História Bulletproof heart - Capítulo 4


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Categorias Frank Iero, Gerard Way, My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way
Tags Frank Iero, Frerard, Gerard Way, My Chemical Romance
Visualizações 19
Palavras 1.930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii amores. Não tenho o que falar para vocês hoje kkk
Obrigada a que favoritou e comentou a fic. <3
Desculpa se tiver algum erro.
Boa leitura, até la em baixo. BJOOSS!

Capítulo 4 - Capitulo 4 Gerard


Fanfic / Fanfiction Bulletproof heart - Capítulo 4 - Capitulo 4 Gerard

Estava deitado no sofá, Frank estava deitado em cima de mim dormindo. Fiquei um tempo observando-o. 

 

** ON PENSAMENTOS **

Ele ficava tão fofo dormindo, o rosto bem definido que de tão perfeito parecia que tinha até sido desenhado, o piercing no canto da boca e o outro no nariz, esse cabelo. Ele é perfeito! Um dia quero ter ele para mim. Espero que esse dia seja logo. Mas vamos com calma, nos conhecemos a acho que uns quatro dias.

** OFF PENSAMENTOS **

 

Saio dos meus pensamentos ao sentir Frank se mexendo, ele abre os olhos e da um sorriso.

- Finalmente acordou pequeno. – falo dando um sorriso.

- Quanto tempo eu dormi gee? – ele fala com a voz um tanto rouca e baixa. E admito que a cena do Frank acordando era a coisa mais fofa do mundo.

- Não sei Frankie, só sei que o filme já acabou. – olho para a TV e depois volto a olhar para ele.

Ele se levanta devagar e um tanto desnorteado ainda e pega seu celular que estava na mesa. Eu continuo deitado o observando.

- já são dez horas, preciso ir para casa. – Ele fala se sentando no sofá para por o tênis.

- Tudo bem, eu levo você. – me levanto e vou pegar minha blusa.

 

Fomos ate a garagem e Frank estava indo em direção ao carro que eu costumava usar.

- Frankie, não vamos nesse carro. Esqueceu que te prometi uma volta com um dos outros carros? Escolhe um.

Ele apontou para a Ferrari, e não sei por qual motivo suas bochechas tomaram um tom rosado, quando percebi deixei escapar um sorriso, o que o fez corar mais ainda. Peguei a chave que estava pendurada e fui ate o lado do passageiro abrir a porta para ele.

Saímos da garagem e fomos em direção contraria da casa dele.

-Gee, onde estamos indo? Não ia me levar ate em casa? 

- Tem como avisar sua mãe que vai chegar em casa um pouco mais tarde?

- Ok, mas aonde vamos?

- Vou te levar para jantar.

Vejo ele pegando o celular e ligando para sua mãe. Em pouco tempo ele desliga com um sorriso no rosto.

- Ela falou que tudo bem, mas que não é para chegar em casa quando já estiver amanhecendo.

- Tudo bem, Imaginei que ela fosse falar para você voltar ate meia noite e dar aquele sermão que toda mãe dá. Perguntar aonde vai, com quem esta, o que vai fazer.

- Minha mãe e bem de boas com essas coisas, ainda mais que nos mudamos á pouco tempo então ela acha bom que eu faça amigos. – ele fala dando um sorriso e depois mordendo o piercing no canto de sua boca. E essa é uma cena que fode com o meu psicológico!

- Entendi. - Falo acelerando mais o carro. – Vou um pouco mais rápido, quero chegar logo. To com fome! – Falo dando risada. Ate que escuto uma musica que eu amo tocando no radio, aumento o som, eu e Frank começamos a cantar que nem idiotas. E vou ter que admitir que a voz dele era perfeita.

 

15 minutos depois:

- Chegamos Frankie. – vejo que ele está olhando para fora animado, como uma criança chegando em um parque de diversões. (Não seria ma idéia. Vou levá-lo em um parque de diversões amanhã, já que é sábado, ele com certeza vai estar livre.)

