História Cada Um Faz Seu Destino - Capítulo 43


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ed Sheeran
Personagens Ed Sheeran
Tags Cantores, Cara Delevingne, Ed Sheeran, Famosos, Fotografia, James Dornan, Selena Gomez
Visualizações 56
Palavras 3.522
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Capitulo novo na área!
Bom, esse cap. será divido em duas partes (eu não queria isso,MAS se fosse colocar tudo que queria nele iria ficar muito maior do que estar) pretendo postar a continuação até quarta-feira (quero ouvir um AEEEEE)
Espero que gostem!
SPOILERS: Mini treta, Lied...

Boa leitura.

''Sabe as vezes eu me pego pensando em você e da uma vontade de querer gritar para o mundo: Ei, destino! Dessa vez, é de verdade. Não tire ele de mim!...'' -Trecho do texto: Você trouxe paz.

Capítulo 43 - ACORDO: Quarto dia


Fanfic / Fanfiction Cada Um Faz Seu Destino - Capítulo 43 - ACORDO: Quarto dia

A cada retorno para casa sinto uma nova sensação. Sempre trago ao novo, seja material ou não, e isso é demais. Pois a toda vez que retorno estou diferente de alguma forma. 

-Nossa, como estava com saudades de casa.- comento com o Jonny assim que adentramos o apartamento terminando de mandar uma mensagem para Nina avisando que já cheguei. 

Largo as malas no chão mesmo, com a promessa de desarruma-las após o banho. Mas eu não tenho tanta certeza disso. 

Jonny me acompanha até o quarto e se joga na cama sem se importar com a sua sujeira. 

-Você nunca perde essa mania. - reclamo. - Poderia ao menos ter limpado as patas no tapete, Jonny!

Ele me olha com os seus grandes olhos pretos apoiando a cabeça em um dos travesseiros e eu sei que esse é o sinal que lá vem um cochilo por aí. 

-Parece um gato ao invés de cão, deveria ligar para fabricar e reclamar sobre você, um produto enganado. - reviro os olhos tirando a lente azul revelando o olho castanho, pego uma roupa qualquer para vestir e sigo para o banheiro, deixando-o para trás. 

Agora mais do que nunca gostaria de estar na banheira da casa do Sheeran para relaxar e esquecer da vida por alguns minutos. Ultimamente passo a metade da vida dentro de uma avião, por exemplo, ontem deixei Londres e fui direto para Los Angeles ,buscar o bonitinho que se encontra na minha cama,  levou em média 11 horas de voo praticamente nem respirei e quando me dei conta já estava dentro de um avião novamente indo para Nova York, vamos colocar mais 5 horas na conta, ou seja 16 horas da minha vida está sendo nesse vai e vem. E eu sei que quando a turnê começar meu lar vai ser um avião, minha cama uma poltrona e minha comida vai se encontrar em embalagens industrializadas.  

Desligo o chuveiro concluindo meu banho já esquematizando os meus próximos passos e o que se encontra no topo da lista é algumas fotos do Ed que ainda preciso concluir as edições. Antes de pegar no trabalho, penso em preparar um lanche para mim como jantar.  

A poucos passos de chegar na cozinha, esculto um barulho de algo rasgando, uma embalagem, e a primeira coisa que me vem a mente é um rato. 

Por sorte deixei o meu celular no sofá, imediatamente o agarro. Quando ''bichinhos'' desse tipo resolver me fazer uma visita, costumo ligar para o Christian para me socorrer. Sim, eu ligo para a pessoa que está do outro lado da cidade para me salvar e normalmente trabalhando, mas o que eu posso fazer se ele sempre estar a disposição para isso sendo o meu herói. 

Lentamente continuo os meus passos indo em direção ao barulho. Respiro fundo quando vejo que não é um rato, mas logo fico em um misto de raiva e incredualidade.

-Você não fez isso, Jonny. É apenas uma ilusão da minha cabeça, que vou fechar os meus olhos e quando abri-los diante de mim estará um rato bem fofinho que provavelmente vai me assustar. - falo lentamente fazendo o ato que acabei de dizer. 

Entretanto a cena é a mesma. O meu cachorro ,que antes tinha um rosto amarelo como o restante do seu corpo, se encontra no chão ao lado do armário da cozinha com um pacote de farinha de trigo rasgado entre as suas patas. 

-Eu nunca bati em você, Jonny. Mas te juro que estou me controlando para não fazer isso. - me abaixo limpando o seu focinho com a mão. Ele me lambe e dá um pequeno latido. - Nem vem com esse chamego, vai sem biscoitinhos como castigo. 

