1. Spirit Fanfics >
  2. Bullet From The Past >
  3. Seu passado está de volta?

História Bullet From The Past - Capítulo 3


Escrita por: , astrdream e sunghyu


Notas do Autor


oikkkkkk demoro muito pra atualizar né? desculpa, desculpa e desculpa. sério.

⚠️⚠️ primeiramente, gostaria de esclarecer umas coisas em relação à máfia caso não fique tão claro na escrita e pra que não haja dúvidas ou confusão que seria as posições dos membros, que são:

• Jaemin – obviamente ele é o chefe de toda essa organização.
• Jeno – ele realmente é advogado, mas trabalha apenas pro Jaemin. ele também é o conselheiro dele e um dos braços direitos.
• Mark – diretor executivo, um subchefe, ele faz com que todas as ordens do Na sejam perfeitamente concluídas.
• Donghyuck – gerente. ele é policial, um detetive, e comanda toda a equipe infiltrada na policia.
• Chenle – gerente. melhor hacker de todo lugar. comanda sua equipe que é totalmente ligada aos assuntos tecnológicos, claramente.
• Jisung – gerente também. ele cuida do treinamento e estado dos operários (aqueles que fazem o trabalho sujo, digamos assim)
• Outros personagens como Johnny e Yeji, são sicários (assassinos), por estarem há um bom tempo na máfia e por fazerem o trabalho muito bem, eles acabaram tendo suas próprias equipes. Mesmo assim, o Jisung tá acima deles, cuidando e supervisionando, afinal eles são operários.

playlist da fanfic: https://open.spotify.com/playlist/0A9a7VQ42TcJVOYEbF2ojr?si=-KIox47SS9mN3rpHu1SLdQ&utm_source=copy-link

acho que era isso kkkkk

boa leitura anjos, perdão se tiver algum erro!!!!

Capítulo 3 - Seu passado está de volta?


 O clima estava bastante agradável naquela manhã. O céu estava azulado, com algumas nuvens presentes e ainda que o sol estivesse aquecendo toda a cidade, a leve brisa passava em cada canto refrescando seu calor. Com isso, as plantas e flores que enfeitavam a entrada da residência Na, se mexiam em grande harmonia juntas as borboletas que voavam de flor em flor, dando um toque delicado ao ambiente.

Jeno acabara de estacionar seu carro na frente da grande casa e seu vasto jardim. O coreano sabia que por aquele horário a porta principal estaria aberta, já que o próprio Na ou seus jardineiros costumavam cuidar da beleza das flores por aquele horário, usando principalmente a porta de entrada.

— Beom? Não vai pro colégio hoje? – O mais velho disse após entrar e avistar Beomgyu na sala de estar mexendo em seu celular.

— Nono! – O cumprimentou. — Vou sim. É que eu não consegui acordar no horário e o despertador do meu pai não tocou.

O maior assentiu em concordância se sentando ao lado do garoto.

— Ei, Beom, eu sei o quão desconfortável pode ser conversar sobre certos assuntos com os próprios pais, por isso, se você quiser uma outra alternativa, sabe que pode contar com a gente né?

Mesmo deixando implícito, o pequeno sabia que ele falava sobre si e sobre seu namorado, Donghyuck. Desde que Beomgyu pegara intimidade e confiança pelo casal, eles viraram confidente um do outro. Os mais velhos sempre ajudavam o menor à ir em festas que os pais não deixavam, ajudavam a liberar os castigos quando tinha, ajudavam também a livrar ele de momentos constrangedores ou que ambos – pelas expressões do mais novo – sabiam que estava odiando estar ali. Verdadeiros heróis, diria.

— Valeu, padrinho – sorriu sentindo as mãos do Lee em seu cabelo os bagunçando como sempre fazia.

— Onde está o Nana?

— Provavelmente na cozinha.

— Certo – se levantou. — Tenha um bom dia e juízo, pirralho.

