História Cada Um Faz Seu Destino - Capítulo 81


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Categorias Ed Sheeran
Personagens Ed Sheeran
Tags Cantores, Cara Delevingne, Ed Sheeran, Famosos, Fotografia, James Dornan, Selena Gomez
Visualizações 47
Palavras 2.738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Good Night! Sexta-feira à noite e a gente está como? Postando capítulo ao som de Give me Love, oq combina com esse cap ( fica a sugestão).
Cap saiu mais cedo hoje, ufa! Tava com medo de não atingir o prazo pela quantidade de coisas que teria nele. Tem um pouco do Edinho, da Lia, do Chris....

Espero que gostem!

Boa leitura.

" Em determinado momento de nossa existência perdemos o controle de nossas vidas e ela passa a ser comandada pelo destino."
- O Alquimista.

Capítulo 81 - Tarde demais


Fanfic / Fanfiction Cada Um Faz Seu Destino - Capítulo 81 - Tarde demais

  ED

-Merda! - falo com raiva ,desacelerando o passo, quando vejo o carro da Lia virar na esquina e sumir.

Cheguei tarde demais.

Não só cheguei, como também resolvi acreditar nela tarde demais. O estrago foi feito e preciso de todas as formas, seja possível ou não, tê-la de volta.

- É melhor entrar, Edward, deve ter paparazzi por aí. - Mônica surge e toca os meus ombros.

-Eu vou atrás dela.- respondo decidido.

-Não, Ed. - Mônica impede a minha passagem.

-Como não, Ed!?- praticamente grito, não de raiva, mas desespero. -Você viu a forma que ela me olhou? Fria, distante e magoada. Eu estou perdendo a minha namorada.

Estou perdendo a Lia, a mulher que demorei meses para ter ao meu lado e consegui um pouco de confiança ...

Minha cabeça gira de tal forma que me apoio na Mônica.

- Ela está chateada com todos nós, Ed. -os seus  braços finos me envolve e sou arrastado por ela para casa do Stu. -Conhecemos a Lia tempo o suficiente para saber quando ela fica de cabeça quente e tudo que precisa é ficar sozinha.

- Será que vocês conhecem mesmo a Lia? -Murray se pronúncia quando entramos. -Vocês a acusaram mesmo ela negando.

- As fotos que estavam sobre responsabilidade dela foram vazadas antes do prazo exigido.- Stu diz e parece que esta se convencendo com as próprias palavras.

-Eu sinceramente acho que ela não fez isso. - Murray cruza os braços e olha para mim.- Nem intencionalmente, sendo a profissional que ela demonstra ser é muito improvável.

O Murray tem razão o que é muito estranho.

Me jogo no sofá escondendo o rosto com as mãos sentindo vergonha por ser um péssimo namorado e frustado por saber que fiz besteira.

Mais uma vez.


                                     LIA

Ao invés de pegar o retorno em direção a minha casa, sigo no sentido oposto.

A minha mente soa um nome constantemente. O nome da única pessoa capaz de fazer isso.

Ruan.

Estaciono em frente ao seu condomínio e aproveito a ausência do porteiro para adentrar sem ser anunciada. Nunca cheguei a ir no teu apartamento, mas sei o prédio e o andar.

Quando chego no edifício peço, educamente, uma informação sobre o Ruan e por sorte consigo com um dos seus vizinhos.

O número 218 se encontra no final do longo corredor, me encarando. Determinada, ando até lá , toco a campainha duas vezes e  aguardo batendo o pé sem parar.

- Porque você vazou as fotos!? - digo assim que a porta se abre me segurando para não estapear todo o rosto dele.

-Oi? Que surpresa você por aqui. - sua expressão realmente grita surpresa.

-Sem formalidades, Ruan.- fecho os olhos passando a mão na testa. -Diz logo, o motivo de querer me prejudicar!  É porque estou com o Ed? Ainda não superou o término? Faz meses, Ruan!

Falo sem parar e ele apenas me encara ainda mais surpreso.

- Lia, deve ter ocorrido algum mau entendido. Do que você está falando?

- Deixa de ser sinico!- empurro seu corpo com raiva,mas ele apenas dá um passo para trás. - Eu sei que foi você que divulgou as fotos do Ed que estava no meu computador na empresa . Ou vai dizer que esqueceu o dia em  que resolveu aparecer de supetão para uma visita?

- Eu juro que não tenho nada haver  com o que aconteceu.- não acredito que ele vai continuar negando.- Eu fui embora logo depois de você sair. E outra eu não sei nem mexer naqueles computadores avançados. Se não acredita na minha palavra...

- Não acredito mesmo!- interrompo.

