História Caçadora de Estrelas - Fillie - Capítulo 28


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Categorias Stranger Things
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown
Visualizações 83
Palavras 2.761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Os lencinhos tão preparados?

Capítulo 28 - Capitulo 27.


27

Finn

 

Eu me obrigo a fingir que está tudo bem durante o jantar para que meu plano dê certo. Não é muito difícil. Aos poucos, as risadas dos meus amigos me contagiam e por algum tempo esqueço como o dia de hoje termina.

 

Comigo perdendo a Millie.

 

Depois que minha garota tira os pratos da mesa e anuncia que vai lavá-los, mesmo correndo o risco de arrastar as pessoas que eu mais amo para o meio de uma tempestade de canivetes, me aproveito de sua distração e aponto para a porta, pedindo que todos me sigam até o jardim.

 

— A Millie está lavando louça por vontade própria. Fala rápido o que você quer porque tá meio arriscado ficar aqui fora hoje — brinca Noah, lendo meus pensamentos.

 

— Você pode entrar e distraí-la? — pergunto para Caleb.

 

Ele assente e nos dá as costas sem dizer nada, enquanto os outros me olham confusos. Pelo meu tom, eles sabem que tem alguma coisa errada.

 

— O que aconteceu, Finn? — Lilia pergunta.

 

— Antes de falar, eu preciso que você suba até o meu quarto, abra a minha mochila e dê uma olhada nos papéis que estão lá dentro.

 

— Por quê? — ela pergunta, franzindo as sobrancelhas.

 

— Só vai, Li. — Aponto para a porta com uma carranca irritada, que a faz suspirar.

 

— Finnie, o que está acontecendo? — Noah insiste, inquieto, assim que sua mulher nos dá as costas.

 

— Vamos esperar a Lilia voltar — falo por cima do ombro, me sentando em uma das espreguiçadeiras espalhadas ao redor da piscina.

 

Passamos quinze minutos em um silêncio angustiante até que ela apareça com os olhos inchados, caminhe na minha direção, me olhando fixamente, e se jogue nos meus braços, se rendendo às lágrimas.

 

Já tinha chorado antes e não aguentou.

 

Isso porque pensei que ela seria a mais fácil.

 

— Para, antes que a Millie escute, Li, por favor — imploro, agoniado, afagando suas costas com carinho.

 

Achei que, por ser médica, ela seria mais fria e desceria as escadas preparada para me ajudar a contar aos outros depois de ver meus exames.

 

— Eu teria contado de maneira diferente se soubesse que você ia reagir assim.

 

— Você achou que eu te trataria como uma das minhas grávidas? — ela pergunta, fungando.

 

Noah, que parece em choque com o que assistiu, dá um passo hesitante para a frente e a puxa para seus braços, secando os resquícios de suas lágrimas. Ele está mais branco que um fantasma, porque não a vemos chorar com frequência.

 

— Como você quer fazer? — pergunta a chorona, em um tom frio e trêmulo. — Eu falo ou você?

 

— Agora sim é a médica que eu admiro — abro um sorriso triste, orgulhoso até. — Faça as honras.

 

Ela anui e se senta na cadeira de frente para a minha, puxando seu marido junto, ao mesmo tempo em que estendo a mão para Jack.

 

Ele me olha de cima e morde o lábio.

 

Demora a aceitar.

 

— Eu não quero escutar — fala.

 

Meu sorriso triste fica mais triste, e isso basta para que ele pegue minha mão e se sente ao meu lado, apertando-a enquanto a médica da família respira fundo.

 

— O Finn foi diagnosticado com um linfoma não hodgkin no Ana Costa, quando passou mal há três dias. Ele escondeu de nós porque queria saber o estágio da doença antes de nos preocupar, já que na maioria dos casos as taxas de cura são muito boas. — Ela me olha para saber se está certa e eu assinto. — Suponho que ninguém saiba o que isso significa, né?

 

Noah nega. Jack aperta minha mão com tanta força que acho que vai quebrá-la. Acho que alguém sabe.

 

— Millie? — pergunto, alto, para que parem de falar quando a vejo sair pela porta do jardim.

 

Ela me chama com um dedo e eu caminho ao seu encontro.

 

— O Cal me chamou para dar um passeio — ela diz, um pouco sem jeito, e minhas sobrancelhas se erguem.

 

— E daí?

 

— Você acha que eu devo... ir? — pergunta, tímida.

 

Suas bochechas ficam vermelhas, e isso arrebenta meu coração.

 

Ela quer que eu lhe peça para ficar.

 

E é o que eu quero fazer.

