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História Butterfly Effect; Jjk - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Primeiro capítulo de 나비효과 (Butterfly Effect)

Me desculpem por qualquer erro!

Capítulo 1 - Borboletinha Azul





Kang Yina, 17 anos, Coréia do Sul


Um irmão, pai e mãe separados


Boa aluna, não muito correta em certas situações; uma boa amiga.


Ponto de Vista da Yina~


Eu sou a Kang Yina, como você leu ali em cima. Não vou falar tudo denovo porque seria cansativo, e eu sou bem preguiçosa pra apresentações e coisas do tipo.


Neste momento, estou na sala de aula enquanto termino de desenhar uma bonita e graciosa borboleta azul, para a aula de artes. Ao meu lado, está Jeon JungKook, um amigo que eu gosto muito e sempre está comigo. Do outro lado, está Kim Taehyung, também meu amigo. Ele não é desta sala, e veio apenas me fazer uma visita. — Como de costume.


"Nana, como está linda esta borboleta!" — Ele me chamou por meu apelido de infância, apontando para a borboleta, sorrindo de uma forma bonitinha.


"Nana?" — Jeongguk se virou para Tae, e o encarou confuso.


"É o apelido de infância da Yina, você não sabia?" — Ele perguntou, e Jeon respondeu ironicamente.


"Claro, mas só está fazendo ela passar vergonha. Sabe que Yina não gosta desse apelido, certo?"


"Eu estava brincando, JungKook!" — Taehyung gargalhou.


"Pois pare." — Riu fraco, voltando ao seu desenho, que mais parecia apenas uma bola com uns riscos.


"O que é isso, Kook?" — Eu o questionei sobre o desenho.


"Er.. eu não sei!" — Gargalhou. "Sério, o que eu tô fazendo?" — No mesmo momento, Jeon amassou a folha em que estava desenhando. Eu o olhei confusa.


"Quer ajuda com isso aí? Não vai conseguir terminar antes da aula acabar, Jeongguk."


"Pode deixar, você me ajuda depois. A professora havia dito que podemos terminar em casa mesmo, pois é realmente uma coisa trabalhosa e longa."


"Você vai na casa da Yina?" — Taehyung encarou Jeon.


"Sim, vou lá todos os dias." — Respondeu simples.


"O que ficam fazendo por lá?"


"Nada demais." — Eu disse.


"Ah sério? Então não teria problema se eu fosse junto, não é?" — Tae me encarou.


"Ah, claro que não tem problema! Você pode vir sim, TaeTae." — Eu sorri, e JungKook me olhou incrédulo.


"O quê?" — JungKook estava de boca aberta.


"Fecha a boca aí JungKook, se não entra mosquito."


"Não estamos no pré, Taehyung." — Sorriu de lado.


"Pois parece, bebezinho."


"Yina, faz ele parar!" — Jeon resmungou.


"É disso que eu estou falando!" — Riu. "Você sempre corre pro lado da Yina, como uma criança. É tão fofo, Jeongguk." — Taehyung disse, mas ele estava sendo tão, mas tão falso.


"Ok meninos, parem. Vamos logo pra minha casa." — Eu disse, e os dois assentiram.


Saímos da escola, seguindo até a minha casa de ônibus. Todos nós morávamos perto uns dos outros, então eles não teriam problemas para voltar.


Ao chegarmos, os convidei para entrar e nos sentamos na cozinha.


"Filha, por que não havia me dito que esses garotos tão lindos viriam aqui hoje? Eu teria preparado mais coisas para o almoço." — Minha mãe disse, colocando a comida na mesa.


"Ah tia, não precisa de tanta coisa assim. Eu como pouco." — Disse JungKook, e Taehyung riu.


"Eu adoro a comida da senhora, tia Kang."


"Que bom que gosta, Taehyung. Pode comer o quanto quiser, e você também JungKook." — A mais velha sorriu docemente.


"Tae." — Chamei a atenção do mesmo, e ele me encarou. "Seu pai não vai ficar preocupado?"


"É Taehyung, você deveria ir para não deixar o tio Kim preocupado." — Jeon disse, provocando-o. Eu me segurei para não revirar os olhos, ou dar um soco na cara dos dois.


"Não tem problema, meu pai não vai se importar muito. Eu estou com a Yina, e estou seguro."


"Tudo bem então." — Eu me levantei. "Mãe, nós já terminamos. Eu, Tae e Kook vamos lá pra cima para terminar nosso trabalho."


"Ok, filha. Boa sorte." — Ela sorriu.


"O quê? Mas eu ainda não terminei!" — Taehyung resmungou e eu o puxei pelo braço enquanto Jeon gargalhava. "Minhas costelinhas de porco!"


"Deixa isso pra lá, vamos logo." — Eu disse, e nós fomos até o meu quarto.


JungKook se sentou no tapete, enquanto Taehyung estava deitado em minha cama.


"Vamos, Kook. Pegue uma folha, um lápis e uma borracha. Temos que terminar o seu trabalho." — Eu me sentei do lado dele.


"Vai desenhar o quê?" — Jeon perguntou.


"Pode dizer o que você quer que eu faça, Kook.


"Que tal um pássaro?"


"Tipo o quê? Uma arara?"


"Sim! Isso mesmo, jagiya." — Ele sorriu e eu comecei à desenhar.


