História Cabibi: O Recomeço - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Palavras 2.003
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, não tive intenção de demorar desse jeito, mas vida corrida é assim.
O capítulo está bem hot, então espero que gostem.

Boa leitura

Capítulo 6 - Capítulo 6


— Do que está rindo?

— De nada – retrucou

— Que bom – apertou o massageador e ele sentiu

— Caramba, Bibi.

— Desculpa

Um breve silêncio

— Você cuidou assim de mim, uma vez, lembra?

— Claro, você foi tentar evitar o assalto

— Contra o Teobaldo da nossa turma

— Os dois levaram uma baita surra

— Foi mesmo

— Bons tempos – ela já tinha terminado de cuidar dele

— Que você jogou pra trás – suas palavras carregadas de mágoas

— Não vamos falar no passado

— Porque se não você fica em desvantagem

— Eu não sou culpada por tudo o que aconteceu e não irei discutir com você

— Você me traiu

— Para que cobrar coisas de anos atrás? Se temos uma nova oportunidade como essa

— Quem me garante que você ficará comigo e depois não me trocará para viver uma nova paixão? Eu não aguento mais isso, Bibi.. essa incerteza – a sinceridade dele assustou

— Não me ofenda, você sabe do meu amor por você

— Eu não sei de nada

— Sabe sim, o seu problema Caio é que você quer ser indiferente a mim, mas não consegue, por isso não me perdoa e porque nunca vai amar mulher nenhuma como eu.

— O problema é que não se esquece uma traição

— Não se esquece um grande amor

— Ridículo

— É a verdade, você tem vergonha de confessar que ainda me ama e esse sentimento fica aí te corroendo, te fazendo sofrer e vai continuar até você voltar pra mim

— Prefiro morrer a voltar pra você

— Você já se deu conta, só não quer admitir. Pensa que eu não escutei, quando você esmurrou aquele desgraçado e disse "minha mulher"

— Eu vou embora

O homem fica furioso, veste sua camisa e saí do chalé no meio do temporal. Fabiana o segue

— Não faz isso Caio, não agora que nós temos essa chance.

— É melhor cada um seguir sua vida

Ela corre atrás dele e o segura pela camisa

— Nós nunca chegamos tão perto depois de tanto tempo

— Fabiana, não dá. Nosso tempo já passou

— O seu, o meu sentimento está mais vivo que nunca

— Eu não mudei, eu não sou o Rubinho, não sou de exaltações de amor – Bibi segurou seu rosto firme

— Mas eu mudei, eu amo é você, sempre foi você. Vamos nos dar essa chance? Eu te amo, Caio Borges Garcia

Ela trilhou beijos em suas bochechas e maxilar. Aos poucos as defesas dele foram caindo, o filho de Garcia fechou os olhos, sentindo seu cheiro de bebida misturado com o perfume característico dela.

— Tudo em você me atraí, sabia? Tudo em você me afasta

— Eu sei

Se aproximaram, Caio encaixou sua mão no cabelo dela e puxou para o beijo, cansou de resistir aos desejos e mandou sua razão se fuder. Seu coração corria mais que um cavalo galopante. Ela no começou agiu sem acreditar que finalmente tivesse acontecendo o que mais queria, já nem se importavam com a forte tempestade. Enquanto Bibi brincava com sua língua, ele sorriu

POV BIBI

Não nos importávamos com a chuva, o beijo repleto de saudade tomava conta de nossos corpos molhados, a cada investida, eu sentia minha cabeça zonza, a língua de Caio brincava comigo beirando a sensualidade. Eu mordiscava seus lábios prolongando nosso contato, mas o ar foi faltando.

— Talvez seja melhor entrarmos

Deslizo meu rosto sobre seu nariz e ele corresponde usando seus lábios nas minhas bochechas, descendo para meu pescoço.

Não sei como não caímos pelo trajeto, é difícil me separar dele, no momento que consigo, saio a procura de toalhas e não paro de sorrir feito uma idiota. Tantas noites sonhando em reviver nem que fosse um momento, agora estamos aqui, longe de tudo e de todos

— No que está pensando? – seu corpo me abraça por trás, posso sentir seu calor

— Em nós – sua mão levanta meu queixo dando pleno acesso aos beijos seguidos de chupões

Algum som saí da minha boca

— Esse seu cheiro me deixa louco – aquela voz rouca, foi tão difícil resistir as propostas dele, principalmente na primeira em que eu estava no seu apartamento totalmente entregue

Me viro, puxo sua barba e devoro sua boca gostosa, ele une mais ainda nossos corpos. Suas mãos grossas apertam minha bunda, enquanto aprofundo nosso beijo, simplesmente não conseguia parar de desejar esse homem, sentindo sua grande ereção, uma pontada de alegria e excitação enchia meu corpo. Era eu quem o deixava assim.