 

— Claro, por que não? — Só que eu não posso.

 

Eu tenho que deixála ir, em todos os sentidos.

 

— Divirta-se — falo, dando as costas.

 

Meus olhos se fecham com pesar por um instante enquanto volto para meu lugar, a tempo de vê-la acenar para nossos amigos e sair, chateada.

 

Vinte e nove horas e um belo jantar depois, aqui estamos, Millie.

 

Eu te perdi.

 

— Esperem um pouco. Já que ela saiu, vou aproveitar para dizer para todo mundo junto — falo para o pessoal, me sentando no lugar.

 

Tiro o celular do bolso, procuro um número nos contatos e faço uma ligação.

 

— Finn? — ela atende no primeiro toque.

 

— Você consegue vir aqui em casa rapidinho? — pergunto, com pressa. — É importante.

 

— Tá, tudo bem. — Ela está meio assustada.

 

— Entra com a chave do canteiro. Estou no jardim. — Ela concorda e eu desligo. — Vamos esperar a Sadie chegar antes de continuar — explico para os outros.

 

Ninguém parece achar estranha a presença dela. Acho que ocupei demais o tempo de Millie nos últimos dias, porque normalmente ela seria mais rápida em espalhar a fofoca de que o namoro acabou.

 

Se eu soubesse o que ouviria da boca do médico depois do desmaio, não teria sido tão rápido em contar a novidade para ela.

 

Quando Sadie chega, se assusta um pouquinho mais ao notar que não foi chamada para uma conversa de reconciliação, mas se recupera rápido e escuta a explicação de Lilia em silêncio.

 

De tempos em tempos, seca o canto interno dos olhos com a ponta dos dedos e olha para cima, piscando rápido para evitar cair no choro.

 

— Para resumir, é uma doença nos linfonodos — conclui Li, baixinho.

 

— Tem tratamento? — é a primeira pergunta de Noah.

 

Li assente, me dando um minúsculo sorriso, e me mostra que a parte dela terminou ali. Ela não aguenta contar o restante, não quer ser a portadora da notícia que vai machucar o marido, tão apegado a mim quanto a irmã dele.

 

— Por que você nos assustou assim? — reclama, respirando mais calmo, como se tratamento fosse sinônimo de cura.

 

Inocente demais.

 

— Você sofreu uma emboscada na porta de casa, matou dois caras no meio da sala de estar, tomou um tiro na perna e me ligou para contar puto da vida por causa do tapete ensanguentado enquanto esperava pela ambulância, depois ficou uma semana internado e ninguém ficou sabendo além de mim, porque nós somos parceiros e sempre socorremos um ao outro. E a Millie, muito tempo depois, porque viu a cicatriz e você não tinha como mentir. Mas eu já te peguei escondendo as coisas de mim também, e agora você está nos contando que está doente. Por quê? Não contaria tão de boa vontade assim à toa. — Jack me decifra em menos de um minuto.

 

É impressionante.

 

— Isso aconteceu quando? — Noah pergunta, irritado, e eu fecho os olhos. — Esquece. Essa a gente arquiva para depois. Me explica primeiro por que a Millie não está presente nesta conversa — emenda, também atento.

 

— Eu tenho três dias para tirar a sua irmã do país, e preciso da ajuda de todos vocês para fazer o meu plano dar certo. Se não precisasse não teria contado — admito, passando uma das mãos pelo rosto.

 

— Como é? — Noah sorri.

 

— É isso mesmo que você ouviu — afirmo.

 

— Para — ele pede, quando a risada perde o ritmo e se transforma em um engasgo. — Tá falando sério? — Agora está horrorizado.

 

— Minha primeira sessão de quimioterapia é na terça. Se tudo der certo, no momento em que uma enfermeira furar a minha veia, uma comissária de bordo vai estar perguntando para a sua irmã se ela aceita uma dose de champanhe em um voo de primeira classe para Londres, por minha conta, com o Caleb.

 

Ele me agarra pela camisa e me puxa na sua direção. Saio da cadeira e paro a um palmo de distância do seu rosto, de joelhos no chão.

 

— Você ficou maluco? — pergunta, em um rosnado baixo. — Vai dar a mulher que você ama para aquele filho da puta levar embora? Eu juro que não me incomodaria se fosse a porcaria da sua namoradinha, mas é a minha irmã. Vai dar a minha irmã? — rosna, com mais raiva, se esquecendo de Sadie a um metro de nós.

 

Mas ela está chorando tanto que nem se importa em ficar ofendida.

 

— Se o Cal quiser, eu coloco até um laço no cabelo bonito dela — respondo, com a voz embargando mais a cada palavra.