Entramos no restaurante e nos sentamos em uma mesa no andar de cima, que tinha uma vista para uma boa parte da cidade. Pegamos os cardápios e vi Frank fazendo caretas a cada linha que lia

- Gee, esse lugar só tem coisas caras. – ele fala se aproximando de mim e sussurrando as palavras.

- Tudo bem pequeno, pode pedir o que quiser. – Falo isso mas já sabendo que ele iria comer o menos possível para a conta não sair tão cara.

- Tudo bem. – Ele diz em um tom um tanto apreensivo

Fazemos os pedidos e em poucos minutos a comida chegou. Comemos, e ficamos um bom tempo conversando, pedimos sobremesa e adivinha? Torta de limão de novo. Me perguntei mais de uma vez como Frank não cansa de comer torta de limão, pois ele havia comido uns quatro pedaços na minha casa.

Passei um tempo observando-o comer e cheguei a conclusão de que Frank Iero conseguia ser fofo o tempo todo!

***

 

Saímos do restaurante e fomos ate o carro, percebi que já eram quase meia noite.

- O que quer fazer agora Frankie?

- Não sei. Eu não conheço a cidade direito, então não faço idéia do que poderíamos fazer.

- Quer ir em algum bar ou algo do tipo?

- Acho que não gee, que tal voltarmos para sua casa e vermos outro filme ou jogar?

- Tudo bem. Então vamos. – Falo dando um sorriso e ligando o carro.

O radio estava desligado, pude ouvir Frank cantando num tom quase inaudível uma musica que eu nunca havia escutado antes.

 

“These are the eyes and the lives of the taken

These are their hearts but their hearts don’t beat like ours

They burn, cause they are all afraid, for everyone of us

There’s an army of them, but you’ll never fight alone

Cause I wanted you to know

That the world is ugly, but you’re beautiful to me

Well are you thinking of me, now?”

 

Após um tempo que Frank estava cantando resolvi o interromper.

- Você canta bem pequeno.

- Nossa! Não percebi que estava cantando alto demais. Mas obrigado. – Ele da um rápido sorriso.

- Qual o nome dessa musica? Gostei dela.

- Bom, ela não tem nome. – ele fala me deixando um pouco confuso. – Fui eu que compus essa musica, mas ainda não terminei e não sei nem o nome.

- Entendi. Você precisa terminar ela. Poderia fazer muito sucesso, a letra e boa.

- Algum dia quem sabe termino ela. Mas não imagino nem que algum dia ela saia do papel, muito menos fazer sucesso.

- Meu pai sempre dizia: “Sonhe, acredite nos seus sonhos e faça-os acontecer. Foi assim que cheguei onde estou hoje.” Então pequeno, você pode sim fazer essa musica sair do papel e estar tocando em todos os lugares. E isso só depende de você. – Dou um sorriso e acabo me lembrando da imagem de meu pai me falando essa frase. Mas logo me desvio dessa lembrança, não gosto de pensar muito nisso.

- Faz sentido gee.

***

 

Chegamos em casa, entro com o carro no grande quintal e paro ele a frente da porta de entrada. Pois teria que sair para levar Frankie daqui a pouco.

Entramos em casa e fomos direto para o meu quarto. Me deitei na minha cama e Frank se sentou na beirada. Percebi que ele estava fitando o chão, e aquele silencio que tomou o ambiente estava me fazendo voltar para meus pensamentos sobre como Frank Iero era perfeito. Começo a observá-lo e me da uma vontade de beijar sua boca novamente. Puxo-o por traz fazendo com que ele caísse deitado em minha cama. Subo em cima dele e selo nossos lábios, começamos com um beijo lento, nossas línguas brincavam, cada vez mais íamos aumentando a intensidade. O beijo de Frank era doce, delicado e envolvente, me fazia querer cada vez mais. Comecei a sentir um incomodo dentro da minha calça e na de Frank imagino que não estivesse muito diferente. 

Começo a depositar beijos pelo rosto de Frank trilhando um caminho até o pescoço onde deixei dois chupões, sentamos na cama e tirei sua camisa, percebi que haviam algumas tatuagens fora as que já tinha visto no braço e no pescoço. Deixei mais alguns chupões em seu peito e barriga, trilhei mais um caminho de beijos ate o cós de sua calça.

