História Caçadores de Sombras - O Instituto da Coréia do Sul - Capítulo 4


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Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cap. 30 de Bad at Love disponível!

Boa leitura bunny's ;3

Capítulo 4 - Rastreamento


Acordei com dor no corpo todo. Estava em um quarto estranho, as cores eram bem retrô e a janela mostrava uma praia que eu não me lembrava de ter visto antes.

Demorei alguns minutos para me lembrar do dia anterior e levei minha mão para o meu pescoço dolorido. Vi um símbolo mais escuro na pele - um iratze. - Primeiro pensei em Han mas depois me ocorreu que ele não sabia de nada que tinha acontecido.

- Você acordou. - Disse Sanggyun entrando no quarto e me olhando com uma certa curiosidade.

Seus olhos eram bicolores, e só então associei o que Taeil me disse no trem. Que Sanggyun tinha voltado de um lugar. Seria a caçada selvagem? Se ele fosse meio fada, isso explicaria muita coisa. Depois da guerra que teve em Alicante, todos foram proibidos de ter qualquer contato com as fadas, chamavam de paz fria. Qualquer caçador com sangue de fada era exilado ou em casos especiais, levados pela caçada selvagem.

- Precisa de mais de um iratze. - Ele se aproximou e pegou a estela sobre a mesinha ao lado da cama e pegou meu braço com cuidado, começando a desenhar o símbolo. - Obrigada por não me abandonar ontem.

Ele terminou o símbolo e olhou para o meu pescoço, mais precisamente para o colar nele.

- Um Sol? Jura? Sun, Sol. - Traduziu ele.

- É algo que sempre tive, desde pequena. - Expliquei.

- Igual a tatuagem? - Perguntou levantando as sobrancelhas.

Corei, como ele tinha visto? Será que mais alguém tinha visto a marca negra na minha cintura?

- Sua camiseta levantou um pouco quando estava te colocando na cama. - Explicou ele. - Eu acordei depois que Jaehyun e os outros chegaram e o demônio fugiu.

- Ele fugiu!? - Estava surpresa, eles eram cinco, tirando Sanggyun que estava ferido.

- E temos outro problema, um bem grave. - Disse Daye, entrando no quarto. - A lerdinha foi sequestrada.

- Ela está falando da Yuqi. - Explicou Taeil chegando com ela.

Sanggyun se afastou e ele é Daye saíram.

- Como você está? - Perguntou Taeil se aproximando da cama.

Me levantei, jogando as cobertas para o lado.

- Bem melhor, eu fiquei assim por quanto tempo? - Perguntei, colocando meus sapatos.

- Quase dois dias. - Disse ele. - Toma um banho e desce pra comer algo.

- A garota está desaparecida a dois dias. - Comentei. - A ineficiência de vocês é maior do que eu pensei.

- Como é? - Perguntou ele alto. - Desculpa, mas o que você já fez de tão especial assim, para falar isso?

Olhei para ele prestes a soltar um dos palavrões mundanos, quando meu celular tocou na jaqueta preta, pendurada ao lado da cama.

Taeil saiu do quarto sem olhar para trás.

Eu atendi a chamada de Han.

- Você está bem!? - Perguntou ele desesperado.

- Estou, aconteceram algumas coisas.

- Eu sei. - Disse ele. - Você não atendeu  minhas dezoito chamadas!

- Estou procurando um demônio com eles. - Disse. - Acabei me machucando um pouco, mas não foi nada demais. Já estou melhor.

- Certeza Sunhwa? Eu preciso ir até aí?

- Não Han. Eu estou bem, juro.

- Me conte alguma coisa então. Como eles são? - Perguntou Han aibda parecendo preocupado.

- Legais, quer dizer a maioria deles são.

- Só isso? Não vai nem falar como se machucou?

- Juro que não foi nada demais Han.

Ouvi passos e me virei, vendo Daye me olhando.

- Não acredito em você Sunhwa.

- Eu tenho que desligar. - Disse.

- Me ligue ou isso não irá funcionar. - Disse ele do outro lado da linha. - Tchau Sun, te amo.

- Eu também. - Desliguei a ligação e guardei o telefone.

- Era o seu parabatai? - Daye se sentou na cama, cruzando as pernas.

