História Caçadores por Sangue - Capítulo 4


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Categorias Originais
Tags Ação, Aventura, Caçadores, Ficção, Mistério, Sobrenatural, Terror, Vampiros
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Palavras 3.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A personagem abaixo é a Mary.

Capítulo 4 - A Expulsão


Fanfic / Fanfiction Caçadores por Sangue - Capítulo 4 - A Expulsão

Abri os olhos, acordando em sobressalto, percebendo que o Edson estava ali parado, perto da minha cama, observando-me dormir.

- Bom dia. - disse Édson, em um sorriso largo.

- O que você está fazendo aqui? Meu pai pode te ver. - falei assustada.

- Não se a porta estiver fechada. - girou a maçaneta, demonstrando que estava mesmo fechada. - E, respondendo a sua pergunta, você havia adormecido e eu não pude ter ido embora.

Ao abrir a boca para tentar falar algo, ouvimos algumas batidas na porta.

- Filha, você está bem? Abre a porta, por favor. - falou meu pai, com mais batidas na porta.

- Já vou, pai. - disse, levantando rapidamente da cama, indo em direção ao Édson. - Você tem que sair daqui. - sussurrei para que meu pai não descobrisse que tinha um estranho no quarto, ainda mais se esse é um vampiro. Então, Édson saiu do meu quarto pela janela e eu fui abrir a porta do meu quarto, girando a chave que já estava lá. - Pode entrar. - falei, após abrir a porta, ficando um pouco atrás dela. Meu pai entrou e pareceu que ele havia sentido um cheiro no ar.

- Filha, você não trocou de roupa? - ao me perguntar, olhei-as e notei que estava realmente com as roupas de ontem. Ao abrir a minha boca, a campainha tocou e meu pai foi ver quem era. Prevendo que era o Édson, desci as escadas correndo, porém meu pai já havia chegado, abrindo a porta.

- Bom dia, Sr. Westwood. - disse cordialmente ao meu pai. - Posso entrar?

- Bom dia. Pode sim. - falou, estendendo os braços, insinuando que era bem vindo.

- Com licença. - abaixou a cabeça em sinal de agradecimento e entrou, posicionando-se ao meu lado. - Com licença mais uma vez, Sr. Westwood, mas quero lhe perguntar se posso levar sua filha à escola.

Meu pai havia olhado para mim, antes que dissesse alguma coisa e demonstrei que permitiria. - Tudo bem, pode sim.

- Obrigado. - sorriu em gentileza e fomos caminhando para fora.

- De nada. Ah, e a propósito, posso saber qual o seu nome?

- Édson, senhor.

- Hm. - estendeu seu braço, ganhando um aperto de mão. Ao perceber que meu pai notaria que Edson era um vampiro por causa de sua mão fria, apressei-me em conduzi-lo para fora.

- Vamos, não quero chegar atrasada. - falei, empurrando-o em direção à saída. - Tchau, pai.

- Tchau, filha. E você, tome conta dela. Cuidem-se.

- Tomarei sim, pode… - antes de Édson poder completar sua fala, fechei a porta.

 

- Você sabia do perigo que estava correndo? - perguntei, ainda no estacionamento.

- Não foi nada, além do mais, eu te salvei de uma encrenca maior ainda.

- Bem, obrigada de novo.

- De nada.

- Então, como você vai me levar para a escola?

- Com o seu carro. - disse, sorrindo.

- Tá... Quê? Não! - falei, ao arregalar os olhos ao perceber sobre o que ele estava falando, pegando as chaves do meu carro que estava no meu bolso. - Você pode estragá-lo e eu o ganhei de aniversário.

- Não tente me impedir. - ao falar, apenas vi ele na minha frente, beijando-me, com as chaves atrás de seu corpo. Depois, ele abriu a porta do carro para mim e, sem hesitar, pois sabia que não tinha chances de pará-lo, entrei no carro. Ao colocar o cinto e fechar a porta, ele já estava sentado com a chave na ignição. Dirigiu em silêncio, pelas ruas quase desertas, com o ar condicionado ligado, portanto, teve um momento em que fiquei com frio, debruçando-me, tentando me aquecer. Édson ao ver, diminuiu o volume para o mínimo.

