História Butterfly - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Borboleta Azul
Visualizações 2
Palavras 435
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Droubble, Ficção, Ficção Adolescente, Universo Alternativo
Avisos: Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


É bem pequeno e simples, mas espero que gostem.

Boa leitura (^^).

Capítulo 1 - ;Borboleta azul


Fanfic / Fanfiction Butterfly - Capítulo 1 - ;Borboleta azul

Capítulo único

Aquela borboleta azul, trazia lembranças da borboleta azul que amei, minha borboleta. Que se foi igual a esta. Se foi de modo rápido, rápido e frágil.

Quantas saudades eu sinto da minha garota. Quantas saudades eu sinto do seu sorriso doce, de suas raivas na TPM, de suas bochechas coradas quando eu falava algo sobre nossa intimidade em frente aos meus amigos, de seus lábios tocando os meus em um breve selar.

Os dias não tinham mais graça sem minha borboleta azul ao meu lado, com certeza não tinha. Eu vacilei em deixá-la sozinha aquela noite. Vacilei em deixá-la sozinha, sabendo o quão era sua necessidade em um antidepressivo, para livra-lá das dores.

“—Por favor, não vá. Fique aqui. Eu posso fazer bobeiras.— Falava quase chorando, abraçando minha cintura, como se aquilo fosse me fazer ficar.

—Amor, minha borboleta azul. Eu logo, logo estou de volta, eu só vou na empresa fazer algumas coisas e depois estarei de volta.— Falei já impaciente, a desgrudei de minha cintura e peguei meu casaco, antes de sair, dei um beijo em sua testa. —Te amo.— Saí e fechei a porta. Caminhei até meu carro e dei partida, podendo ouvir os gritos da minha borboleta azul, pedindo que eu ficasse, mas eu tinha que ir até minha empresa, era algo importante...”

Foi algo estupido da minha parte, eu sei. Mas como eu iria saber que isso iria acontecer? Como iria saber que minha borboleta azul, me tinha, como nós temos nosso oxigênio?

Mas eu sei que a culpa foi minha, ela estava implorando, quase se ajoelhando pedindo para que eu ficasse, que seu oxigênio não faltasse.

Até hoje me culpo. Até hoje me lembro do momento que voltei pra casa e a vi. Vi ela já pálida, com a corda em seu pescoço, qual estava amarrada no teto, e uma cadeira caída no chão.

Lembro-me que corri até ela e tirei a corda de seu pescoço, acabamos caindo no chão. Eu, sentado sobre minha pernas, e sua cabeça em minha coxa. Lembro-me do gritos que eu dava pedindo para que ela voltasse, para que ela saísse de algum canto da nossa casa e falasse que era tudo brincadeira. Lembro-me dos soluços e da rouquidão que tomou conta de minha garganta de tanto gritar.

“—Vole, volte agora. Eu estou lhe mandando, borboleta, acorde.— Falava entre soluços, com o rosto de minha garota entre minhas mãos, juntando nossos narizes no típico carinho que costumávamos fazer. —Volte.— Sussurrei, dando-lhe selares por todo seu rosto...”

E assim ela se foi. Para nunca mais voltar.

Se foi como uma borboleta. Uma borboleta azul.


Notas Finais


Bem foi isto. Espero que gostem, e não a usem como inspiração na vida real...


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