 

Os olhos dele amansam.

 

— É para o bem dela, Noah.

 

— E o seu bem? Está na hora de alguém ensinar a minha irmã a se preocupar de verdade com mais alguém além dela mesma e te apoiar, porque o mundo não gira ao redor do umbigo dela.

 

— O meu gira. — Encolho os ombros.

 

— Você precisa dela te apoiando — afirma.

 

— Não, não preciso. Nem dela, nem de vocês, aliás. Ninguém aqui é obrigado a ficar... — Tomo um soco na cara que me atordoa, estrala. — Por que você me bateu? — Esfrego a bochecha, sem entender.

 

— Se falar de novo que vai fazer tudo isso sozinho, não vai ser só um soco — Noah cospe.

 

— Faço das palavras do Noah as minhas — diz Jack, me dando um tapa na nuca.

 

Porra!

 

— Agora fala o que você quer de nós — pede, inquieto.

 

Explico tudo o que está acontecendo entre mim e minha garota e depois minha ideia. Não escondo nada, embora seja difícil para Noah escutar algumas partes. Quando termino, ninguém abre a boca.

 

Viro para minha ex-namorada.

 

— Sadie? Você não me deve nada. Eu não tenho nada para oferecer em troca...

 

— Eu estou dentro — ela responde, me cortando.

 

— Pensei que isso ia ser mais difícil — admito, confuso.

 

— Eu te amo. Você sabe, não é segredo. Eu quero uma despedida, então eu topo se não for teatro. — Ela é sincera e nem fica vermelha.

 

Acho que meu pedido tem um preço, afinal.

 

Lilia trinca os dentes.

 

— Obrigado, Sadie. — É um sim. Não tenho muita escolha.

 

— Não precisa agradecer — sorri provocativamente, fazendo meu coração apertar.

 

Li me belisca e eu fujo do olhar de Sadie, para acabar com nosso constrangimento.

 

— Jack? — pergunto, mordendo o lábio.

 

— Não concordo com nada disso. A Millie tem que saber, acho que você está indo longe demais.

 

— Isso é um não? — pergunto, seco.

 

— Eu não falo não para você, amor — ele devolve no mesmo tom.

 

Ótimo!

 

Adoro lealdade.

 

Se Millie soubesse o que é isso, eu teria dormido mais à noite.

 

— Noah?

 

— Não.

 

— Noah? — insisto, porque ele também não costuma me dizer não.

 

— Eu disse não — repete mais firme.

 

Bom, acho que não dizia.

 

Até agora.

 

— Vou ficar do seu lado, vou pegar férias para cuidar de você. Vou largar o trabalho, foda-se. O meu chefe é meu pai. Ele dá dinheiro pra Millie a vida inteira e ela nunca precisou fazer nada para merecer. Ele me deve essa. Te juro que não vou soltar da sua mão, mas não vou mentir para a minha irmã nem participar disso.

 

— Lilia?

 

— Não — Noah responde por ela.

 

— Sim — ela corrige, firme, sem olhar para ele.

 

— Lilia? — Noah está chocado.

 

— Nós temos que tirar a sua irmã daqui — afirma, cravando um olhar penetrante no marido.

 

— Por que você está concordando com isso? — Ele seguramente não esperava isso dela.

 

— Porque eu sou médica e sei reconhecer quando vejo uma coisa ruim. E o que tem naqueles exames lá em cima é muito ruim, Noah. — Ela aponta para a janela do meu quarto, fazendo os olhos dele se encherem de lágrimas.

 

— Não é certo, amor!

 

— Você acha que a sua irmã vai ficar de que jeito quando souber? Acha que ela vai dar paz para o Finn fazer o tratamento? Ela vai ser só uma preocupação a mais para ele, enquanto a única preocupação dele tem que ser lutar! Nós protegemos a Millie a vida inteira. Vamos parar agora? Saber disso vai arrebentar com a menina. Ela não tá pronta para ver o Finn sofrer, porque ele vai, Noah. Não estamos falando de uma gripe. Estamos falando de um câncer — esbraveja, sendo grosseira desta vez. — Isso dá ao Finn o direito de decidir como quer lidar com o tratamento. Vai surtir um efeito melhor se ele estiver tranquilo e confiante, e não chateado e arrasado. É para o bem dele. É para o bem dela. Eu vou ajudar, e você... você pode até não querer participar, mas também não vai atrapalhar.

 

A esta altura Noah está soluçando de um jeito que eu não vejo desde que éramos crianças. Estendo a mão e ele a segura. Eu o puxo para um abraço, apertando-o contra meu peito até que se acalme. Quando sua respiração se normaliza, Noah se afasta um palmo e segura minhas bochechas com as mãos.

