História Busan - Capítulo 27


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Categorias B.A.P, Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Seventeen
Personagens Baekhyun, BamBam, Bang Yongguk, Chanyeol, Chen, D.O, Daehyun, Himchan, Hong Jisoo "Joshua", Jackson, JB, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jeon Wonwoo, Jinyoung, Jongup, Jung Hoseok (J-Hope), Junghan "Jeonghan", Kai, Kim Mingyu, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Kris Wu, Lay, Lee Chan "Dino", Lee Seokmin "DK", Lu Han, Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Sehun, Suho, Tao, Wen Junhui "JUN", Xiumin, Xu Ming Hao "THE8", Youngjae, Youngjae, Yugyeom, Zelo
Tags 2jae, Chanbaek, Chicagofire, Chicagomed, Chicagopd, Drama, Hunhan, Jikook, Kaisoo, Markson, Mistério, Namjin, Policial, Romance, Sulay, Taoris, Vhope, Xiuchen
Visualizações 139
Palavras 2.841
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vamos colocar uma galerinha pra ajudar eles.VAMOS LÁ!

Capítulo 27 - Chapter 25 - New Friends and New misteries


A calada da noite nunca fora tão tranquila, mas nunca algo bom. Os ventos gelados da estação de inverno batem de frente contra a velha cidade agora perdida nas sombras.

O que antes era um lugar de calma e grande centro de trabalho, agora não passava de uma cidade fantasma. Tudo na luz era um desastre, perigo à cada esquina que se vira, era uma tragédia. As pessoas que vivem ali estão sempre escondidas. Com medo.

As ruas estavam desertas, não havia ninguém ali. Apenas garotos e homens de aparência de 20-30 anos ou mais ou menos algo assim, andando pelos lugares com armas na mão, vigiando.

Esperando eles passarem e ficarem fora de vista, a pessoa que se escondia atras de um dos latões de lixo solta um suspiro longo. Suas roupas eram normais, mas escondiam o colete à prova de balas que estava debaixo de sua camiseta preta e jaqueta de couro.

Seus cabelos castanhos claros bagunçados caíam sobre seus olhos, respirando fundo e tomando coragem para olhar para frente, os homens tinham ido embora. Se levanta e segue eles, com cuidado para não ser visto pelas câmeras que ficavam nos prédios.

Andava se esgueirando pelos prédios, segurando a pistola nas mãos caso precisasse usar, mas tinha medo. Se atirasse, o barulho iria chamar a atenção dos outros, e ele teria problemas, mas não podia deixar isso ficar assim.

Essa desgraça que Seoul se transformou não pode mais ficar assim. O mínimo que eles podiam fazer, era vigiar.

Sabendo disso, o homem se escondia nas sombras enquanto seguia aqueles dois homens armados até chegar a um galpão velho. Depois que eles entraram, ele os perdeu de vista.

O galpão ficava em uma parte meio isolada da cidade, mas ficava no meio de outros pequenos prédios ali no meio, no meio da pobreza e das poupas pessoas que sobrevivem naquele lugar.

Guardou a arma e caminhou pelo meio, sentindo vários olhinhos curiosos de crianças, meninos e mulheres sobre ele, preferia não olhar, mas era tentador. Quando seus olhos castanhos encontravam os dos garotos, eles se escondiam, como se tivessem medo dele, mesmo sua faixa militar em seu ombro dizendo o contrário.

Com cuidado e silêncio, ele se abaixa atras da parede externa do galpão, e começa a ouvir a conversa. Com ouvidos atentos.

- Recebemos a confirmação sobre o carregamento, ele vai chegar na próxima semana.

- Perfeito, como estamos de batalhão?

- Deve ser o bastante.

- Não precisa de tudo isso, quando eliminarmos as unidades de Busan vai ficar tudo mais fácil. Assim como fizemos aqui.

- Não se esqueçam dos reféns, podemos usá-los também.

Reféns?

