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História Bunny Killer - Jikook - Capítulo 2


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Notas do Autor


Boa Leitura bunnyzinhos ♥️

Não esqueça do coraçãozinho 💜!

Capítulo 2 - Mais um caso!


Fanfic / Fanfiction Bunny Killer - Jikook - Capítulo 2 - Mais um caso!

Segunda Feira – 08:30 – Manhã – Seul

Park Jimin's P.O.V

É mais um dia de trabalho e eu estou a caminho da delegacia.

20 minutos depois~

Chego em meu local de trabalho, entrando primeiramente na recepção.

– Bom dia, Jin – comprimento meu amigo recepcionista.

– Bom dia Chim, como está? – meu amigo pergunta.

– Estou bem – falo enquanto pego café – E você?

– Bem – ele sorrir.

– Ótimo – sorrio – Jin, preciso ir – jogo o copinho do café fora.

– Ok, bom trabalho – ele fala.

– Obrigado – caminho até minha sala.

Chegando na mesma, entro e logo fecho a porta indo em direção a minha mesa.

Ligo meu computador e pego todas a pastas com anotações e provas do assassino em série.

Vejo na televisão da recepção que uma pessoa sumiu ontem a noite na cidade.

– Jimin? – Taehyung entra em minha sala – Licença.

– Por que esse alvoroço todo? – ele se senta na cadeira em minha frente.

– Uma mulher sumiu ontem a noite e ninguém viu, só se deu por conta agora a pouco – meu amigo explica.

– Uau, e a mídia já foi atrás – suspiro – Como é o nome da vítima?

– A família não está querendo dar entrevista para a imprensa – Taehyung fala.

– Precisamos investigar isso – me levanto da cadeira – Talvez pode ser mais uma vítima do Bunny Killer.

– Sim – ele suspira – Você está certo – meu amigo se levanta da cadeira.

– Sabe o endereço da família? – pergunto.

– Sim – ele fala.

– Ótimo – falo – Vamos até eles.

– Ok, vou chamar os outros – Tae fala.

– Não, iremos só nós dois – falo – Depois passamos a eles as informações.

– Ok, vamos então – Tae fala enquanto eu arrumo as coisas para ir.

Saímos de minha sala caminhando até a saída. Entramos na viatura e seguimos até o endereço da casa.

15 minutos depois~

– É aqui, Jimin – Tae fala.

– Ok – soltamos nossos cintos e descemos do carro.

Caminho até a porta da casa junto ao meu amigo e logo toco a campainha.

– Bom dia, senhora – a porta foi aberta por uma mulher um pouco idosa.

– Bom dia, quem são vocês? – ela pergunta.

– Somos investigadores policiais e viemos conversar um pouco com a senhora – sorrio.

– Ok, podem entrar – a senhora dá passagem para eu e Tae entrar.

– Com licença – meu amigo fala.

– Fiquem a vontade – a senhora fala – Aceitam algo para beber?

– Não, obrigado – sorrio.

– Senhora, ficamos sabendo do desaparecimento de uma mulher de sua família – meu amigo fala.

– Sim – a senhora fala – É a minha filha.

Tae pega um caderninho e uma caneta para anotar as palavras que serão ditas.

– Qual a idade dela? – pergunto.

– 35 anos – a mãe da mulher responde.

– Por volta de que horas ela saiu de casa, ontem? – Tae pergunta.

– Às 22:00, ela disse que ia visitar uma amiga na esquina lá na frente mas eu tinha dito a ela para não ir – a senhora suspira – Minha filha deve está morta.

– Calma, senhora – falo – Ela estava usando que roupa?

– Um vestido de cor verde escuro, e o cabelo estava preso – ela explica.

– Ela tem alguma tatuagem ou piercing? – pergunto.

– Sim, ela tem uma tatuagem no braço esquerdo é uma flor desenhada – a mãe explica – E um piercing no nariz.

– Ela é casada ou tem namorado? – Tae pergunta.

– Não, mas ela estava se relacionando com um homem casado – explica a senhora – Eu havia dito a ela que isso pode ser perigoso, mas ela não levou a sério.

– O celular dela está aí? – pergunto.

– Sim, precisa dele? – a senhora pergunta.

– Sim, por favor – falo.

– Ok, irei buscar – a mãe se levanta indo até os fundos do corredor.

– Já tenho algumas teorias, Tae – falo.

– Eu sei – ele rir nasal.

– Aqui está – a senhora aparece com o celular.

– Coloque dentro desse saquinho, por favor – ela coloca dentro do pacote – Senhora, muito obrigado por nos receber e assim que nós tivermos qualquer notícia entraremos em contato.

