História Bully Girl lover - Capítulo 17


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Categorias Citrus, Yuri!!! on Ice, Yuru Yuri
Tags Bullying, Citrus, Colegial, Romance, Vingança, Yuri
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Palavras 3.157
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, LGBT, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Isso aí gente, dois capítulos no mesmo ano, agr ninguém mais pode reclamar q eu demoro pra postar e... tá, parey k. Boa leitura ^^

Um aviso antes, gente, nesse cap tem cena +18, então né... a própria fic é +18, mas só queria avisar antes, pq vai q sei lá, alguém não curti k, enfim... Espero q gostem ^^

Capítulo 17 - Capítulo 17 (OVA)


*20 anos atrás*

-Teremos que estudar em dobro se quisermos tirar uma boa nota na próxima prova. (Argumentou uma de minhas amigas, ainda inconformada com sua nota, não muito boa, que tirou no último teste).

-Fale por você mesma, mesmo que eu tire 0 semana que vem, já tenho pontos suficientes para passar de período, acho que mereço uma folga então. (Respondi, em tom de brincadeira, enquanto descíamos as escadas da entrada de uma universidade).

-Por que não adia um pouquinho a sua “folga” pra me ensinar a matéria? Estou precisando, e muito. (Perguntou minha outra amiga, num misto de ironia e tristeza intencionais).

-Desculpe amiga, já me fizeram essa proposta antes, e eu aceitei, mas não se preocupe, vou te emprestar meu caderno e você pode estudar por ele, o conteúdo de todas as aulas estão lá, tudo bem organizado e fácil de entender. (Respondi, já abrindo a minha bolsa e retirando dela um caderno grosso, de capa rosa, com inúmeras folhas para fora de sua borda, e o entregando nas mãos da minha colega).

-Ah, qual é Darla?! Vai ensinar quem dessa vez?! (Perguntou ela, momentos depois de receber meu caderno).

-Vou estudar com o Leslie. (Disse as duas, ambas me encararam de forma estranha). O que foi gente?! (Perguntei, nitidamente espantada com a reação delas).

Paramos de andar e conversar no exato momento em que vimos Leslie e mais um grupo de meninos, ao longe, todos encostados num conversível vermelho. Os garotos logo perceberam que nos três estávamos os espiando e acenaram para nós.

:Fala a verdade, vocês vão tr*nsar o dia inteiro, não é? (Perguntou uma de minhas amigas, em tom de piada).

Pedi para ela abrir o caderno que lhe emprestei, a mesma o fez e eu a mostrei o quão “cheio” de estudos, anotações e exercícios ele estava.

-Se eu dormisse com cada pessoa que me pedisse ajuda, esse caderno estaria vazio e você em sérios apuros. (Disse a ela, piscando um dos olhos e lhe mostrando um cínico sorriso).

-Não sei não, ele não parece o tipo de cara que se importa em tirar boas notas pra passar de semestre. (Falou uma das minhas amigas).

-E o que tem? Talvez ele esteja tentando mudar, eu me sentiria muito mal se não o ajudasse com isso. Olha, só me dá uma chance... agora eu já vou indo, bons estudos meninas! (Disse a elas, enquanto partia em direção ao grupinho).

-Isso tem cara de armação... (Disse uma das meninas, a que estava a minha esquerda com o meu caderno em mãos).

-Acho que não, a Darla não é esse tipo de garota. (Respondeu a da direita, dando ombros logo depois, se despedindo de sua amiga e caminhando em outra direção).