Ele me suspende na parede mais próxima, desatando meu vestido com extrema precisão. Sua urgência não me assusta, pelo contrário, quero tanto quanto ele. Sua boca já está em meu mamilo esquerdo, chupando e me deixando arrepiada. Meu corpo logo fica quente, quando ele aperta minha cintura e me olha nos olhos de uma forma intensa

— Eu quero tanto você

Simplesmente divino sentir aquela mão grande na minha lombar. Caio alternava entre lamber e apertar meio seio, isso tirava meu ar.

— Não é justo você ainda estar tão vestido – olho para sua protuberância e mordo os lábios

— Me ajude a tirar

Desabotoo sua camisa com a respiração presa na garganta. Ele me surpreende ao me prensar na parede com seu corpo e me marca no pescoço, uma onda elétrica percorre todo o meu corpo. Esse homem sabia me excitar. Esfrego meu sexo no dele para provocá-lo, ele entra no jogo, mas não aguento a ansiedade, meu clítoris estava tão inchado que deixava minha garganta seca. Ele tira a camisinha do bolso e depois fica completamente nu. Ah, seu gostoso.

POV CAIO

Ela pega no meu membro rijo e molha os lábios, ainda vejo os bicos dos seus seios duros, aposto que deve estar bem molhada. Bibi me provocando desse jeito quase não raciocino, preciso aliviar logo essa maldita tensão, porque era capaz de furar essa parede tão duro como estou.

— Está gostando? – ela faz uma leve pressão e meu pênis lateja com isso

— Preciso de você agora

Sento na cama, coloco a camisinha e a puxo para montar em mim. Coincidência? Talvez. A nossa última noite de amor foi nessa posição, essas cenas sempre me atormentavam sempre que podiam, mas agora era real. Eu começo a preenche-la, ela me abraça a cada estocada, seu hálito quente me deixava mais suado. Era ali que me sentia completo, agora ela quem ditava o ritmo e cavalgava, movendo seus quadris, enquanto uma mão minha massageava suas costas como um incentivo a continuar.

Os gemidos foram ecoando pelo quarto com um ritmo leve e até zombeteiro, sendo que minha mente é um embaralho completo. Nossas respirações vão ficando irregulares à medida que o contato se prolonga, não lembro de ter essa confiança, esse momento com outro alguém. Estou totalmente inebriado com essa mulher, meu sangue pulsa forte na virilha com  tesão se espalhando por todo o meu corpo, sei que estou perto do meu clímax.

Fabiana enrosca meu rosto em seus seios, vindo de encontro a mim, nosso ritmo deixa de ser preguiçoso e as estocadas vão ficando mais profundas e firmes, é quando um grunhido rouco escapa da minha boca. O prazer me invade, mas continuo me movimentando, pois quero que ela sinta tanto quanto eu

— Mais prof...undo

Sigo sua ordem, apertando sua bunda deliciosa, consigo beijar e lamber cada extensão dos seus seios.

— Você é maravilhosa, vem pra mim

Sinto suas mãos correrem pelo meu cabelo, me tirando o ar que já estava pesado. Com um beijo, sua língua provoca a minha. Seu coração martela forte contra meu peito. Fico atento a cada demonstração de emoção dela, eu a lia com facilidade, a ponto de me satisfazer com seus gemidos e murmúrios incoerentes.

Agora suas pálpebras se fecham em um espasmo, sei que está sentindo aquela explosão de felicidade invadindo toda sua alma, vê-la vibrando em meus braços, era tudo que eu mais queria. Ela arranha minhas costas, mas nem ligo, me delicio por vê-la entregue a mim. Caímos exaustos na cama e após um tempo ela sorri em meu pescoço

— Eu senti falta disso, Bibi – a abraço institivamente – Olha para mim

 Ela faz o que peço, vejo uma serie de sentimentos, não tinha dúvidas de que me amava.