- Obrigada. - sorri, agradecida.

- De nada.

Apesar de ele poder dirigir com maior velocidade, ele dirigia com velocidade máxima permitida para não ter problemas e para me proteger.

- E, então… - apesar de ser tímida, comecei a falar para quebrar o gelo que estava entre nós. - Agora, somos namorados? - perguntei, envergonhada e ao mesmo tempo, com medo de sua reação.

- Bem, o que você acha? - sorriu de deboche, mas ao me olhar, fiz a cara de se eu soubesse, não estaria perguntando. - Tudo bem, não estamos namorando oficialmente, mas se você quiser ser minha namorada…

- Quero. - sorri. - Era tudo o que eu mais queria. - pensei, após refletir sobre minha decisão.

Após a minha declaração, chegamos ao destino.

 

Ao chegar, Édson havia saído do carro e tinha ido para o outro lado, abrindo a porta para que eu pudesse sair.

Ao sair, parecia que era o centro da atenção, pois todos que estavam em volta, estavam nos olhando. Ele havia tirado um óculos de sol da jaqueta preta que estava usando e o colocou, enquanto caminhávamos, com nossos braços dados.

Andando no corredor da escola para ir para a arena, todos que não estavam nos olhando, começaram a nos olhar. Por instinto, comecei a andar mais depressa para que a sensação que estava sentindo passasse logo.

- Calma. - falou Édson, colocando sua mão livre no meu braço, na tentativa de me acalmar.

Ao chegarmos a arena, ele abriu a porta e nós entramos, comigo quase correndo para o meu lugar, sendo que a Claire não estava lá. Olhei para o meu celular e vi que havíamos chegado dez minutos antes da aula começar. Quando tinha dado cinco minutos, como previsto, ela havia chegado. Ao soar o sinal, a aula havia começado, com a professora entrando na sala.

- Boa tarde, alunos. - gritou ela. - Aula passada, como vocês devem se recordar, vocês fizeram um teste em dupla e eu já os corrigi. - ao falar, pegou uma pasta, onde estavam os papéis. Abriu-a e começou a chamar os nomes por dupla para que pudéssemos pegar.

- Katie e Édson. - chamou, depois de ter chamado todas as duplas. - Parabéns. - falou, ao entregar o teste para mim.

- Obrigada. - sorri com gentileza e envergonhada, dando a folha para o Édson, pois, apesar de a nota ter sido para nós dois, a maior parte do mérito era dele.

- Katie e Édson. Por favor, comparecer a sala do diretor, imediatamente. - anunciou o diretor pelo megafone que ficava no corredor, que podíamos escutar pelo seu alto volume. Ao ouvirmos isso, encaminhamos logo, sem pedir a permissão para a professora, porque se o diretor chamasse, era por lei da escola qualquer funcionário liberar o aluno chamado, comigo pensando o que poderia ter feito, prevendo o pior.

 

Ao chegarmos a sua sala, novamente, ele havia aberto a porta e entramos, indo sentarmos na cadeira a frente de sua mesa. Vi que a Mary estava em pé, ao lado do diretor.

- Bem, vou ser direto ao ponto… - disse ele, com os braços apoiados na mesa, com os dedos entrelaçados. Após suspirar, prosseguiu. - Não esperava isso de você, Katie, mas, vocês dois estão expulsos, ou melhor, banidos dessa escola permanentemente.

No mesmo instante, fiquei tonta e confusa, digerindo as palavras que acabaram de serem pronunciadas. Ao tomar o choque de realidade, arregalei os olhos.

- Mas, por quê? - falei, após tomar coragem. Olhei para o Édson, com os olhos cabisbaixos, sabendo que a culpa era sua.