Ao que eu fazia movimentos delicados com o lápis, Jeon os observava, e ele parecia hipnotizado.


Minutos depois, parece que alho havia lhe tirado daquele transe: o barulho de um celular tocando.


Olhei para os lados, e não parecia o meu. Subi o olhar, e vi que Taehyung já estava dormindo em minha cama. Ao perceber que era o celular dele que tocava especificamente "Black Swan", me aproximei e tentei o acordar.


"TaeTae.. seu celular está tocando." — Ele abriu seus olhos vagamente, e se espreguiçou, pegando o aparelho e atendendo a ligação.


"Hum.. alô? Pai? Ah, estou na casa da Yina." — Ele disse sonolento, e franziu o cenho em seguida. "Mas eu venho aqui de vez em quando, e o senhor nunca reclama! Tá, eu tô indo já. Tchau."


"Vai ter que ir, Tae?" — Perguntei, triste.


"Vou sim, Yina. Façam esse trabalho direito, hein!" — Riu. "Estou indo." — Ele pegou sua mochila e me abraçou, saindo pela porta.


"O hyung é estranho às vezes, e a feição dele quando está bravo me assusta." — JungKook comentou.


"Taehyung não me assusta muito."


"Como não? Aquela cara de bravo dele assusta qualquer um que veja! Parece que ele vai enfiar uma faca no seu pescoço há cada olhar."


"Bobo!" — Eu ri e me sentei novamente no tapete. "Sabe, JungKook.." — Continuei o desenho. "Eu estive pensando em Taehyung."


"Pensando no Tae?" — Me encarou.


"Sim, eu acho que estou apaixonada pelo Taehyung. Sabe, ele é tão gentil.." — Eu sorri, mas Jeon ainda não falava nada. Ele parecia em choque. "JungKook?"


"Hum..?" — Ele saiu de seu transe. "Acho que você e o Taehyung formariam um belo casal." — Ele sorriu fraco.


"Sério, acha mesmo?" — Ele assentiu.


Não sei o porquê, mas a atmosfera dali não estava muito boa, e JungKook também não parecia muito animado. Por mais que estivesse incomodada, apenas continuei o desenho até terminar, e me jogar para trás no tapete, dando um longo e gostoso suspiro.


"Ah.. acabei!"


"Obrigado, Yina. Não sabe como me ajudou desta forma!" — Sorriu.


"Por nada, JungKook. Quer que eu te leve até a porta?"


"Não, não se incomode. Taehyung pode ficar com ciúmes se souber que você foi até minha casa comigo." — Sorriu fraco. "Até amanhã."


"Até.." — Suspirei.


O que está acontecendo com JungKook? Ele estava tão bem quando chegou aqui, e agora está tão estranho e para baixo.. e como se ele tivesse voltado à ser depressivo..


Flashback On


Eu me escondia atrás de uma árvore no parque central da cidade, aquele era um evento anual para crianças, e por incrível que pareça, eu não era uma das únicas adolescentes ali. Era como uma caça, mas diferente da páscoa, era uma caça à bilhetes premiados. Meus pais eram loucos para que eu conseguisse achar um daqueles, e só haviam dois.


Corri até um arbusto, e agachei atrás do mesmo. Quando me virei, avistei um garoto ao meu lado, e ele chorava. Me aproximei, e ele me encarou.


"O que aconteceu, menino?" — Ele parecia ter a minha idade.


"E-eu perdi os meus pais." — Ele soluçava.


"Podemos encontrá-los, venha." — Eu o chamei, mas ele não levantou.


"Você não me entendeu, eu realmente perdi os meus pais."


"Ah.." — Abaixei o olhar. "Sinto muito."


"Eu só queria vê-los agora." — Ele ainda chorava intensamente. Por impulso e solidariedade, eu o abracei e ele surpreendentemente correspondeu.


"Vai ficar tudo bem, pode chorar à vontade." — Apertei o abraço. "Você tem alguém da família por perto?"


"M-minha tia.. ela está viajando, e eu não sei o que fazer. Desculpe-me por te incomodar, sério."


"Não precisa se desculpar. Como você se chama?"


"JungKook."


"Vai ficar tudo bem, JungKook. Os seus pais estão em um lugar melhor, e você vai com certeza conseguir superar isso. Você parece ser um garoto forte, sabia?"


"Você fala como se eu tivesse sete anos." — Ele riu.


"Não era pra ser."


"Está tudo bem, obrigado. O que acha de procurarmos os bilhetes?" — Pela primeira vez na minha frente, ele realmente havia sorrido.


"Claro. Vamos." — Nós dois saímos correndo dali, e continuamos a busca. Ele estava atrás de mim, enquanto segurava minha mão, e suas lágrimas não estavam mais lá.


Flashback Off


Em uma noite em que até o ar é silencioso

Meu coração exausto não pode adormecer


No fim do túnel que eu vaguei sozinho

Uma respiração quente me alcançou, era sua respiração, ooh ooh sim


No toque suave da sua respiração

Meu coração acha um lugar para descansar

E você me envolve

Um anjo soprando em direção a mim como o vento


O calor que eu ganho de você me muda

Eu não sinto mais medo, porque você está ao meu lado

Porque você não irá soltar a minha mão

Você está salvando a minha vida

Não me deixe




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