- Essas não podem ser usadas por qualquer um, nós mesmos vamos fazer isso.

- E quanto ao Jaebum? Ele ainda está em Busan.

- Acha mesmo que ele vai conseguir corromper o Busan?

- Considerando o ódio dele pelos policiais, ele consegue sim. Basta esperarmos um pouco.

- E depois podemos dar continuidade ao nosso planinho, eu acho que vai ser divertido.

- Quando Busan cair, as outras cidades vão ser fáceis. O governo coreano não vai poder fazer nada.

Plano? Merda...

Ele já ouviu demais. Se levantou para sair, mas seus passos foram travados quando ouviu um som de um dos prédios, uma briga doméstica naquele local. O que chamou a atenção dos homens que estavam no galpão e indo para fora ver o que estava acontecendo.

- Droga. – Rosna e sai correndo antes que eles os vissem, se escondeu atras de uma parede da esquina e esperou quando outros entraram naquele local. Soltando um suspiro pesado e jogando seu corpo contra a parede de tijolos.

Ele tinha que sair dali.

Pegou um beco escuro até chegar em um muro, um muro com concertinas em cima. Ele iria se cortar. Tira as luvas dos bolsos e as coloca, subindo na lata de lixo e pegando impulso para pular o muro, teve que usar os braços de apoio, e sentiu seus antebraços serem cortados pelos dentes do arame.

Já do lado de fora, ele rosna de dor para seus braços feridos, mas corre dali o mais depressa que pode até chegar em um carro SUV preto que o esperava bem distante dali, escondo pelas árvores.

Quando ele entra no carro, dá de cara com seu parceiro o encarando preocupado.

- Conseguiu?

- Sim, ai... – Resmunga de dor novamente.

- O que houve?

- Tive que pular a concertina... Devo ter cortado tudo dos meus braços.

- Descuidado, vamos ver isso.

- Não, não, primeiro vamos sair daqui, eu aguento. Só... Vamos sair deste lugar.

Fazendo uma expressão séria, o garoto no volante liga o motor do BMW X4 negro e saem dali, aquela cidade era traiçoeira.

Depois de um tempo eles se distanciaram o bastante, e o garoto para o carro debaixo de uma árvore, estavam perto de Hwaseong.

- Me dê deus braços.

Sem reclamar, o outro estende os antebraços ao parceiro, que se vira para trás pegar uma mala de pronto-socorro. Esse mesmo arremanga com cuidado, de deparando com cortes feios nos braços do amigo.

- Tsc eu falei para ser mais cuidadoso! – Repreende.

- Desculpa.

Soltando um suspiro, o garoto pega água, remédios e ataduras para cuidar daqueles cortes feios, se ficasse com eles assim, iria só piorar as coisas. Pegou um pano molhado e passou nos cortes, depois que limpou o sangue, passou um remédio ardido por cima.

- Isso arde.

- Devia já estar acostumado.

- Você é muito gentil, sabia?? – Diz irônico.

- Eu sei. – Sorri e pega as ataduras, enrolando-as nos braços dele. – Pronto, e vê se aquieta essa bunda no lugar antes de me deixar preocupado de novo.

- Ir até lá foi idéia sua. – Arruma as mangas.

- Porque era para EU entrar, não você.

- Olha eu sei que você é inteligente mas em requisito de experiência de campo, sabe que não ganha de mim.

- Cala a boca Daehyun.

- Você é mesmo um raio de Sol, Jaejae. – Ri irônico de novo, arrancando um rosnado do mais novo. – Temos que falar com o Chen.

Nesse momento, ele olha para o hyung. – O que ouviu?

O silêncio de Daehyun, deixou Youngjae aflito. – Ou a gente faz algo agora, ou perdemos Busan também.

(...)

Enquanto isso...

- Isso aqui é pra suas costas, hyung.

- Chan eu já falei que estou bem, ai ai ai...

- Tao hyung está bem coisa nenhuma, devia ir pra casa descansar um pouco.