- Vocês dois já devem saber, principalmente, o seu amigo, ou, melhor dizendo, namorado. Mas, como vocês não vão falar, - ele levantou, bruscamente, de sua cadeira, dando um soco na mesa. - você, Katie, está refugiando um vampiro em nossa escola. - Olhei para a Mary, que sorria dessa situação.

- Quê? - comecei a rir. - Como você pode ter tanta certeza sobre isso? - coloquei a mão na minha boca, tentando parar de rir.

- Katie… - disse o diretor, após se sentar, novamente. - Você acha mesmo que eu estaria lhe acusando sem provas? - arqueou a sobrancelha. - Ainda mais por você, que achei que nunca iria fazer uma coisa dessas. Mary está aqui como minha testemunha. Ela me disse que viu os olhos de seu amigo mudarem de cor.

- Mas, isso foram luzes que refletiram nos olhos dele. - falei com tanta autoconfiança, que até eu mesma me surpreendi.

- Do amarelo para o laranja? - falou, com a sobrancelha arqueada.

- Foram luzes vermelhas que refletiram, você nunca estudou ou ouviu falar que amarelo no vermelho fica laranja? - perguntei, grata por ter aprendido Artes por mim mesma. - Se quiser, posso te demonstrar.

- Hmm… - resmungou, pensativo. - Ainda não estou convencido, preciso de mais provas.

Mary foi para próximo do diretor e se abaixou, cochichando algo em seu ouvido. Percebi que ele sorriu, prevendo que não seria nada bom. Após, ele apertou um botão no aparelho em que ele se comunicava pelos megafones e com os outros, falando muito baixo para que eu não pudesse ouvir, apenas o Édson, que disfarçou. Alguns minutos depois, entrou dois homens carregando um objeto coberto por uma toalha, parecendo ser pesado e frágil.

- Obrigado. - disse ele aos homens, mostrando que já poderiam se retirar. Ele se levantou e pediu, por meio de gestos, que nós dois nos levantássemos e o seguisse. Parando próximo ao objeto, ficamos lado a lado, com o diretor tirando a toalha, revelando um espelho. Ao olhá-lo, fiquei pasma, não pelo motivo de Édson não poder aparecer, sua forma invisível no espelho, mas pelo fato de que descobriram o nosso segredo.

- Traidora! - disse irritado. - Por favor, saia daqui, Katie, antes que eu fique mais irritado e chame a polícia. Vá, você tem cinco minutos para tirar os pés dessa escola. Vá! - apontou para a saída.

Ao me perceber, saí correndo aos prantos, vendo Édson parado ali, pasmo e entristecido pelo que ocorreu comigo, e Mary, esfregando as costas do diretor, tentando confortá-lo, com um turbilhão de sentimentos explodindo em mim, raiva, tristeza e ódio.

 

Corri até o estacionamento, andando para o meu carro, enxugando as poucas lágrimas que restaram no meu olho. Quando estava me aproximando, Édson apareceu repentinamente na minha frente.

- Katie… - segurou os meus ombros. Fiz esforço para levantar meus olhos que estavam cabisbaixos, para olhá-lo, sua expressão dolorosa.

- Agora não, Édson. Não quero conversar. - falei, dando meia volta por ele, continuando a andar para o meu carro.

- Você precisa me ouvir. - falou, andando ainda atrás de mim.

Ao escutar isso, parei na sua frente, com minha face, novamente, mudando do branco para o vermelho. - Te ouvir? Você faz ideia do que acabou de acontecer? Fui banida, por sua culpa, ou melhor, por minha culpa por tentar esconder o seu segredo junto a mim, eu deveria mesmo ter te denunciado. - falava com tamanha ignorância, não pensando duas vezes antes de falar. - Agora, perdi a minha chance de vingar a minha mãe e vou ter que mudar de cidade, novamente. - comecei a chorar, relembrando a morte de minha mãe. - Ah, é, você não sabe, então, só para constar que ela foi morta por toxinas de vampiro. - vi sua expressão arregalada de susto. - Então, não me diga que eu preciso te ouvir, pois eu não tenho.