— Juízo é o meu nome do meio, sabia? – Acompanhou na brincadeira do tio que por vez apenas riu e seguiu a procura do Na.

Como disse o pequeno Huang, Jeno o encontrou na cozinha com uma xícara em mãos, – tendo quase certeza que seu conteúdo era café – ao mesmo tempo que lia um livro que repousava na mesa.

— O que faz aqui tão cedo? — Disse percebendo sua presença.

— Não viu as mensagens no seu celular? – Negou. — Precisamos conversar, Nana.

Pela expressão séria do Lee, ele sabia que o assunto seria relacionado a máfia, portanto, mudou rapidamente sua feição e postura.

— Quantas vezes preciso dizer que quero esses assuntos longe dessa casa?

— Eu sei disso, mas é realmente urgente!

— O que foi? De novo tentaram roubar outro container?

— Pior.

Jaemin ficou ainda mais tenso e preocupado com a última fala do mais velho. Respirando fundo, ele apenas tentou se preparar para o que estava prestes a saber e ter que lidar, porém, uma coisa que o Na aprendeu em todos esses anos neste trabalho é que você nunca vai estar totalmente preparado para o que está por vir.

Antes que Jeno prosseguisse com o que tinha pra falar, passos em direção a cozinha foram ouvidos fazendo com que ambos permanecessem calados por um momento.

— Jeno!

— Bom dia, Ren! – Saudou o amigo com um grande sorriso, como se nada tivesse acontecido anteriormente. — Você não deveria estar na delegacia há uma hora?

— O quê?! Uma hora?! – Se espantou olhando pro relógio e confirmando o horário. — Achei que estava atrasado só 30 minutos. Droga, Jaemin! Você deveria ter me acordado!

Renjun começou a pegar tudo o que precisava de uma forma ainda mais rápida, ele corria em busca das chaves do carro, de sua bolsa, celular e ainda tentava terminar de arrumar sua roupa e cabelo.

— Desculpa, amor, você estava dormindo tão fofinho que eu não tive coragem de te acordar. Sério, era a coisinha mais linda do mundo com aquele biquinho – sorriu diante a lembrança de seu marido descansando, por outro lado, o chinês o encarava seriamente.

— Enfia esse fofinho no cu, imbecil!

— Espera! E o meu beijo? – O mais novo se levantou ao perceber Huang saindo da cozinha.

— Não vai ter! – Gritou por causa da distância. — Tchau, Nono!

— Bom trabalho, Jun!

Ouviram a porta bater, enfim puderam voltar e tratar o assunto de antes.

— O que aconteceu?

— Invadiram um dos nossos armazéns nessa madrugada, não pegaram nada, mas...

— Fala logo, Jeno.

— Mataram todos que estavam lá.

O Na precisou de um momento pra analisar a situação, as feições e comportamentos do amigo em busca de mentira – mesmo sabendo que Jeno nunca mentiria pra si ou brincaria com algo tão sério – mas a única coisa que encontrou foi preocupação, tristeza e raiva.

— Como? – Sussurrou desacreditado.

— Um da equipe que estava de plantão nas filmagens hoje percebeu que as câmeras do galpão sete estava falhando. Tentaram fazer contato pra saber se estava tudo ok, porém não conseguiram. Mais tarde, restabeleceram a conexão, mas já era tarde. Todos estavam mortos.

— Vamos.

— Mark está lá agora junto a uma equipe, o Chenle e o pessoal dele estão tentando recuperar as imagens das câmeras.

Dito isso, o coreano dirigiu-se até sua garagem adentrando seu carro e partindo até o galpão do acontecimento. O Lee fez a mesma trajetória.

Chegando no destino, eles notaram a grande correria que se instalava no local, na realidade, não era surpresa alguma encontrar o lugar daquela forma. Alguns limpavam o chão ou qualquer marca que denunciava o que ocorrera horas mais cedo, outros guardavam os pertences em caixas para levar a outro galpão – já que a segurança deste estava arruinada e não permaneceriam mais ali –. Já haviam retirados os corpos e enviados aos contatos que tinham no necrotério da cidade.