- Não preciso!

Dino revira os olhos, Tao conseguia ser muito teimoso e orgulhoso nessas horas. O que aconteceu foi algo bem simples, ele saltou alto demais e sem querer bateu as costas em um monte de garrafa de cerveja que estavam no chão. Elas foram esmagadas em cacos e esses cacos machucaram muito suas costas.

E ele estava teimando sobre ir pra casa ou ir ver um médico.

- Hyuuuung, o que eu faço com ele? – Lee olha para seu hyung que mexia no computador.

Jimin olha pra eles e revira os olhos. – É complicado convencer essa criatura, Chan.

- Mas ele não pode ficar com as costas assim! – Dizia ainda tentando fazer o Huang sair daquela cadeira e ir pra casa. Mas o mesmo cruza os braços e vira a cara.

Jimin e Luhan reviram os olhos. Tao conseguia ser muito teimoso nessas horas. Foi ai que Jaebum chegou na sala com uma visitinha.

- Jae! – Jimin de levanta para abraçar o garoto. Youngjae estava sem roupa do hospital, e Jaebum estava sem seu uniforme de trabalho.

- Devia estar descansando seu mula! – Luhan grita pra ele.

- Hahaha, desculpe hyung. – Jaebum coça a nuca. – Mas o Dino disse que Tao estava teimando então trouxe o Jae, já que é a folga dele.

- Vem cá Tao. – Jae chama ele e o mesmo resmunga, Dino sorri vitorioso e não resiste em tirar um pequeno sarro da cara dele.

- Você é bem ousado, não? – Baekhyun ri dele.

- Eu sou assim mesmo. – Sorri e Byun o puxa par um abraço. O garoto começou tinha só dois dias, e já estava se familiarizando com todos ali naquela sala. Estava quase virando o bebê do grupo.

Enquanto as conversas iam e voltavam, Namjoon olhou para algo que notou algo no dedo de Jaebum e abriu um sorriso.

- Tem algo para nos contar, amigão? – Sorri chamando a atenção deles na sala, Youngjae fica levemente corado, óbvio que os meninos perceberam.

- Bem eu... Nós, temos sim. – Jaebum sorri fofo e vai até Youngjae, dando um beijo em sua bochecha. – Estamos namorando agora.

- UHHHHHUL! – O grito de Baekhyun foi mais alto do que de todos na sala, Luhan caiu na gargalhada mas bateu palmas logo em seguida.

- Parabéns dongsaeng, foi o primeiro a dar o primeiro passo. – Tao diz e mais um vez o Im fica meio constrangido, mas estava mais do que feliz em ver que os amigos estavam felizes por ele.

- Quero ver os outros agora. – Ele diz e Jae dá risada com ele. Foi a vez de Namjoon, Tao, Baekhyun, Luhan e Jimin ficarem sem ter o que dizer.

- Eu vou sair com o Chanyeol depois então não me julguem!

- Sair todo mundo sai, Baek. – Jimin ri. – E você Luh?

- Ele vai vir me buscar hoje pra jantar. – Disse e a maioria lhes olha com olhos arregalados. – Que foi?

- Você? Saindo pra jantar? Jantar romântico? Saindo com uma pessoa em especial? – Baek olha para o amigo e bate palmas. – Oh Sehun fez mesmo um milagre!

Luhan revira os olhos e rosna. – VÃO SE FERRAR!

- Quem é você e o que fez com nosso Luhan? – Jaebum também disse, o chinês só ficava cada vez mais irritado para as risadas dos meninos.

- Bem, espero que dê tudo certo pra vocês, meninos. – Namjoon diz a eles. – E você, Dino?

O garoto cora e olha para o chão. – Eu sou gay também mas... Não tenho ou tive namorado... – Faz biquinho e Jae aproveita para apertar suas bochechas.

- Fica assim não filhote, vai achar alguém.

