História Butterfly - Capítulo 1


Escrita por: e Tuan_Tuan

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jinyoung, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Youngjae, Yugyeom
Tags Bts, Got7
Visualizações 10
Palavras 3.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, pessoas. Sei que devem estar se perguntando o que está acontecendo. Mas, bem. Explicando, decidi mudar um pouco a história. Sei que vocês querem me matar, mas eu não estava feliz com o resultado na qual eu estava obtendo. Ou seja, decidi reescrevê-la.
Espero que gostem desse novo rumo em que a história vai tomar e espero que estejam comigo nessa trajetória.
Queria ter mais ação, emoção e coisas que envolvem mistérios e crimes. É algo que eu gosto.
E, para vocês pessoas que estão chegando agora. Se divirtam com o que minha mente um tanto estranha tem para dar a vocês.
Amo muito todo apoio que vocês me dão. Bjinhos bebes.
Amo muito vocês.

Capítulo 1 - Um passo de cada vez.


Fanfic / Fanfiction Butterfly - Capítulo 1 - Um passo de cada vez.

                                   

                                                                                                                                (1ºPersonagem_Yunna)

-Mãe, eu estou decidida em ir para a Coréia do Sul! –Não havia sido uma escolha fácil de minha parte e muito menos estar comunicando dessa forma, mas era algo que eu queria que entendessem sem precisar gritar para acalmar qualquer que fossem às desconfianças.

-Bruna! Pare de brincadeiras! Você não pode fazer essas escolhas dessa forma. –Era nítido o desconforto que minha mãe sentia com uma informação dessas, ela nunca havia pensado que sua filha mais velha iria se mudar para o outro lado do mundo e nem dessa forma. –Você nem perguntou o que achávamos. –Seu olhar era de pura reprovação, mas eu sabia que tinham ressentimento nas palavras em que ela jogava ao ar. E, obvio, preocupação com o que poderia acontecer.

-Querida, as escolhas são dela. –Meu pai tentava acalmar minha mãe dessa desastrosa conversa, mas era como se a mesma não quisesse ouvir, era como se tudo que eu havia dito tivesse sido um erro. –Ela já tem 25 anos, as escolhas a partir de agora são dela.

-Não falarei mais nada. –A mulher amorenada saiu pisando duro até seu quarto, fechando a porta do mesmo com uma forte pancada. Meu pai suspirou e eu somente pude me sentir mal com o que acabara de acontecer.

E foi assim que nossa conversa terminou, sem ao menos eu poder dizer que era algo que eu queria fazer, que eu estava decidia a enfrentar.

-*-*-

                                                                                 (2ºPersonagem_Sunna)

-Mãe, sei que vai ser difícil aceitar. Mas, não fique chateada ou brava comigo! –Falei fechando os olhos e prendendo a respiração para a mulher sentada no sofá avermelhado em frente à televisão de 52 polegadas. –Mas, estou indo pra Coréia do Sul.

-Como assim, Fernanda? –Ela me perguntou deixando o celular de lado e me olhando, enquanto ouvíamos o som de que algo havia derramado na mesa. –Mãe, tome cuidado.

-Houve algo no trabalho e fui enviada para lá. –Olhei para as duas mulheres que tentavam limpar a mesa de jantar cheia de purê espalhado.

-Essa é sua escolha. Tem certeza dela? –Minha mãe disse voltando com uma toalha em mãos da cozinha.

-Filha, como pode isso? –Minha avó tentava arrumar argumentos para minha recente noticia.

-Se esta é a escolha dela, quem sou eu para dizer não? Ela já tem idade para fazer o que bem entende. –Minha mãe sorriu e se aproximou de mim. Aquele mesmo sorriso simples com os lábios fechados, enquanto os olhos se mantinham em um meio aberto e seus cabelos avermelhado se seguravam em um rabo de cavalo.

.

.

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                                                                 *Semanas antes*

Dia 23 de junho, 13h55min.

Era como todas as manhas em nossa agencia, casos e mais casos vinham em nossas mãos para que resolvêssemos e déssemos uma solução válida para cada informação que obtínhamos. E, cada um que vinha era pior que o outro, era mais desafiante que o anterior e pior ainda que o primeiro que conseguimos resolver.

