História Burglars Love - Capítulo 29


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kris Wu, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, V, Xiumin
Tags Baekhyun, Bangtan Boys, Bangtan Boys (bts), Exo, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Seokjin, Rap Monster, Sehun, Suga, Xiumin
Visualizações 342
Palavras 3.239
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O aniversário hoje é meu, mas vocês são quem ganha o presente!
Burglars Love chegou em sua reta final, não dou mais do que 5 capítulos para o fim da trama.

Boa leitura!

Capítulo 29 - Twenty-Eighth


            Akemi chegou em seu quarto completamente exausta. Baekhyun sugava toda sua energia vital, era um monstro sádico que sentia prazer em lhe enfraquecer. Ele só não contava com o fato de também estar perdendo poder. O Byun estava, claramente, louco, obcecado, pela loira. Isso não daria nem um pouquinho certo...

 

 

            No dia seguinte, Mariko acordou antes de Akemi e comeu seu café-da-manhã (entregue pelas criadas todos os dias às exatas 07:00) primeiro. Encostou-se na cama apenas com a luz do abajur ligado, já que as cortinas escuras não deixavam nem um pouco de sol entrar. Ela sorriu observando a pequena garota ao seu lado. Tão jovem e inocente. Como podiam machucar alguém assim? Nesse momento, lembrou-se de Mirko. Como estava sua irmã? Uma lágrima escapou e ela se surpreendeu consigo mesma. Estava quase chorando.

            – Está tudo bem?

            A voz sonolenta, mas preocupada, de Akemi lhe fez limpar o rosto e suspirar, recompondo-se novamente. 

            – Estava apenas pensando.

            O silêncio se fez presente por alguns lentos segundos.

            – Sobre o quê?

            – Mirko.

            – Ela está bem, unnie – Akemi sorriu – Logo estaremos todos juntos na mesa de jantar. Você, Jimin, Jin, eu e Mirko.

            – É que... não sei... agora estou com um mal pressentimento. Eu não sei se deixá-la com Taehyung foi inteligente. Se Arata estivesse bem, ela cuidaria da minha garotinha... e, nossa, falando nela, poxa, eu quero tanto sair daqui e encontrá-la tendo alta do hospital e não em coma, vê-la com Hoseok, ambos sorrindo para mim. Sinto falta da minha equipe, falta das missões antigas. Eu te ensinaria tudo que sei, pouco a pouco, sem toda essa pressão.

            – Mariko, você sempre sabe o que dizer, porém, eu não, queria ser mais como você. Apenas fique tranquila, tudo se resolverá em breve.

            – Não precisa me consolar, querida – sorriu gentil – Só me prometa que irá continuar ao meu lado. Vamos sair dessa juntas!

            Akemi abriu um sorrisinho e abraçou as pernas da mais velha (já que Mariko estava sentada e ela continuava deitada). 

            Depois, a loira se sentou para que pudesse tomar seu café-da-manhã. Ambas teriam um longo dia.

 

            [...]

 

            Certamente, aprender a atirar era uma tarefa difícil, ainda mais para uma pessoa quase sem mira alguma. Mariko, aos poucos, ensinava Akemi as manhas, os pequenos detalhes que podiam ajudar e muito.

            – Até o fim dessa semana, estará perfeita.

            Mesmo que fosse difícil, Mah era uma ótima professora, muito experiente, e, quando as horas dedicadas a aprender a atirar se esgotaram, começou a mostrar técnicas de defesa pessoal. Treinando todos os dias, a loira logo estaria boa em tudo aquilo.

            – Foi um bom treino, avançamos bastante hoje – Mariko sorriu.

            – Foi menos pesado que ontem ao menos.

            – Fique tranquila, tudo pode piorar!

            – Que ótimo – suspirou, frustrada – Sabe o que falta para o dia "melhorar"? Baekhyun. E tenho certeza que não demorará muito.

            Akemi tratou de falar baixinho para ninguém lhes escutasse. Ela estava certa. Dito e feito. O Byun fez questão de chamá-la para um belo jantar.

            A loira recebeu uma saia rosa e uma blusa branca simples para encontrá-lo. Ao pegar as peças, foi inevitável não lembrar de Jin, o qual amava vê-la usando rosa e vê-la em sua natureza própria e não apenas revestida de jóias.

            – Está ainda mais bonita. Você sempre me surpreende, Akemi.

            Um arrepio percorreu a espinha da loira, que deu um belo sorriso para Baekhyun, disfarçando toda a repulsa que sentia pelo mesmo. Se cada dente seu exposto fosse um tipo de tortura diferente, ela teria o prazer de apresentá-los para o moreno, mas, infelizmente, não eram, só poderia fantasiar com a derrota do homem que tanto odiava. 