- Se você diz, hyung. – Sorri, achou Jae uma pessoa muito boa de se conversar. Até Jaebum achou fofa a maneira como Dino tinha se apegado á ele agora.

- Vai fazer o quê, Moni? – Park olha para o chefe. – Não vai se sentir solitário?

- Tenho algo para fazer sim. – Seu sorriso só aumentava quando tocava no assunto. – Falando nisso, tenho que fazer ele agora. Preciso ir, Luh, a liderança é sua.

- Mais dor de cabeça pra mim né, mas okay, aproveita e me fala como foi com ele.

- E por quê acham que farei alguma coisa???

- Porque te conhecemos Nam! – Todos dizem, exceto Youngjae e Chan que estavam mais perdidos do que nunca. Mas fazer o quê, era seus amigos. As pessoas mais anormais da face da Terra.

Sabendo disso, ele deixa a sala com uma gargalhada. Suas tardes apenas era divertidas graças a eles.

Bem, pelo menos as tardes deles era divertidas.

(...)

Eram 18:00 quando o Sol começava a descer no horizonte, deixando seu brilho amarelado refletir nos prédios de vidro, e era em um desses prédios que ele estava.

- Ainda se isola? Pensei que depois de sairmos de lá, você fosse ficar normal outra vez.

O mais novo sorri e olha para a pessoa que falava com ele. – Vamos concordar que normal, eu nunca fui. Por quê acha que eu era daquele lugar?

Minseok solta uma risada, caminhando até ficar ao lado do mais novo. – Faz 2 anos, Jongdae.

- Mesmo assim, nada quer sair da minha cabeça, como algo que sempre martela. Não consigo esquecer enquanto aqueles desgraçados ainda estiverem lá. – Disse olhando para o Sol, os raios fortes batiam nos rostos de ambos, e o vento também.

- Faz tempo que não conversamos. – Olha para o mais novo. – Senti sua falta nesses dois anos.

Solta um sorriso. – Bem, foram dois anos encarando o psiquiatra. Ainda tenho problemas com aqueles pesadelos.

- Sabe que eu também. – Disse olhando pra ele. – Não esqueça que você e eu ficamos juntos esse tempo todo, mesmo a operação dando errado.

- Nós sabemos porque deu errado. – Disse com voz séria. – Não foi um ataque inesperado e forte, fomos as peças e alguém montou o tabuleiro com a gente. Não passou de um plano desde o começo.

- Foram mais de um. – Xiumin dizia. – Ainda estou tentando entender, por quê?

- O maior inimigo do ser humano é ele mesmo, vai entender. – Disse olhando para o mais velho. – Como está o Fire?

- Estou vigiando eles. Garantindo que não façam bobagem, sabemos o que Jaebum quer, não é?

- Eu acredito saber, mas ainda não tenho certeza. – Kim disse e mais uma vez naquele dia, solta um suspiro, memórias e mais memórias, quando elas iriam parar de atormenta-los?

- Vai contar a ele? – Xiumin finalmente quebra o silêncio, e foi a vez de Jongdae abaixar a cabeça. Ao perceber a hesitação do ‘amigo’, estava claro o que ele pensava. – Chen, ele precisa saber.

- Não garanto o que vai passar pela cabeça dele quando souber.

- Nam não é mais uma criança, ele tem o direito de saber. E só você pode contar pra ele, Jongdae.

- Pode não ser mas uma criança, mas se o próprio Jaebum souber é capaz do Namjoon se tornar o alvo principal dele. – Olhava assustado. – Quero manter ele o mais seguro possível, pelo menos... Por enquanto.

- Isso não é responsabilidade sua.

- É mas foi uma que eu assumi. – O silêncio fica entre os dois novamente, essas tensões eram mais complicadas do que pareciam. Era muita coisa para se pensar. Quando largaram a conversa, logo perceberam a presença de mais duas pessoas no lugar.

- Daehyun! Youngjae! – Jongdae sorri e vai abraçar os amigos, Youngjae sai de perto de Daehyun e abraça o menor com força. – Senti tanta saudades de vocês.

