História Bulletproof - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Espionagem, Jihope, Mistério, Namjin, Vkook, Yoonmin
Visualizações 6
Palavras 1.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Fox


Estava curioso em saber porque meus amigos escolheram esse codinome para mim. Depois da reunião eu guardei o convite na gaveta do meu quarto e pesquisei fox no google, logo trocando para yeou por conta dos inúmeros resultados relacionados aos estúdios da Fox. Acabei achando um site com vários fatos sobre raposas e comecei a ler, atento. Muitas informações sobre sua velocidade, o alcance de sua audição; fiquei entediado, mas a última frase que li da tela foi “raposas tendem a viver sozinhas”.

Parei para pensar no que aconteceria se eu estivesse largado no mundo sozinho, sem o meu grupo. É difícil de imaginar. Já era difícil de imaginar o pequeno Throne sozinho... Eu não queria pensar sobre isso, nada poderia tirar meu foco. Eu não queria sentir medo.

Procurei não me isolar. Saí do meu quarto e fui ver como os companheiros estavam lidando com os preparativos. Entrei pelo corredor e caminhei até a última sala onde percebi a presença de alguém que projetava sua sombra inquieta. Era Winter inspecionando calmamente seus rifles na sala de armas, talvez em dúvida em qual levar.

– Winty... – falei com uma foz fofa, ele me olhou com o cenho franzido.

– Que? – Balançou a cabeça com um sorriso lateral que se desmanchou bem rápido.

– Tá escolhendo uma, é?

– Sim. Quer alguma coisa?

– Meu cinto, uma Glock e meu conjunto de facas – Falei, lembrando que precisava começar a ajeitar tudo para levar para Los Angeles. Winter apontou para o canto da sala onde havia uma mesa com várias malas em cima, uma delas era a que eu precisava. Na parede, uma tela com várias pistolas, peguei a Glock. – Sabe, Wintie, tenho medo desse plano nosso.

– Como assim? – Disse ele, sem trocar contato visual e ainda analisando os longos canos dos snipers. Ele devia sair assim que possível com Blue para Maryland. Felizmente, Winter era sério e concentrado o suficiente para não se deixar abalar pelas minhas dúvidas.

– Não gosto dessa história de dividir a gente nas missões.

– Mas são duas missões. – Ele respondeu. – É a primeira vez que temos duas emergências ao mesmo tempo.

– É verdade. Enfim, gostaria de ir para essa festa com você para me dar cobertura dos telhados.

– White e Goldrick vão estar lá para te dar cobertura – falou. Winter sempre tem uma resposta.

Mas não nos telhados.

Peguei minha mala com as facas e a pistola e voltei para o quanto, deixando tudo sobre a minha cama. Parei brevemente, ainda não era hora de arrumar tudo. Passei no quarto do Blue e vi ele de costas, sem camisa e cabisbaixo. Me aproximei, cuidando para não fazer barulho e estendi minhas mãos para fazer cocegas em sua cintura. Blue deu um pulo.

– FOX! Filhodamãe. – Exclamou antes de soltar uma risada que também não durou muito. – Vai se preparar pra festa, vai.

– Ainda não!

– Veio fazer o que então? – Blue tentava não rir do bico que eu fiz.

– Vim te animar um pouco, você tá bem?

– O Throne sumiu, Fi. – Desmanchei o bico, eu não conseguia mais levantar ninguém por causa daquilo. Mas a verdade era que nem mesmo eu suportava pensar. – Mas eu tô indo buscar ele.

– É assim que se fala – respondi. Baguncei o cabelo acinzentado dele e saí do quarto – QUEBRE O PESCOÇO DELES NO TEU ABDOMEN.

– CALA A BOCA! – E riu.

Cheguei na sala de reunião e me deparei com White e Loveridge responsavelmente repassando todos os detalhes da planta da festa e as informações das pessoas que compareceriam. Sentei-me à mesa com eles dois. Loveridge ouvia atento com os lábios entreabertos enquanto White falava sobre o histórico de Nathan Laing.

– Ele é um homem bastante desconfiado, e com motivos... Então você tem que demonstrar confiança acima de tudo.

– Mas o que exatamente eu preciso falar pra ele? – Indagou Loveridge, tentando esconder seu nervosismo.

– O que você achar que vai seduzir ele.

– O que?

– Eu e o Goldrick trabalhamos numa máscara para você. E o alterador de voz está reparado.

Loveridge continuava com a boca entreaberta, como se estivesse prestes a argumentar contra aquele método, mas acabou respirando fundo. White continuou a falar.

– Você já fez isso antes, e deu tudo certo. Vai dar tudo certo amanhã. Infelizmente foi o único ponto fraco nele que a gente conseguiu ter ciência.

– ... Acaba sendo um ponto fraco bem conveniente – me intrometi.

Loveridge me olhou com falsa cara de desgosto, e, dois segundos depois, riu.

– Que seja. Desde que o White cozinhe pra mim se eu conseguir – concluiu ele, finalmente.

 

Los Angeles, Califórnia.

No dia seguinte, desembarcamos de helicóptero e alugamos uma Dodge Journey blindada muito bonita para comparecermos à tal festa. Eu, Goldrick e White equipamos o carro de sete lugares com monitores, radares e microfones; foi quando me distanciei do carro para me vestir como mordomo enquanto Loveridge colocava a peruca castanha no lugar.

– Odeio ter que fazer essa arrumação toda.

– Imagino...

– Mas estou mais calmo agora por causa do cheiro.

– Cheiro?

– Cheiro de mulher. Eu sintetizei um perfume com estrógeno, foi assim que consegui enganar o idiota da outra vez. – Ele disse com naturalidade enquanto eu estava em choque – ajuda os outros homens a não repararem muito nos meus ombros.

– Tenho certeza que serve pra um pouco mais do que só isso.

Loveridge chutou a minha canela por baixo da mesa. Depois de rir, suspirei e disse:

– Vai dar certo.

O carro ficou pronto e nós também. White e Goldrick se vestiram com trajes formais para caso de emergência em que precisassem entrar no prédio. Nós estacionamos dois quarteirões do dito local da festa para onde o carro voltaria a estacionar depois da nossa entrada; precisávamos primeiro repassar todo o plano: White nos deu várias bolinhas magnéticas que eram, na verdade, microcâmeras que nós espalharíamos pelo salão de festas; instalamos os pontos eletrônicos e depois estávamos prontos para sair.

Goldrick ficaria monitorando os relatórios da missão de Blue e Winter, então não poderíamos falar muito com ele durante a missão. O jovem Goldrick passou o dia tão calado e de mal humor que eu comecei a rezar para que ambas as execuções funcionassem como planejado.

– Goldie – falei, antes de sair do carro – foco no jogo. Obrigado por me convidar.

Bati com o convite na bochecha dele. Loveridge colocou sua máscara feminina, passou o perfume que ele mesmo fez e finalmente saímos do carro, tomando caminhos diferentes. Ele de vestido lilás com pedraria, entrou pela porta da frente e eu, vestido de mordomo, usei o convite para entrar pela área dos funcionários.

A noite acabara de começar.


Notas Finais


(ainda sem programação para a publicação de novos capítulos)
Oiii,
Só pra esclarecer que não estou usando os nomes reais deles de proposito, tá? Quero que a partir da leitura, você vá descobrindo quem é quem.
Não sei pq, só gostei da ideia.
Comentários são bem vindos, galera! Beijos :3


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