- Desculpe-me, Katie. Espero que você consiga me perdoar. - disse, com um tom de arrependimento, tirando as chaves do carro de sua jaqueta e jogando para eu pegar.

- Édson… - falava ao vento, pois ele já havia ido embora. - Eu que tenho que me desculpar. - disse arrependida, mas, ao mesmo tempo, ainda com raiva. - Aah! - gritei, chutando o carro. - Aai. - massageei meu pé. Passei a mão pela marca que ainda estava, lembrando-me dele e de quantas vezes já havia me salvado.

Após ter me acalmado, apertei o botão da chave que ligava o carro e abri a porta do motorista, colocando o cinto, pronta para dirigir.

Apesar de eu estar mais calma, dirigi com a máxima velocidade permitida, pois estava com pressa de chegar em casa, para enfrentar logo meu pai. Vários quilômetros a frente, surgiam várias pessoas que iam cercando o meu carro, que, pelo que pude conter, eram quatro. Essas pessoas eram parecidas com o Édson, então, verifiquei as horas no meu celular. 18 horas. Vampiros. Eram vampiros que sugam o sangue de suas vítimas até a morte. Um deles abriu a minha porta com força e tirou o meu cinto, tirando-me bruscamente do carro. Nesse processo, fiquei imóvel, pois sabia que não teria como reagir.

- Onde está o Édson? - o do meio me perguntou.

- Eu não sei.

- Diga! - insistiu o que parecia mais velho.

Prevendo que seria o meu fim, Édson apareceu atrás deles, na hora exata.

- Estou aqui. - disse, que os quatro ao ouvirem se viraram para trás. - Fique atrás de mim. - disse-me, ao me aproximar dele. - O que vocês querem?

- Você sabe muito bem o que queremos. Queremos que a sua monarquia vire uma democracia, tendo igualdade para todos. - disse o quarto. Sua monarquia? Do que é que eles estavam falando?, pensei.

- Vocês sabem que isso não é possível. Devem conversar com o rei, junto com o primeiro-ministro. Rei? Primeiro-ministro?, continuei absorta em meus pensamentos.

- Ah, sim, vamos conversar muito bem com os seus pais. Ou até raptá-los e forçá-los a fazerem isso. - amedrontou o do meio. Seus pais? Ao digerir tudo o que eles estavam dizendo, arregalei os olhos. Não é possível, meu namorado é um príncipe, não, não pode ser.

- Só por cima do meu cadáver. - ao falar isso, arreganhou os seus caninos para fora, parecendo que ia atacá-los. Percebi que os quatros também fizeram o mesmo. Procurei uma alternativa de livrá-los, então, lembrei que esse tipo eram alérgicos a alho. Por sorte, lembrei que no bolso de minha calça tinha um mini spray, que meu pai me dera no ano passado.

- Saiam. - disse, com o spray na frente deles. - Eu o tenho e não tenho medo de usá-lo. - a minha proposta foi em vão, mas ao atacarem, borrifei neles o ar que continha as partículas de alho e, aos poucos, suas peles ficavam cheias de bolhas vermelhas, que se estourassem, iam descascando. Então, os quatro saíram tão rápido quanto chegaram e guardei-o de volta.

- Édson, - falava, enquanto me aproximava dele. - me desculpa, fui uma tola com você e não estava… - novamente, interrompeu-me e me aproximou para mais perto, beijando-me. Coloquei os braços em volta das suas costas. Devagar, fui afastando a minha boca da sua, sorrindo, vendo seus olhos. - E, então… Você vai ter que me explicar esse negócio direito - falei, após algum tempo.

- Vou te explicar, prometo. - sorriu, depois de tê-lo pego de surpresa.

