História Something New - Capítulo 1


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Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


*** HISTÓRIA ANTERIORMENTE SE CHAMAVA BUSAN HEARTS | REESCRITA ***

Voltei com a nova versão de Busan Hearts. Os capítulos já postados, serão repostados também, só que em ordens iguais ou diferentes e alguns terá ao adicionado, pois eu li minha fic e queria por algumas coisas que não pus anteriormente, como foco no Taehyung com os problemas dele também e inserir mais os outros membros que achei que deixei de lado.

A mudança no nome foi proposital, pois a música "Something New" do Tokio Hotel me inspirou na história. Se não ouviu a música, eu recomendo escutar, pois é linda!

A história é SLOW BURN, o que significa que Jikook vai ficar no famoso "cu doce" por algum tempo, ok?

Pensei em reescrever essa história com Jikook!Flex, mas eu ainda estou um pouco traumatiza da vez que escrevi algo com Jikook!Flex. Então vai continuar Power Bottom!Jungkook e Top!Jimin mesmo.

Espero que gostem quem chegar agora e leitores mais velhos, se não me engando o terceiro ou quarto capítulo já será novo.

Tenham uma boa leitura!

Capítulo 1 - Problemas


8 de fevereiro era o segundo dia de comemoração do Ano Novo Coreano na Coreia do Norte. Era uma das datas que Park Jimin mais detestava naquele lugar. Ele via o rosto dos outros felizes, mas ele não sentia nada de especial e nem verdade naquilo. Aliás, Jimin queria se enforcar a todo momento que via oportunidade, só que algo segurava ele impedindo-o de realizar aquilo. Talvez algo sobrenatural que queria que ele ficasse vivo para sofrer ainda mais naquele lugar que ele considerava o inferno.

Jimin conseguia se lembrar da vez que foi punido por ele estar com um livro na mão. Ele tinha apenas dezoito anos quando foi pego pela polícia no centro de Nampo. Era um livro americano, com certeza, deixado ou perdido por algum turista que veio visitar a cidade. Jimin sempre passava longe de coisas que via na rua, porém daquela vez, ele fez questão de pegar e ele nem sequer lembrava o porquê. Aquele seu ato de “rebeldia” perante a ditadura, rendeu-o vários machucados e cicatrizes em suas costas, e o pior, uma má fama da família Park na região.

Todos os dias o jovem perguntava-se quando poderia sair dali e viver a vida como queria, sem se lembrar de como era uma vergonha para todos. Ele tinha vinte e quatro anos e já tinha pedido a maioria dos poucos amigos que tinham. Alguns se afastaram pois entraram no exército e outros casaram. Mas o qual mais doía era o afastamento de seu melhor amigo de infância, Lee Taemin, que tinha conseguido fugir da Coreia. Jimin pensava em ficar feliz se tivesse uma confirmação de que seu amigo tinha conseguido chegar à China ou à Coreia do Sul e estava vivo, só que no fundo ela tinha certeza que alguém tinha pegado-o e agora ele estava preso ou até mesmo morto.

Ele respirou fundo, andando a passos apressados, tentando chegar em sua casa o mais rápido possível. Ele não queria ter mais que prestar a um papel daquele mais tempo, enquanto turistas tiravam fotos dele. Jimin esbarrou em uma pessoa e ele xingou-a mentalmente, antes de levantar o olhar e dar de cara com uma linda mulher de cabelos ruivos.

— Me desculpa. — ela falou em coreano, ficando corada.

O que mais surpreendeu a garota era que sequer ela era coreana. Seria alguém que o governo contratou para ficar de olho nos cidadãos e pegar algum rebelde?

— Você poderia me ajudar a chegar no porto? Eu me perdi de meus amigos e preciso voltar para lá. — ela continuou a falar com um coreano perfeito, porém com um leve sotaque.

— Cla-Claro… — ele respondeu.

Jimin não tinha muita desenvoltura com outras pessoas e nem soube como conseguiu respondê-la tão rapidamente. Talvez por seu coreano ser da Coreia do Sul, passou um pouco de confiança para ele abrir a boca.