            – Eu agradeço – foi amigável – Estou faminta.

            – Sorte a sua, pois mandei prepararem uma boa carne vermelha para nós – sorriu de volta, colocando a mão direita nas costas de Akemi e guiando-a até a mesa.

            Estavam numa sala diferente, pequena. Era muito bonita, cheia de detalhes. A mesa era pequena, perfeita para duas pessoas, porém, bem decorada e, aparentemente, absurdamente cara. Havia no canto do local, um piano grande e bonito, a coisa que mais havia atraído a Yoko ali.

            – Está interessada no piano? – perguntou, enquanto comiam.

            – Muito – admitiu – Eu amava tocar no colégio. Minha música favorita é Dream... o problema é que fica melhor quando se canta junto... e é um dueto... eu só sei a parte da Suzy.

            – Mas eu sei a do outro cantor, essa música é muito famosa e sempre tocava na rádio – Baekhyun comentou – Podemos cantar juntos.

            E assim foi. Akemi, no maior fingimento, fez sua pose de apaixonada  e começou a tocar a canção, como a ótima atriz que estava se tornando.
            
"Você está linda, assim como ontem
Não, você está mais bonita do que ontem
Quando eu digo algo assim
Você sempre muda de assunto fingindo que não ouviu nada" (Baekhyun)

            Sorriu de uma forma que encantava todas as mulheres ao finalizar aquela parte parte, fazendo Akemi sentir a comida revirar em seu estômago, querendo vomitar. O maior proferia tais palavras encarando a garota intensamente, como se houvesse um significado real por trás delas, mas a garota nem percebeu, porque tamanho era o o nojo que sentia dele.

"Eu tive realmente sonhos doces ontem.
Porque eu sou muito tímida,
eu não quero contá-los agora a você
e talvez não seja muito bom dizer esse tipo de coisa a alguém" (Akemi)

            Tais "doces" sonhos envolviam o "pobre" Baekhyun morto, realmente, eram muito agradáveis e, assim como descrito pelo eu poético da música, era insensato falar aquilo.

"Sonhos, que eu nunca terei de novo
Tal doce sonho
Eu acho que você é apenas como o sonho" (Akemi)

            Sim, um sonho extremamente ruim, um grande pesadelo, o Byun era isso.

"Sonho, que eu tenho de ficar pensando o dia todo,
Tal doce sonho
Isso é você" (Baekhyun)

            Enquanto Akemi bolava interpretações maquiavélicas da música, ele não pensava em um segundo sentido para nada. Para Baek, era natural pensar sobre a Yoko durante toda a manhã, a tarde e a noite, pois ela era seu grande sonho de consumo.

"As pessoas dizem que nós somos um casal realmente fofo
Eu sei, ela sabe
Na verdade, eu também penso assim
Mas às vezes eu fico preocupado com você
e então eu me sinto triste e sozinho" (Baekhyun)

            Quando falou "ela sabe", olhou para Akemi sugestivamente, sorrindo cheio de intenções "amorosas". A loira fingiu nem ao menos ter visto, seria melhor para sua sanidade mental.

"Hmm, Você está dizendo uma mentira
Com o olhar cheio de confiança
Mas isso é tão doce para ouvir

Sonhos, que eu nunca terei de novo
Tal doce sonho
Eu acho que você é apenas como o sonho" (Akemi)

            Ao menos uma parte era verdade. Para Akemi, Baekhyun mentia com uma invejável postura que fazia as pessoas acreditarem que aquilo era, de fato, verossímil, mas ela não era qualquer um, não se deixava enganar.

"Sonho que eu tenho de ficar pensando o dia todo
Tal doce sonho
Isso é você" (Baekhyun)

"Bem, eu não me importo
mesmo se você é um doce mentiroso" (Akemi) 

            Olhou para ele, sorrindo. Por dentro, queria apenas fugir. Era também uma mentirosa.

"Bem, eu não me importo
Porque eu vou fazer você acreditar" (Baekhyun)

            Ele arqueou uma sobrancelha, também sorrindo, como se tudo que cantara fosse a mais pura verdade. Ele queria fazê-la acreditar em seu amor fajuto, que, na verdade, não devia passar de desejo e ego ferido.

"Sonho, quando você olha
para mim desse jeito
Eu sinto que você é tão minha/meu
Sonhos, que me fazem querer adormecer novamente
Tal doce sonho
Isso é você" (Baekhyun e Akemi)
            

            Estavam tão lindos cantando juntos... pena que não eram namorado e namorada, eram agressor e vítima.

