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História Busca Implacável - Capítulo 32


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Notas do Autor


Ai, gente, que loucura!

Capítulo 32 - Escolhas Difíceis


Já estavam no último período de aula, e Sarada andava apressada pelos corredores. Tinha pedido licença para ir ao banheiro, mas não abusaria, afinal, era aula de física, e perder explicação não era uma opção.

Encarou seu relógio de pulso vendo que ainda faltavam 40 minutos para o fim das aulas, e desejou que o tempo voasse. Queria chegar em casa logo e ter uma conversa com sua avó, afinal, as coisas haviam ficado um pouco bagunçadas no dia anterior.

Levantou seus olhos, esperando ver apenas o final do corredor, mas seus olhos captaram outra coisa.

Sumire estava na ponta oposta do corredor, andando calmamente na direção contrária à sua. Sarada respirou fundo, pensando que se manteria firme e a ignoraria. Passaria ao lado dela como se ela não estivesse ali, afinal, sabia que nada de bom viria da arroxeada.

Mas a Kakei não permitiria, e isso ficou claro quando ela estagnou no meio do corredor e cruzou os braços. Sarada ainda tentou passar reto, mas foi segurada pelo braço, enquanto sentia as unhas compridas de Sumire perfurando sua pele sob o tecido da blusa.

– Não sei que tipo de feitiço você jogou nele, mas nós estamos destinados. Você é só um pequeno desvio de rota, sua rata de esgoto – rosnou a arroxeada no ouvido de Sarada, com uma raiva que a morena jamais havia ouvido.

Puxou seu braço com força, soltando-se do aperto, e se afastou alguns passos, sentindo seu salto bater com força contra o piso.

– Você é completamente louca – soltou Sarada junto com o ar que havia prendido.

Sumire deu um passo para a frente. Seus olhos faiscavam de raiva.

– Você que ficou louca, sua novata maldita. Eu te avisei pra não se meter comigo, mas agora é tarde demais. Eu vou transformar sua vida num inferno. O Leaf Heirs vai ser sua tortura particular.

– Esse seu império, essa sua pompa, isso só existe na sua cabeça, Sumire. Para com isso.

A Kakei abriu um sorrisinho presunçoso e se aproximou mais dois passos, até que seu rosto ficasse à poucos centímetros de Sarada. Em seus lábios, seu característico gloss gosmento brilhava.

– Considere aberta a temporada de caça às putas. E você, Sarada, é meu prato principal.

E dizendo isso, a garota se foi, mas sem antes deixar de esbarrar seu ombro com força contra o de Sarada.

A morena ficou estagnada no meio do corredor, completamente travada. Jamais imaginou que Sumire a confrontaria desse jeito tão afrontoso.

Normalizou sua respiração, e depois de uns bons segundos voltou a se mexer. Olhou para os lados, e quando viu que estava completamente sozinha, passou as mãos pelo rosto, sentindo-o quente.

Estava fervilhando de raiva, e só conseguia imaginar sua mão colidindo com a cara de Sumire.

Se ela quisesse vir, que viesse. Sumire podia saber fazer um inferno, mas Sarada a queimaria primeiro.

 

(...)

 

 

– Ela é uma mosca morta. Seu namoro com o Boruto foi a assinatura final para a morte social dela. Ninguém mais dá bola pro que ela resmunga – disse Chocho. Seus olhos dourados queimavam de raiva.

Sarada fechou seus olhos, respirando fundo. Depois, puxou com força pelo canudo, até sentir uma grande quantidade do milk-shake gelado correr por sua garganta.

– Você já conversou com o Boruto? – perguntou Himawari, atraindo sua atenção quando depositou sua mão sobre o braço de Sarada que estava apoiado sobre a mesa, escorando seu queixo.

– Não – respondeu Sarada – Eu quero lidar com ela sozinha.

Estavam na praça de alimentação do shopping. Haviam combinado de saírem juntas para comprarem as roupas para o aniversário de Sarada, dali a duas semanas, mas a conversa com Sumire havia acabado com qualquer ânimo da morena.