*15 minutos depois*

Leslie me deitou na cama e retribuiu a gentileza que eu lhe fiz, nunca havia recebido um sexo oral tão bom antes. Ficamos daquele jeito por cerca de cinco minutos, com sua cabeça entre minhas pernas e sua mão agarrando um de meus seios. Ainda estávamos nas preliminares, todavia, se parássemos ali mesmo eu já me daria por satisfeita. Leslie se levantou e debruçou em cima de mim, beijando-me intensamente. Sentia seu membro forçar cada vez mais contra minha intimidade, e quando menos me dei conta ele já havia penetrado alguns centímetros em mim. Foi com bastante hesitação que pedi um tempo, apenas para lembrá-lo de colocar o preservativo, culpei-me por não ter dito aquilo antes e “estragado” o momento. Leslie se levantou, novamente, e enquanto o mesmo abria o pacotinho quadrangular, eu aproveitei para tocar em seu membro, fazendo nele os típicos movimentos da masturbação. Após se “vestir” ele me deitou novamente na cama e abriu minhas pernas, introduzindo dois dedos, o indicador e médio, na minha genitália. Fui ao céu com aquilo, a sua mão, que antes apalpava meu seio, subiu pelo meu pescoço e parou na minha bochecha/maxilar. Pela visão periférica notei a palma da mão de Leslie se afastando de minha face e segundos depois indo de encontro a ela. De início avia levado um pequeno susto com “carinhoso” tapa, contudo aquilo que me fez ficar vermelha de excitação. Depois de algumas outras batidinhas e xingamentos, Leslie desceu até perto de meu rosto e sussurrou em meu ouvido: “Gosto do jeito que você esconde quem realmente é por trás daquele perfil tão inocente na faculdade”. O encarei profundamente nos olhos e sorri para ele enquanto mordia o beiço inferior. Ele tirou os dois dedos de minha intimidade e os colocou em minha boca e, com muito prazer, simulei o que havia feito em seu membro a momentos atrás. Leslie posicionou sua pélvis em frente a minha e, vagarosamente introduziu seu “brinquedo” em mim. Como não era a minha primeira vez fazendo aquilo, não tive tanta insegurança, apenas aproveitei e deixei entrar. Iniciaram-se os movimentos de vai e vem, numa velocidade e força que cresciam conforme o nosso libido aumentava. Nossas temperaturas começaram a subir e ambos estávamos gemendo, eu, particularmente, mais vezes, uma enorme excitação tomava controle de meu corpo. Comecei a rebolar para acompanhar os movimentos de Leslie e ajudar a dar mais prazer para nós dois. Experimentamos mais outras 4 posições diferentes até que o nosso momento chegasse ao ápice e acabasse. Estava “de quatro” quando Leslie tirou seu membro de mim e o pôs em meio aos meus glúteos. Senti seu líquido quente se espalhar por de trás de mim e escorrer por minhas coxas, aquilo foi tão excitante que eu não tive reação alguma se não deitar o rosto na cama e empinar o bumbum para ele. Antes de sair de cima de mim, Leslie me deu outros dois “tapinhas” ali. Fomos para o banheiro nos limparmos e ali começamos o “segundo round”.

*Duas semanas depois*

Estava sentada na cama, completamente agasalhada, com um balde nas mãos e lendo os inúmeros remédios que minha mãe deixou na cômoda ao lado. Estava enjoada, com dor de cabeça e sendo “apedrejada” pelas intensas cólicas e náuseas. Mal tinha amanhecido e eu já havia vomitado quatro vezes, por isso tinha como meu “melhor amigo” o balde verde limão em minhas mãos. A situação parecia desesperadora, todavia, o que mais me assustava era o fato de que minha menstruação havia atrasado. Fingi para meus pais que tudo aquilo não passava de uma infecção, sendo assim, quando aparentei “melhorar” voltei a ir para faculdade. Dois dias se passaram e meus “sintomas” não sumiam, somente pioravam. Resolvi ir junto com minha melhor amiga, Martha, em uma clínica e fazer um teste de gravidez, apenas para provar de forma material o que eu já desconfiava. Foi um banho de água fria quando vi o sinal de “mais” no palitinho que usei. Fiz Martha jurar que aquilo ficaria somente entre nós e, com muita dificuldade, pus um sorriso no rosto e tentei continuar minha vida normalmente. Meus seios cresciam cada vez mais, e era questão de tempo até minha barriga começar a crescer também, uma hora ou outra todos ficariam sabendo. Contei para Leslie e ele reagiu igual a mim. Nossa preocupação aumentava cada vez mais com o passar do tempo. Logo a fofoca se espalhou pela faculdade e várias pessoas, a maioria religiosos e outros pais, ameaçavam contar tudo para minha família sobre minha gravidez, afim de evitar que eu fizesse alguma besteira ou tentasse abortar. O que mais me decepcionou foi eles pensarem tantas coisas cruéis de mim, mesmo me conhecendo a anos. O desprezo vindo de toda aquela gente acabava comigo, perdi inúmeras amizades e contatos e pude contar nos dedos as únicas pessoas que ficaram para me apoiar. Por um lado eu achei aquilo bom, pois a vida havia mostrado a mim os meus verdadeiros amigos. Fiquei mais tranquila quando Martha revelou estar grávida também, a diferença era que ela, junto de seu namorado e família, haviam planejado aquilo, mesmo assim estava feliz por não estar mais “sozinha”. Ver como as coisas fluíram para Martha me incentivou a contar para meus pais o que de fato estava acontecendo. Leslie também fez a mesma coisa e, naquele mesmo dia nossas famílias juraram apoio incondicional uma a outra.