– Ok, aqui está meu número – a senhora entrega um cartãozinho com o nome e o número dela – Obrigado, senhores – fizemos cumprimento.

– Até mais – Tae fala e nós se retiramos da casa, seguindo até a viatura.

– Conseguiu anotar tudo, Tae? – pergunto enquanto ligo o carro.

– Sim – meu amigo coloca o cinto.

– Ok – dou partida com o carro.

15 minutos depois~

Delegacia

– Tae, me espere lá na minha sala, vou chamar os meninos – falo.

– Deixa que eu chamo, Chim – ele fala.

– Ok – caminho até minha sala.

Entro e me sento na cadeira de minha mesa.

Depois de alguns segundos os meninos que estão trabalhando junto comigo no caso do Bunny Killer aparecem.

– Sentem meninos – falo e assim eles fazem.

– Jimin, o Taehyung falou para nós sobre uma mulher que sumiu ontem a noite – Yoongi fala.

– Sim, Yoongi – falo – Nós fomos até a casa da mãe da mulher e coletamos essas informações – entrego a agenda para ele com as informações.

– Jimin, você irá enviar tudo isso para central, né? – Hoseok fala.

– Hobi, eu preciso ter mais informações sobre o caso aí depois eu passo tudo para central e para o delegado Namjoon – explico.

– Está certo – ele fala – Deixe-me ver isso, Yoongi – Hoseok pede a agenda ao Yoongi. O mesmo entrega.

– O que me deixa mais confuso Jimin, é saber se ele é um psicopata ou um assassino de aluguel – Tae fala.

– Isso também me deixa confuso, Tae – falo.

– Se ao menos o Bunny Killer escrevesse uma carta de morte de suas vítimas, ficaria mais fácil – Yoongi fala.

– Exato – Hobi fala – Precisamos de mais pistas desse cara – concordamos.

– Meninos, vamos procurar algo perto de onde a mulher foi – falo – A mãe dela disse que ela foi a uma esquina próxima a casa onde mora para visitar uma amiga – explico.

– Ok, no mesmo carro? – Tae pergunta.

– O Hobi pode ir na minha viatura – Yoongi fala.

– Ok, Tae você vem comigo – falo.

– Está bem – nos retiramos de minha sala e seguimos até a viatura.

Passei o endereço para o Yoongi e assim demos partida com o carro.

15 minutos depois~

Chegamos no local indicado e estacionamos o carro próximo a esquina.

– Pelo o que foi dito pela mãe da mulher, é aqui – Tae fala.

– Trouxeram luvas? – Hobi pergunta.

– Sim, eu trouxe uma caixa com os materiais necessário para a investigação – falo.

– Vou pegar – Yoongi fala e logo volta com a caixa. Pego um par de luvas e uma lupa.

Eu e meus amigos olhávamos todos os cantos para ver se achamos algo.

Caminhamos mais alguns passos para frente de uma rua até que vejo um rastro no chão.

– Gente, venham aqui – os meninos me seguem.

Olho para aquele rastro e... É um rastro de sangue que seguia até uma mata.

– Preciso ir lá em baixo – falo.

– Eu vou com você – Yoongi fala.

– Está bem – descemos a pequena rampa que dá acesso a mata e seguimos o rastro de sangue.

– Jimin? – Yoongi chama minha atenção.

– Sim? – olho para ele.

– Tem um pedaço de pano verde ali – meu amigo aponta para uma árvore.

– Vamos até lá – caminhamos até a árvore.

– Ah meu Deus – falo espantado quando vejo um corpo de uma mulher todo ensanguentado – Achamos ela!

– Jimin, veja – Yoongi se agacha ao lado dela – Está escrito Bunny Killer – olho para a perna da mulher onde estava escrito.

– Ele a marcou com um objeto cortante, Yoongi – falo – Tire algumas fotos dela, vou mostrar ao delegado.

– Jimin! – Tae me grita – Achou algo?

– Sim, desçam aqui por favor! – falo.

– Olhem – falo quando vejo os meninos vindo – Mais uma vítima do Bunny Killer.

– Será que ninguém viu, essa vítima sendo morta? – Hobi pergunta.

– Gente, tem algo na boca dela – Yoongi fala – Tae, me empresta sua pinça – Tae entrega a Yoongi.

Yoongi retira um papel enrolado da boca da mulher.

– Que horrível – falo.

– O que está escrito? – Tae pergunta.

– Está escrito: "Morri por ter me envolvido com um cara casado, morta por Bunny Killer!" – Yoongi fala.

– Parece que temos um assassino de aluguel na cidade – falo.


Notas Finais


O que acharam, bunnyzinhos?

Gostou? Que tal comentar?
Me ajuda bastante saber o que você está achando ♥️

Até o próximo capítulo ♥️


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