História Busan East Side - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bimmbinha, Gossip Girl, Hoseok, Hyuna, Jeon Jungkook, Min Yoongi, Yoonseok
Visualizações 30
Palavras 2.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


gente me desculpem pela a demora adhusahdua e se estiver muito ruim :( esse capítulo é importante para os próximos.

Capítulo 4 - Luzes de Neon são clichês


NÃO HAVIA NADA  mais clichê, do que luzes neons em festas adolescentes. Ao menos, essa era a opinião de Yoongi, ao atravessar a multidão de adolescentes bêbados, procurando pelo anfitrião daquele cenário tipicamente previsível. Neons, bebidas alcoólicas sendo distribuídas por garotas e rapazes seminus e música estridente explodindo das caixas de som compunham o que ele passara boa parte da sua vida freqüentando, por livre e espontânea pressão, é claro.  Ao fazer amizade com Jeon Jungkook, um mafioso de carteirinha que mantinha diversos contatos altamente suspeitos, ele fora introduzido naquele mundo promiscuo contra sua própria vontade, e embora tivesse ficado bastante resistente no começo, com o passar dos tempos, ele meio que se acostumou. Agora não estranhava mais quando via casais de três pessoas se agarrando pelos locais, na verdade, ele estranhava quando não via.

 

Sendo mais baixo que a média dos alunos de sua escola, já que, sua mãe não podia ter encontrado partido melhor do que um baixinho com menos de um metro e setenta – que possuía uma conta bancaria altíssima, mas, isso com certeza não  é relevante aqui – e cabelos espessos. Seu pai surpreendentemente era resistente com o lance da calvície masculina. Enfim, sendo o “pequenininho” da turma, ele tinha ainda mais dificuldade em encontrar pessoas conhecidas justamente porque precisava ficar na ponta dos pés para poder procurá-los pelos ombros alheios.

 

Caminhou em direção a mesa de bebidas mais próxima, obrigando a sua irmã a ficar em seu encalço, do contrário ele iria aplicá-la um golpe de jiu jitsu sem pensar duas vezes. Sequer fazia cinco minutos de sua chegada ali, e seus celulares começaram a vibrar simultaneamente. Ele sabia muito bem o que significava.

 

Bangtan Gossip.

 

Prevendo do que se tratava a nova fofoquinha, ele sequer se dera ao trabalho de tirar o celular do bolso para checar. Estava mais interessado em tirar aquela história sobre a mensagem anônima. Se realmente fosse Jung, aquele fodido... Yoongi não gostava nem de imaginar do que seria capaz de fazer.

 

Hyuna, ao seu lado, respirava pesadamente. Ela não era o tipo de garota que normalmente obedecia alguém ou tinha respeito pelos mais velhos, assim como seu gêmeo, a garota possuía uma personalidade indomável, além se saber perfeitamente como se impor. Todavia, toda essa valentia caía por terra quando o assunto se tratava do gêmeo; ela amava Yoongi, tinha medo e respeito por ele, apesar de tudo. E se ele lhe dizia não, ela obedecia ou ao menos tentava obedecê-lo.

 

—O Tae não para de me mandar mensagem, Yoonie. — ela fez um beicinho apelativo, olhando para o mais velho, esperançosa.

 

Yoongi apenas a fitou demoradamente, do jeito mais gélido possível e respondeu, em tom sucinto.

 

—Pode ir atrás do seu namoradinho.

 

O rosto dela iluminou-se brevemente, antes de ela compreender as palavras proferidas por ele. Ele estava mesmo dizendo para ela ir atrás de Kim Taehyung? Imediatamente estreitou os olhos, em desconfiança.

 

—Espera, você está mesmo falando sério? — ela estalou a língua. Hyuna podia ser muitas coisas, todavia nunca fora burra. Não, burrice jamais poderia ser atribuída aquela garota demoníaca, pensara Yoongi.

 

—Estou. Você quer ir, vá. Eu tenho assuntos para resolver. — afirmou categoricamente, entornando mais um copo de tequila.

 

Exultante, é claro, Hyuna não pensou duas vezes antes de pegar novamente seu celular e enviar uma mensagem ao Kim. Sorrindo maliciosamente, ela despediu-se do irmão e prometeu não demorar muito, correndo atrás do garoto.

 

Minutos depois, Yoongi avistou uma cabeleira muito conhecida por ele e não pôde deixar de abrir seu famoso sorriso gengival.