— Poderia saber seu nome? — ele perguntou antes.

— Lalisa Manoban. — respondeu com um sorriso.

— Claro, Lalisa, é só você seguir aqui reto e depois virar a direita, saíra perto do porto.

— Oh, parece fácil. — ela coçou a cabeça.

— Eu poderia ajudá-la, mas não ande tão próxima de mim. Não queremos que sejamos parados por alguém, né?

— Claro. Por favor, me ajude, eu sou um tanto péssima para direções.

— Me siga. — Jimin começou andando na frente de Lalisa.

O que ele estava pensando ajudando aquela pessoa? Ele sabia muito bem o motivo daquilo. Ele olhou para trás, vendo que sua família já não estava mais em suas vistas e saiu mais focado em chegar ao destino que a mulher também queria.

Jungkook suspirou na sua mesa, olhando para seu computador. Ele pegou sua câmera pela oitava vez em menos de dois minutos. Ele não conseguia entender qual o motivo de todas suas gravações estarem saindo tão ruins já que tudo estava em perfeito estado. Seria que o problema era realmente com ele? — ele bufou, de novo, chamando atenção de seu amigo.

— Jungkook, para de bufar. — Taehyung reclamou. — Eu estou ficando estressado.

— Taehyung, todas minhas coisas estão saindo ruim! Eu preciso descobrir o que é?

— Pode ser a configuração ou por que você não está nos melhores dias.

— Eu preciso entrar nos meus melhores dias, entendeu? Eu estou indo para Seul gravar o clipe do Bangtan e se eu não mostrar bom serviço até lá, com certeza o idiota do nosso chefe vai me demitir. Eu não posso ser demitido, eu tenho filha pequena para sustentar!

— Kook, de verdade, eu não quero que isso aconteça, mas o chefe passará daqui alguns minutos para ver nossa trabalho de hoje.

— Eu sei, acha que eu estou tão afobado assim por quê? Eu não estou conseguindo deixar algo bem feito nem no photoshop.

— Toma. — Taehyung mexeu em seus cartões de memória. — São fotos que estava tirando só de passa tempo. Elas estão muito boas, fala que são suas.

— Não posso, Tae…

— Aceita, garoto! Eu não vou deixá-lo perder um emprego. Você precisa disso. Sua filha precisa disso. Faz por ela.

— Tae, eu nem sei como te agradecer, sério. — Jungkook pegou o cartão, colando no seu notebook.

— Na verdade, eu sei como você pode ajudar.

— Como? — Jungkook continuou vidrado na tela do computador.

— Me leva para as gravações do Bangtan em Seul.

— Não sei se posso.

— Você é o queridinho do chefe, se pedir, ele vai deixar. — Taehyung tentou mais uma vez. — Por favor, Kook, você sabe que eu sou muito fã deles e mesmo não querendo, eu estou com inveja de você. Você nem sequer conhecia eles, sabe? Eu também queria muito poder gravar o clipe para eles.

— Eu acho que você merecia muito mais que eu… Ok, Tae, eu vou fazer o possível para que você vá comigo. O mesmo tanto que estou tentando fazer que meus pais fiquem com a Nayeon para que possa fazer esse trabalho… Ou você servirá de babá.

— Tudo pelo Bangtan, Jungkook. — ele riu. — Você precisa de uma babá de verdade!

— Eu sei, mas não encontrei ninguém do meu agrado. — ele suspirou. — Bom faz falta muita falta. Mesmo depois de três anos, eu consigo aceitar que ela morreu no parto.

— Nem eu. Afinal, eu passei por todo o perrengue de você com dezessete anos e sendo pai solteiro.

— Por isso eu te amo tanto. — Jungkook relaxou na cadeira, olhando para o amigo. — Você sempre me salvado de tudo. Eu não tenho palavras para descrever o quanto amo você, sério.

— Descreve me levando para Seul.

— Ok… OKAY! — Jungkook deu-se por vencido.

Ele agora tinha uma dever com Taehyung e agora teria que levá-lo de qualquer jeito para Seul.


Notas Finais


Até o próximo!


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