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História Butterfly Tears (Taekook - Abo) - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


Oi

Falei que voltava em agosto, dia primeiro e aqui estou eu

Não esqueçam de favoritar a fanfic, por favor

Boa leitura

Capítulo 11 - Let me look at you


Fanfic / Fanfiction Butterfly Tears (Taekook - Abo) - Capítulo 11 - Let me look at you

Jeongguk suspirou, sentia algo estranho dentro de si, e sabia que era efeito dos chás, mas ainda não era nada muito aparente. Taehyung saiu da carruagem e lhe estendeu a mão, o ajudando a descer também, viram dois empregados levarem as suas coisas para dentro, sabiam que eles iriam embora, e só voltariam para os buscar. 

Respirou fundo, segurou a mão do maior, entrelaçando seus dedos antes de enfim entrarem na casa, vendo como era o local. Não era grande, tinha uma cozinha espaçosa, uma mesa pequena e mais duas portas, uma era o banheiro, e a outra ia para um quarto, nada muito fora do padrão. 

Andaram mais um pouco, encontrando outra porta, que não dava para ver do ângulo que estavam antes. A adentraram, percebendo que local era aquele. Uma cama rente ao chão que era de grama, não tinha uma das paredes, e o teto era de vidro, deixando livre para que a lua pudesse ser vista dali. Tinham bastante travesseiros e cobertas que pareciam serem macias.

Taehyung olhou para o menor, preocupado com o que ele poderia estar sentindo naquele momento, mas ele parecia bem. Não sabia direito o que deveria fazer naquele momento, então deixou que o pequeno decidisse as próximas ações. 

Sentiu ele soltar de sua mão, e se sentar na cama, para em seguida se jogar ali, deitando de barriga para cima. Dando de ombros, o alfa imitou a ação, ficando ao lado do outro. 

— A gente vai começar a dividir o quarto quando voltarmos — o mais novo falou, olhando para o céu pelo teto de vidro. 

— Vamos… Eu sou bem bagunceiro, já deixo avisado — brincou, vendo um sorriso surgir nos lábios rosados 

— Eu também sou, acho que vamos dar trabalho — sorriu, estavam gostando do clima descontraído que criaram. 

Ambos ficaram em silêncio, olhando para o céu escuro e estrelado, sabiam que a lua não demoraria para entrar no campo de visão deles. Jeongguk franziu o cenho ao sentir algo estranho dentro de si, o lembrava ao cio, mas de uma maneira muito mais fraca. 

Sentiu quando começou a ficar meio úmido, seu lobo ficando mais acordado e ele em si parecendo um pouco mais carente de toques. Os chás realmente funcionam, e mesmo não tendo tanta experiência, sabia que aquilo iria se intensificar, pelo menos mais um pouco. 

— Tá sentindo isso? — ouviu a voz grave de Taehyung, se arrepiando, estava ficando sensível. 

— To… — respondeu baixo, começando a ficar com calor, mesmo com o frio que estava fazendo. 

— Sabe que podemos não fazer isso, não é? — falou calmo, se virando para o pequeno, esse que já estava olhando para si — eu não ligo pra tradição nenhuma, se você não quiser, não fazemos nada — falou sério, querendo que o menor entendesse cada uma de suas palavras. 

— Hyung — Jeon chamou, mesmo que não tivesse necessidade alguma, já que esse já olhava para si — eu acho que quero — mesmo que a fala tenha saído baixa, ela saiu firme. 

Com delicadeza, Taehyung segurou seu rosto e colou seus lábios. O ômega não enrolou, logo pedindo passagem com a língua, fazendo o que tentou fazer mais cedo. A passagem foi imediatamente cedida, e assim que ambas as línguas se tocaram milhares de borboletas começaram a voar de dentro de ambos. 

Conforme invadiam e exploravam a boca um do outro, seus corpos reagem ao contato e aos chás ingeridos. Jeongguk nem percebeu suas mãos se movendo, desafivelado os fechos da capa do mais velho, a abrindo. 

Encerraram o beijo, Taehyung abriu os olhos e olhou com intensidade para o mais novo. Como se um fogo fosse acendido dentro de ambos, o mais novo se viu sentado no colo do marido, esse que se sentou. Voltaram a se beijar, e enquanto o ômega segurava com força os cabelos da nuca de Taehyung, esse abria a capa branca, a tirando do corpo do menor. 