A cada caso vinham pessoas que nos faziam perder fios de cabelo, digitais que não tínhamos em nossos sistemas e ainda quebra-cabeças que gastavam nossas energias, mas o que era o mais divertido era o final de cada um, sabíamos que tínhamos conseguido prender mais um que andava por ai trazendo medo e desconforto para os demais que só queriam paz.

Enfim, mais uma vez eu estava em minha mesa mexendo em meu computador procurando possíveis locais que um assassino poderia esconder um corpo. Todos os lugares abandonados poderiam ser uma chance. Mas, tudo varia, já que os corpos que chegavam nos davam certas informações que nos ajudavam a ir mais a fundo com nossas investigações. Tudo em um caso nos dá novas expectativas e novas experiências, nenhum é igual ao outro.

Como se cada caso tivesse sua única marca que nenhum outro ser poderia copiar ou fazer igual.

-Fernanda, o delegado está querendo falar com você. –Ronner me comunicou entrando em minha sala e me tirando de meus preciosos pensamentos. Cada minuto era valioso para cada caso. E bem, Ronner era o cachorrinho mimado do delegado Russel, que enfim, é somente o chefe de todo o departamento.

-Sabe o que ele precisa? –Perguntei ainda digitando em meu computador enquanto telas apareciam em minha frente, fazendo com que eu tentasse achar algo a mais dos milhares de casos que se tinham.

-Ele somente pediu que eu a chamasse. –Sua voz estridente ecoou por minha sala, o que irritava meus ouvidos, já que era algo fino e alto. Somente suspirei e me levantei de minha cadeira.

Russel não era um cara mau, mas irritava ao máximo quando dava. Entretanto, eu não podia falar muita coisa, ele havia confiado em mim para ser a Líder da equipe Três do departamento e bem, todas as vezes que eu precisei ele esteve de mãos abertas para me ajudar nos casos.

Ele era realmente bom no que fazia, mesmo que fosse o pior em quesito socializar.

Assim, fiz o que o garoto de topete loiro escuro que vivia pelos cantos com um chiclete na boca e lixando as unhas quase inexistentes, já que eram roídas quando não conseguia concluir uma simples tarefa de examinar um corpo. Enfim, não era um percurso distante até a sala de meu superior, então estava eu batendo na porta para que pudesse entrar.

Ouvindo um “Entre” em tom alto, mas com o timbre grosso que somente Russel tinha, já que sua idade era um pouco mais avançada. Assim, adentrei a enorme sala que continha diversos livros e estantes de arquivos. Obvio que as condecorações estavam bem visíveis, ele era uma pessoa que amava demonstrar suas coleções de certificados e papeis pendurados pela parede.

Mas, o que me chamou a atenção foi que minha colega de trabalho e melhor amiga estava sentada na cadeira de frente a mesa do mesmo. Ela era Líder da equipe Quatro, que mesmo sendo separada insistia em fazer os casos com minha equipe. E bem, éramos mais produtivos juntos do que separados.

E a primeira coisa que pensei no momento era de que juntaríamos nossas equipes em uma só. Como sempre, as primeiras impressões sempre falhando.

-Bruna? O que faz aqui? –Fechei a porta e segui até a cadeira ao lado da amorenada que sorria para mim. –Ou melhor, qual é o problema para nos chamar ao mesmo tempo?

-Eu também estou curiosa para entender. –Ela se sentou um pouco mais relaxada na cadeira, como se a minha presença aliviasse um pouco a tensão que os dois tinham. E realmente, eles não tinham se dado bem desde o primeiro dia de trabalho da mais baixa ao meu lado.

-Enfim, não vou enrolar com protocolos e bajulações. Vamos direto ao ponto. –Ele apoiou seu queixo em suas mãos e suspirou um pouco, permitindo que o estresse se liberasse. –Nossa sede nos Estados Unidos criou um grupo com alguns advogados, promotores e peritas criminais. E, com algumas recomendações minhas, consegui que vocês fossem escolhidas.

