História By chance - Seulrene - Capítulo 2


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Categorias Red Velvet
Personagens Irene, Joy, Seulgi, Wendy, Yeri
Tags Amor
Visualizações 15
Palavras 1.665
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


espero que gostem xuxus

Capítulo 2 - Chapter one


Já eram nove e quinze da manhã e a maioria dos funcionários já haviam chegado. Alguns estavam atrás do balcão fazendo as contas, outros estavam passeando pelo estabelecimento mostrando todas os tipos de flores que era possível comprar ali nas prateleiras aos clientes e Joohyun era uma delas.

Estava atendendo uma senhora magra de cabelos escuros e que estavam preso em um rabo de cavalo, e que usava um vestido preto sofisticado, que ia até pouco acima dos joelhos, junto a uma bolsa de mão da mesma cor, e que aparentava não ter mais de 47 anos. Ela estava um pouco cabisbaixa e não falava nada e Joohyun como era, não poderia simplesmente empurrar as flores a senhora sem nem mesmo se importar com o que poderia estar acontecendo com a senhora, afinal, flores requerem sentimentos, precisa haver uma conexão, por mais breve que seja mas a mulher mal olhava para as flores, muito menos para Joohyun, apenas o chão. Então resolveu perguntar, mesmo que fosse tratada com grosseria ou não tivesse alguma resposta.

— A senhora está bem?

Recebeu um silêncio como resposta então resolveu continuar por mais embaraçosa que fosse aquela situação por estar falando praticamente sozinha.

— Se a senhora não quiser dizer não tem problema, mas saiba que eu estou aqui para ouvi-la.

— Meu filho... está no hospital. Ele tem uma doença rara e já ta na fila de espera para um transplante há faz meses. Eu tenho medo que ele não sobreviva até o final do ano, que é quando ele faz aniversário, eu vim comprar flores para o deixar mais alegre mas cada vez que eu penso nisso me sinto tão mal.

Algumas lágrimas começaram a escorrer.

— Sinto muito. Mas, não perca as esperanças, eu tenho certeza de que ele vai conseguir o transplante. A senhora não pode desanimar, aproveite cada momento com ele, o compre flores e coisas que o mesmo gosta mas principalmente, não esqueça de dizer a ele todos os dias que o ama.

— Eu digo isso todos os dias. — A mulher falou tentando enxugar as lágrimas.

 — Sempre que ele estiver com medo ele vai pensar nisso e se sentir mais forte, porque os pais são a nossa maior força. — Disse.

— Obrigada.. Joohyun? — Leu o nome escrito em seu avental marrom claro com detalhes em escuro e sorriu pequeno ao ver a garota assentir. — Pode me ajudar a escolher girassóis? Meu filho ama eles.

— Claro, são minhas flores favoritas. Admito que adoraria recebê-los um dia. — Sorriu para a mais velha que retribuiu ainda com um breve sorriso, então foram para o corredor de prateleiras onde ficavam os girassóis. 

Joohyun adorava seu emprego mas às vezes se sentia triste com a história que seus clientes traziam consigo. Naquela floricultura passavam todos os dias vários tipos de pessoas que Joohyun conseguia se lembrar, os namorados que iam ali para comprar flores para suas amadas, filhos que compravam flores para suas mães, se lembrava até de um senhorzinho que uma vez comprou um buquê de rosas para sua esposa já que era seu aniversário. Havia um motivo para trabalhar naquele lugar, ela tinha um enorme carinho por flores e as daquele lugar eram meramente especiais, além dos funcionários serem muito legais e interessantes, e pelo local conter uma ótima energia positiva ao seu ver. 

Depois de já ter atendido os clientes resolveu pegar um livro para ler e nesse meio tempo sentiu um dedo cutucando seu braço. Era Sooyoung.

— O que está lendo? — Se esticou um pouco para ler o nome. — Com amor, Simon? — Disse ao ver o livro quase fechado pela mais velha para que ela visse o nome na capa. — Deveria ter advinhado, você ama esse livro.

— Ainda bem que sabe, mesmo já tendo um livro não me importaria de ter outro, sabe. — Respondeu dando de ombros.

— Vou simplesmente fingir que não entendi o que você disse, bebê.

 — Não se esqueça que meu aniversário tá chegando, quero mimos pra me mimar.

— Egoísta. — Disse e a mais velha riu. 

"Joohyun?"

Foi chamada e então levantou o olhar e sorriu para o garoto que estava saindo da sala dos funcionários.

— Sim, Jungwoo? — Perguntou e viu o garoto de cabelos castanhos sorrir pequeno e se aproximar do balcão.

— Você tem uma entrega pra fazer. — Disse com um buquê de rosas amarelas em mãos. — Vou te passar o endereço.

— Ah, obrigada, Woo. — Disse pegando o buquê das mãos do mais novo. — Sooyoung cuida bem do meu bebê, eu já volto.

— Ah, obrigada, Woo. — Disse pegando o buquê das mãos do mais novo. — Sooyoung cuida bem do meu bebê, eu já volto.

Disse a de cabelos vermelhos que revirou os olhos.

— Claro, vou cuidar bem do seu livro. — Falou com desanimação recebendo um tapa fraco em seu braço de Joohyun que saiu negando com a cabeça. 

