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História Caçadores e criaturas. (Reescrevendo) - Capítulo 13


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Capítulo 13 - Capítulo 13


Todos da minha turma fomos para a quadra por causa da aula de educação física, o professor separou alguns grupos de alunos para fazer esportes diferentes, Katie, Yoko, Amy, Jane e eu fomos escolhidas para jogar futebol, nós iríamos jogar contra o time da Mary e de suas amigas, Loreny, Jessie, Maya e Carly.

- Bom meninas, vocês já sabem as regras certo? Comecem a jogar. - o professor diz me entregando a bola e se afasta indo na direção do grupo onde Dylan estava jogando vôlei, pela sua cara não gostou nadinha e eu ri com isso.

- A princesinha vai ficar babando o namorado ou vai começar a jogar? - Carly diz chamando minha atenção.

- Namorado? - Mary riu com deboche. - Não por muito tempo.

- Chega de papo, vamos jogar. - Katie diz e logo começamos a jogar. Sempre que eu pegava a bola, Mary vinha com tudo pra cima de mim.

- Susan, aqui! - eu passei a bola para Yoko, a mesma se desviou das outras e marcou nosso primeiro gol, gritamos em comemoração.

- Tsc, não cantem vitoria só por isso. - Maya reclama. Voltamos a jogar mais decididas mas como nada são flores, fui atingida na canela. Mary chutou-me com tanta força que eu não me aguentei ficar em pé e gritei com a dor.

- Arg!! Q merda!!

- Oh, machucou? - ela diz com um sorrisinho irônico.

- Sua idiota, fez de propósito! - eu segurava minha perna e gemia de dor enquanto Katie a enfrentava.

- Ela não soube jogar, não invente coisas!

- Chega vocês duas, Yoko, leve-a para a enfermaria. - o professor chega. Yoko acenou que sim e me ajudou a levantar, quando chegamos na enfermaria, sentei-me na cama, minutos depois o Dylan entrou.

- Soube que se machucou, está bem?

- Vou... ficar.

- Tá muito feio. - falou olhando o grande hematoma na minha perna, Dylan olhava fixamente o lugar.

- Vai em frente, pode fazer o que você está pensando. - falou séria, ele se surpreendeu, depois voltou a ficar sério e pegou minha perna, pós a mão no lugar do machucado e instantaneamente a dor estava sumindo, eu admito que fiquei perplexa com aquilo.

- Como fez isso?

- Só me concentrei a tomar sua dor. - ele sorriu. - Mas... como você sabia. - olhou Yoko.

- Pode-se dizer que... sei o que vocês são, sou como vocês também.

- Como nós? Quer dizer que sabe, o que...

- Sim, mas não falaremos aqui, certo? No final das aulas, nos encontramos na saída.

- Não posso confiar em você.

- Eu também não confio em demônios, mas fui incumbida de ajudá-los com o necessário e depois, vocês decidem o que vão fazer de suas vidas.

- Bom, ela sabe o que você é. - ele me olhou por alguns estantes e voltou a olhá-la.

- Certo. - nós saímos de lá, eu fiquei na sala com o Dylan, até a próxima aula começar.

Depois das aulas, saímos sem que ninguém nos visse, chegamos a saída do colégio e Yoko estava lá como havia dito.

- Então... vamos? - eles se encararam por alguns segundos, parece que isso vai ser difícil.

- Vamos. - nós começamos a segui-la, demorou um pouco pra chegar, em uma casa na floresta, não era tão longe da saída, a casa era mais como uma cabana.

- Mora tão longe assim? - eu pergunto.

- Eu não acho muito longe, sentem-se. - nós sentamos no sofá de dois lugares e ela em uma poltrona de frente para nós.

- Pode falar agora.

- Bom, primeiro de tudo, eu quero que vocês não digam isso a ninguém, nada do que eu disser aqui deve sair daqui, entenderam? - assentimos. - Vocês já sabem que existem criaturas sobrenaturais nesta cidade mas o que não sabem é que há um mal crescendo das sombras com um objetivo nada pacífico.

- Que objetivo seria esse? - pergunto incrédula

- Ainda não descobrimos exatamente, mas é algo perigoso que pode por em risco não só as pessoas desta cidade mas do mundo todo.

- O que podemos fazer? - digo.

- Por enquanto, se fortalecer é a prioridade de vocês.

- O que você é exatamente? - Dylan pergunta.

- Eu sou uma Banshee, ou sacerdotisa se preferir.

- Uma emissária da morte. - Dylan diz sério.