-Ow. Isso é uma informação grande. –Falei sem pensar, ainda um pouco estática com algo de tal proporção. Mesmo que fossemos uma equipe boa que tinha grande atuação em diversos crimes, para sermos recomendadas por Russel, era algo enorme. Existia a equipe um e dois, que quase liderava nosso setor, por se acharem melhor que nós.

-Você nos recomendou? Desde quando você nos ama e eu não sabia disso? –Bruna falou ao meu lado, em um tom brincalhão. O que me fez dar risada por breves segundos. –Teria me aproveitado mais.

-Okay, chega de brincadeiras. –E, pela primeira vez, ouvimos nosso chefe dar uma risada. Mesmo que somente com a garganta, era algo novo para nós. Eu e Bruna nos olhamos e questionamos um pouco se estávamos mesmo na frente de Russel, o rei das caras fechadas. –Vocês serão mandadas para a Coreia do Sul. Eles estarão precisando de vocês lá por conta de ondas de assassinatos. O que veio para nós sobre o caso é que a assinatura do assassino é a mesma que de um que rondava Los Angeles.

-Dentre tantos, quem é o tal para que precisem de nós daqui do Brasil? –Perguntei apoiando meu cotovelo em minha perna, enquanto apoiava meu rosto em minha mão. Bruna também mantinha uma expressão de questionamento.

-Lian Martins. Assassino, fugitivo e totalmente perigoso. –Russel arrumou seus óculos em seu rosto, fazendo a famosa expressão de entediado. Mas, eu e Bruna estávamos mais do que ansiosas, estávamos amando tal informação.

-Nós ouvíamos sobre ele de longe, não imaginava que ele teria fugido para um local tão maravilhoso. –Bruna riu e eu suspirei.

-E bem, que ótimo que você sabe como gostamos dos casos, Russel. –Me levantei da cadeira em que eu estava sentada, Bruna me acompanhou arrumando a roupa em tom azul escuro e sorrimos. –Aceitamos a oferta. –Eu e a garota amorenada ao meu lado demos um “toca-aqui” simples e nos direcionamos para a porta.

-Não é como se pudessem não aceitar. –Russel nos olhava de canto e víamos o sorrisinho do mesmo. Sabíamos que traia mais audiência para o homem mais velho a nossa frente e era uma coisa que ele amava. Atenção. –Tomem cuidado, quero vocês vivas.

-Claro, precisamos estar para que você se torne famoso. Não é? –Bruna exclamou saindo pela porta marrom escuro envernizada. Olhei uma ultima vez para o homem e dei uma piscadela, como se quisesse confirmar de que tudo ficaria bem. Assim, segui a garota de cabelos escuros e muito bem cuidados.

-*-*-

Dia 09 de agosto, 16h27min.

As caixas em tom marrom claro estavam em cima de minha mesa, eu sabia que esse dia chegaria, já que as semanas passaram voando. Somente deu tempo de terminar alguns casos que eu estava liderando e dar instruções para Jhon, o homem alto de cabelos escuros que me substituiria permanentemente. E, além de caixas em minha mesa, minha casa estava uma zona, já que eu tinha coisas para levar para o novo local que eu iria morar.

Mesmo que estivéssemos animadas para conhecer todas as coisas de lá e nos mudarmos logo, teriam algumas regras que teríamos que cumprir. Primeiro, teríamos que achar um local para morarmos e por causa disso, estávamos indo nessa viagem de três dias para que essa missão fosse completada. Segundo, conhecer nosso chefe, já que foi por causa de seu apoio que fomos escolhidas. E, terceiro, enviarmos nossas coisas para que quando chegássemos somente precisássemos arrumar.

Assim, preenchendo os protocolos de transferência e terminando os requisitos de um novo morador da Coreia do Sul, conseguiríamos enfim morar no local. E sim, é sempre cheio de protocolos para que algo assim ocorra.

E, é. Não estamos nem na primeira etapa. Já que tivemos que reconhecer nossa escolha, enviar nossas fichas e ainda por cima convencer nossos familiares. Além dos casos que tivemos que terminar.

-Sunna. –A voz de Bruna ecoou por minha sala, que agora estava quase completamente fazia, fazendo com que o som soasse mais alto. –Acho que vou morrer.