Paro o que estou fazendo quando ouço o celular de Frank vibrar em cima da mesa. Saio de cima dele e ele se levanta rapidamente.

- Droga! Deve ser minha mãe. – Ele me da um Celinho e vai em direção ao celular 

“Oi mãe...nossa, eu também esqueci...tudo bem mãe, não precisa se desculpar...você ainda não está em casa?...mas porque seu chefe mandou você ficar ai ate tão tarde?...entendi...daqui a pouco estou em casa...te amo”

- O que foi Frankie?

- Desculpa gee, preciso ir para casa. Amanhã é aniversario de uma amiga da minha mãe e prometi para ela que ajudaria ela a arrumar as coisas quando ela chegasse em casa. Ela quer fazer uma festa surpresa e vai ser na minha casa. – Ele fala com um olhar um tanto desanimado.

- Ah, tudo bem. Então eu te levo ate sua casa. Amanha então você não vai estar livre né?- falo me levantando da cama.

- Na verdade vou, não sou de me enturmar com as amigas da minha mãe. Então ate ia perguntar se podia vir para cá passar o dia aqui.

- Claro que pode. Vou te levar para sair amanhã ok?

- Serio gee? Para onde vamos? – ele fala pegando sua camisa do chão e em seguida colocando-a

- Surpresa. Só vai descobrir amanhã.

- Aaaa! Okay né.

 

No curto caminho para casa dele fomos conversando sobre assuntos aleatórios. Porem um tanto mais desanimados, estávamos cansados embora tivéssemos dormido um pouco.

- Chegamos. – olho para ele e ele faz um bico tão fofo mas estava com um olhar como quem não estava nada feliz em ter que voltar para casa.

- Bom gee, ate amanhã. – Ele fala e em seguida me da um Celinho um tanto demorado. Ele abre a porta do carro saindo do mesmo.

- Ate amanhã pequeno. – Dou um sorriso e vejo ele se afastando cada vez mais do carro ate chegar na porta de casa. Vejo a mãe dele na janela, aceno para ela e ela sorri acenando de volta.

 

** POV FRANK ON **

Entro em casa e vejo minha mãe acenando para Gerard pela janela da sala.

- Então filho, esse é seu namorado? Ele tem um belo carro! Arrumou um homem bem sucedido e aparentemente muito legal! Que orgulho! – ela fala dando um sorriso enorme e me abraçando

- Não mãe. Ainda não estamos namorando. Realmente é um belo carro, e sim ele e muito legal e fofo. Mas mãe, você sabe que não sou do tipo que se interessa no dinheiro da pessoa né. – dou um sorriso.

- Eu sei. Ele é bem bonito. Porque não chama ele para vir aqui em casa?

- Calma mãe, e muito cedo para vocês se conhecerem. É o que eu disse, ainda não namoramos.

- Ah, tudo bem filho. Mas quero conhecer ele viu. – ela fala indo para a cozinha e me arrastando junto. Ela para em frente ao balcão e olha para mim. – Vocês já transaram? – ela da um sorriso um tanto malicioso

- Não mãe! Que isso! Ta doida? – começo a rir

- Não e o que essas duas marcas no seu pescoço dizem Frank. – ela sorri mais ainda.

- Bom mãe, vou ser sincero, nos quase transamos. Quando ia realmente rolar algo você ligou. – Falo sentindo minhas bochechas esquentarem

- Desculpa, eu não sabia. – Ela fala colocando a mão no rosto

-Tudo bem mãe, ainda vão ter outras vezes. Pode ter certeza. – Dou um sorriso malicioso. Que acaba nos fazendo rir.

- Bom, vamos começar a arrumar as coisas. Já é muito tarde e eu estou cansada, então vamos fazer isso logo.

- Okay, também estou cansado. – pego uma bexiga rosa e começo a encher, enquanto ela pega as coisas para fazer o bolo.

** POV FRANK OFF **


Notas Finais


O que acharam do capitulo? Eu sinceramente amei! Sera q no próximo rola alguma coisa?
Espero que estejam gostando.
Bom, até semana que vem. Amo vcs! <3


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