*2 meses depois*

Leslie abandonou a faculdade e dedicou-se totalmente ao trabalho. Eu, por outro lado, apenas a tranquei, e quando não estava devotando grande parte do meu tempo em cuidados com a minha saúde, check-up em vários hospitais ou “aprendendo” a ser mãe, ficava estudando em casa, no meu próprio quarto, assim consegui “acompanhar” toda a matéria dada na universidade e mais, continuei ajudando meus poucos amigos com suas dúvidas e deficiências em certas matérias.

*6 meses e 14 dias depois*

Fui levada as pressas para o hospital depois que entrei em trabalho de parto. O parto de David foi complicado, bastante complicado. Depois de 23 horas de pura “luta” o ambiente ficou em uma relaxante calmaria. David já não chorava mais, diferente de mim, que estava soluçando de felicidade em vê-lo descansar em meus braços. Leslie estava sentado na cadeira ao lado de mim, ele apenas sorria enquanto encarava nosso mais novo membro da família. “Ele está tão calmo, será um grande rapaz quando crescer” , disse ele, enquanto beijava-me na testa e voltava para cadeira, quase desmaiando de sono.

*2 anos depois*

A vida estava caminhando perfeitamente. O apoio da minha família e da de Leslie foi fundamental para “estabilizarmos” as coisas, sem falar do quão duro Leslie estava ralando para manter tudo agradável a nós dois, sentia nada mais que um grande orgulho dele. David também ajudava bastante, ele era muito quieto, quase nunca chorava e demonstrava uma inteligência um pouquinho fora do normal. Nós três já tínhamos casa própria, eu continuava estudando e estava prestes a terminar meu curso, Leslie possuía dois empregos estáveis e se especializou em algumas outras carreiras, como ele tinha uma alta patente no exército, foi fácil de conseguir isso. Martha e eu nos encontrávamos bastante, ela havia dado a luz a uma adorável garota chamada Trish, desde muito jovem nós fizemos nossos filhos se tornarem amigos. Eu também fui a primeira pessoa a saber que Trish teria uma irmãzinha, Jéssica. Aquilo, por algum motivo, ficou ecoando na minha cabeça e eu decidi que também queria que David tivesse alguém para apoiá-lo quando estivesse adulto. Como não estávamos passando dificuldade, tudo estava sobre controle e podíamos sustentar mais um membro na família, resolvi conversar com Leslie e, como havia imaginado, ele adorou a ideia. Alguns dias depois, quando David foi passar um tempo com a avó, e eu e Leslie tínhamos a casa toda para nós, resolvemos pôr nossa “operação” em prática.

*1 mês depois*

O teste de gravidez deu positivo, as dores de cabeça, náuseas e vômitos valeram a pena em comparação a felicidade que eu sentia. Estava ansiosa para saber o sexo do bebê e, independente de qual fosse, seria amado incondicionalmente. Assim como aconteceu com David, eu e Leslie ficamos horas decidindo qual seria o nome da criança. Se fosse menino se chamaria Steven, e se fosse menina se chamaria Stacy, nomes estes notavelmente parecidos em suas respectivas pronúncias, digamos que, estávamos “apaixonados” pelo som do “ST”. Passou-se outro mês até que pudéssemos fazer um exame para descobrir o sexo do bebê. Todos comemoraram quando revelamos que uma menina seria a mais nova integrante da família. Por um lado eu amei poder vivenciar novamente a beleza da maternidade, dessa vez sendo mãe de uma menina que, quando crescesse, poderia encontrar em mim uma “figura inspiradora” e vice versa, e por outro lado, fiquei “triste” por David não ter alguém que pudesse experimentar, de forma mais intensa, uma juventude igual a dele. Leslie, vendo a minha preocupação, prometeu a mim ser o pai e “irmão mais velho” de nosso filho, enquanto eu teria o mesmo papel para com Stacy.