Despacho ele para longe da cozinha enquanto limpo a sujeira. Para mim demorei horas encontrar o chão da minha cozinha brilhando de novo, mas na verdade levou apenas 15 minutos. E durante esse tempo o Jonny ficou me observando escondido atrás do sofá, o lugar que ele esconde quando reclamo com ele. 

-Pode sair daí. - aviso a ele e em obediência ele o faz. - Tem comida na tigela e água fresca, quero ver o que você vai aprontar agora. 

Ele passa por mim indo em direção a sua comida, mas desiste no meio do caminho quando percebe que estou indo em outra direção. Sento no chão frio da sala e começo a desfazer as malas, Jonny se senta ao meu lado sendo cauteloso.

-Vem cá, pestinha. Sabe que não consigo ficar muito tempo zangada contigo. - puxo a montanha de pelo para o meu colo fazendo carinho na sua barriga. 

No meio das minha roupas encontro algo que eu nem lembrava: o disco do Divide. Sem pensar duas vezes largo tudo e coloco-o na minha vitrola antiga. Involuntariamente me balanço no ritmo da música Eraser aproveitando aquela voz rouca incrivelmente sexy que me leva á arrepios facilmente. 

Ao som dele termino de arrumar a minha bagunça ,que fiz na sala, iniciando o meu trabalho em seguida. Com a minha mão direita apoiada no teclado do notebook meus olhos caem sobre o anel que quase me matou do coração, é tão leve e delicado que parece uma pena no meu dedo indicador. 

Uma melodia suave, mas com uma leve batida faz os pelos dos meus braços se eriçarem no ato e isso se intensificou quando a voz do Ed invadiu o meu quarto. 

Oh, maybe I came on too strong (Oh, talvez eu tenha forçado a barra)

Maybe I waited too long(Talvez eu tenha esperado por tempo demais)

Maybe I played my cards wrong (Talvez eu tenha feito a jogada errada)

                                                                                                     .....

Nem espero a música chegar até o final quando a coloco para repetir. Oficialmente Dive é a minha música predileta do terceiro album do Sheeran. Principalmente o trecho em que ele diz: 

So don't call me baby ( Então não me chame de amor)

Unless you mean it( Se não for verdadeiro)

Don't tell me you need me (Não me diga que precisa de mim)

If you don't believe it (Se não acredita nisso)

So let me know the truth (Então me diga a verdade)

Before I dive right into you (Antes que eu mergulhe de cabeça em você)

Não sei dizer ao certo o por que de ser esse trecho em especial, apenas mexeu comigo. 

Retorno a minha atenção para o trabalho abrindo uma pasta de fotos intitulada ''E.S'', mas ela se perde novamente quando vejo várias posses de um ruivo na tela do notebook. 

Olhando suas fotos percebo o quanto estou apaixonada. Não, não é nada relacionado a beleza, que claramente a possui, é além, eu consigo imaginar seu toque, seus beijos, seu cheiro, seu corpo colado no meu...Não há sentido algum em minhas palavras, eu sei, mas eu sinto que realmente estou amarrada nesse cara. Foi tão rápido e fácil...

Fecho a tampa do notebook me assustando com o barulho da campainha. Parece até que fui pega em flagrante invadindo o sistema de um banco. Retiro a agulha da vitrola parando no meio da música Perfect. 

-Não quero mais esse negócio de você longe de mim. - Ed me ''cumprimenta'' no exato momento em que abro a porta. 

Ele me pega de surpresa com um beijo bastante desesperado e quando se afasta me entrega um buquê com diversos tipos de flores embrulhadas em uma folha de jornal. Eu não gosto muito de melosidade, mas não tem como resistir a esse homem. 

Por incrível que pareça senti falta dele nessas ultimas horas e só me caiu a ficha agora por causa da minha felicidade em revê-lo.

-Espero que não tenha roubado elas de um jardim de algum vizinho seu. - respondo cheirando-as voltando ao normal. 

-Não, foi de um cemitério dessa vez. - ele diz seriamente, mas logo um sorriso aparece.

-Idiota. - bato no seu braço levemente dando risada. -Que honra em receber o Ed Sheeran na minha casa de novo. 

-Por acaso esqueceu do nosso acordo?- Ed questiona abraçando a minha cintura com seus braços tatuados escondido por um moletom preto.

Claro que não, passei esses três últimos dias deduzindo a tal pergunta que ele irá me fazer em breve e mil coisas já se passou na minha mente. Mas não vou demonstrar a minha ansiedade e curiosidade diante dele. Afinal amo surpresas e ele está se saindo muito bem com todas elas. 

