História Bunny Boy - Capítulo 67


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Sistar
Personagens Jimin, Jungkook, Soyou, Suga, V
Tags Assassinato, Assassino, Jikook, Jimin, Jungkook, Suga, Suspense, Vkook, Vkookmin, Vmin, Yoongi
Visualizações 60
Palavras 612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Shounen, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aaaah, segunda temporada saindo antes dá hora como sempre porque eu sou afobada

Capítulo 67 - Segunda temporada - Bad Guy


Fanfic / Fanfiction Bunny Boy - Capítulo 67 - Segunda temporada - Bad Guy

- Volta aqui! Saia dessa ponte!

- Vocês nunca irão me pegar!

- Sai dá ponta dessa ponte agora!

- Não!

Quando tudo começou, ele era apenas uma criança inocente, sem maldade no coração ou qualquer outra coisa. Era uma noite chuvosa e fria quando o menor nasceu, sua família não era a mais rica de Seoul, nem a mais pobre, eles tinham um bom sustento. Seus pais tinham uma loja, a mãe era quem cuidava dá loja enquanto que o pai, trabalhava fora, como funcionário público em um hospital.

Quando o menor nasceu, muitos dos médicos haviam dito que seu nascimento havia sido um erro, que pelas circunstâncias e estado que o mesmo estava, a mãe deveria ter o abortado ou talvez o mesmo devesse morrer. Não é certo dizer isso a uma mãe que acaba de dar a luz ao primeiro filho.

Ignorando todas as coisas que haviam dito, todas as superstições que acreditavam, a família prometeu cuidar do menino de uma forma que, nada nem ninguém pudessem o ferir. O garoto recebeu o nome de TaeHyung, seus pais dedicavam boa parte de seu tempo ao garoto, ele cresceu bem, teve uma infância boa e, todas as noites, seus pais lhe levava até às margens do rio Han, o garoto adorava a paisagem.

Era um sábado de manhã, estava mais frio que o habitual naquela manhã e o pequeno TaeHyung de apenas 5 anos já estava acordado, as seis e dezessete dá manhã, o garotinho estava sentado no chão dá sala, envolto por seu cobertorzinho de um de seus personagens de desenho favorito — o pinguim Pororo. A televisão estava ligada no canal de desenhos, e o menor estava com seu polegar na boca, chupar dedo era uma das manias que TaeHyung ainda não havia deixado de lado por completo. O garotinho era o único acordado até o presente momento, seus pais geralmente acordavam por volta das sete, mas naquela manhã em especial, parecia que ambos iriam dormir até mais tarde! O menino estava se divertindo em frente a televisão, mas seu desenho foi interrompido por um anúncio do jornal, uma notícia ao vivo e urgente; alguém havia cometido suicídio, o garoto não entendia nada do assunto, mas entendeu bem quando a repórter pronunciou o nome dá ponte, a ponte que ficava sobre o lago Han, a ponte que o menino sempre passava de carro quando ia para a casa dos avós. Ao perceber que seu desenho não iria voltar, o menino desligou a televisão e começou a caminhar em direção as escadas dá casa, não demorou e o mesmo já estava no quarto dos pais. Ele subiu lentamente na cama, procurando uma brecha para se encaixar no meio dos pais, mas parecia inútil, isso até sua mãe acordar.

- Tae? Já está acordado?

- Eu estava assistindo televisão Omma, mas o jornal tirou os desenhos..

- E por que o jornal tirou os desenhos?

- Aconteceu alguma coisa no Rio Han, eu posso dormir aqui com vocês?

- Claro que pode..

A mãe se ajeitou na cama, dando espaço ao garoto que a abraçou forte enquanto tentava ficar o mais aconchegante possível junto do corpo dá mulher. Ele se mexeu de um lado para o outro, quase acordando o pai, diversas vezes e então se aquietou, ele havia encontrado uma posição confortável o suficiente.. sua mãe, o olhava com ternura nos olhos, ela o amava mais que tudo, sabia que algo ruim havia acontecido no Rio Han, mas se sentia feliz do menor não entender esse tipo de coisa ainda, o mundo era cruel, e TaeHyung já sofria de mais, ele não precisava entender algo tão ruim aos cinco anos, ele precisava apenas continuar sendo a criança doce e amável de sempre.



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