybean: “- Você definitivamente precisa falar com ela.” Suspirou. Mas confesso que conseguiu despertar minha curiosidade.

“It's gotta get easier, oh easier somehow

Cause I'm falling, I'm falling

Oh, easier and easier somehow

Oh, I'm calling, I'm calling”

Sweet: “- Alguma dica de sobre o que essa conversa vai ser ou...?” Finalmente consegui me aproximar sem que ela recuasse.

Jellybean: “- FA-LE  COM  ELA! KKKKKK.” Ela sibilou e eu grunhi olhando para cima derrotado. “-Até lá... eu e você, em modo soneca, docinho.”

Sweet: “- Uau kkkkk, vai mesmo jogar pelas regras dela.”

Jellybean: “- Então, devido a minha bondade infinita. Escolha seu lado da cama.”

Sweet: “- Ah tá. E você tá achando que eu vou dormir aqui?”

Jellybean: “- Ué kkkkk qual é o problema?”

Sweet: “- Você notou que acabou de me dar um fora, né? Literalmente disse ‘esquece a gente e volte com a sua ex’, e agora se oferece pra dividir a cama comigo? Isso é o que? Kkkkk Seu novo método de tortura?”

Jellybean: “- Isso faz... muito sentido, eu não tinha pensado por esse lado kkkkk. Mas sério, por mim não tem problema nenhum, essa cama é enorme, cabe cinco de mim. Bom, dois de você, mas com certeza cinco de mim kkkkk.”

Sweet: “- Realmente não precisa, eu arrumo um canto.”

Jellybean: “- Nada disso, não quero você dirigindo essa hora, é perigoso e desnecessário.”

Sweet: “- Certo, então como isso vai funcionar?”

Jellybean: “- Nós somos apenas amigos, dormindo na mesma cama, por necessidade.”

Sweet: “- Aham, apenas admita logo. Você não quer se afastar de mim.” Ajeitei seu cabelo acariciando seu rosto depois.

Jellybean: “- Se ficar reclamando eu vou dormir só de calcinha e a dois metros de ti.” Me empurrou com o indicador.

Sweet: “- Você é malvada.” Estreitei os olhos e levei a mão no peito, fingindo dor.

Jellybean: “- Kkkkkk, escolhe logo a porra do lado.” Apontou para a cama.

Sweet: “- Eu não ligo pro lado. E eu não vou dormir agora então, fique à vontade.” Fui em direção a porta.

Jellybean: “- Vai perambular pela casa as 3 a.m?”

Sweet: “- Eu morei aqui por um tempinho considerável, lembra? Além de que definitivamente não vou ficar aqui vendo essa bunda bonita pegar no sono kkkk.”

Jellybean: “-Devo dormir de calça jeans kkkkk?” Debochou.

Sweet: “- Vá se foder kkkkk.”

Jellybean: “- Hm, essa foi uma péssima escolha de palavras, docinho. Mas de fato, uma ótima ideia.” Fechou a porta na minha cara e então eu percebi o que inconscientemente disse.

Sweet: “- Meu Deus do céu... tá na minha mente agora.” Bati a cabeça na porta tentando afastar a imagem... eu preciso de uma bebida.

 Jellybean: “- Boa noite.” Disse atrás da porta.

Sweet: “- Veremos.” Respondi batendo duas vezes na madeira.

“And it isn't over?

Unless it is over

I don't wanna wait for that

It's gotta get easier and easier somehow”

Desci as escadas rápido, queria chegar até a cozinha, com certeza Veronica não mudou o armário de bebidas do lugar, eu espero.

Sweet: “- Isso vai servir.” Dentro do armário peguei a primeira garrafa de Jack Daniels que encontrei aberta.

Veronica: “- Larica noturna?” Aparece encostada na ilha da cozinha. Juro que não tinha notado que estava ali.

Sweet: “- Cacete, Ronnie... é, algo assim.” Respondi sua pergunta ignorando o susto.

Veronica: “- Não achei que viria.” Servindo a si um copo d’água.

Sweet: “- Eu fiquei um tempo falando com Jughead...”

Veronica: “- Oh... justo.” Assente bebendo um gole do líquido.

Sweet: “- Consegue imaginar? Digo... o quão surreal é isso?”

Veronica: “- Betty está dormindo em um dos meus quartos de hóspedes com uma criança. Quer dizer... acho que consigo imaginar.”

Sweet: “- Alice... é um bom nome.” Eu encarava aquele copo de whisky decidindo se o enchia de novo.