– Ela vai dar uma festa no dia 30 também – resmungou Chocho – Tá querendo boicotar a festa da Sarada.

Sarada fez um biquinho, e Himawari sentiu pena da amiga. Sumire não era uma garota fácil de lidar.

– Não se preocupa, todo mundo já sabe que você vai fazer uma festa nesse dia – disse a azulada acarinhando os cabelos lisos da amiga.

– Não é isso que me chateia, mas sim essa criancice da Sumire. Não gosto de ter inimizades.

– Sumire encrenca com todo mundo. Você não é a primeira nem vai ser a última – observou Chocho enquanto comia suas batatas.

Sarada bufou, e Himawari riu.

– Amiga, para de ficar assim. Você precisa se animar.

– Até porque você precisa estar perfeita na sua festa. Já escolheu que cor de vestido vai usar? – perguntou Chocho, animada. Pelo visto já havia esquecido sua chateação por causa de Sumire.

– Bom, vai ser uma festa Preto e Dourado. Vou ver qual vestido gosto mais dentro dessas duas cores.

Chocho assentiu, levantando-se num salto.

– Então, let’s go! – exclamou ela socando o ar – Conheço uma loja de vestidos perfeita.

 

 

(...)

 

 

Shinki caminhava lentamente pelo shopping. Sua careta irritada demonstrava o quanto não queria estar ali.

Mas sua mãe havia pedido um favor, e também havia lhe dado dinheiro. Um suborno evidente, mas funcionou. A prova era os boletos pagos em seu bolso e o livro novo em sua mão.

De repente, o moreno estancou no meio do shopping. Seus olhos se arregalaram e sua boca secou. A música continuou tocando alto em seus ouvidos através do fone, mas ele só conseguia escutar as batidas fortes de seu coração.

Dentro de uma loja famosa de vestidos de grife, Sarada ria com as amigas. Estava vestida com um vestido dourado e desfilava em frente às outras duas com graça e beleza. Seus cabelos negros pareciam brilhar, enquanto seu sorriso iluminava a loja toda.

Shinki engoliu seco, respirando fundo e desviando seus olhos para o chão. Apertou com força a alça da sacola e sentiu raiva de seu coração estúpido.

Não importava o que sentia ou o que pensava, aquela garota já pertencia à outra pessoa. A dor em seu peito teria que passar, e ele teria que parar de desejá-la.

Talvez se ele tivesse desistido da ideia de bancar o amigo e tivesse se aproximado mais rápido...Talvez se ele fosse um pouco menos tímido...

Balançou sua cabeça. Esse “talvez” em sua mente não serviria de nada agora. Precisava se conformar e lidar com isso sozinho.

Ele havia chegado tarde demais.

 

 

(...)

 

 

– Foi fácil chegar a um consenso – dizia Chocho enquanto andavam em direção à saída.

Estavam abarrotadas de sacolas. Chocho havia perdido as contas do quanto havia comprado. Já Sarada, pela primeira vez, havia comprado mais do que o necessário: além do vestido para seu aniversário, havia comprado também um sapato e algumas jóias para o grande dia.

– Essa festa vai dar o que falar – disse Himawari entre risinhos.

Atravessaram as imensas portas espelhadas do shopping, alcançando a rua. O sol quente logo iluminou as três.

Viram, do outro lado da rua, um carro prata estacionado. Encostado na lataria estava Boruto, numa posição relaxada e óculos escuros nos olhos.

– Uhuhuhu – riu Himawari cutucando Sarada com o cotovelo – Acho que um certo alguém veio buscar a namorada.

Sarada rolou os olhos, mas riu. Sentiu seu coração se acelerar enquanto o loiro atravessava a rua em direção à elas.

– Boa tarde, meninas – disse ele sorrindo e tirando o óculos do rosto.

– Oi, Boruto – cumprimentaram Himawari e Chocho, juntas.

– Oi – disse Sarada com um sorriso abobado.

O loiro se aproximou, puxando-a pela cintura para um beijo cálido.