-Yunna. –Sim, nossos apelidos são esses. –Preciso de você viva para me ajudar a arrumar as coisas. Depois disso você pode partir.

-Nossa, que amiga. –Dei uma risada, já que ela sabia que era somente sarcasmo meu nesse ponto. –Falei com minha mãe esses dias, ela não gostou muito da noticia.

-Imaginei, ela sempre te protegeu bastante. –Me direcionei a amorenada que estava sentada em minha cadeira, já que eu não poderia leva-la. Era do departamento. –Não fique assim, amiga. Ela somente tem medo de te perder.

-Sim, eu sei. Mas, não quero que ela fique brava comigo até o dia de irmos. Não sei se conseguirei ir se ela ficar assim comigo. –Ela suspirou e senti que lagrimas iriam rolar logo.

-Não fique assim, meu bombom. –Falei a abraçando e a chacoalhando. –Ela não vai ficar. Mesmo que ela seja uma velha cabeça dura. –Falei baixinho tirando uma risadinha da garota de olhos escuros a minha frente.

-Não fale assim da minha mãe. –Ela riu e me deu um tapa em meu ombro.

-Ui, soldado ferido. Chamando reforço!!! –Falei pegando algumas folhas amassadas de papel e jogando na mesma.

Demos risada uma da outra e logo recebemos os integrantes de nosso grupo com expressões de choro, já que iriamos embora em breve. E, sabíamos, seria difícil aguentar a equipe um e dois sem nós duas por perto. Já que sempre acabávamos com a graça dos mais velhos.

-*-*-

Dia 28 de agosto, 21h55min.

Enfim, lá estava eu e Bruna no aeroporto, prontas para nos embarcarmos em nossa missão. Mesmo que depois de amanhã fosse o aniversário de minha avó, eu não estava a fim de olhar para trás. Bruna estava triste porque desde o dia em que ela e a mãe brigaram, a mulher não se dirigia a pequena amorenada nem para uma simples conversa. Isso estava acabando com minha melhor amiga e se eu não fizesse nada, era capaz de eu ir sozinha para essa viagem.

 

                                                                                                                                                                      Dias Atrás.

-Sei que a senhora está preocupada com o que pode acontecer. Mas, ela ficará bem. –Tentei explicar a mulher mais baixa e mais velha, mas parecia que as coisas não seriam resolvidas rapidamente e como eu conhecia Bruna, ela teria tentado fazer o mesmo, entretanto com falhas como resultado.

-Não quero permitir algo assim. E não vou. Não tente me convencer. –Ela debochou de meu tom serio e olhou-me com uma expressão irritada.

-Sei que quer proteger sua filha, mas acho que você está a machucando. –Suspirei, não queria ser assim com a mãe de minha melhor amiga, principalmente por eu não ter tanta intimidade com a mais velha para fazer algo dessa proporção. –É o que ela quer. Você perguntou a ela?

-Quem pensa que é para se envolver em minha vida e de minha família. –Senti um estalo forte em minha bochecha e somente pude suspirar e mais uma vez olhar a mulher enfurecida a minha frente. Meu coração palpitava acelerado com tal coisa, não sabia se era certo ou errado, já que eu não fazia parte da família, como ela havia esfregado em minha cara.

-Como você tem mostrado, não sou nada. Mas, ela é algo importante para você. Você acha que está fazendo o certo? Ela quer seu apoio, não um tapa na cara. –Eu já não sabia o que era o que, se meu coração havia se fundido com meus pulmões, já que os mesmos não paravam de subir e descer tão rapidamente. Como se eu tivesse corrido uma maratona. –Não prive ela de fazer o que ela tem sonhado.

Assim, sai pela porta marrom claro e deixei a mulher amorenada com cara de que pensava no que eu havia dito. Eu sabia que não era nada para a mulher e temia que depois de tudo ela se virasse contra mim e não me permitisse ser amiga de sua filha. Mas, tentativas tinham que ser feitas.

Suspirei e torci para o melhor. Não morrer.

 

                                                                                                                                                           Atualidade.