- Era, ele estava preocupado. Como sabia sobre ele? - Perguntei curiosa.

- Notei a marca mais cedo, todos notaram. - Disse ela. - Me parece que vocês são muito próximos.

- Todos os parabatais são, não é? - Disse.

- Quem sabe você acabe sendo investigada, por ter um relacionamento inadequado com seu parabatai. - A olhei confusa é um pouco assustada. Ela se levantou. - Se afaste deles, ou vai ter problemas.

Antes que eu pudesse dizer algo, Daye se retirou e me deixou sozinha naquele espaço desconhecido.

_


Acabei fazendo o que Taeil recomendou e passei um bom tempo com a companhia de Minnie, na sala de treino. Jaehyun estava muito ocupado e atolado de problemas para gerenciar.


Sanggyun havia desaparecido. Daye eu nem queria saber onde estava e Taeil estava me evitando.


- Tentamos rastrea-los, mas o mapa sempre pega fogo. - Comentou Minnie, que estava em silêncio, lendo algo sobre esconderijos de demônios.


Tive uma idéia.


- Ela tem celular, certo? - Minnie me olhou e concordou pensativa. - Acho que posso acha-la. Só que você não pode contar para ninguém como eu vou fazer isso.


- Por que?


- Porque envolve a tecnologia mundana. - Esclareci.


Peguei minhas coisas e Minnie e eu fomos para a cidade, com o carro de Jaehyun emprestado.


Fomos em uma lan house e fiquei quase cinco horas tentando hackear o telefone da garota.


Um menino, que parecia bem mais novo que nós duas, perguntou se precisavamos de ajuda e eu disse que não, mas ele acabou vendo o site em que estávamos e nos passou alguns conselhos e até ajudou um pouco antes de ir embora.


Eram oito da noite quando tínhamos uma pequena ideia de onde o aparelho poderia estar.
Pegamos o carro e fomos para o instituto, combinamos de nos arrumar e ir para o carro.


Estaria tudo indo bem, se na volta para o carro, Sanggyun e Taeil, não estivessem desconfiados de nós duas.


- Ou nós dois vamos junto com vocês, ou Jaehyun vai saber que escondem algo. - Ameaçou Sanggyun.


Olhei dele para Taeil, mas o outro não olhava para mim.
Minnie e eu acabamos cedendo.


Eu dirigi o carro e Sanggyun foi ao meu lado, enquanto os outros estavam no banco de trás.


- Para onde estamos indo? - Perguntou o garoto de cabelo escuro.


- Para um bairro bem afastado da cidade. - Disse.


Meu telefone tocou e eu o atendi com o fone de Bluetooth na minha orelha.


- Sunhwa. - Disse Han do outro lado da linha.


- HanSol...


- Você está fazendo alguma coisa arriscada? - Perguntou, lendo minha mente. Eu sorri, sentindo saudades dele. - Achei que fosse para o instituto como um retiro de férias. - Disse ele.


- Sabe como é, vida de caçador de sombras. - Na hora em que eu disse isso, um vulto apareceu na frente do carro e eu freiei o carro com tudo.


- Sun? Sunhwa! - Ouvi Han me chamar.


- Que merda! - Gritou Sanggyun. - Você está bem? - Ele soltou o cinto e olhou meu rosto.


Olhei para o retrovisor e vi Taeil limpando o nariz que sangrava e Minnie estava com a mão na cabeça.


- Sun? - Ouvi a voz de Han.


- Vou desligar Han, eu te ligo depois. Te amo. - Desliguei a ligação e tirei meu cinto. Sanggyun e eu descemos do carro.


Na frente, não havia ninguém.


- Tinha alguém na estrada. - Eu falei, começando a pensar se eu tinha alucinado.


- Tinha. Mas quem disse que era mundano? - Sanggyun olhava ao redor do carro e da estrada.


- Me procurando docinho? - Disse Donghan surgindo na minha frente.


- O que... você? - Perguntei confusa.


- Eu disse que nos veríamos. Mas estou surpreso por estar na Coréia ainda depois do seu irmão ter fugido do instituto de Lindres. - Disse ele.


- O que? - Nós quatro perguntamos em uníssono. Os outros tinham acabado de sair do carro.



Notas Finais


Leiam minhas outras histórias!

2bjs e bye, bye ❇


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