– Você pode dar uma volta comigo? Quero te levar a um lugar – sussurrou ele próximo a ela.

A morena assentiu lentamente.

– Claro, vamos.

– Ah, então é assim? – exclamou Himawari atraindo a atenção do casal.

– O que foi? – perguntou Sarada, rindo.

– O namorado chega e as amigas perdem o valor?

Boruto rolou seus olhos e abraçou Sarada com um de seus braços, passando-o por cima dos ombros dela.

– Nem vem. Você sabe que o Inojin tá te esperando lá em casa.

A azulada ficou vermelha e não falou mais nada, ficando calada. Apenas um sorrisinho animado perpetuava em seus lábios.

– Ok, já entendi que, pelo visto, eu sobrei – resmungou Chocho cruzando os braços, emburrada – Preciso arranjar um boy pra ontem.

– Por falar nisso, Shikadai tava te procurando hoje no final da aula, mas você já tinha saído – comentou Sarada num tom neutro, mas que fez Himawari encarar a amiga ruiva de um jeito malicioso.

– Acho que esse boy não vai demorar muito a chegar, hein – provocou a Uzumaki cutucando a amiga com um dos cotovelos.

Chocho apenas rolou seus olhos, mas não disse mais nada.

– Nós vamos indo – disse Boruto recolocando seus óculos escuros – Né, linda?

A morena assentiu.

– Sim, não posso chegar muito tarde em casa.

O casal se despediu das duas garotas, que permaneceram ali esperando um táxi, e então atravessaram a rua em direção ao carro. Boruto abriu o porta-malas para que Sarada pudesse botar suas sacolas, e depois o fechou apertando um botão.

– Onde vamos? – perguntou a morena mordendo os lábios, curiosa.

Boruto a encarou com um sorrisinho ladino.

– É segredo – disse ele dando um piscadinha que Sarada conseguiu ver mesmo por trás dos óculos.

A morena estreitou seus olhos.

– Olha lá, hein, senhor Uzumaki – ameaçou ela com um sorriso – Sou uma moça de família.

– Ah, e eu não sou um moço de família? – perguntou o loiro fingindo-se de ofendido.

– Tenho minhas dúvidas.

Boruto passou um de seus braços pela cintura da Uchiha com agilidade, puxando-a para ficar mais próxima.

– Bom, então vou ter que provar para você, não é? – perguntou ele num tom rouco.

Sarada conseguiu apenas assentir. Já sentia seu coração acelerado e seu corpo quente pela proximidade do loiro. O cheiro que vinha dele era bom, assim como o calor de seu corpo e seus músculos fortes.

Já o loiro ficou satisfeito com a reação da garota. Gostava de vê-la sem palavras.

Além disso, ele mesmo precisava se controlar. Ter Sarada tão próximo era uma bênção, mas também uma tentação. A pele quente e cheirosa dela parecia chama-lo a todo momento.

Ele puxou-a mais, até que seus lábios se encostassem. Amava o fato de poder fazer isso sempre, sem precisar se esconder ou tomar cuidado. Sarada agora era sua garota e ninguém iria atrapalhar isso.

Se separaram e Boruto passou seus dedos pelo rosto da Uchiha, tirando alguns fios de cabelo que haviam caído.

– Vamos?

– Uhum.

Deram a volta e entraram no carro. Com cuidado, Boruto saiu da vaga e tomou as ruas de Konoha.

– Fiquei sabendo que Sumire te parou no corredor – começou o loiro num tom ameno após alguns minutos de silêncio.

– Quem te contou?

– A fofoca rola solta naquela escola. Além disso, ela saiu dizendo pra todo mundo que deu uma “prensa” em você.

Sarada rolou seus olhos, bufando.

– Essa garota não tem mais o que fazer, não?

– Ignora ela, linda – pediu Boruto balançando sua cabeça – Não vale a pena.

– Eu sei, mas é difícil. Ela me irrita demais.

O loiro deu uma risadinha.

– É a especialidade dela.

A morena fez uma careta.

– Não acredito que você teve coragem de ficar com ela.