 

— Eu te considero um irmão. Nós crescemos juntos. Porra, eu te amo o tanto que eu amo a minha irmã, mais até, porque ela é um saco e você é o meu melhor amigo. Só a ideia de que você... — Noah pisca e duas lágrimas caem, e então o cretino faz a última coisa que eu esperaria.

 

Agarra meu rosto e me beija.

 

Simples assim.

 

Sinto sua boca se pressionar com força na minha e meus olhos se arregalam.

 

Porra!

 

Ele podia pelo menos ter feito a barba, né?

 

Assisto, chocado, Noah fechar lentamente os dele, me perguntando se essa tara é de família. A irmã dele bem que podia ter toda a energia que eu vejo nesse garoto, que ainda está me beijando, por sinal. Decido que não vou bater nele, ou impedi-lo, a menos que tente enfiar a língua na minha boca.

 

Se Noah me contasse que está morrendo, eu tomaria um porre.

 

Cada um se cura como pode, né?

 

Se ele precisa me beijar para ficar bem, que seja.

 

— Eu te amo... — ele diz, quando me solta.

 

— Percebi — corto, caindo na risada antes que ele termine de falar.

 

— Todos nós percebemos — Jack intervém.

 

— Uau! — Lilia está boquiaberta.

 

Quem pode julgá-la?

 

— Você nunca me beijou assim. Acho que é por isso que eu não fico grávida.

 

Tá, depois dessa preciso de um minuto pra parar de rir.

 

— Como esse seu lado me passou despercebido quando você era solteiro, hein? — Jack brinca.

 

— Quer um também, Jack? — ofereço, solícito.

 

— Só se tiver língua e terminar no quarto — ele pede, batendo palminhas.

 

— Esquece. Acho que você pode lidar com isso como uma pessoa normal e tomar um porre quando chegar em casa. — Ele ri, mas tem um punhado de lágrimas nos olhos.

 

Tenho amigos muito moles.

 

 Quem vai cuidar deles?

 

— Parem de brincar. Não é hora. — Noah nos faz ficar quietos.

 

Eu tinha esquecido por alguns minutos o que está rolando.

 

Porra, como foi bom.

 

— Como eu disse, estou aqui para o que você precisar — diz, olhando para mim. — Talvez até te beije de novo, mas, quando o assunto for essa sua ideia deturpada de altruísmo, não conte com a minha ajuda — conclui, batendo no meu peito.

 

— Por quê?

 

— É injusto tanto com você quanto com a minha irmã.

 

Agora eu fico olhando para a boca dele enquanto fala.

 

Isso é normal?

 

Ele me empurra e acena, entrando em casa.

 

— Ainda tem nós três — Li me conforta, apoiando a mão no meu ombro, antes de segui-lo.

 

Jack me deseja boa sorte cinco minutos depois e vai embora também.

 

Sobra somente Sadie.

 

Continuamos no jardim, conversando sobre tudo que está acontecendo, até que Caleb me mande uma mensagem para avisar que estão chegando.

 

— Está pronta? — pergunto, me levantando e lhe estendendo a mão, que ela prontamente aceita.

 

— Não é nada que a gente já não tenha feito antes — ela responde, com um minúsculo sorriso que faz minha garganta se fechar.

 

 Engulo em seco e a puxo para dentro de casa, soltando-a apenas quando chegamos ao meu quarto. Seus dedos correm rapidamente pelos botões da blusa dourada e do shorts jeans, e eu me sinto um cretino, mas não hesito em apagar a luz e abrir minha camisa, arremessando-a em um canto antes de me livrar do resto e passar a mão pela cintura de Sadie, jogando-a sobre a cama.

 

Minha boca encontra a dela assim que escutamos a porta da sala se abrir e os passos de Millie subirem a escada.

 

Quando ela chega ao último degrau, já a perdi há trinta horas.

 

Quando entra no quarto, ela descobre que me perdeu também.

 

Neste segundo.

 

Escuto quando ela funga, sem saber que ainda não é o pior que eu posso lhe mostrar.

 

E pela primeira vez na vida eu finjo não ouvir.


Notas Finais


Assim, Finn, sorry, mas eu sou do time do Noah e não consigo concordar com você, meu neném...
E esse beijo! Foah, shippo! ( Sofro de um caso serio de shippar todo mundo com todo mundo sabe? )
E a Sadie... ai ai ai
Tadinha da Millie vey...
O próximo cap... ai ai...
Bem, me contem o que acharam e ate mais!


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