História Caçadores de lendas. Mitologia brasileira. Temp. 1. - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais, Mitologia Brasileira
Personagens Personagens Originais
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Palavras 677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Magia, Misticismo, Sobrenatural
Avisos: Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - O Curupira.


Era outro dia, Everton e sua equipe receberiam nova missão, então dirigem-se a sala do general. 

- Tenho recebido muitas denúncias de uma mulher que estaria matando fazendeiros e caçadores no meio das florestas. - Relatou Léo, claramente irritado. - Tragam ela viva. Mas tenham cuidado, ela tem a espada do Curupira. 

- Sim, senhor! - Disse a equipe. 

- Mas - Anitta tinha uma dúvida comum. - Na parte dos caçadores é ruim? - Perguntou, coçando a cabeça. 

- Claro! - Retrucou Everton, em alto e bom som. Em seguida, baixou o tom de voz para o modo normal. - Quando vivo, meu pai me ensinou a nunca tirar vidas, seja ela qual for. Vamos logo. 

Eles teriam uma longa missão pela frente. 


Depois de muito caminharem na densa floresta, a equipe de jovens chegaram a uma fazenda, era a fazenda de Maurício, pai de Sasha. 

Tinha grande variedade de plantações, muitos trabalhadores usando máquinas muito potentes para facilitar o trabalho. 

Eles andaram, passaram por uma clássica horta de alfaçe, muita gente trabalhando ali. Depois, passaram por uma longa horta de trigo, que por sinal estava sendo colhido, um homem colhia e outro plantava. 

Eles chegaram em uma casa enorme, feita com madeira de pinheiro. Na porta, duas gêmeas lindas segurando espadas. 

Cabelos pretos, peles morenas e olhos castanhos que fizeram Everton soltar um "uh!". A única coisa que as diferenciava uma da outra eram as cores das lâminas das espadas que elas tinham nasa mãos. 

- Pessoal - Sasha apresentou as meninas, que estavam desconfiadas com o olhar fofo de Everton. - Lídia e Léia, as seguranças da casa. 

- Oi - Responderam juntas. Se curvaram e continuaram. - Lídia e Léia as suas ordens. 

- Como estão? - Perguntou Sasha, fazia algum tempo que não se viam. 

Elas eram grandes amigas, sempre ficavam com Sasha para matar o tédio, e realmente gostavam da garota, aconselhavam e a ajudavam a fazer as coisas da escola. Tudo mudou quando Sasha cresceu e se tornou adulta, ela viajou para tentar trabalho e acabou deixando as garotas, mas nunca esquecendo-as. A saudade era grande, as guardas a receberam com um abraço em grupo fervoroso. 

- Melhor agora - Disse Léia, a da espada roxa. - Ainda bem que você voltou. 

- É verdade - Continuou Lídia, a da espada laranja. - Tudo perdeu a diversão quando você foi embora. 

- E eu também não consegui me divertir muito. - Rebateu Sasha. - Meus pais estão? 

- Sim. - Disseram as duas. 

Então Sasha entrou, o ar com aquele cheiro de perfume de sempre penetrou suas narinas, fazendo-a lembrar dos momentos anteriores. 

Então veio Maurício, sentado no corrimão, deslizando até em baixo. Ele abraçou a filha, matando a saudade, pois já tinha ido muito tempo desde que ela foi embora. 

- Como você está? - Perguntou Maurício,  feliz da vida em ver sua filha. 

- Bem. - Respondeu ela, tranquila em ver que tudo estava normal. - Vim para cumprir uma missão e aproveitei para passar aqui. 

- Que missão?  - Indagou Maurício. - É perigosa? 

- Muito! - Retrucou Sasha. - Temos que matar uma mulher que anda matando fazendeiros e caçadores. 

- Nada de matar! - Gritou Everton. 

Naquele momento, tudo ficou em silêncio, Anitta botou uma mão sobre a cabeça, expressando pura vergonha. 

- Eu não fui ensinado a matar - Disse Everton, para todos os presentes ouvirem. - Meu pai me ensinou a ter misericórdia dos inimigos, sejam eles quais forem. 

Nesse momento, Anitta se virou para trás, pensou em sair andando, mas Sasha a impediu. Maurício se aproximou de Everton e tocou seu ombro. 

- Qual o seu nome? - Perguntou. 

- Everton Nunes. - Ouviu o garoto responder. 

- Gente como você e o general Nunes - Ele disse tirando uma foto do bolso. - São joias raríssimas. 

Everton olhou para a foto, nela haviam duas crianças, dois garotos, eram Alisson e Maurício. Os dois sorriam, estavam agarrados, tirando uma sélfie na escola. Atrás, estava escrito: "O melhor dia da nossa vida."






CONTINUA 



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