O Uzumaki fez uma expressão de tédio, mesmo mantendo os olhos na estrada.

– Isso foi no primeiro ano. Nem vem.

Sarada observou pela janela a paisagem mudar. Estavam, aos poucos, se afastando do centro agitado da cidade.

– Não vai mesmo me dizer onde estamos indo?

O loiro sorriu, alcançando a mão da morena e levando-a até seus lábios.

– Você vai gostar.

A Yakushi sorriu, suspirando.

– Tenho um convite para você – começou Boruto num tom um pouco mais... constrangido.

– Mais um? – perguntou Sarada, curiosa.

– É que na verdade esse não é meu. É da minha mãe.

Sarada travou por um momento, engolindo seco. Depois, virou sua cabeça lentamente para Boruto.

– Sua mãe?

– É. Ela me pediu para te convidar para jantar lá em casa.

Sarada assentiu lentamente, mostrando que havia entendido, enquanto sentia uma sensação gelada correr por seu estômago.

Era natural essa reação da matriarca Uzumaki, afinal, a morena estava namorando com o filho dela. Sarada já havia se encontrado com sua sogra, e ela havia se mostrado uma mulher doce e agradável.

Mas naquela época Sarada era apenas uma colega de classe de Himawari, e não a namorada de Boruto.

Qual seria a reação da mulher agora que a morena estava com seu primogênito?

– Relaxa, linda – pediu Boruto, rindo – Parece que você viu um fantasma.

Sarada abriu um sorriso nervoso.

– É que isso foi um pouco... chocante.

– Se você não quiser minha mãe vai entender – disse o loiro imediatamente.

– Não! – respondeu Sarada arregalando seus olhos – Eu quero. Quero muito. Quando vai ser?

– Quarta à noite, lá em casa. O que você acha?

Sarada assentiu, sorrindo, feliz.

– Estarei lá.

Boruto sorriu de canto, maroto.

– Se prepara pra conhecer a sogrinha, amor.

Sarada mostrou a língua para o loiro, tentando fazer graça da situação como ele fazia.

Mas não conseguia. Com certeza ficaria tensa e nervosa até aquele jantar passar.

 

 

(...)

 

 

– Você tem certeza disso? – perguntou o grisalho num tom sério.

A senhora suspirou, encarando com pesar os papéis à sua frente.

– Ela é tudo o que eu tenho – disse Chyo com uma voz incrivelmente cansada – E eu preciso dela ao meu lado.

George encarou o chão.

– Mas, senhora...

– Já está decidido, George – interrompeu Chyo – A questão é: vai me ajudar ou não?

O grisalho pressionou seus lábios, indeciso.

– Se Sarada descobrir que a senhora quer falsificar o exame de DNA, ela nunca mais vai olhar para a senhora.

– Eu não quero falsificar, eu vou – contrapôs Chyo – E ela nunca vai descobrir. O serviço vai ser bem feito.

– Para que precisa de mim?

– Alguém tem que ir até eles para efetuar o pagamento.

George ainda balançou sua cabeça.

– Por favor, senhora, pense bem. Isso não é algo pequeno. Se alguém descobrir a senhora pode ir até presa.

A mulher assentiu.

– Eu sei de todos os riscos, George, mas preciso proteger minha menina.

– Você não está protegendo ninguém além de si mesma.

– Pode até ser, mas fazendo isso protejo Sarada também. Você não vê? Posso oferecer a ela muito mais do que o Uchiha. Se ele ficar com ela, vai coloca-la de novo na mira daquele traficante.

O grisalho negou com a cabeça.

– Não tente colocar qualidades no que você está querendo fazer, senhora. Além disso, não pe a senhora mesmo que está entrando em contato com ele?

Chyo bufou, irritada.

– Não vim aqui para escutar sermões. Vai me ajudar ou não?

George ainda ficou alguns segundos pensativo, mas depois respirou fundo.

– Sei que vai fazer com ou sem mim, então vou ajuda-la.

A mulher abriu um sorriso.

– Perfeito! Vai dar tudo certo, você vai ver.