            – Sabe, a minha parte favorita é "Bem, eu não me importo
mesmo se você é um doce mentiroso. Bem, eu não me importo, porque eu vou fazer você acreditar" – a loira comentou.

            Sem deixá-la dizer mais nada, Baekhyun a beijou cheio de desejo. Estava louco por aquela garota. Akemi, mesmo a contragosto, correspondeu o beijo, fingindo estar morta de paixão pelo Byun. Na quebra do ósculo, o maior disse:

            – Se for sua parte favorita, será a minha também.

            Tão romântico... só que não.


            [...]


            No dia seguinte, a rotina de Mariko e Akemi foi a mesma do anterior. Treinaram muito, deram duro e, quanto a noite chegou, foram avisadas que haveria uma festa na boate. Chanyeol ainda acrescentou que um dos convidados de honra seria Jimin:

            – Você nem sabe, dama de branco, mas Jimin será nosso belo convidado de honra! Ele fez questão de falar conosco para que Jin não soubesse, está louco pela tal de Mido Rih. E Min Yoongi mandou te alertar: fique longe do Park... ou sua amiga sofre as consequências.

            A castanha deu de ombros. Por dentro, ela sorriu vitoriosa. Claro que Jimin iria lá por si e não pela ruiva. Era apenas mais uma desculpa, óbvio. O inocente Jungkook sorriu maldoso ao ouvir aquilo, mas ela apenas ignorou. Aquele pirralho não sabia de nada.

            Akemi recebeu um belo vestido preto apertado, suas costas ficavam em evidência, completamente descobertas. Os saltos altos e a maquiagem lhe davam um aspecto de mulher, não de menina. Os cabelos, agora sem a tinta preta (pois saíra na última lavagem), contrastavam com seu visual: inocência genuína contra sua sensualidade. Mariko estava deslumbrante também, de fato. Ao invés de seu amado branco, deram-lhe vermelho (a cor que mais odiava no mundo inteiro). O vestido de alças finíssimas, decote grande e feito de látex se adequou perfeitamente ao seu corpo. Para não perder sua essência por completo, ao menos o sapato tinha detalhes em branco. Também passou maquiagem, nada muito exagerado, jogou o cabelo para o lado e voilà, estava pronta!

            Ao chegarem na boate, ficaram na área VIP. Baekhyun não demorou muito para aparecer, oferecendo bebidas à Akemi e chamando-a para dançar. Mariko, no entanto, ficou sozinha por um longo tempo, bebendo um pouco. Ela sentia olhares intensos sobre si, mas os homens pareciam acuados por sua postura de superioridade. Depois de um tempo, Akemi retornou, pois o Byun teve de resolver um problema de última hora. Ficaram jogando conversa fora até que vissem Jimin aparecer na pista de dança.

            Mah fixou seus olhos nele e ele nela. Estava tão lindo. A camiseta branca quase transparente deixava o nome dela aparecer um pouco, a calça de couro era um pecado em seu corpo maravilhoso. Seus cabelos voltaram a ser negros e Mariko havia esquecido como aquela cor ficava magnífica nele, assim como qualquer outra (até mesmo vermelho). Porém, a magia do momento acabou ao vislumbrar Mido ao lado de seu amado. A Park sentiu seu interior se contrair de forma dolorosa. Jimin parou de olhá-la rapidamente e começou a dar atenção à ruiva. Por que tinha de ser ruiva?! Justo ruiva?! Era sacanagem.


[Fria o bastante para arrepiar meus ossos
Parece que eu não te conheço mais
Não entendo o porquê de você estar tão fria comigo
A cada respiração sua
Eu percebo que tem algo acontecendo
Não entendo o porquê de você estar tão fria]


            O Park envolveu Mido com seus braços fortes pela cintura e depois, descia suas mãos e subiu conforme o ritmo da música. Logo, estavam dançando como dois jovens inconsequentes, loucos e cheios de desejo um pelo outro. Mariko arregalou os olhos, não sabia que Jimin iria ser tão... realista. Quando ele fitou-a durante a dança, parecia estar esfregando na cara dela, mantendo um sorriso filho da puta nos lábios. Inicialmente, achou que fosse realmente uma boa cena, mas, depois que Jimin levou a mão da ruiva até a tatuagem com o nome dela e fitou-lhe com deboche, seu coração quebrou.

            – Incomodada? – a voz de Jungkook chamou sua atenção.