Veronica: “- Betty disse que foi ideia de Jughead...”

Sweet: “- Não me surpreende... eu conheci pouco a mãe da Betty, mas cara, ela era foda.”

Veronica: “- Quem estamos querendo enganar? Essa família inteira é fodona em um nível quase hollywoodiano. Chega a ser ridículo... Eles fingiram as próprias mortes e conseguiram se manter escondidos na Europa por quase duas décadas e a gente comprou a ideia de que estavam mortos o tempo inteiro.”

Sweet: “- E íamos continuar se dependesse deles... Jughead disse que o plano era ele vir para Riverdale como Damon Mathews o doador e depois voltar pra Genebra como se nada tivesse acontecido. Fico imaginando se eu nunca entrasse naquele quarto... Só queria agradecer o cara e pow! Uma bomba atômica em nossas cabeças.”

Veronica: “- Eu estava conversando com Betty agora pouco... ela não queria mesmo voltar pra cá, mas não sabe o que aconteceu com o tal de Isaac que atacou ela e AJ... pode ser que ele consiga rastreá-la e mandar alguém atrás deles... então decidiu virar fantasma por um tempo de novo.”

Sweet: “- Kkkk Isso é irônico.”

Veronica: “- O que?”

Sweet: “- Como algumas coisas nunca mudam...”

 “We finally fall apart, and we break each other's hearts

If we wanna live young love, we better start today”

Veronica: “- Algumas coisas nunca mudam...” Aquelas pérolas negras olhavam no fundo dos meus olhos como se aquela frase devesse significar algo maior.

Sweet: “- Jellybean disse que você queria falar comigo...”

Veronica: “- É mais uma necessidade do que um desejo... mas sim. Precisamos conversar.”

Sweet: “- Claramente, algo deve ter acontecido... JB me deu um fora bem bonito agora pouco por isso e essa é a conversa mais longa que tivemos sem você xingar as últimas três gerações da minha família desde que...”

Veronica: “- Desde que eu te peguei transando com outra?”

Sweet: “- Eu tenho uma visão diferente sobre esse acontecimento. Mas você nunca quis ouvir...”

Veronica: “- Olha... eu realmente não quero discutir hoje. Não depois de tudo o que aconteceu... eu nem planejava ter que falar com você tão cedo. Mas...” Lhe interrompi.

Sweet: “- É... isso foi a primeira coisa que me veio a cabeça quando eu fui comunicado dessa conversa... o que será que Veronica Lodge quer de mim a essa altura do campeonato? Não espero que seja sexo, afinal desde que você arranjou outro eu fui descartado. Sem mais recaídas, tô errado?”

Veronica: “- Não que te interesse se eu tenho ou não outra pessoa, por que sinceramente? Você não tá com muita moral pra falar qualquer coisa, não é? Jellybean Jones? Sério?”

Sweet: “- Então o que você quer de mim, Ronnie? Você não me quer... você não quer que eu te esqueça... honestamente? Eu não entendo mais você.”  

Veronica: “- Eu quero ser capaz de olhar pra ti sem querer vomitar lembrando daquela vadia em cima de você. Eu preciso ser capaz de ter uma conversa contigo sem agir como uma vadia, porque querido, eu sei que estou sendo uma com você e os Serpentes. Eu quero... quem sabe consertar as coisas entre a gente... eu não sei... ser capaz de voltar a te olhar pelo menos 10% de como eu olhava antes porque... eu preciso fazer isso. Não posso simplesmente ignorar e seguir a vida sabendo que eu não fiz de tudo...”

 Sweet: “- Se fez tanta questão de agir como agiu e se... como você mesmo disse, mal consegue olhar pra mim sem ficar enjoada, o que mudou? Vamos Veronica, diga! O que de tão extraordinário aconteceu que de repente...” E agora ela me interrompe.

Veronica: “- Eu tô grávida.”

“It's gotta get easier and easier somehow

Not today

Not today

Imagine dragons- Not Today”

~Fim do Capítulo~


Notas Finais


Uma já foi kkkkkkkk agora é só a outra decidir contar pro marido da gravidez NÉ DONA BETTY?! KKKKKKK 🤭🤭
Palpites da reação do nosso Badboy de 1,90 preferido? COMENTEM
Não tem noção da sdds que eu to dos coments de vocês!! (me perdoem pela demora!! Não me abandonem pls)
Favoritem a fic ❤ AMO VCS DE PAIXÃO
AAAH Q SDDS 🤭💕
Bjo Bjo💕


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