- Percebo, mas em minha defesa pode perguntar a Susan, a sua colega do trabalho. - ele sugere.

- O quê a Susan tem em relação a isso? - cruzo os braços pronta para ouvir mais uma mentira sua.

-Tomamos um café quando deixei a empresa. - seus ombros, largos e definidos, sobem e descem.

-A Susan jamais sairia com um cara como você, não faz o tipo dela.- sinto até vontade de rir.

Entretanto isso muda no exato momento quando uma mulher aparece enrolada apenas por um lençol branco, cabelos loiros baguncados e uma cara de sono.

-Ruan, porquê está demorando tanto...- a mulher perde a fala e a cor do rosto quando nota a minha presença. -Lia?

-Susan? - pisco várias vezes não acreditando no que vejo.

- O que faz aqui? - ela aperta o lençol no corpo, mas é fino o suficiente para ver o seu corpo.

- Iria te fazer a mesma pergunta.- arqueio a sobrancelha.

-A Lia está me acusando de vazar umas fotos quando eu estive na empresa. Mas eu já expliquei que não tenho nenhum envolvimento. - Ruan se volta para Susan. - Conta para ela que você estava lá o tempo todo e nós saímos juntos.

- Realmente, Lia. Fiquei na sala e de olho nele, literalmente. - suas bochechas ficam rosadas.

Ela está afim dele. Era o que faltava. Deve ter sido o abdômen...

- Fomos tomar um café e desde então...

-Estamos juntos. - Ruan a interrompe passando um dos braços na cintura dela.

- Sim. - eles trocam um olhar e sorriem.- Eu ia contar para você, Lia. Soube que vocês namoraram.

- Não namoramos, o nosso lance só funcionava na cama, às vezes.- Ruan abre a boca para retrucar, mas o impeço. - E não precisa me dar satisfação sobre isso, apenas tenha cuidado com esse aí.

Olho fixamente para o Ruan e sem me despedir vou embora.

O dia não tem como ficar pior. Na verdade sempre tem.

Outros questionamentos tomam conta da minha mente.

1. Se não foi o Ruan, quem foi? 

2. Alguém da empresa?

3. E porque faria isso?

Paraliso com a mão na maçaneta do carro.

A pessoa da mensagem.

-Como não pensei antes? - sinto vontade de bater a cabeça no poste por tamanha burrice. - Mas espera um segundo.

Retiro o celular do bolso traseiro da calça jeans e confiro o histórico de mensagens. Não há nenhuma  anônima ou ameaçadora. Porém, há várias do Ed assim como chamadas não atendidas.

Um cansaço, mental, me atinge com tudo e as únicas coisas que eu necessito agora é ar fresco e um lugar calmo. Para a minha salvação conheço um lugar que atende esses desejos.

Faço o meu percurso até o Centro Park totalmente em silêncio, não quero correr o risco de acabar ouvindo alguma música dele. Sei que em algum momento teremos que conversar, mas não estou pronta para esquecer a sua expressão e palavras de acusação. E nem sei se algum estarei.

Pensei em desviar o caminho no parque para não passar em um ponto específico ,mas paro por alguns instantes e revivo aquela noite maravilhosa na mente olhando para o lugar onde ele me pediu em namoro.

O Ed me disse que estava muito apaixonado e que me faria a mulher mais feliz do mundo. Nunca pensei que alguém seria tão romântico ao tal ponto, mas ele se superou e eu vi naquele momento que poderia recomeçar ao lado de alguém novamente.

Acreditei e continuo acreditando nas suas palavras, porém não sei se as coisas serão como antes. Nunca são.

Um casal ocupa o lugar onde já estive e fico me questionando quantas promessas são feitas ali e se todas são cumpridas, talvez não.

Retomo a minha lenta caminhada até encontrar um lugar para me acomodar, uma árvore solitária para combinar. Me reencosto nela, fecho os olhos e deixo as lágrimas virem. Isso está acontecendo com tanta frequência ultimamente que já me acostumei.

Não faço ideia quanto tempo passo sentada e chorando, mas quando me acalmo , o sol já está se pondo e o parque com menos fluxo de pessoas.

Só então decido ligar para o número que está na discagem rápida e chamada de emergência  justamente para esses momentos.

-Podemos nos encontrar? -pergunto assim que ele atende.

-Claro, pode vim aqui em casa? A Sofi trouxe umas amigas para brincar. -Christian responde desconfiado. - Aconteceu alguma coisa?

-Sim, aconteceu. - confirmo desligando a ligação.

Não quero ter que repetir a mesma história mais de uma vez e por isso entro no carro e sigo para a casa do Christian. 