Depois de ter pego o endereço de onde entregaria as rosas com Jungwoo, saiu da floricultura pegando uma das bicicletas que estavam disponíveis para os funcionários fazerem entrega em um espaço reservado para as mesmas, e subiu, soltando seus cabelos e colocando o laço vermelho que havia pegado mais cedo. A bicicleta era verde clara quase um azul, as rodas eram brancas e tinha uma cestinha de palha. Era bem parecida com uma bicicleta da década de 50, que combinou ainda mais com a roupa que estava usando.

 O buquê tinha 6 rosas amarelas, tango, folhas verdes e era envolto em papel retrô que haviam prendido a sua atenção por serem completamente lindas.

Assim que o arrumou na cestinha para que não caísse quando passasse por um quebra-molas, saiu pedalando rumo ao parque onde poderia pegar um rápido atalho e não se atrasar pelo caminho. Sentiu o vento bater contra seu rosto e balançar seus cabelos, e sorriu pela sensação. Pode ver algumas pessoas fazendo pequeniques, algumas crianças correndo e brincando ao redor dos pais, e outras que andavam de bicicleta ao seu lado.

 Por breves segundos se perdeu em seus pensamentos se lembrando de quando era pequena e ia até o parque com seus pais e quando se deu conta, uma garota havia entrado em sua frente. Ou simplesmente ela jogou a bicicleta em cima da outra, não tinha certeza, só percebeu que era uma garota por causa de seus cabelos longos mas ainda sim duvidou um pouco e só viu quando a outra apareceu em sua frente e tentou desviar, o que acabou não dando muito certo e acabou caindo em cima dela. 

— Você está bem? Meu Deus, me desculpa eu sou uma desastrada mesmo. — Disse preocupada.

— Você não vê por onde anda? — Exclamou com raiva enquanto tentava se levantar e murmurou coisas que a mais velha não conseguiu ouvir direito.

— Você não vê por onde anda? — Exclamou com raiva enquanto tentava se levantar e murmurou coisas que a mais velha não conseguiu ouvir direito.

— Olha aqui, eu não admito que fale assim comigo. Eu ainda me preocupei com você e você me trata assim, eu não suporto grosseria e você pelo menos deveria ter prestado atenção pois isso aqui é uma ciclovia. — Reclamou Joohyun

A garota a sua frente poderia até ser bonita ao seu ver, mas estava sendo grosseira, e isso era uma das coisas que Joohyun mais odiava. Ela tinha cabelos longos castanhos, com uma franja, usava uma blusa branca, uma calça jeans azul escura e tênis brancos. Ela pareceu pensar um pouco antes de revirar os olhos e falar com a outra.

— Tudo bem, me desculpa, eu também tive culpa. Estava pensando em tantas coisas ao mesmo tempo que nem percebi que você estava vindo com sua bicicleta.

— Hum.. Certo. Agora que nós nos acertamos podemos levantar porque estamos sendo o centro das atenções. — E foi aí que a outra percebeu que ainda estavam no chão e que todos que passavam ali as olhavam, e deu risada da situação.

— Ok, ok.

Depois de estarem de pé, limparam suas roupas e a mais nova ajudou Joohyun a levantar sua bicicleta que ainda estava no chão.

— Posso te perguntar seu nome?

— Por que? — Perguntou debochada mas quando viu a mais velha de cara fechada simplesmente pediu desculpas e respondeu. Estava tentando ser engraçada mas a outra pareceu não perceber isso. — Kang Seulgi. E o seu?

— Não, não, não, as flores. — Apontou para onde estavam as flores choramingando e Seulgi sentiu uma pontada de culpa ao perceber que ela era uma entregadora de flores e seu buquê havia voado para longe com a batida. — Eu tinha uma entrega pra fazer, que merda minha patroa vai me matar.

— Foi mal. — Falou baixo mas a outra conseguiu ouvir.

— Tudo bem eu também tive culpa, o jeito é levar assim mesmo pro cliente. Deus me ajude. Ah, e meu nome é Joohyun.

— Joohyun... — Pareceu pensar em alguma coisa por um tempo mas a mais velha nem se importou.

Seulgi pensou em contar que seu nome era familiar mas nos quarenta e cinco do segundo tempo achou que ela a acharia estranha por isso, então nada disse. Ela poderia ter o ouvido em algum lugar ou o nome poderia ser apenas parecido, ou então ela só confundiu com um outro nome, mas não se importou muito.

— Posso te levar pra tomar um café na cafeteria onde eu trabalho e recompensar por isso? — Perguntou sem jeito e Joohyun sorriu.

— Claro, mas eu só vou por causa das minhas flores. — Falou e Seulgi riu. — Eu preciso muito ir agora, me dá seu telefone?

Seulgi não entendeu, mas mesmo assim fez. Então Joohyun colocou seu número em seu celular o devolvendo em seguida e subiu em sua bicicleta.

— Agora não tem desculpa. Até que foi bom esbarrar em você, Seulgi.


Notas Finais


me desculpem se o capítulo ficou muito longo mas eu precisava resumir algumas coisas nele mesmo, e eu fiz a joohyun meio que inspirada em mim shdjabs

até o próximo capítulo xuxus ♡


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