- Bem, tenho que ir. Tenho que enfrentar meu pai ainda.

- Katie, desculpe-me mesmo… - agora foi minha vez de interrompê-lo.

- Tudo bem. - dei um selo nele, desprevenido. - Tchau. - acenei para ele, antes de entrar no carro.

- Tchau. - ao falar, foi embora tão rápido quanto chegara.

 

Ao chegar a casa, vi que o carro do meu pai estava estacionado do lado de fora do estacionamento, presumindo que ele não tinha ido caçar hoje. Estacionei o meu dentro e desci, indo abrir a porta da frente, preparada para enfrentá-lo.

- Oi, pai. - falei, fechando a porta, como se nada houvesse acontecido. Andando mais a frente, vi que ele estava na mesa perto da televisão ao telefone. Percebi que sua expressão estava arregalada e assustada.

- S-sim, tudo bem. - gaguejava, que como o diretor, imaginava que sua filha nunca iria fazer uma coisa dessas. - Aham, tudo bem, irei falar com ela. - então, colocou o telefone no gancho, fazendo um estalo, que, por um milagre, não havia quebrado. Ao perceber que eu estava no vão da porta da sala, virou-se para mim, batendo os dedos na mesa.

- E, então… - disse, irritado como ele nunca esteve. - Alguma coisa para dizer?

- Hã… Acho que você já sabe.

- Sim, sei que você foi banida da escola. Mas, o diretor falou que seria melhor você me contar o motivo. - apontou para o sofá, mostrando que eu deveria me sentar. Engoli em seco, pois sabia que se eu cobrisse a verdade, não adiantaria, pois sabe quando estou mentindo. Andei contra a minha vontade, sentando no sofá, com ele já sentado. - Então… - disse, ao me esperar falar. - Estou te ouvindo.

- Fui, hã… - engoli em seco mais uma vez e reuni toda a coragem que tinha para poder falar. - Fui expulsa, porque eu refugiei um vampiro dentro da escola. - falei correndo, atropelando as palavras, porém, meu pai entendeu, fazendo uma expressão arregalada.

- Você o quê?! - fez-me uma pergunta retórica, após tomar um choque de realidade. - Ah, já sei quem foi. - balançou o dedo indicador se auto confirmando. - Sabia que aquele cara era um vampiro. Foi o Edson, não foi? Ah, mas vou caçá-lo, aquele sujeito vai se arrepender de ter feito isso. Vou ligar para o seu avô. - disse, levantando-se já encaminhando para o telefone.

- Não, pai. Espere. - também levantei, seguindo-o. - A culpa não foi dele, ele não fez nada. - mas, já era tarde demais, ele havia discado o número e o colocado na orelha, esperando ser atendido.

- Alô? Oi, pai. Você pode trazer os seus instrumentos de caça mais sofisticados que você tiver? - dizia meu pai, comigo com expectativas. - Sim, vamos caçar um vampiro. - balancei a cabeça, demonstrando que não concordava. - Ok, obrigado. - colocou o telefone de volta no lugar. - Apresse-se, arrume-se,vamos sair essa noite. Seu avô vai chegar daqui a meia hora. - falou, já se encaminhando a mim.

- Mas, pai…

- Sem “mas”, ande. - disse, indo para o porão para pegar algumas coisas que imaginava que seriam úteis. Bufei, subindo as escadas, correndo, indo para o meu quarto.

Abrindo a porta do quarto, fui direto para minha escrivaninha. Peguei um caderno antigo que guardava e arranquei uma de suas folhas para escrever para o Édson, o motivo de eu não estar aqui essa noite. Peguei uma caneta sem tampa e comecei a escrever.
“Desculpe Édson, não estarei aqui a essa noite. Meu pai descobriu o motivo de eu ter sido banida da escola e me obrigou a ir te caçar com ele. Eu vou para te ajudar a escapar, apesar de você, talvez, não precisar da minha ajuda.”

 



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