Eu olhava sem parar de um lado para o outro, sem sinal da amorenada. O pai da mesma e o irmão mais novo estavam a nos acompanhar até a porta de embarque e eu estava realmente desesperada para que a mulher aparecesse. Pois eu sabia, se ela não chegasse, minha melhor amiga voltaria atrás na escolha e correria para o mesmo posto em que ficamos por 5 anos.

Meus pais falavam e suspiravam com algo tão grande que eu estava a enfrentar, mas nunca me deixaram mesmo que eu dissesse que queria parar. Eles sempre me apoiaram em tudo o que eu queria. Bruna não era diferente, sua mãe sempre apoiou suas decisões, se não passasse muito dos limites. Ela queria somente proteger a pequena copia desse mundo tão terrível. E eu não a culpo.

Na verdade, ela está certa.

E, pela ultima vez, olhei novamente para a entrada daquele enorme lugar e perdi por alguns momentos a esperança da mulher aparecer, mas era como se algo dentro de mim falasse para esperar somente mais um pouquinho. Somente mais alguns minutinhos.

E se eu falasse que foram rápidos esses minutos, eu estaria mentindo. Já que parecia que anos se passavam e nada na mulher mais velha aparecer. Entretanto, como as coisas às vezes ocorrem para o bem, ouvir a voz da mulher fez com que eu quase desmaiasse.

-Bruna, não vá ainda!! –Sua voz ecoou por todo o local, mesmo que estivesse cheio de pessoas conversando, o tom alto que a mulher utilizou fez com que fosse muito bem ecoado pelo local.

-Mãe. –Vi que o olhar da pequena ao meu lado quase se transbordou em lagrimas. Eu podia desmaiar no exato momento.

-Me desculpe. –Ela abraçou fortemente a garota que derramava lagrimas grossas, mas aliviada por não sair sem que a mãe estivesse por perto. –Sua amiga me deu um empurrãozinho para entender que é o que você quer. Fiquei a noite toda tentando fazer esse bolo para vocês, sei que é o seu preferido e queria que levasse isso antes que fossem. –A mulher entregou uma sacola grande com um pano cobrindo o conteúdo de plástico com o alimento dentro.

Assim, as duas se abraçaram por longos minutos até que ouvimos as ultimas chamadas para embarcarmos. Despedi-me novamente de meus pais e vi a amorenada ir à minha frente entrar no avião.

-Me desculpe pelo tapa. –A mulher segurou meu braço e eu sorri, concordei com a cabeça e abracei a mesma. –Cuide bem dela lá.

-Eu vou.

Assim, acenei em adeus e entrei para poder me encontrar com a garota. Suspirei novamente em alivio e por fim, me joguei em meu assento sem ao menos ver quem estava ao meu lado, ou se havia alguém ali além de mim e Bruna.

-Ai. –Ouvi uma voz um pouco grossa falar baixo, mas olhei rapidamente para o dono da mesma. Ele estava com uma mascara branca cobrindo boa parte de seu rosto, me assustei um pouco e me ajeitei na cadeira. E, obvio, minhas bochechas me denunciaram com tal ato.

-Me desculpe, eu não te vi. Desculpe. –Dei meu melhor sorriso e coloquei meus cabelos para trás de minhas orelhas, pedindo mais uma vez desculpa por meu descuido. Um reflexo nervoso que eu tinha em momentos embaraçosos.

-Não se preocupe. –Ele me olhou e eu senti meu estomago dar uma volta. Seu olhar caloroso, mas parecia te analisar por completo. Um tom castanho e totalmente atraente, por um momento queria que a mascara não estivesse ali para que eu pudesse ver seu sorriso. E bem, pelos risquinhos que se tornaram pelo simples sorriso, que eu chutei que ele tivera dado, fez com que me mostrasse que era um completo asiático. Além de sua pronuncia um pouco dificultada por conta das diferenças de idiomas.

E mais, queria me bater por não estar maquiada.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Me perdoem caso haja erros e coisas do tipo, podem me dizer onde foi que eu errei sem problemas.
E se tiverem boas ideias, estou de ouvidos bem abertos para ouvi-las.
Amo vocês meus preciosos.
De Pup e Tuan!!!


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