Caminharam juntos até a sala de controle onde se encontrava o canadense, o chinês e mais dois homens, ambos sendo do grupo do antes citado. Os três estavam sentados a frente dos computadores e telas, tentando recuperar o que perderam. Mark esperava ansiosamente atrás do Zhong, observava os números e códigos nas telas, não entendia absolutamente nada sobre aquilo, por isso apenas aguardava as atualizações do mais novo.

— Conseguiram? – O Lee mais novo perguntou se posicionando ao lado do amigo e começou a observar as telas.

— Ainda não. Tem alguma coisa nos bloqueando o acesso – disse um dos meninos que estava sentado ao lado de Chenle.

— Lele, você é o melhor daqui, desbloqueia logo isso e recupera as filmagens!

— Não é tão simples assim, Jeno! Esse programa é totalmente diferente dos outros, tem alguma coisa errada e eu tô fazendo de tudo pra descobrir o que é e acabar logo com isso.

Jaemin suspirava olhando para o chão com o olhar perdido. Havia perdido alguns de seus homens e mesmo sabendo que não poderia ter previsto o acontecimento, sentia que tinha falhado com aqueles. Eles trabalhavam para o Na, mas isso de longe os impedia de terem uma boa relação. Ele gostava de ter uma boa relação com seus homens, os considerava parte de sua família, tinha cuidado e atenção.

Com o olhar ainda abaixado, o coreano percebera algo no canto da parede mais afastado. Ao se aproximar, viu que era uma bala de arma de fogo; mas aquele tipo de munição não era usada por seus homens, o que logo o fez pensar que seria a munição de quem atacou o local. Teve sua confirmação ao reparar no símbolo presente no estojo da munição. Uma marca única que por anos o assombrou.

Impossível.

Jaemin sentiu sua respiração falhar, seu coração acelerar e suas mãos começaram a tremer. Na sabia o que aquele símbolo significava e a quem pertencia, mas era totalmente impossível ser ele, por isso se sentiu confuso e todos aqueles sentimentos de anos atrás também vieram à tona. Ele apertou com toda sua força a bala em sua mão, tentando de alguma forma descontar todo seu ódio, tristeza e vingança.

— Sei quem fez isso.

Todos os presentes direcionaram o olhar confuso para o coreano e esperaram pela informação que tanto queriam. Porém, o que receberam foram ordens e mais mistério.

— De qualquer forma, Chenle, continue tentando recuperar as filmagens. Mark, quero que terminem de guardar as coisas e levem até o galpão três, marque uma reunião com todo mundo em uma hora.

— Mas, o Donghyuck – o mais velho foi interrompido.

— Todo mundo. Uma hora.

O Lee apenas concordou e se preparou pra dor de cabeça que teria ao aguentar o coreano puto por ter que inventar inúmeras desculpas para deixar seu trabalho.

Jeno, por outro lado, foi atrás do amigo ao perceber que o mesmo saiu da sala. Chamou por ele, contudo, nada adiantou para que ele parasse. Parou apenas quando já estava do lado de seu carro. Se o Lee já estava preocupado com a situação, quando viu a feição do Na, ficou ainda mais aflito.

— Jaemin! Que merda foi essa?!

— Estamos fodidos. Muito.

                             

                                [...]


— Isso não é tecnicamente impossível de acontecer?

— Bom, Jisung... Ninguém descobriu a fórmula mágica pra voltar dos mortes até agora, então sim, é impossível – Donghyuck respondeu o Park que o encarava com um semblante tedioso por causa de sua resposta.

— Por favor, gente, foco! – Mark chamou atenção dos mais novos. — Jaemin, tem total certeza de que você o matou?

— Está mesmo me perguntando isso? Você estava ao meu lado naquele dia, também o viu morrer, hyung!

— Então como ele invadiu o nosso galpão? Jaemin, isso não faz sentido! Ele está morto! – O canadense estava prestes a surtar.