— Seu toque, seu cheiro... parece que o tempo nunca passou – ela traça círculos em meu tórax

— Éramos inexperientes 

— Éramos felizes – retruca

Eu a viro e deito por cima

— Amo você, nunca se esqueça disso

Seus olhos castanhos brilham mais que o luar e só sinto vontade de beija-la

— Então me mostra – sua virilha quente desliza sob meu sexo

Nosso beijo é tórrido. Pertencimento. É a única palavra capaz de descrever o meu sentimento por ela. Seus lábios, pertencem a mim e vice-versa.

POV BIBI

Febril. O estágio em que ele me deixava, não conseguia formar um único pensamento coerente no meu sétimo orgasmo. Uma intensa vibração percorre cada fibra do meu ser enquanto ele me masturba com vontade, seguro forte o lençol da cama.

— Seu gosto é delicioso, Bibi.

Mãos extremamente habilidosas, Caio sempre fora implacável no sexo, mas não sei se comemoro ou sinto raiva por saber que ele se aperfeiçoou todos esses anos distante de mim.

— No que está pensando?

— Nas mulheres que já passaram por suas camas

— Não entendi

— Você está muito melhor do que antes

— Eu disse que éramos inexperientes. Você está com ciúmes? – ele me dá um sorriso safado

— Não – tento negar

— Ah tá bom! Você estava com o Rubinho e transou com ele na cadeia – ele arqueia a sobrancelha – Tem certeza que quer continuar com esse assunto?

— Não se atreva a usar essas táticas de advogado comigo

— Você com esse biquinho fica muito mais gostosa, aliás o tempo só fez bem a você

— Está tentando me seduzir?

Ele faz uma cara pensativa

— Se eu tiver?

— Eu já estava rendida no primeiro elogio – seu corpo quente vem de encontro ao meu

Nós dois estávamos insaciáveis, era muita tensão sexual acumulada. Finalmente sinto que posso ser feliz com e vamos superar juntos todos os preconceitos e medos do passado.

#

Caio e Bibi finalmente estavam juntos, mesmo que fossem discretos quanto a isso. Eles também estavam tendo que lidar com Dedé, tinha que ser tudo muito sutil. O garoto já tinha passado por tanta coisa em tão pouco tempo, Caio resolveu convidar a família de Bibi a passar um fim de semana em Búzios.

Aos poucos ia conquistando a confiança do moleque. Fabiana observava a cena dos dois e sentia-se plenamente feliz, emocionava-se com o jeito que ele tinha para ser pai. Tudo o que mais queria era que Dedé aceitasse Caio ou as coisas ficariam complicadas, os dois viajaram a semana toda para congressos diferentes e não tiveram sequer um momento a sós nessa viagem, estava com saudades de beija-lo, toca-lo... inspira profundamente, esses pensamentos não ajudam quando se tem um Caio só de sunga.

— Ficou irado seu castelo

— Acho que você precisa de ajuda com o seu

— O meu tá bonito – Dedé explode em gargalhadas, o advogado enche o garoto de cócegas

— Isso é para você aprender a não rir do meu castelo

— Ei também quero brincar

— Mãe – o garoto corre e a abraça

 

Ele olhava àquela cena, sentia a atmosfera de família que nunca teve. Seu pai caiu no mundo e abandonou os dois filhos na casa de tios. Já sentia afeto por Dedé e esperava que fosse recíproco. Logo a visão de Fabiana em um biquíni com um vestido branco de praia nubla sua mente, ela tirava seu fôlego. Se esforçou em olhar para o mar

 — Vai lá vê se sua vó está precisando de algo

— Tá bom

— Cadê o meu beijo?

— Obrigada pelo que está fazendo com meu filho

— Ei não me agradeça, eu gosto dele – ela entrelaça as mãos e se aproxima

— Não chegue tão perto

— Por que? – provoca

— Você sabe

Puxa-o para um canto cheio de coqueiros.

— Há mais de uma semana que estou sem você, é difícil

— Depois eu que sou o tarado

Ela roça seu corpo no dele, Caio não resiste, enfia a mão na nuca dela e a beija intensamente.

— Alguém está muito animado

— Você que me deixa assim, satisfeita?

— Só quando eu abusar de você

— Não vejo a hora

— MÃEEEE


Notas Finais


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