A próxima peça a sair foi o blazer escuro do alfa, e então as mãos fofas passaram a desabotoar lentamente a camisa branca. E por mais incrível que parecesse, ambos só se tocaram do que estavam fazendo quando o mais velho estava com seu tronco despido. 

Com os olhos brilhando, o Jeon passou cuidadosamente uma de suas mãos pelo ombro do maior, parecendo admirar tanto a maciez, quanto o contraste da tinta dourada com a pele beijada pelo sol. Voltou a focar nos olhos do alfa, esse que fazia carinho em sua bochecha, os olhos brilhando de forma apaixonante. 

Taehyung abraçou a cintura alheia com um de seus braços, e então mudou de posição, deixando o pequeno deitado na cama. Voltaram a se beijar com intensidade, as mãos do mais velho fizera carinho pernas coxas grossas, se arrepiando quando seu corpo fora abraçado pelas pernas bonitas. 

Interromperam novamente o beijo, dessa vez um pouco mais ofegantes. Guiado por seu lobo, Jeongguk levou as mãos até a calça do maior, a abrindo, Taehyung sorriu pequeno, começando a distribuir delicados e carinhosos selares pelo pescoço clarinho, gostando do gosto, era docinho, quentinho e macio. 

Sua calça foi empurrada pelos pés do garoto, e com um pouco de coragem levou as mãos até o laço da calça do menor, o desfazendo. Jeongguk se arrepiou inteiro com aquilo, sentindo-se um pouco mais molhado do que antes. Precisaram se afastar para tirarem as peças com mais facilidade, Taehyung ficando completamente nu, e Jeongguk ainda com a blusa soltinha. 

O Kim segurou a cintura alheia, tentando voltar para a posição que estavam antes, mas o corpo do ômega não se mexeu. Preocupado, o alfa se ajeitou, ficando sentado ao lado do outro.

— A gente pode parar se você quiser, não precisamos fazer isso — falou calmo, mesmo que não se lembrava de seu membro já ter ficado tão duro assim.

— Eu quero… — murmurou, sem saber realmente o que fazer, sua insegurança estava atacando novamente — deita — mandou, vendo o mais velho o obedecer. 

Respirando fundo, tirou a sua blusa, se deitando de costas para o mais velho, que encaixou o corpo no seu. O Kim percebeu que aquilo era para que não precisasse ver o corpo do marido, não comentou, não iria o deixar desconfortável naquele momento. 

Deixou que suas mãos percorrem pelo menor, deslizando sob a epiderme macia. Sentindo como era o corpo do pequeno, passou pelos mamilos durinhos, pela barriguinha, pela cintura, se deliciando com cada dobrinha que sentiu. Passou pelas coxas, pela bunda cheinha, e chegou a passar pelo membro, percebendo que não era grande. 

— Você é lindo — sussurrou, rente ao ouvido do ômega, o vendo se arrepiar. 

— Você não viu o meu corpo pra falar isso — respondeu baixinho, de olhos fechados, aproveitando cada carícia que estava recebendo.

— Não preciso vê-lo por completo para chegar a essa conclusão, coelhinho — murmurou, deixando selares pela nuca e pescoço do outro. 

Deslizou sua mão ate a bunda branquinha, ousando chegar perto da entradinha que seu membro estava implorando para invadir. Achou estranhamente gostoso sentir a textura do lubrificante natural que saia dali, deixando a região toda melada. 

— Tae — Jeongguk arfou após chamar pelo apelido. 

— Posso? — Perguntou, recebendo um assentir quase desesperado. 

Com cuidado, e também um pouco de receio, adentrou seu dedo médio ali, arrancando um gemido baixo e manhoso do mais novo. Era tão apertadinho, mas o lubrificante ajudava imensamente a movimentação. 

Jeongguk começou a procurar algo para apertar, vendo aquilo, com a mão livre, o Kim o abraçou, sentindo seu braço ser firmemente segurado, de maneira tão rápida que pareceu automática. 

— Mexe — ouviu a voz baixinha sair de maneira manhosa. 