- Alguém estudou. - ela lhe deu um sorriso convencido. - Você é outro tipo de sacerdotisa Susan, uma sacerdotisa capaz de manipular o ar e prever o futuro.

- Isso é bem, bizarro.

- Hoje você ficou estranha, então... não vou duvidar disso.

- Me impressiona que, sozinhos, vocês dois conseguiram manipular uma parte de seu poder.

- não foi grande coisa.

- Mas é o começo, já você Dylan, foi transformado por outro motivo, e eu temo que seja para fazer parte desse mal.

- Maravilha, estou sendo usado por alguém que nem conheço.

- Para te transformar, creio que ele viu algo muito especial em você, e, ele quer que você aprenda.

- Eu quero aprender, mas não vou participar dessa bagunça.

- Nem se forem atrás da Susan? Porquê irão. - ele me olhou de canto de olho. - Você mais que ninguém precisa saber se defender Susan, por sermos quem somos, corremos mais riscos de nos usarem, não importa qual lado seja, nosso poder é indispensável para ambos.

- Entendo.

- Não se preocupe Susan, eu vou ajudá-la no que puder e a você também Dylan, eu... - antes de concluir ela ficou estranha, se levantou e foi até a janela. - Caramba, vocês precisam ir embora agora!

- O que houve? - Dylan pergunta já se levantando e eu também.

- Caçadores, eles detectaram vocês, vamos. - nós a seguimos até a cozinha, ela abriu uma passagem no chão e entramos.

- Você escavou debaixo da terra? - pergunto achando aquilo demais.

- Eu não, um companheiro. - ela ligou a lanterna, levou uns 20 minutos pra chegar na saída, atrás de um posto de gasolina, ou seja, um bueiro, nós saímos.

- E agora? Você não pode voltar.

- Infelizmente não, eles vão fazer armadilhas, mesmo sabendo que não vou voltar.

- Pode ficar em minha casa se quiser.

- Seria o último lugar que eu iria.

- Por que? - o garoto arqueou uma sobrancelha.

- Vocês não sabem não é? - nos entre olhamos e negamos. - Seu irmão é um caçador de monstros Susan. - fiquei chocada com o que acabara de ouvir.

- O que?! Impossível, ele nunca me disse nada.

- Não só o seu irmão, mas seus pais também, eu sugiro que não diga nada a eles, não se sabe quando sua família pode se voltar contra você.

- Ele não faria nada com ela.

- É mesmo? Pois eu te digo, caçadores, não se importam se é da família, eles vão matá-la se descobrirem sobre seus poderes.

- Não diga isso, eu sei que o David ama demais a irmã pra machucá-la.

- Então, contem para ele! - ela nos deu as costas e foi embora.

- Não ligue pra ela tá?

- Mas ela pode ter razão. - meus olhos lacrimejaram, não por saber que posso morrer ou ser usada em um plano obscuro, mas sim porquê minha família mentiu pra mim.

Depois de uma tempo voltamos pra casa, eu me tranquei no quarto e fiquei pensando em tudo que descobri, até ouvir a porta do meu quarto ser aberta, abri meus olhos em um movimento rápido, saí da cama e uma bola de fogo verde acertou bem no lugar que eu estava.

- Quem é você?!!

- Mestra, olha só o que eu achei.

- Muito bem servo, eu esperava encontrar aquele maldito caçador, mas vou te matar só por diversão.

- O que quer com o meu irmão?!

- Irmão? Ora, ora, ele vai ficar tão irritado quando te vê morta, aquele maldito matou a minha irmã, agora vou me vingar! - uma aura verde se formou em sua mão e depois tomou a forma de uma bola, ela arremessou em minha direção, por pouco me acerta.

- Fique quieta seu vermezinho.

- Socorro!!! - no momento em que gritei por socorro, "eu" arremessei ela contra a parede.

- Garota maldita. - ela começou a flutuar. - Te mostrarei o meu poder agora sua pirralha insolente. - antes de me atacar, vi um vulto lhe dá um soco e a mesma caiu no chão, Dylan estava parado a minha frente, ele estava transformado.

- Não se atreva a tocá-la!

- Você é um demônio... então por que a defende? Ela é irmã de um caçador!

- Eu não vou permitir que a machuque! - sua voz era fria e seu olhar irritado.

- Tsc - ela correu em sua direção, os dois começaram a lutar, mas a mulher desistiu e sumiu em uma nuvem negra.

- Você está bem?

- Estou... obrigada. - ele me ajudou a levantar.

- Seu irmão deve ter muitos inimigos.

- Eu imagino. - depois dessa, eu tomei um banho, Dylan ficou comigo o resto do dia todo.



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