*7 meses depois*

Alguém lá em cima ouviu minhas orações, o parto de Stacy foi rápido e tranquilo, ironicamente ela estava dando mais trabalho para médicos “fora de mim” do que quando ainda estava para nascer. Devido a sua grande agitação ela teve que ficar algumas horas sob supervisão do hospital. “Essa aí gostou mesmo de nascer”, sussurrou um dos médicos, para mim, numa tentativa de me tranquilizar. Assim que Stacy se acalmou ela foi entregue em meus braços, começamos a chorar juntas mais uma vez, eu não parava de sorrir enquanto a encarava.

-Ela tem os seus olhos... o seu nariz também, a sua boca, as orelhas... tem certeza de que fizemos amor mesmo? Tô começando a achar que você fez mitose e não me falou. (Disse Leslie, fazendo-a rir).

-Que nada, ela é a cara do pai... (Respondi a ele, antes de deitar a cabeça no travesseiro e “desmaiar” de sono).

*9 anos depois*

Era um domingo manhã, estava deitada na cama, ao lado de Leslie, ambos assistíamos um filme quando, repentinamente, David entrou chorando no quarto. Stacy e ele haviam se desentendido e a mais nova partiu para cima do irmão. Stacy entrou no quarto, logo em seguida, e ameaçou cortar o cabelo de David quando o mesmo estivesse dormindo. O menino começou a chorar enquanto agarrava-se no meu colo, Leslie riu um pouco da situação, parabenizando Stacy pela coragem e audácia e, ao mesmo tempo, a repreendendo. Mais tarde, naquele mesmo dia, discuti feio com ele sobre o “incentivo” que o mesmo deu a filha.

-Ela tem um temperamento forte, você sabe disso, e não deve ficar incentivando esse tipo de comportamento! (Exclamei para Leslie, enquanto o mesmo cruzava os braços e revirava os olhos).

-Rhum! Eu vejo potencial aonde você vê um problema... quer mesmo que a nossa filha passe a infância inteira dopada?! Escondendo quem realmente é, só porque sua própria mãe desgosta da sua verdadeira natureza?! (Disse ele, em tom agressivo, fazendo que eu perdesse a razão por alguns instantes e, lhe acertasse um forte tapa no rosto).

Minha agressão foi forte o suficiente para fazer com que Leslie virasse o rosto para o lado. Ele vagarosamente pôs a mão na face, cobrindo a vermelhidão. Eu, já em lágrimas, pedi perdão inúmeras vezes. Leslie me encarou com raiva e caminhou em minha direção. Fechei os olhos e protegi o rosto, todavia, ele nunca teve a intenção de me machucar. Leslie caminhou até a nossa cômoda e começou a tirar dela os “doces” que dávamos para Stacy.

-Esse é para... transtorno tripolar, esse aqui para TEI, hum, esse para TDI e esse para hiperatividade... já se perguntou se a Stacy que abraçamos todos os dias é a mesma que Deus nos deu? Cada um desses remédi... ops, “doces”, apaga um traço da personalidade dela. Eu só quero que a nossa filha seja ela mesma, e não um “robô” sem qualquer livre arbítrio. (Disse Leslie, enquanto jogava os inúmeros remédios em cima da cama).

-Você está louco?! Já imaginou no que ela se transformaria se não fossem esses remédios a “segurando”?! (Perguntei a Leslie em tom agressivo).

-Você fala isso como se ela fosse um monstro, que sairia por aí cometendo os mais perversos crimes e... (Falava Leslie, até eu o interromper).

-Ela ainda é uma criança, o que faremos quando não tivermos mais controle sobre ela? Não quero ter que visitar a minha própria filha num hospício e... (Fui interrompida pela porta que, repentinamente se abriu atrás de mim).