Começou a movimentar ali, e o ômega arfou, aquilo era gostoso, fazia seu ventre queimar de maneira prazerosa, o que era estranho para si. Apertou os olhos quando sentiu mais um dedo o invadir, não chegou a doer, mas incomodou um pouquinho. O alfa voltou a movimentar os dedos, tentando deixar menos apertado, não queria que doesse no outro. 

Reconhecia que seu membro não era pequeno, e muito menos fino, e se aquilo fosse ajudar o outro a lidar com a dor, faria aquilo. Mesmo que sentisse que fosse explodir a qualquer momento, o cheirinho doce ficava cada vez mais forte, e seu membro sendo esfregado nas costas do Jeon não ajudava nada. 

— Hyung — Jeongguk chamou, fazendo Taehyung parar quase  imediatamente os movimentos, murmurando em resposta — C.coloca… — foi adoravel a maneira em que ele pediu. 

Atendendo o pedido, o alfa tirou os seus dedos na cavidade quentinha, segurando seu membro e guiando até ali. Abraçou mais firmemente o corpo do marido, e se forçou para dentro, precisando realmente forçar para adentrar ali, sentindo seu corpo entrar em completo êxtase.

o Jeon fechou seus olhos com força, apertando a mão do maior, sentindo seu interior queimar. Conforme ia sendo invadido, sua boca ia abrindo, em um grito mudo. Ofegou quando sentiu que o mais velho havia colocado tudo, gostando do gemido que ele soltou. 

Agradeceu mentalmente por ele ter ficado parado, pois ainda não tinha se acostumado com a invasão. Respirou fundo, sentindo os selares que começaram a ser distribuídos, seu corpo foi melhor ajeitado nos braços do maior, e sua coxa começou a ser acariciada. Gostou a nítida preocupação em relação ao seu conforto ali. 

— Tae — chamou após um tempinho, quando já não sentia mais dor — pode ir… 

Suspirando em alívio, Taehyung começou a se mexer, sentindo o prazer começar a dominar o seu corpo. Estava indo devagar, não queria causar algum desconforto no pequeno, continuou a deixar os selares na nuca deste, enquanto deixava arfares escaparem por seus lábios. 

Sorriu pequeno quando Jeongguk começou a se mexer também, gostando do que estava sentindo, sem qualquer sinal de algum desconforto. Não demorou para que alguns gemidos começaram a serem soltos, todos baixinhos e manhosos. 

— Isso é bom — o ouviu murmurar, aliviando as preocupações que ainda o dominavam. 

— Ggukie — chamou, diminuindo um pouco a velocidade — deixa eu olhar pra você, por favor — implorou, recebendo um concordar com a cabeça. 

Se retirou de dentro do pequeno, que resmungou em reprovação. Deitando de barriga para cima, o ômega pegou um travesseiro e com ajuda, o ajeitou na parte inferior de suas costas, ajudando a posição. Abriu as pernas, deixando que o outro se encaixasse ali, e o abraçou com as pernas, vendo ele se apoiar com um dos braços  ao lado de sua cabeça. 

Gemeu em satisfação ao voltar a ser penetrado, abraçando o pescoço do marido, puxando levemente os cabelos de sua nuca. Taehyung arfou, deslizando sua outra mão pelo corpo do menor, até precisar dela para se apoiar menor. Se beijaram, não foi um ósculo longo, mas tão intenso quanto os outros que tiveram. 

— Você é lindo demais — falou de maneira firme, após se separarem, gemendo baixo em seguida, estocando o menor. 

Mesmo que não conseguisse responder, Jeongguk ouviu, o deixando quentinho por dentro, mesmo naquela situação. 

O barulho de peles se chocando ficou mais alto, sendo levemente molhado pela grande quantidade de lubrificante que o mais novo havia produzido. Taehyung arfava e gemia rouco, deixando um belo contraste com os gemidos baixos e manhosos do menor. 

Entre arranhões nas costas e apertos pelo corpo, o casal chegou ao seu limite. Se beijaram, de maneira mais preguiçosa, sentindo o nó os deixa presos um no outro. Finalizaram o ósculo com vários selares, estavam ofegantes. 