-Puts! Me esqueci completamente. - bato na minha testa dando enfase a minha atuação falsa. 

-Bom saber, Cammélia. - ele me aperta ainda mais contra o seu corpo.

Meu nome soa tão bem na sua voz que a cada vez que esculto-o dizer um  calor invade o meu corpo. 

Ele fica me encarando e eu já não sei desviar o olhar, não como antes. 

-Você está linda como sempre e é até um pecado fazer com que troque de roupa, mas preciso que se vista bem rápido para o nosso programa de logo mais. - Ed diz isso descendo o seu olhar pelo corpo coberto apenas por uma camisa social branca curta. 

Meu único pensamento é que ele arranque a minha roupa da mesma forma que está me olhando. Todavia vou me fazer de difícil para apimentar esse jogo. 

-O senhor é me manda. - sussurro no seu ouvido desfazendo o abraço. 

Levo um vaso com água para o meu quarto e deposito as flores. Ed fica na sala e esculto a animação do Jonny diante da sua presença. Finalmente ele gostou de um cara que pôs os pés neste recinto. 

Paro em frente ao meu pequeno closet, que parece que diminuiu mais ainda depois de tanto tempo que eu convivi com de Londres, naquele momento em que você não sabe o que vestir daí simplesmente fica paralisada na frente das roupas como se estivesse esperando elas decidirem sozinhas. E dificulta ainda mais quando você vai sair com o cara que está muito afim. 

-Ed! - chamo do quarto.

-Cammélia! - ele responde da sala.

-Vamos para um lugar formal? - pergunto rindo.

-Mais ou menos. - Ed diz e isso não ajudando muito. 

Penso um pouco mais e por fim escolho uma calça de estampa tribal preta e branca, uma blusa sem manga da mesma cor e as minhas botas pretas de cano curto ,gastas de tanto usar. 

Solto o cabelo e com os dedos amasso as pontas para dar um movimento. Passo bastante rímel para levantar o olhar, sério essa foi a melhor invenção já feita depois da câmera fotográfica, um gloss rosa e um pouco de blush bronze. Finalizo a produção colocando alguns acessórios e perfume. 

-Me diz o que eu faço para conquistar a sua dona, garotão? - esculto Ed perguntar ao Jonny. 

Nada, você já me conquistou. Basta manter essa conquista. Penso comigo mesma.

-Desculpa interromper o papo, mas já estou pronta. - procuro a minha bolsa conferindo os meus pertences e colocando o celular nela.

-Uau, caprichou só para mim foi? - Ed faz uma cara de galanteador enquanto levanta do chão arrumando o seu gorro azul. 

-Não, foi para mim mesma. - empino o nariz demonstrando confiança.

-Vai fundo, Cammélia, maltrata esse pobre coração. - ele diz sentimentalmente pondo a mão em cima do coração.

Como desculpa lhe dou um selinho, deixando os seus lábios ainda mais rosado.  

Nos despedimos do Jonny ,que tratou de ir para cama e pelo horário indo dormir, e deixamos o apartamento em uma pequena discordância sobre eu dirigir e o Ed optar pelo táxi. Ele venceu com a justificativa de que eu conhecia muito bem Nova York e consequentemente descobriria o local facilmente. Tanto que me fez esperar do lado de fora do táxi enquanto informava o motorista o endereço. 

Para a minha surpresa paramos em frente a um restaurante que eu nunca tinha ouvido falar apesar de já ter passado nessa localidade algumas vezes. 

-Vi uma critica no jornal dizendo que a comida daqui, apesar de ter inaugurado a pouco tempo. - Ed conta quando entramos. 

Olho em volta e o ambiente é bastante charmoso, entretanto bastante comum. Talvez a comida seja boa mesmo, pois está cheio e fico até surpresa do Ed se arriscar assim num lugar público. 

-Uma mesa para dois, está reservada no nome de Stuart Camp. - Ed se dirige a hostess. 

-No nome do Stu? - pergunto confusa. 

-Não posso usar o meu nome, então sempre que posso uso o dele emprestado. - ele dá de ombros. 

Fomos acomodados na ultima mesa do restaurante e fico bastante grata por isso. 

-Aqui está o cardápio, fiquem a vontade e tenham uma boa noite. - a hostess diz gentilmente.

-Obrigado. - eu e Ed agradecemos na mesma hora, nos entreolhamos e rimos uma para o outro. 

-Eu tinha uma amiga no fundamental que toda vez que isso acontecia com a gente tínhamos que tocar em algo com a cor verde e quem conseguisse primeira fica com a sorte. - conto nostalgicamente. 