            Mariko suspirou, sem querer responder aquilo. A música Cold estava tocando e ela sentia que Jimin havia, exatamente como a garota descrita, esquecido de si. Qual o problema de esquecer dele então?


[Nós estamos dando um tempo ou terminando?
Não consigo entender as entrelinhas
Me pedindo por espaço aqui na minha casa
Você sabe como me fuder (psicologicamente)
Agindo como se não estivéssemos juntos
Depois de tudo que passamos juntos
Dormindo sobre segredos
Como posso estar tão longe de você?]


            – Ele está perdendo um mulherão e usando logo aquilo de step – riu –, que idiota.

            A Park virou para olhá-lo, vendo que o garoto lhe fitava cheio de desejo. Voltou seus olhos ao amor de sua vida e se surpreendeu ainda mais. Ele estava beijando Mido e Mariko simplesmente não queria aceitar que aquela merda estava acontecendo. Ela nunca desrespeitou Jimin (o dia que falou com Chanyeol foi uma excessão), principalmente olhando em seus olhos, era diferente.


[Distante, quando estamos nos beijando
Parece tão diferente
Querida, me diga como você ficou tão
Fria, o bastante para arrepiar meus ossos
Parece que eu não te conheço mais
Não entendo o porquê de você estar tão fria comigo
A cada respiração sua
Eu percebo que tem algo acontecendo
Não entendo o porquê de você estar tão fria, sim]


            – Mariko... por que ele está fazendo isso? Faz parte do plano? – Akemi questionou num tom mais baixo em seu ouvido. pela música alta, ninguém ouviria além da castanha.

            Mah virou para Akemi e, com uma expressão de desespero, respondeu:

            – Não, Akemi, não! Só podemos contar com... você sabe. Ele nos abandonou, ele me deixou mesmo,, partiu para outra. Foda-se então! Foda-se! Se vai ser assim... ele vai ver só!

            Vê-lo intercalando entre ignorá-la e provocá-la era tenso. Como podia estar brincando consigo?! Logo ele, que sempre disse amá-la?!


[Nunca pensei que você fosse assim
Tirei a etiqueta e te fiz impagável
Acabei de gastar meio milhão em um lustre
Agora você tenta me desligar como um interruptor, isso
Está tentando ficar, enquanto eu vou embora
Dizendo que precisa de um tempo para respirar
Pensando que eu estou dormindo na palavra de quatro letras (amor)
Mas a palavra de quatro letras não dorme]


            A loira arregalou os olhos, pouquíssimas vezes vira Mariko daquela forma. Apenas abaixou a cabeça e, antes que pensasse em abraçar a amiga, Jungkook o fez. Ele tomou a cintura da Park com falsa delicadeza, escondendo as segundas intenções, e olhou para os lados, certificando-se de que ninguém veria. Akemi preferiu deixá-los a sós, temerosa do que aconteceria, e encher a cara, como nunca tinha tido oportunidade antes de fazer.

            – Não ch...

            – Sabe – interrompeu-o –, você é realmente uma criança, Jungkook, isso é verdade – fechou os olhos e quando os abriu, já não se via sentimento algum ali –, mas crianças gostam de brincar e acabei de pensar numa ótima brincadeira para nós. 
            
            O garoto arqueou uma sobrancelha, sorrindo malicioso e mudando seu aperto em sua cintura para algo malicioso. Era seu dia de sorte!

            – Qual, Park? – questionou, aproximando-se dela.

            – Ela se chama "foder o psicológico do ex da Mariko". Aproveite sua chance de ouro, querido.


[Estamos indo por dois caminhos diferentes
Você não tem agido como sempre
Você tem que ir, mas onde costumava ficar seu coração
Você tenta preencher com ouro todos os dias
Eu mudei as quatro portas por duas portas
Porque não posso deixar meu motorista ouvir o que você diz
Garota, eu tentei te dar espaço]


            E então, ela o beijou com volúpia e desejo. Se Jimin podia ser frio o suficiente a ponto de despedaçar seu coração, ela podia ser mil vezes mais, aproveitando-se da possessividade que ele sempre teve. Levou suas mãos aos cabelos de Jungkook, agarrando-os com selvageria, e deixou o maior deslizar as mãos pelo seu corpo. Com mais ousadia, resolveu provocar o pior lado de Park, levando a destra do Jeon até sua nádega esquerda e colando ainda mais seus corpos. O garoto se aproveitou, levando a outra mão ao local e passando a massageá-la por completo, estava em êxtase. O corpo de Mariko era divino (mas seria melhor ainda junto ao de Akemi, assim pensava Jungkook).