Jeongguk jogou a cabeça para trás, apoiando na cama, com um sorrisinho completamente satisfeito no rosto. Aquilo foi uma das melhores coisas que já sentiu. Taehyung não estava diferente, com o rosto escondido na curvatura do pescoço de seu ômega, recuperava o fôlego enquanto sorria. 

Precisaram ficar mais tempo na posição, o nó duraria mais do que o normal. Mesmo já recuperados, ficaram quietinhos, apenas se abraçando e aproveitando o momento. Jeongguk deixou um selar no ombro amorenado, para em seguida selar a bochecha deste, o vendo sorrir largo, deram um ultimo selinho antes do nó se desmanchar, e enfim Taehyung saísse de dentro do menor. 

O ômega ignorou a sensação de vazio que sentiu, tirou a almofada de debaixo de si, e se aconchegou no corpo do marido, recebendo carinho em suas costas. Começou até a ficar sonolento, mas não pode dormir, já que o Kim não deixou. 

— Temos que tomar banho, sério — falou calmo. 

— Então ajeita lá — falou de modo manhoso, se encolhendo na cama. 

Taehyung apenas sorriu, voltando para dentro da casa, vendo um bilhete colado na porta do banheiro. Franzindo o cenho, chegou mais perto para ler, corou intensamente ao perceber que uma empregada havia acabado de preparar a banheira, e que muito provavelmente os ouviu. 

Decidindo ignorar, voltou para onde o seu marido estava, vendo que ele olhava de maneira sonolenta para a lua. O pegou no colo, não recebendo nenhum protesto, provavelmente pela preguiça que o ômega estava sentindo. 

Com cuidado, adentrou a banheira quentinha, permanecendo com o pequeno sentado em seu colo. Viu que tinha duas esponjas ali, e pegou a mais macia, já havia percebido a sensibilidade da pele branquinha. 

— Foi bom? — perguntou baixo, ainda meio inseguro, enquanto fazia quase que um carinho nas costas do menor, de tão delicado que estava esfregando. 

— Foi perfeito, Hyung — murmurou, deixando um selar na bochecha corada. 

Taehyung sorriu, feliz por ter feito tudo certo, e não ter machucado o homem que estava começando a amar. Jeongguk também sorriu, feliz por saber que o homem que estava começando a amar havia sim o achado bonito por inteiro. 

(...)

Abrindo os olhos de maneira completamente preguiçosa, Taehyung se deparou com o rostinho inchado de Jeongguk, esse que dormia calmamente, o abraçando como se fosse um travesseiro. Começou a fazer um carinho na bochecha corada, gostando da maciez.

Viu o momento em que os olhos do outro se abriram, mostrando as orbes negras que tanto brilhavam. Sorriu pequeno, deixando um simples selar nos lábios rosados. 

Se levantaram, ainda meio preguiçosos, mas estavam com fome. O Jeon praticamente correu para os braços do marido, estava com frio. Se sentaram na mesa pequena, precisando arrastar uma das cadeiras, para ficarem um do lado do outro.

A empregada da noite anterior serviu a mesa, achando fofo o fato de ambos terem corado intensamente com aquilo, se retirou de maneira rápida, deixando o casal sozinhos. O mais novo se esticou, querendo pegar a vasilha de morangos, mas parou no mesmo momento, soltando um grunhido baixo

— Tá com alguma dor? — o alfa perguntou, preocupado. 

— Meu quadril e… você sabe — falou meio envergonhado. 

O Kim concordou com a cabeça, alcançando a vasilha de morangos, pegou um, levando até a boca do marido, o assistindo morder a fruta, com os olhos negros encarando os seus. 

— Hoje eu fico só mimando você, pode ser? — perguntou, vendo o mais baixo assentir varias vezes seguidas. 

Ambos sabiam que aquela dor não era nada preocupante, ou que precisasse de um pouco de atenção. Mas queriam muito ficar deitados na cama, fazendo carinho um no outro, então apenas fingiram que era algo realmente forte. 

Estavam muito satisfeitos com a segunda lua cheia, e com a consumação.



Notas Finais


Me desculpem por qualquer erro

Meu twiter é @95_pmj, https://twitter.com/95_pmj

Lembrem de comentar!

Já to planejando a próxima fanfic

Beijos na bunda

Até o próximo capítulo


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