História Building Your Way - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Colegial, Drama, Originais, Originals, Romance
Visualizações 11
Palavras 1.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oieee, então, estou escrevendo isso na pressa, essa é a minha primeira fanfic, espero que gostem.
Boa leitura. ❤

Capítulo 1 - O começo



     Pov's Kim

Eram 6 da manhã de uma fria segunda-feira de inverno quando ouvi meu despertador tocar, me avisando que deveria encarar todos novamente. 

Me sentei na beirada da minha cama, tocando meus pés quentes no chão extremamente gelado, me causando arrepios. 

Me levantei e fui pegar meu uniforme, hoje seria um dia cheio. 

Após me arrumar desci as escadas, encontro minha "família" e os cumprimento. 

Minha mãe faleceu com câncer no útero a cerca de dez anos, desde então minha vida não foi mais a mesma, ela sabia que se me desse a luz poderia ficar doente, mas escolheu a mim, e me sinto culpada por isso.
Três anos atrás meu pai se casou com a minha Diana, minha madrasta, eu a considero uma segunda mãe, porém suas filhas, Lana e Larissa, são insuportáveis. 

Me lembro até hoje de quando recebi a notícia da morte da minha mãe. 


         Flashback on

Estava indo para o hospital com o meu pai, ele tinha acabado de me buscar na minha tia, ele havia passado a noite no hospital com a minha mãe, e estávamos retornando para lá, meu pai estava quieto, mas eu, com minha esperança de criança de oito anos que não sabia nem o que era viver, não pensei que algo ruim houvesse acontecido. 

Quando chegamos encontramos o médico, eu já via ele a muito tempo e ele era muito legal comigo. Logo que o vi já perguntei:

– Tio, como tá a mamãe? 

Ele me olhou triste, se abaixou à minha altura e olhou para o meu pai, que estava atrás de mim, que provavelmente fez um sinal permitindo que o médico contasse. Após isso ele me falou:

– Meu amor, eu não queria ter que te dar essa notícia, mas sua mãe faleceu ontem à noite. 

Após ouvir aquilo eu fiquei em choque, eu tinha apenas oito anos de idade, por que aquilo tinha acontecido comigo? 

Senti meu pai me abraçar e comecei a chorar em seu ombro, eu já tinha ido em velórios, mas nunca me imaginei indo no da minha mãe.

Flashback off

Sai de meus devaneios com a voz irritante da Lana na minha orelha, é a mãe dessa menina sair de perto que ela deixa de ser santa.

– Vamos pra escola sua songamonga. – Após ouvir aquilo meu sangue ferveu, pode não ter sido tão ruim, mas eu já estava de saco cheio, mas me segurei.

– Antes songamonga do que vadia. – após falar aquilo meu pai teve a audácia de me repreender, dizendo que eu deveria respeitar minha irmã. Isso foi o suficiente para eu enfim explodir. 

– Olha Fernando, não é porque sou sua filha que estou sempre errada, parece que você é cego! – já percebia o olhar de fúria no meu pai, quando ele abriu a boca para falar o interrompi. – Você acha que essas duas são santas, mas elas não são quem você pensa, dê valor em quem realmente presta, ou uma hora você vai se arrepender. 

Ele não disse mais nada, apenas me olhou, pegou suas chaves e fez um sinal nos chamando para sair.

Entramos no carro, sentei no banco do passageiro, meu pai no do motorista e minhas queridas irmãs postiças no banco de trás. Meu pai nos levava pois a escola ficava no caminho do trabalho,  e Diana trabalhava em casa. 

A viagem foi um silêncio completo, só se podia ouvir algumas risadas das meninas no banco de trás. 

Minha vida é um pouco monótona, sou nerd mas não sofro bullying, afinal, eu não vivo num filme colegial clichê  americano. 

Estou no terceiro ano do ensino médio, sim, com dezoito anos já completos, quase dezenove, pois quando minha mãe faleceu eu não estudava para as provas, e acabei reprovando no terceiro ano do ensino fundamental. 

Meu pai estacionou na frente da escola, nos despedimos e sai do carro, passei pelo grande portão e me deparei com a mesma cena de sempre, vários adolescentes incultos e desinteressantes, que não estão nem aí pra nada e que infelizmente serão ensinados a ser gente pela vida.

Vi minhas falsas irmãs conversando com alguns meninos, até sei onde isso vai dar. 

Não sou nenhuma santa, mas ser do jeito que essa meninas são nem passa pela minha cabeça. 

Segui meu caminho para a sala de aula, entrei e estava vazia, me sentei na quarta carteira da fileira lateral, peguei meu celular e  meus fones, e esperei o início da aula. 

Era aula de química, eu gosto da matéria e da professora, que infelizmente tinha faltado, então tivemos aula com um professor chato que está apenas aguardando sua aposentadoria, não sei como aquele homem ainda está vivo. 

Tivemos três aulas com ele, mas as últimas duas aulas seriam vagas, pois estávamos em final de semestre, então fomos liberados, poderíamos ir embora ou ficar na escola, mas como eu moro do outro lado da cidade, não tenho uma carteira e muito menos um carro, decidi esperar meu pai me buscar. 

Todos estavam no pátio, mas eu fui pra biblioteca, meu lugar preferido, lá há paz, afinal, que adolescente bagunceiro vai se interessar por ler livros?  Sem adolescentes imaturos, sem barulho excessivo, sem barulho excessivo, paz no coração e amor pela vida. 

Passei pelos longos corredores, vendo gente se pegando, outros bagunçando, e alguns apenas conversando, então finalmente cheguei na biblioteca. 

Abri a porta e entrei, não havia ninguém ali. Perfeito. Eu apenas precisava de um lugar para refletir, gosto de ler mas estava cansada demais para ao menos virar uma página, pensei no que seria de mim quando sair da escola. O que vou cursar? Eu terei que começar a trabalhar? Será que meu pai vai continuar me sustentando? 

Uma série de dúvidas passou pela minha cabeça, então tive uma ideia.

Eu estava tão perdida que nem reparei no que estava em minha volta, mas uma hora ouvi alguém me chamar:

– Ei garota.  Na hora que "acordei" vi que era um menino, eu já havia o visto na escola, ele era do 3°C, tinha cabelos lisos castanhos, quase pretos, olhos também castanhos, era bem bonito. 

–  Qual o seu nome?  – Me perguntou logo depois que o cumprimentei. 

–  Meu nome é Kim Mc'Arter, mas me chame apenas de Kim - o respondi sorrindo. 

– Nossa, que nome legal, meu nome é sem graça, me chamo Bernardo Evans. – ele me respondeu também sorrindo, e que sorriso!  

– Seu nome também é legal, enfim, qual sua idade?  – Após aquilo começamos a conversar. 

Ficamos conversando até meu pai me buscar, ele era bem carismático, tudo estava indo muito bem, até chegarmos em casa, foi ali que o inferno começou. 

 


Notas Finais


Bem, por hoje foi isso, desculpa qualquer erro, espero que tenham gostado. ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...