-Nunca mais faça isso de ligar, avisar que aconteceu alguma coisa e desligar sem dizer mais nada. -Christian diz nervoso ao abrir a porta,  mas nem ligo, apenas me jogo nos seus braços.  -Ei,calma está tudo bem.

Ele abraça a minha cintura com força e faz carinho no meu cabelo.

-Não está. -sinto uma vontade imensa de chorar novamente, mas me controlo.

-Madrinha! - Sofi vem correndo na nossa direção.

-Olá, princesa! - me ajoelho ficando da sua altura.

- Está tudo bem?- sua mãozinha segura a minha bochecha, como sempre observadora.

- Agora está tudo ótimo, meu amor.- dou lhe um abraço sentindo seu cheiro doce.

- Não sabia que vinha hoje, cadê o Jonny? - ela se afasta olhando por cima do meu ombro.

Se ele estivesse vindo já estaria correndo com ela por todos os lugares possíveis.

-Nem eu sabia que iria parecer por aqui. - dou risada. - O Jonny está de namorada nova e fazê-lo sair de casa está um pouquinho complicado.

-Até o Jonny está namorando.- Christian se manifesta fechando a porta.

Ouço um som de vozes vindo do corredor, três garotas da idade da Sofi aparecem com pincéis e esmaltes na mão.

-Vem logo, Sofi. - uma delas diz impaciente.  

-Não vai me apresentar suas amigas?  -pergunto cutucando a sua barriga.

-Claro! - Sofi diz rindo e acenando para as meninas se aproximarem. - Karen, Betany e Rose.

- Prazer em conhecê-las. - digo cumprimentando-as.

- Essa é a minha madrinha.- Sofi diz com um certo orgulho.-As tatuagens dela não são lindas?

Sofi segura meus braços para que as amigas veja mais de perto e todas acenam em concordância.

-Quero fazer igual quando eu crescer. - ela fala fazendo carinho em alguns rabiscos da minha pele.

-Se a sua mãe ouvir, minha filha.- Christian segura o riso.

- Você pintou seus olhos? - uma das meninas perguntam para mim.

Dou uma risada pela forma que o questionamento foi feito.

Antes que eu possa responder Sofi põe um dos seus braços em volta do meu pescoço , outra na cintura e retorna a atenção para a amiga.

-Isso se chama heterocromia, Karen.- ela responde como se fosse óbvio.

Na idade dela eu nem sabia pronunciar as primeiras sílabas dessa palavra.

- É muito raro e deixa a minha madrinha linda. - continua.

-Como você, princesa.- beijo as suas bochechas.

- Que tal vocês continuarem a brincadeira? Preciso ter uma conversa de adulto com a Lia. - Christian interrompe a conversa.

Elas saem em disparada para o quarto e de lá, Sofi grita:

-Papai, não esquece o lanche!

- Sim, senhora, preciso só de 5 minutos!- Christian responde no mesmo tom. -Escutou a madame, preciso cozinhar.

Ele segura meus ombros e me faz caminhar à sua frente. Me acomodo no balcão, o lugar que fico sempre quando apareço, e ele na frente do fogão.

-Sou todo ouvidos. - Christian anuncia.

Como está com a roupa do trabalho, ele põe um avental que a Sofi lhe deu no dia dos pais com os dizeres : O melhor cozinheiro do mundo é o meu pai, e isso o deixa com mais cara de chefe de cozinha ainda.

-Tudo bem, vamos lá. - respiro fundo e lhe conto tudo.

Christian fica calado todo o momento dividindo a sua atenção entre os sanduíches das meninas e o meu desabafo.

-Tem alguém que está querendo te prejucar e eu juro que vou descobrir quem é. - percebo o seu esforço para se controlar e não resolver essa história agora.

- Eu não quero que faça nada, vim apenas para que me escutasse. - brinco com o rasgo da minha calça.

- Isso me envolve, Lia, ocorreu dentro na minha empresa e vou dar um jeito nisso. - O seu tom de voz determinado me faz olhá-lo.

-A parte boa nisso é que a empresa não corre o risco de entrar no processo. - agora que percebo isso.

Faço trabalhos na empresa e fora dela, o Christian permite essa liberdade para os funcionários. Mas sempre aparece clientes para serviços extracurriculares, como o Stu, nesse caso o Christian recebe uma taxa e não se envolve diretamente.

- Se for necessário para provar a sua inocência irei entrar. - em nenhum momento ele duvidou de mim, ficou do meu lado mais uma vez. - Vou levar o lanche das meninas e volto para continuarmos.

-Tudo bem. - respondo balançando as pernas cruzadas.

Conversar com o Christian me acalma e me faz enxergar os problemas por outros ângulos, por isso sempre recorro a ele se exitar.