— E se não for realmente o símbolo dele? Pode ser outra máfia com símbolos parecidos – o chinês expôs seu pensamento. Jisung concordou.

— É o símbolo dele. Eu nunca esqueceria a marca de quem matou os meus pais, Chenle. É exatamente igual – Jaemin o respondeu suspirando.

— E o pessoal dele?

— Depois da morte de Jeong Siwoo, eles venderam o que restaram e se dissiparam. Ninguém nunca mais ouviu falar deles – Jeno que apenas ouvia e pensava em teorias, falou.

— Família? – Zhong continuou.

— Ele era bem discreto em relação a isso, ninguém sabe sobre a família dele.

— Logo é improvável que tenha sido eles. Isso realmente não faz o menor sentido! – Exclamou Donghyuck.

— Por isso precisamos das filmagens! – Na disse. — E o mais rápido possível.

— Estamos quase conseguindo, Na – Chenle declarou após revisar a situação da recuperação das mesmas através de seu celular.

— E o que faremos agora? – Park questionou o líder.

— Quero que aumentem a segurança de todos os nossos estabelecimentos, de todos os lugares. Quero que todos estejam preparados pro que vier, entendido?

— Certo. Irei acelerar o treinamento dos novatos, então.

— Peça ajuda ao Johnny e Taeyong se precisar – Jisung concordou.

— Quer que avise os seu tios sobre tudo isso?

— Não, Mark. Não diga nada, nem se questionarem. Se precisarmos de ajuda, contatamos eles, mas por ora, não os incomode.

O canadense concordou e continuou pensando em toda aquela situação. Com apenas nove anos de idade, Na Jaemin havia perdido seus pais, foram assassinados em casa, enquanto o pequeno passeava com o Lee. A partir disto, o garoto começou a ser ensinado e treinado pelas pessoas de confiança de seus pais para crescer bem e se tornar um ótimo líder, assim como seu pai, e continuar todo aquele reinado de sua família.

Após a morte de ambos, Jaemin teve muito apoio da família e das pessoas ao seu redor. Mas, apesar de receber amor, cuidado e carinho; foi inevitável crescer sem querer entender o motivo daquele ato e querer os vingar. Em sua cabeça, seus pais só poderiam de fato descansar quando o culpado não estivesse mais entre os vivos. E foi com 18 anos, que o coreano matou aquele que acreditava ser o responsável e por fim assumiu a sua posição de direito.

— Conseguimos!

Chenle conseguiu toda a atenção pra si seguidamente de sua fala. Ele se encaminhou até os computadores da sala, acessando o sistema, enquanto os outros se aproximavam e se posicionaram como podiam para encarar as telas. Consequentemente a filmagem começou, viram o momento exato em que invadiram o galpão, destruíram o lugar e mataram todos. Nos minutos finais, um homem entrou no ângulos das câmeras, Jeong Siwoo.

— C-Como isso é possível? – Mark sussurrou.

— Vou fazer escaneamento facial agora – dito e feito. Em alguns minutos, Zhong obteve os dados principais do sujeito.

— Não é o Jeong Siwoo... – Começou Jeno quebrando o silêncio que se instalou no local, logo foi completado por Jaemin.

Eles sabiam que a partir daquele momento, as coisas iriam piorar, tudo iria piorar. Toda aquela rotina tranquila e monótona passaria a ser mais agitada, movida pelo medo do que poderia e vai vai acontecer, ansiedade, condenação, raiva e ódio.

Jeong Seojoon, irmão gêmeo do Siwoo.


Notas Finais


Eae bros, podem dizer o que estão achando, se tiverem alguma teoria ou crítica construtiva ok? juro que não mordo e que seria incrível conversar com vocês a respeito disso e até outras coisas!!!

enfim, obrigada de coração pelos favoritos, comentários e todo o apoio. já amo vocês e vocês estão no meu coração viu? obrigada por ler até aqui também!

link do trailer: https://youtu.be/AvM_A_t9s-E


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...