-Poxa nem tem nada verde por perto. - Ed olha para os lados buscando. - Mas não preciso, estou na presença de uma mulher incrível se isso é sorte eu não sei. 

-Não diga isso , Sheeran. Posso te decepcionar. - dou um sorriso de lado balançando a cabeça negativamente. 

-Há uma história por trás de cada pessoa e há uma razão pela qual elas são do jeito que são e por isso não julgo. E você, Cammélia só faz com que eu me jogue ainda mais nessa especie de relação sem pensar nas consequências. - ele diz e percebo a sinceridade nele. 

-Eu sei como é, me sinto da mesma forma. - falo baixo como se fosse um segredo.

-Viu, você é incrível. - Ed diz e junto com isso ele me dá a melhor resposta, o seu sorriso, aquele sorriso em especial com os lábios que formam covinhas quase imperceptíveis no canto da sua boca contornadas pela sua barba por fazer ruiva.

Uma mulher de longos cabelos negros vestindo um dolmãn branco para diante da nossa mesa cortando o nosso clima. 

-Olha só quem eu recebo no meu restaurante, o meu ruivinho favorito. - a mulher se dirige ao Ed beijando-o no canto da boca onde ficou marcado por um batom vermelho. 

Fico tão sem ação quanto ele. Pego o cardápio e finjo dá uma olhada no cardápio só para tentar aliviar esse momento constrangedor. 

-Esse é o seu restaurante, Athina? Dentre todos os restaurante dessa cidade eu vim parar aqui? - Ed questiona ele mesmo parecendo frustado enquanto limpa o lugar em que ela beijou

-Que irônico,não? Parece que é o destino. - Athina responde jogando charme para ele. 

Sei que não é ciumes, pois não sou de sentir isso. Mas devo confessar que isso me incomodou. 

-E você é...? - finalmente sou notada por ela e talvez por ser mulher noto uma tensão no ar. 

-Ela é a Lia, a minha...

-Fotografa, trabalhamos juntos. -interrompo o Ed me precavendo de uma resposta sua surpreendente. 

-Agora a sua desculpa para encontros é jantares de negócios, ruivinho?- Athina sorrir tocando sensualmente no braço do Ed ,e como um imã se repelindo, ele se afasta. -Só um conselho...Lia, não é? Cuidado, ele te chama de namorada agora, mas para virar ex ou peguete é daqui a pouco. 

Essa mulher está afim de me provocar não está? Óbvio, Cammélia! 

Antes que eu possa responder, Ed se adianta: 

-Por favor, Athina.- Ed revira os olhos bufando. - Lia se não importa de podemos ir para outro lugar? 

-Claro, por mim tudo bem. - levanto na mesma hora que ele deixando o cardápio e o guardanapo de lado. 

A minha vontade mesmo é de jogar na cara dela e borrar esse batom vermelho. 

-Mas já ,Edward? Fique, será uma honra preparar um prato especial para você e a sua colega de trabalho. - Athina diz as ultimas palavras e olhando de cima a baixo. -E será  por conta da casa.

-Não, obrigada. Perdi o apetite. - respondo olhando bem para ela. Provavelmente serei venena. 

-Eu também, vamos Lia. - Ed contorna a mesa segurando a minha mão me fazendo andar rapidamente.

Antes de cruzarmos a porta da saída dou uma olhada para atrás e vejo a mulher mais furiosa do mundo me fuzilando com olhos. Se ela fosse o superman com certeza eu já teria virado churrasco. 

-Que merda! - Ed solta a minha mão esfregando as suas no rosto. - Tinha que ser aqui? 

-Calma, essas coisas acontecem. - sou ótima em dar conselhos, só que não. 

-Só se for comigo. - ele rir com desgosto. - Desculpa por isso, não queria estragar a nossa noite assim. 

-Eu sei disso. - toco no seu ombro tentando reconforta-lo. - E quem disse que a noite acabou? Conheço um lugar bem legal aqui próximo. Está afim de encarar? 

-Não precisa perguntar duas vezes. - parecendo um pouco mais calmo ele segura a minha mão novamente. 

Andamos uma quadra e meia até a Starbucks que costumo ir, e da mesma forma que o restaurante ela se encontra bastante cheia. 

-Segura aquela mesa para gente que eu faço o pedido. - aconselho Ed antes de me espremer entre os clientes. 

Procuro pela Lucy no balcão, mas não a encontro ela me salvaria desse trastorno de filas. 

-Qual o pedido? - uma funcionaria que já vi algumas vezes por aqui ,me atende.