 

—Yoongi! — o Kim sorriu-lhe, estendendo o copo, ele retribuiu ao cumprimento. — Pensei que você não fosse vim.

 

—Eu te dei minha palavra de que viria, não dei? — o Min sorriu.

 

—É, eu sei que sim, mas... — Namjoon coçou a nuca, bebericando um gole da sua bebida alcoólica. — O Jung também está aqui.

 

—Sei que está, estou procurando por aquele desgraçado. — replicou secamente, vendo Namjoon arquear a sobrancelha, parecendo surpreso com este fato.

 

—Sério? Você tem certeza?

 

—Do jeito que vocês falam, parece que eu não passo de uma garotinha — revirou os olhos, aborrecido. — Eu preciso esclarecer algumas coisas. Pode me levar até onde ele está?

 

Namjoon assentiu, depositando o copo vermelho, já devidamente vazio em cima da mesa e indicando com a cabeça para que o outro o seguisse, sendo rapidamente obedecido e acompanhado pelo moreno.

 

 

Não fora difícil reconhecer o maldito filho da puta. Mesmo que seus cabelos estivessem mais flamejantes do que nunca, em um tom de vermelho escarlate denso, seu físico era inconfundível, mesmo de costas.

 

Só de pensar em quantas vezes tocou e arranhou aqueles ombros e aquelas costas, o Min sentia uma profunda e crescente vontade de vomitar.  Amaldiçoava-se pelo dia em que repousou seus olhos naquele merdinha.

 

Principalmente sua irmã, a responsável por isso.

 

Varreu esses pensamentos para o mais distante da sua mente, mantendo uma expressão indiferente. Namjoon observou-os, cautelosamente, antes de recuar-se, afirmando ter outras coisas para fazer.

 

Yoongi reuniu toda a coragem que tinha e caminhou em direção ao arrombado. Uma das coisas que havia aprendido no exterior, era a teoria da caça. Se você agir com brutalidade e afobação, provavelmente vai acabar assustando sua caça. Era preciso agir com o dobro de cuidado e cordialidade, mesmo que isso fizesse seu estomago se embrulhar da pior forma possível.

 

Respirando fundo, ergueu a mão e cutucou o ombro de  Hoseok, que parecia absorto demais fumando seu cigarro para ater-se a qualquer coisa que acontecia ao seu redor.

 

Instintivamente,  o ruivo pensou em assoprar a fumaça do cigarro na cara da pessoa que não parava de cutucá-lo, contudo, esse pensamento fora deixado de lado assim que descobriu de quem se tratava. A boca de Jung abriu e fechou-se várias vezes, fazendo conseqüentemente que ele se engasgasse com seu trago e acabasse soltando de qualquer jeito o cigarro no chão.

 

—Yoongi.

 

—Hoseok. — ele sorriu, forçadamente. Antes que o outro pudesse pensar numa explicação medíocre para lhe dar, pela milionésima vez, ele adiantou-se, erguendo o celular exatamente na mensagem recebida. — Você pode me dizer o que de tão importante tem para tratar comigo? — questionou, polidamente, fazendo o ruivo fazer caretas, franzir o cenho, arquear as sobrancelhas seqüencialmente, em estado de confusão e surpresa.

 

—Do que você está falando?

 

—Não se faça de sonso, isso não combina com você — aos poucos, inevitavelmente, sua estratégia de demonstrar indiferença caía por terra. Hoseok conseguia aborrecê-lo em proporções assustadoras. Ele era mesmo desgraçado da cabeça, e aquela atitude falsamente pacífica era demasiadamente cansativa para Yoongi.

 

Ele tinha vontade de esquartejar o ruivo e espalhar seus restos por toda Busan, não, pior ainda, por todo o continente asiático.

 

Será que dava para existir alguém mais cretino, dissimulado e sonso?

 

—Não fui eu quem te enviou essa mensagem. — Jung respondeu enfim, cautelosamente, molhando o lábio inferior. O ex-namorado estava ainda bem mais bonito desde a última vez em que se encontraram, era difícil não pensar em agarrá-lo, ainda mais quando ele agia daquela maneira fria e inacessível. Ele sempre gostou de vê-lo dando uma de difícil.

 

—Certo. — Yoongi crispou as sobrancelhas, confuso. Se não havia sido ele, quem diabos poderia ter sido? Guardou o celular dentro do bolso da calça e afastou-se.