Stacy estava ouvindo toda a discussão, junto de seu irmão, ambos estavam bastantes assustados. “O que é um hospício mamãe?”, perguntou Stacy, num misto de curiosidade e medo. Rapidamente mudamos de assunto e, felizmente, as crianças esqueceram-se momentos depois de toda a confusão que estava acontecendo. Fiquei brigada com Leslie por cerca de dois dias, já não era a primeira vez que tínhamos aquela discussão, por isso já estava me cansando cada vez mais daquilo. Com o passar dos dias Stacy e seu pai começaram a se relacionar mais afetivamente. Os dois saiam quase todos os dias, Stacy sempre voltava para casa feliz e “acabada” por brincar o dia inteiro. Quando ambos estavam fora David me fazia companhia, logo cedo vi o quão maduro e responsável ele era, aquilo me orgulha demais. As semana se passaram e, em um certo dia, Leslie voltou para casa tarde, junto de Stacy, como de costume, todavia, dessa vez, ela estava com um olho roxo. Brigamos muito depois daquilo, Leslie, além de não dar a Stacy os seus remédios, estava a ensinando como “viver de verdade”. O motivo do olho roxo de Stacy se deu por conta de um acidente enquanto seu pai a ensinava a atirar. Aquilo foi o ápice e, nesse mesmo ano, me divorciei de Leslie. Quem mais sofreu com isso, infelizmente, foi Stacy, ela me culpou pelo que estava acontecendo e se recusou a entender que eu só queria o seu bem.

*5 anos depois*

Demorou um pouco, mas felizmente tudo voltou ao normal. Stacy já me chamava de mãe de novo e a nossa relação nunca foi tão boa como antes. David também me ajudou bastante, sem ele eu não conseguiria resolver metade dos problemas que caíram sobre nós. Parei de dar tantos remédios a Stacy, os poucos que ela tomava eram colocados discretamente em suas refeições. Também ocupei sua mente com inúmeras atividades, ela chegou a fazer natação, balé, ginástica, pilates, yoga e dança e era muito boa em tudo isso. Minha vida pessoal também estava indo muito bem. Conheci Igor, um homem doce e gentil, na festa da firma em que trabalhava, ele era de outro setor da empresa e, basicamente, tinha o meu mesmo cargo lá. Isso nos deu muito assunto para conversar e logo nos tornamos grandes amigos. O tempo passou e fomos ficando cada vez mais íntimos, até que admitimos nosso relacionamento a nossos amigos e familiares. Sofremos um pouco de preconceito no início, pois éramos “diferentes” demais aos olhos das outras pessoas. Aparência era totalmente superficial, e mesmo que considerássemos isso, ele não era um homem de se jogar fora. Alto, malhado, muito bem cuidado e com atitude, ele era disputado por quase todas as outras mulheres que conhecia, sem falar que o “mito” referente a sua etnia se provou verdadeiro para mim. Casamos, compramos uma casa nova e fomos morar todos juntos. Infelizmente Stacy era a única que parecia insatisfeita com a situação, não dando o braço a torcer e se tornando cada vez mais rebelde, novamente, com o passar do tempo.

*Tempos atuais*

“Fiquei tão feliz em conhecer Ana, ela era é o tipo de companhia que eu sempre desejei a Stacy. As duas pareciam ser yin e yang, tinha a impressão que uma “completava” o que faltava na outra, essa relação só poderia ficar melhor se ambas namora...” Bati a mão na testa e ri ao me dar conta do que estava pensando, aquilo era quase que impossível de acontecer, Stacy nunca aceitaria que algo assim acontecesse, contudo, continuava satisfeita demais por alguém como Ana “cuidar” da minha menina enquanto eu não estava.


Notas Finais


Só umas curiosidades q eu queria falar aqui...

Darla entrou na faculdade com 17 anos e engravidou de David com 19, é, um pouquinho precoce, eu sei.

Sobre a cena "hot" desse cap, foi a primeira da fic, mas não a última k. Só escrevi ela como um teste pro que ainda virá, então... vcs meio q gostaram? (K que vergonha) digo no modo de escrever, será que ficou formal demais ou algo do tipo? Pq se não eu posso fazer algo mais "solto", sabe, com palavras mais comuns... (É que considero elas um pouco... como posso dizer... imorais k, sei lá, mas é mais fácil escrever com elas). Enfim, seria bom saber 😅

A propósito, o preservativo que Leslie usou não deu conta do serviço, por isso David nasceu.

Alguém mais pegou a referência da Jéssica e da irmã mais velha dela? Vou dar uma dica, é uma série da Marvel q tem na Netflix k

É, só me veio isso na cabeça agr, quaisquer outras dúvidas podem perguntar nos comentários, se não for spoiler MT grande eu respondo.

Flww


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