-Dois millk shake de chocolate com calda dupla, por favor e seis cupcakes de sabores sortidos. - peço. 

-Para viagem? - ela pergunta passando as informações para o computador. 

-Não, para agora. - espero que seja suficiente para matar a minha fome e a do Sheeran. -Saberia me informar se a Lucy está? 

-Ela saiu tirou ferias de 2 meses, está no Alasca. - a funcionária me informa. 

Uau, não é que ela foi mesmo? 

Aguardo mais um pouco e logo estou com o nosso lanche nas mãos. 

-Não é o banquete que você me serviu em Londres, mas acho que dá para nos alimentar. - digo colocando tudo na mesa. 

-Parece ser delicioso. - Ed emudece os lábios e a sua reação me faz rir. - O que foi? 

-Nada, Sheeran. - pego um cupcake e dou uma bela mordida. - Ei, tenho uma pergunta. Mas tem que me responder sem pensar, certo? 

-Adoro as suas perguntas, pode fazer. - ele se aproxima um pouco de mim e eu faço a mesma coisa, ficando separados apenas por uma mesa. 

-Qual é o melhor sentimento? - questiono.

-O amor. - e em obediência ele responde sem pensar.

-Como eu esperava. - sujo o meu dedo com a cobertura azul do meu cupcake e passo na ponta do seu nariz. 

-Não concorda? - Ed imita o meu gesto, entretanto sujando a minha boca e me dando um beijo em seguida.

-Hum... acho que não. - digo pensativa. 

-Amizade? Saudade? O querer estar junto? - ele tenta mais uma vez. 

-Pode ser tudo isso, mas você já sentiu como se só tivesse esses sentimentos por alguém? -mesmo sabendo a resposta espero ouvir a sua. 

-Já e dói muito. - Ed suspira. 

-Então agora pense bem e diga novamente. Qual o melhor dos sentimentos?- pergunto novamente. 

-Deixa eu ver... o que é recíproco? - ele arqueia a sobrancelha pouco confiante.

-Exatamente, Sheeran. - limpo a sua boca suja de cupcake aproveito e tiro o resto do batom vermelho que ficou. - Reciprocidade é um sentimento que faz tudo valer. 

Lentamente ele confirma com a cabeça. Termino o meu cupcake e fico um pouco paciente por ele ainda estar calado. 

-O Ed Sheeran está calado? Isso é algo inédito. - brinco sem me conter. 

-Quando você fala eu prefiro escutar. Estou calado justamente por estar nervoso. - ele tira o óculos deixando os seus olhos azuis ainda mais amostra. -Não sei se os caras que você costuma sair ficam nervosos, mas eu fico. Você sorri para mim e desvia o olhar antes que eu tenha um AVC bem na sua frente. Aí gosto mais de você, porque acaba de salvar minha vida. 

Sujo mais uma vez a ponta do seu nariz, agora com a cobertura laranja e só consigo sorrir. 

-E você faz com eu me...

Meu celular começa a tocar interrompendo a minha fala. Vejo no visor um numero desconhecido e penso em não atender, mas vai que seja importante? 

-Posso atender? - pergunto ao Ed e ele confirma com a cabeça. -Alô? 

Um barulho de música muito alta toca do outro tornando a voz da pessoa inaudível. 

-Alô?- tento de novo.

-LIA? - é uma voz feminina que me conhece, mas ainda não consigo identificar. 

-Sim, quem gostaria? - mexo o meu milk shake com o canudo despeçando a espuma. 

-SOU EU! - de repente o barulho diminui e eu consigo identificar quem é.

-Nina? - pergunto confusa. 

-Ah, finalmente. Que bom ouvi uma voz familiar. - percebo a sua voz tremer. 

- O que houve? - fico  preocupada no ato, se tem uma coisa que eu consigo identificar na minha irmã é o som de voz. 

-Preciso de ajuda e rápido. - ela diz quase chorando. 

Agora sim, a minha noite acabou.


Notas Finais


Eitaaa, oq será que rolou com a Nina?
E o que será que a Lia ia dizer?

Galera, sei que vai parecer cansativo isso, mas não me canso de agradecer aos comentários de voces! Sério mesmo, não é puxa saquismo, muito obrigadaaaaa por todos eles!!
p.s: responderei o do cap. anterior amanhã.
p.s.2: o video de PERFECT só consigo dizer aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaawwwwwwwwwwwwwwwwwrrrrrrrrrrrrrr <3 morri
p.s.3: o proximo single será Happier.
p.s.4: citei Dive pq é a música que eu mais gosto do Divide
p.s.5: Chega de P.s.

Até breve (breve mesmo)


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