 

Contudo fora impedido por Hobi, que o puxou pelo pulso.  O Min lançou um olhar petrificador, capaz de endurecer a própria Medusa, antes de erguer o rosto para fitá-lo diretamente nos olhos.

 

—Você nunca me deixou explicar sobre o dinheiro, Min.

 

—Me solta. — ordenou, ignorando as palavras e o semblante do outro. — Eu ‘tô falando sério, Hoseok, me solta ou você vai acordar com os dois olhos roxos amanhã — bradou irritadamente.

 

—Não sei quem te enviou essa mensagem, mas provavelmente fez um favor a nós dois. Eu realmente preciso falar com você, me escuta, Yoongi.

 

O Min apenas empurrou o outro com força e dera-lhe as costas, apressando-se em meio a massa de cabeleiras coloridas e lisas que iam surgindo em meio a seu caminho.  Se não tinha sido aquele imbecil, então, quem diabos poderia ter sido? Refletindo sobre as possibilidades, ele voltou ao andar debaixo, sem perceber que Jung vinha em seu encalço, empurrando nervosamente as pessoas que iam surgindo em seu caminho.  Hoseok nunca fora alguém com bom senso, ou que aceitasse perder com facilidade.

 

Desistir então, era uma palavra que não existia em seu vocabulário, aparentemente.

 

—Yoongi! — gritou o ruivo, puxando o ex-namorado pelos ombros, obrigando-o a se virar. — Caralho, já faz um ano. Você precisa me deixar explicar.

 

—Você ‘ta mesmo querendo apanhar, não é possível. — apesar da falta de estatura,  ele compensava em habilidades em alguns estilos de luta, que fora obrigado a praticar durante a infância e naquele momento, transbordante de ódio da cabeça aos pés, ninguém seria páreo para ele. — Eu perdôo você, Jung. É isso o que você quer ouvir? — questionou. — Eu perdoei você. Só não quero você de volta na minha vida, é difícil de entender?

 

O sorriso esperançoso que Hobi esboçou morreu no mesmo instante, e ele respirou fundo.

 

Interrompendo a discussão do ex-casal, Park Jimin adentrou a cozinha um tanto alterado, segurando uma garrafa de tequila. O garoto, que tinha pintado as madeixas recentemente de laranja, entornou o liquido em poucos segundos antes de dirigir-se ao casal, ignorando propositalmente a existência de Jung.

 

—Yoongi! Que surpresa maravilhosa, pensei que você não fosse dar o ar da graça! — vibrou o alaranjado, sorridente.

 

Por uma breve fração de segundos, Yoongi permitiu-se esquecer também a presença de Hobi, que olhava de um para o outro com as duas sobrancelhas crispadas.

 

—Eu já tinha combinando com o Nam que viria, além do mais, Hyuna não parou de me infernizar... — ele sorriu para Jimin, contudo o ruivinho parecia mais interessado em encarar certa parte de seu corpo do que necessariamente para ele.

 

—Confesso que estava nervoso pensando que você não iria vir. Você recebeu minha mensagem né? Pelo menos para uma coisa aquele babaca do Jeon serviu — e riu, visivelmente alcoolizado, com as bochechas rubras.

 

—Então foi você? — Yoongi piscou os olhos, incrédulo. Que assuntos pendentes teria para resolver com o outro queridinho do colégio? Até onde se lembrava, eles nunca foram exatamente amigos, sequer participavam do mesmo ciclo de amizade... — O que você tem de tão urgente para tratar comigo, Jimin?

 

Hoseok não estava exatamente contente com o rumo que aquela conversa estava tomando, especialmente quando os dois pareciam ter, realmente se esquecido de que ele estava ali.

 

Instintivamente prostrou-se entre os dois, encarando Park com certa irritação.

 

—O que diabos você pensa que ta fazendo Park? — questionou, cerrando os punhos. — Você por acaso ‘ta afim do Yoongi?

 

—Qual foi a sua primeira pista? — rebateu o outro, sarcasticamente, olhando por cima do ombro do colega de classe, avistando um Min perplexo. — Isso realmente não é da sua conta, Hoseok, agora saia da frente.

 

—Me obrigue. — sibilou, aborrecido. Odiava como parecia um maldito animal irracional, mas, tratando-se de Yoongi, era inevitável. Sempre era inevitável.

 

—Ah. — o Min abriu e fechou a boca diversas vezes, catatônico com aquela revelação. — o Jeon passou meu número para você?