- Nós também, hyung. – Disse, e foi ai que Minseok puxou Daehyun para um abraço.

- Vocês cresceram bastante.

- Não somos mais adolescentes, hyung. – Daehyun disse para o menor, a dupla estava com o mesmo uniforme de quando saíram de Seoul, algo que Chen percebeu bem.

- Onde se meteram? – Minseok pede ao ver o estado dos garotos. Com o silêncio dos meninos, a respostava estava mais do que clara para os dois. – Não me digam que fizeram isso...

Chen olha para eles, apavorado. – Enlouqueceram? E se tivessem visto vocês!? – Repreende e os dois abaixam a cabeça.

- Desculpe Hyung! Mas é que... Precisávamos saber como estava la dentro. – Daehyun dizia na esperança de acalma-lo, e funciona. Chen respira fundo e olha para os garotos.

- Não me matem do coração. – A dupla assente.

- Bem, então, o que ouviram? – Minseok lança a pergunta, Daehyun olha para Youngjae, e os dois assentem, deixando os dois adultos mais velhos com medo do que viria.

E eles tinham todo o motivo para ter medo.

- Estava certo hyung. – Youngjae disse com uma voz assustada. – Jaebum quer mesmo vingança pelo que aconteceu, por isso está ajudando eles.

Aquilo era um pesadelo.

- Ele quer derrubar as 3 unidades de Busan, para então fazer com Busan o que fez com Seoul. – Daehyun dizia, e mais uma vez, o silêncio fica empregado entre eles.

- Hyung, temos que fazer alguma coisa.

- Eu sei Jae, mas não sei o que. – Disse e Xiumin também se sentia assim como ele, já que ele também esteve envolvido.

- Dae e eu somos militares, podemos tentar fazer algo.

- Ficou maluco Yoo Youngjae? – Minseok repreende. – Não sejam imprudentes, eles podem matar vocês.

- Zelo, Jongup, Himchan e Guk estão de acordo, apenas esperamos alguma chance de agir. – Youngjae era persistente. – Sabemos que é perigoso, mas não queremos que aquele desastre de 5 anos atras se repita.

- Já perdemos demais. Não podemos ao menos ajudar de alguma forma? – Daehyun dizia com o mesmo tom de preocupação que Youngjae. – Não tem nada que possamos fazer? Sabemos que Jaebum vai agir contra o Busan PD e o Busan Fire, como nos disse naquela ligação. Podemos ajudar eles.

Aquilo deu a Xiumin uma idéia, uma chance de prender Park Jaebum e de manter os garotos seguros. Isto é, se Yoo e Jung concordarem em fazer parte.

- Nesse caso, acho que vocês podem ajudar. – Xiumin disse aos dois. Eles sabiam de coisas que podiam ajudar o PD e proteger o Fire, uma vez que eram treinados pelo exército. Poderiam servir de guarda-costas. – Vou falar com o Guk sobre uma coisinha, e vocês, podem ajudar os meninos. Mas terão que ser sigilosos sobre algumas coisas.

Daehyun e Youngjae se entreolham rapidamente, não sabiam direto o que os hyungs estavam pedindo que eles fizessem, mas se podiam ajudar, então eles faziam.

- Okay, a gente faz. – Youngjae assume a resposta para os dois. Colocar dois militares entre amigos deles e que entendem o que está acontecendo vai ser bom, para manter eles seguros do que Park tinha planejado para eles.

 


Notas Finais


Pronto kkkk agora eles estão protegidos. Vamos ver como os meninos vão receber esses dois kkkkk

PASSADO DO CHEN E DO NAMJOON AI MAIS UMA VEZ. QUERO TEORIAS. XIUMIN TAMBÉM TÁ NO MEIO!

Isso está ficando bom kkkkk Ha, a merda ta vindo tá? disfarçada e bonitinha hheheheh


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