            Suas línguas se entrelaçavam, a atmosfera era de ira e tesão. A Park não gostava nem um pouco do garoto, mas era o suficiente para sua "volta por cima". Ela envolveu as pernas na cintura dele e envolveu seu pescoço com os braços, pronta para elevar a situação.

            – O que você pensa que está fazendo?! – aquela voz...

            Mariko foi bruscamente separada de Jungkook por um Jimin furioso. Ela sabia que ele não seria capaz de aguentar muito tempo, era a mestre das provocações, mostraria a ele o que tinha perdido. Porém, naquele instante, Sehun surgiu entre os três (Mido foi largada na pista) e o Jeon agradeceu aos céus por não estar agarrando Mariko ainda.

            – Já estão batendo papo? – questionou com sarcasmo na voz.

            – Estava procurando por Baekhyun – Jimin automaticamente incorporou um personagem frio e decidido – Onde ele está?

            – Estamos todos numa área vip, venham – pediu.

            O Park, Jungkook e Mariko foram guiados por Sehun, o qual não parava de virar apenas para encarar a castanha, estava na cara. Ele ainda não se conformava como fato de que ela era Yang e perguntava-se se ainda teria uma chance de prová-la um dia.

            – Calem a porra da boca! – foi a primeira coisa que escutaram ao chegar em seu destino.

            Todos se sentaram à mesa. Havia um lugar sobrando para Mariko, já que Min Yoongi não compareceu. Ela quis parecer alheia a todo e qualquer assunto e, ao sentar do lado de Sehun, ficou mexendo nos piercings e brincos que o garoto tinha na orelha, enquanto ele ficava mais arrepiado à cada toque.

            – Vamos tratar de negócios – Baek falou.

            – Sim, eu vim falar sobre as encomendas.

            Assim, começaram uma longa negociação e discussão. Mariko prestou atenção, mas ali não havia nada muito relevante. Após um tempo, no entanto, Baekhyun falou consigo:

            – Faz ideia de onde está Akemi?

            Mariko apenas negou, culpando-se mentalmente por ter deixado-a sozinha. Baekhyun franziu o cenho e levantou, decidindo ir atrás dela.

            – Já volto.

            – Você está sendo um babaca correndo atrás dessa garota, cara – Chen o repreendeu – Só pensa e fala dela. Porra, ela é só um brinq...

            – Cale a boca, seu imprestável – gritou –, ou sua testa, logo, logo, estará com um belo buraco no meio!

            A castanha quase deixou um sorriso escapar. Tinha dado tudo certo – ou quase tudo – !

            Os homens à mesa continuaram a discussão normalmente, provavelmente acostumados com os pequenos surtos do líder. Enquanto isso, Baekhyun começou sua procura. O Byun caçou Akemi por todos os cantos da boate até finalmente encontrá-la numa parte do bar meio escondida e completamente bêbada.

            – Cacete, Akemi, o que você tinha na cabeça para beber tanto?

            – Aaaah, eu não caramujo muito, senhor. Por favor, não ligue para a minha tia, não para a maionese com tomate e...

            – Meu Deus – exclamou e voltou-se ao barman, furioso – Como pôde dar tanta bebida à ela, seu idiota?! Ah, foda-se, preciso tirá-la daqui.

            Baekhyun pegou seu celular e mandou uma mensagem a Suho, pedindo para que ele agisse como líder e defendesse os interesses do EXO durante a negociação, porque precisava cuidar de um problema particular. E que problema! Tudo só piorou ao tentar levantar a Yoko do banco, pois ela caiu inconsciente em seus braços. Suspirou. Teria de cuidar de uma bêbada e de uma garota com uma puta ressaca no dia seguinte.
            

            
"Você é como um choque para minha cabeça
Onde quer que eu vá, ouço sobre você
Antes mesmo de perceber, estou surdo
Não importa o que digam, eu não consigo ouvir nada além de você
Eu fui cativado, não há como fugir" — Exodus


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Entendam que Akemi e Baekhyun não foram romantizados em momento algum! Favor interpretar texto!
Como já falei, a fic está em sua reta final! Eu pretendo terminá-la até janeiro, não sei se conseguirei!
Obrigada pelos favoritos, bbs <3 vcs são incríveis. Queria ter menos leitoras fantasmas, mas as que comentam são fiéis, umas lindas 💜
Estão boladas pelo fim de JiMari? Acham que Baek está gostando da Akemi mesmo? O plano irá por água abaixo graças ao Jimin? Por que ele fez isso? Jungkook vai conseguir Mariko e Akemi? Não percam os próximos capítulos!!

XOXO


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