 

—Sim. — afirmou Jimin, tentando avançar na direção do outro e sendo interrompido pelo Hoseok. — Jung, saia da minha frente, caralho. Isso aqui não tem nada a ver com você.

 

—Se tem a ver com o Yoongi, então é óbvio que tem a ver comigo.

 

—Parem de falar como se eu não estivesse presente, porra! — naquela altura do campeonato, é claro, a música havia sido desligada e um tumulto havia se formado ao redor da dupla, esperando ansiosamente por uma briga, que indiscutivelmente seria reportada ao maldito Bangtan.

 

—Vem Park, vamos dar o fora daqui. — bradou irritadamente o moreno, rodeado o ruivo e segurando as mãos do baixinho, sendo imediatamente puxado por Hoseok.

 

—Você não pode ficar com esse cara, Yoongi!

 

—Quem caralhos é você para me dizer o que eu posso ou não fazer? — Yoongi aborreceu-se. — Mas, que saco, Hoseok, eu estou me esforçando para agir civilizadamente com você, mas insiste em ser o mesmo filho da puta de sempre! — entoou, frustrado.

 

Assim que se virou para encarar Jimin, fora surpreendido ao sentir os lábios dele sendo pressionado aos seus de forma lenta e gradativa...

 

Hoseok empurrou Park, prestes a desferir um soco certeiro contra seu rosto, todavia Yoongi fora mais rápido, o socando repetitivamente contra o nariz, até que o mesmo começasse a sangrar. Em seguida, virou-se para o outro e o puxou pela mão, arrastando-o para fora daquele local repleto de pessoas intrometidas e estúpidas.

 

Hoseok levou a mão até o nariz, sentindo os dedos mancharem-se em um tom densamente avermelhado.  Murmurando incontáveis palavrões, ele limpou o nariz com a manga da camisa e saiu correndo, a procura de Yoongi. Ele não ia perder seu Yoonie daquela maneira, ainda mais para aquele mimadinho do Jimin! Porra! Isso nunca iria acontecer!

 

 

Assim que leu sobre a briga no blog, Jeon apressou-se em deixar o quarto, onde estava atracando-se com uma garota aleatória, e correr em direção às escadarias, ainda com o zíper entreaberto, a procura de Yoongi.

 

O baixinho numa hora daquelas sem sombra de dúvidas estava orquestrando o cruel assassinato de Jung Hoseok, e, como o ótimo melhor amigo que ele era, é claro que pretendia ajudá-lo. Todavia, assim que estava descendo, tivera a infelicidade de trombar com Hyuna.

 

Bêbada. Exatamente como ele temia que estivesse.

 

—Jumentokookie! — ela sorriu, visivelmente alcoolizada, erguendo os braços para agarrá-lo.

 

—Min. — devolveu, aflitamente. — Você está bêbada — não precisava ser muito inteligente para chegar a esta constatação, bastava inspirar o cheiro e analisar aquele sorriso cheio de dentes da garota.

 

Ela nunca mostrava os dentes para ele, e quando o fazia normalmente era no intuito de mordê-lo (não numa conotação sexual, logicamente) com força, por esse motivo, é claro, Jungkook imediatamente entrou em estado de alerta.

 

—E você não está! — a garota resmungou, fazendo um beicinho. — Que tipo de hyung é você que deixa sua unnie bêbada sozinha? Vamos, Kookie, seja bonzinho e me ajude...

 

—Por tudo que é mais sagrado! — foi inevitável não gemer frustradamente. Ele iria espancar o melhor amigo por aquilo. Mais uma vez, seria obrigado a dar uma de babá para aquela garota que era o verdadeiro significado de pé no saco. — Onde está a porra do seu namoradinho, garota? Vai atrás daquele encardido do Taehyung e me deixa em paz caralho!

 

—Você me acha feia, Jeon?

 

Ele tentou livrar-se dela, mas, aquela garota era inacreditavelmente persistente e forte para alguém que mal se agüentava em pé de tão bêbada que estava.

 

Eles travaram uma breve disputa corporal: com ela tentando agarrá-lo e, ele tentando desviar-se das insinuações dela. E como já era de se esperar, não podia surgir oportunidade melhor para um flagra.

 

—O que diabos está acontecendo aqui?! HYUNA! — a voz de Kim Taehyung ecoou atrás dele, retumbante como um trovão.

 

E a única coisa em que Jeon conseguiu pensar fora: aquilo ia dar muita merda.  Quando Yoongi soubesse disso por aquele blog idiota...!

 



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