Ele retorna com o celular na orelha e o avental na mão.

- Lewis? Quero a gravação das câmeras de segurança de duas semanas atrás no meu e-mail em dez minutos. - o Christian , o grande empresário entra em ação.

Sem emitir som pergunto o que ele está fazendo. Em resposta sua mão se ergue e pede um minuto.

- O que houve? A segurança falhou mais uma vez! - ele explode. - Quero todos demitido, me entendeu? Não tolero falta de profissionalismo dentro da minha empresa!

A ligação é encerrada e com força o celular é posto na bancada ao meu lado, o que resultou uma tela quebrada.

- O que você acabou de fazer?- questiono chocada.

- Resolvi um problema que estava me tirando do sério. - seu tom de voz ainda está frio.

-Demitindo pessoas que precisam de um emprego para sobreviver? Sabia que tem outras formas de resolver problemas sem ser radical? - desço do balcão . - Mas tem que ser no jeito "Christian mandão".

- Estou tentando te ajudar, Lia. - ele retruca.

- Eu disse que não preciso que se meta nesse assunto, Christian. - revido.

-Será mesmo? Ou não quer pedir? - seus braços se cruzam.

Nossas atenções se voltam para o celular de tela rachada que vibra no balcão.

-Diga. - ele atende , mas ainda mantém a nossa briga visual. - Como é que é? Justamente nesse dia? Ok.

- O que foi? - questiono quando,novamente, a ligação foi encerrada.

- As câmeras entraram em manutenção duas semanas atrás por ordem minha, justamente no dia em que você esteve lá, ou seja, não tem nenhum registro de atividade. - Christian se apoia no balcão cabisbaixo. - Sinto muito.

Se parar pensar essa seria a minha salvação.

- Não tem problema, você não tinha como advinhar.- me posiciono ao seu lado.- Agora preciso providenciar um advogado.

E um detetive particular.  completo na mente.

-Se quiser posso ajudar nessa parte. - seu olhar levanta para encontrar o meu.

- Obrigada. - dou um sorriso de lado deitando a cabeça no seu ombro e olhando ,pela janela, a noite que está se iniciando.

-Você e o Ed terminaram? - pergunta de repente.

-Não sei. - suspiro. - Sinceramente não sei.

- E tem medo de saber. - ele afirma e eu confirmo com um aceno.

- Eu não tenho medo dos fins,já me acostumei com todos eles. - e não foram poucos. -Eu tenho medo dos começos, das coisas que se iniciam sem aviso prévio e ponto de partida.

- Entendo, e o que dói nem é o fim, mas todo o processo que levou a ele. - Christian completa e fico surpresa por nossos pensamentos se encaixarem tão bem.

Me aconchego ainda mais nele e ficamos em silêncio por um tempo.

-Tenho um convite para você. - sua mão para de acariciar meu braço. - Vou à um evento esta noite, está afim de ir comigo?

-Não estou muito no clima para festas, Christian. - levanto a cabeça massageando o pescoço.

-Ah qual é, preciso de alguém, que não seja paga, me aplaudindo quando eu for homenageado. - ele me empurra levemente brincando.

-Homenageado? - agora tem a minha atenção.

- Sim, como bem feitor de doações que a empresa fez para um hospital infantil durante esse ano. - Christian responde.

- Eu lembro disso. Fico feliz por você.- digo com sinceridade.

-Obrigado, mas só ficarei se você for comigo. - sua expressão se torna de apelo.

-Não sei não. Eu não quero passar a noite explicando para alguém o que estou sentindo, só quero ir para casa e esquecer o resto do mundo nas próximas horas. - sim, eu realmente quero isso.  - Eu não tenho roupa apropriada e o Timmy está viajando.

- Eu já resolvi isso, só preciso que vá para casa e se arrume. - abro a boca para negar, mas ele me impede. - Por favor, Lia, não te pediria se não fosse importante.

Não tem como negar um pedido desse homem, mesmo que me irritando as vezes ele sempre diz sim para mim.

-Ok, eu vou, mas não reclame se eu não for uma boa campainha. - aviso.

-Farei com que seja. - ele garante.


Notas Finais


*O que será que devemos esperar dessa noite?
*E se vcs estivessem no lugar da Lia como agiria em relação ao Ed?

Aviso: Essa semana talvez não role cap.
Será meu aniversário ( eeeeeeh) e vou comemora-lo no sábado ( normalmente dia de postagem) , mas farei o máximo para conseguir adianta esses dias no meio da loucura kkk

Espero que tenham curtido o capítulo e obrigada pelos comentários!

Nós vemos em breve ♥️


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