História Bullet Heart - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Jikook, Jimin!bottom, Jimin!nerd, Jiminnãoétrouxa, Jkmafia, Jkvaiterquesambar, Jungkook!top, Kookmin
Visualizações 30
Palavras 1.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Fugir pela janela


One

Jimin subia o morro com uma mochila azul bebê cheia de livros, fazia um calor de 39°c e seus vans estavam machucando seu calcanhar, “ser pobre é isso” o loiro pensou.

-JIMIN, OU, AQUI.- O garoto olhou para trás vendo sua amiga companheira de baile correndo o morro. Momo apoiou as mãos no joelho e respirou fundo pela correria que fez até o amigo.

-Você anda rápido, hein viado.

-O que aconteceu? Tenho que ir logo para casa, vovó me tira o coro se me ver aqui com você- Jimin tira a mochila nas costas e cruza os braços.

-Aquela velha me odeia, nojenta ela- A menina puxa o amigo para o canto da rua, disfarçando os olhares das velhas fofoqueiras que moravam ali.- você vai para o baile? Eu soube que o DJ Jack do morro vai fazer a festa, vai ter open bar.

-Nem sei, minha avó anda um pouco cismada conosco, vou ver se consigo ir, mas de qualquer forma, me encontra as onze na pracinha dos traficantes.

-jae, partiu mana- Jimin fez um toque com a garota ruiva e sorriu em despedida.

A vovó Park arrumava a casa enquanto seu menino não chegava, amava o neto, era o único da família já que sua filha burra se meteu com um traficante e acabou morrendo em uma guerra de facções. Só esperava que o neto não fosse pelo mesmo caminho, afinal, o dedo podre estava na família Park.

A senhora adentrou o quarto do adolescente, as paredes eram em azuis escuro, as luzes eram roxas, pois seu neto dizia ser mais confortável. Os olhos da senhora se arregalaram em pavor ao olhar a tomada que ficava presa entre a cama, essa que estava cheia de roupa.

-Cheguei vovó, a flor mais bela está de volta ao jardim- Jimin se jogou na cama ainda com o uniforme do colégio público e franziu a testa pela cara de espanto de sua avó que passou a ser de raiva.

-Moleque, eu já te falei para não deixar está porra ligada na tomada vinte e quatro horas, olha o tanto de roupa que tem encima dessa cama Jimin- a velha jogou as roupas no chão com raiva. Seu neto era um irresponsável.- a casa vai pegar fogo por tua causa, eu já te falei mil vezes para não deixar o carregador na tomada durante a noite, e olha esse tanto de roupa, está tudo encima da tomada, seu filho da puta, anda logo arrumar isso.

-Oh Deus, não vejo o motivo de tanto estresse.- a avó saiu do quarto do garoto gritando a quatro ventos que ele não lhe dava valor, enquanto o menino só fazia caretas e imitava a mais velha.

Eram por volta das 21 horas da noite quando pôde se ouvir barulhos de tiro na rua, Jimin estava sentado na janela que dava de frente para a casa de Momo.

-Vamos Jimin, vai ser legal! Pensa bem, vamos rebolar até o chão, beber umas cervejas, beijar uns boys.

-Pegar AIDS, você quer dizer? Os bailes são sempre a mesma coisa, nunca tem algo de novo, estou cansado já- o adolescente suspira em impaciência. Momo era uma ótima amiga para sair, porém, as ideias da menina já eram manjadas- eu vou estudar um pouco, tenho prova de física amanhã, daqui uns minutos te mando mensagem, esteja pronta!

-prova? Mas amanhã não é o ultimo dia de aula?

-sim, por isso tenho que estudar.

O loiro se despediu fechando a janela do quarto, olhou em volta do cômodo azul e suspirou, tinha muito conteúdo para estudar, mas, mais uma vez iria dar uns perdidos na responsabilidade, acariciou sua barriga inchadinha e sorriu, foi o melhor erro que havia cometido.

Jimin seguiu em direção suas roupas, pegou um short jeans que iam até suas coxas e uma blusa preta, era básico, e era assim que o adolescente se sentia confortável, diferente de momo que não podia ouvir a palavra festa que já corria colocar seu vestido vermelho sangue.

-Sabe no que eu estava pensando? - Momo deita a cabeça no ombro de Jimin que estava sentado no chão, o baile estava cheio, porém, nenhuma alma interessante.

-Em que?

- Por que você fala desse jeito? Parece tão culto, o que é uma ironia já que você mora no morro.- O loiro joga a cabeça para trás, rindo alto.

-Não sei, meu pai era um cara estranho, apesar de ter sido um bandido e não ter uma boa educação, me ensinou a falar desse jeito. É meio complexo.

-Lá vem você com essas palavras que não conheço, te odeio. Enfim, vamos embora? Esse lugar está mais morto que minha vó em dia de zumba.

-Eu achei que ela já estava morta- Jimin olhou confuso para a amiga.

-Ai meu deus...-a garota olhava boquiaberta para o canto do outro lado do local onde um homem estava cercado por amigos, em seus ombros, os fuzis podiam ser notados.- Jimin, não olha agora, aquele cara, o traficante dono das favelas, sabe qual é? - O loiro assentiu ainda sem entender- ele está te olhando com um sorrisinho muito sacana.

-Deus, vamos embora, momo! A última coisa que eu quero hoje, é me envolver com um criminoso.

- Então, eu acho que você vai ter que correr por que ele está vindo para cá!

Jimin prendeu a respiração em desespero, segurou a mão da amiga e correu para a saída do baile, mas a saída foi barrada por um segurança que seguia as ordens do dono do morro. Olhou em volta e seus olhos azuis claros se fixaram na janela que ficava perto do banheiro, iriam se machucar um pouco por conta do estado da janela, mas no momento isso não importava para o adolescente.

-Momo, de um a dez, o qual perto o cara está? - Temendo a resposta, o loiro respirou fundo tentando manter a calma. Sua mãe cometeu o erro de se apaixonar por um criminoso e seu maior medo era repetir seus atos, estava com medo de olhar o rosto do homem que o perseguia.

-Sete, Jimin anda logo, ele não parece muito feliz.

O loiro pegou a blusa que estava na cintura da amiga e colocou na janela para não machucar o joelho nos cacos de vidros.

-Anda logo, corre e não olha para trás, estarei bem atrás de você- momo assentiu e pulou, Jimin olhou por cima do ombro vendo o homem alto e musculoso, seus braços eram tatuados e sua expressão era dura, consequentemente, sexy. Seus olhos não conseguiam sair da tatuagem no pescoço do homem, como seria beijar aquele local? nunca tinha tentado.Foi com o chamado de momo que notou o que estava fazendo, o homem estava alguns passos de distância, em um grito mudo, Jimin segurou nas bordas da janela e pulou, caindo de bruços na areia.

-Park Jimin, você está condenado a seguir os passos de sua mãe! - Momo gritou no meio da rua deserta e riu alto.

 

 

 

 



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