O grisalho ficou olhando a alegria da patroa com um olhar cheio de pesar.

Ele sabia que era errado, mas fazer o que? Sasuke Uchiha já tinha um filho, e teria que se contentar com ele.

Sarada continuaria sendo a filha adotiva de Chyo Yriaki, a viúva mais rica de todo o continente.

 

 

(...)

 

 

– Que lugar é esse? – perguntou Sarada ainda de dentro do carro.

Boruto sorriu ao ver a expressão encantada da garota.

– Essa é a casa de sítio dos Uzumaki. Foi aqui que passei a maior parte da minha infância – explicou o loiro já abrindo a porta do carro.

Sarada também saiu do veículo, sentindo-se feliz ao pisar na grama verde. Estavam bem de frente para a casa, que era toda em madeira tratada natural, com alguns detalhes em verde escuro. O telhado tinha um formato mais pontudo, imitando os chalés suíços, e o jardim na frente era imenso e bem cuidado, contando até mesmo com um lago ornamental. O caminho até a casa era feito com pedras rústicas encaixadas uma na outra, formando um padrão especial. Também haviam, na faixada, alguns detalhes em vidro que deixavam a casa com um ar mais leve e limpo.

Boruto chegou ao lado de Sarada, pegando-a pela mão e conduzindo-a pelo caminho de pedra até a casa.

A morena percebeu que tudo ali era de muito bom gosto. Na área frontal da casa haviam vários puffs e espreguiçadeiras espalhados, dando um ar aconchegante ao lugar.

Tudo estava bem cuidado e limpo, como se alguém morasse direto ali.

– Vocês ainda vem aqui com frequência?

O loiro suspirou, encarando a casa. Havia tirado seus óculos escuros, o que deixava Sarada perceber a nostalgia em seu olhar.

– Minha mãe vem de vez em quando. Ás vezes a Himawari vem junto, mas ultimamente tem sido mais raro. Já meu pai não vem aqui desde que se tornou governador.

– Porque?

Boruto deu um sorriso amargo e passou a encarar o chão.

– Ele não tem mais tempo para viver, eu acho.

Sarada apertou a mão do namorado, aproximando-se um pouco mais.

– E você?

Os olhos azuis de Boruto desviaram-se para a Uchiha.

– Eu o que?

– Faz quanto tempo que não vem aqui?

O loiro apertou seus lábios, e então voltou a olhar para a casa.

– Mais do que eu gostaria. Na verdade essa casa está nas mãos dos caseiros há anos. São eles que cuidam do jardim e da limpeza.

Sarada também desviou seus olhos para a casa. Tentava imaginar um Boruto criança correndo por ali com uma pequena Himawari em seu encalço.

– O Hiro vinha muito pra cá – disse Boruto de repente, atraindo a atenção de Sarada – Sempre que eu vinha ele também dava um jeito de vir. Nós brincávamos muito na cachoeira que tem dentro do bosque atrás da casa. Sumíamos por horas e deixávamos nossas mães loucas.

– Você tem saudade dele, não tem?

– Tenho saudade da nossa amizade, mas não como estava sendo ultimamente. E não estou falando sobre quando você chegou. Foi antes. O Hiro se tornou uma pessoa esnobe e orgulhosa de repente, e então nossa relação mudou completamente.

Sarada respirou fundo, levantando sua cabeça e encarando o céu.

– Acho que chega um determinado momento da nossa vida que todos temos que fazer escolhas difíceis – murmura ela.

Boruto a encarou, admirando a sabedoria da garota. Não conhecia alguém mais instigante do que sua namorada.

Puxou-a pela mão que segurava para um abraço. Ter ela ali era bom, pois o clima da natureza misturado à presença de Sarada o faziam se sentir vivo.

–Vamos entrar? Quero que veja o jardim de trás, onde fica a piscina – perguntou o loiro assim que se separaram.

Sarada sorriu, fechando os olhos e assentindo.


Notas Finais


Chyo fazendo merda, olha com quem vc tá mexendo hein haha

Oq acham que vai acontecer??

Bjos ^^


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