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História Cadeira de aço um cara... - Capítulo 1


Escrita por: Hinih

Notas do Autor


Oioi meus amor, como vão?
Espero que bem!
Enfim, peço perdão pela demora nas outras att! Eu juro que tô escrevendo tudinho já!!!
E é claro HJ É ANIVERSÁRIO DO NOSSO BEBÊ
E por isso lhes trago essa one!?
Eu peço perdão a vocês, pois ainda não terminei o lemom dela mas pela manhã estarei arrumando isto, então peço desculpas ❤️
A capa PERFEITA (e q eu demorei dias para decidir) foi feita pela maravilhosa @Mei_Hyuuga ❤️ obrigada pela paciência comigo bebê 🛐
Enfim, boa leitura
Espero que gostem
Perdoem erros 💖

Capítulo 1 - Eu bebo até cair, e se cair, continuou bebendo


— FILHO DA PUTA, VOCÊ COMPROU A PORRA DA SUA CARTEIRA INFERNO!

 Katsuki parou subitamente no farol vermelho, o carro à sua frente havia o fechado inesperadamente, e tudo que Katsuki mais queria naquele momento era descer a porrada no meliante que quase lhe fez arranhar a sua moto. Todavia, não podia ir parar na cadeia hoje, afinal os policiais não costumam agraciar os presos com vodka pura ou cerveja. E Katsuki precisava de álcool no seu sangue.

 Foda-se o fato de estar de moto, poderia muito bem dormir na porta do bar ou em qualquer esquina por aí, mas isso não o impediria de beber, até que esquecesse do seu nome e de quebra dàquele maldito brócolis mal cozido.

 O sinal ficou verde e Katsuki acelerou, pegou 80kh na pista de 40kh, pouco se fodendo se ganharia ou não uma multa, afinal tinha dinheiro de sobra pra pagar.

 Os bares e restaurantes estavam lotados, o loiro passou sem pensar em parar, afinal gente demais no bar significava pouca bebida, e hoje o Bakugou acabaria num coma alcoólico depois de secar o bar, e se Izanami permitisse, não acordaria tão cedo.

 Katsuki finalmente encontrou o bar feito, o estilo bem brasileiro mesmo, do jeito que gostava, já que a sua hipocrisia não lhe permitia ir ao país de fato. O loiro amava tudo que envolvia o país, das belas praias, até os botecos de beira de estrada, todavia de calor já bastava o do próprio corpo.

 Algumas cadeiras estavam colocadas do lado de fora, exatamente onde Katsuki se jogou deixando o capacete ali sobre a cadeira ao seu lado e já chamando o garçom.

— O que temos pra hoje, amigo?

— Qualquer coisa com muito álcool.

 Katsuki se jogou na cadeira de aço desconfortável, olhando de forma despreocupada para a rua à sua frente.

 Os dias animados ao lado do seu ex voltando a sua mente. Ah Katsuki precisava beber, precisava esquecer daquele que lhe fazia ter um pingo de juízo em sua cabeça. 


//


— Outra saideira, amigo?

— Trás logo essa merda.

 Aquela já era a sua vigésima cerveja? Ou era o quinto copo de whisky barato? Porra, ainda não era suficiente, ainda estava sóbrio, ainda estaba lembrando. Katsuki não queria lembrar, não queria sentir falta do toque gostoso percorrendo todo o seu corpo, ou da maciez da boca rosada sobre a sua, ou de tocar o corpo perfeito por baixo do seu. Lembrou das viagens que fizeram juntos, das praias do Caribe que Izuku insistia em ir novamente, das noites loucas em Las Vegas, ou dos dias em que passavam se amando na varanda.

 Lembrou do dia em que o pediu em namoro, o pôr do sol dava uma visão ainda mais perfeita ao rosto lindo de Izuku, ele tinha razão, Seattle era linda em qualquer época do ano, ainda mais quando se estava bem acompanhado.

 Caralho, agora teria que beber mais.

 Já fazia duas horas que estava ali, bebendo de tudo que aquele garçom maldito lhe trazia, enquanto olhava as redes sociais em seu celular, vendo todo mundo se divertindo em uma boate qualquer naquela fim de sexta feira.

 Katsuki não queria estar jogado ali bebendo sozinho numa sexta feira, era patético, era idiota, e Katsuki estava sendo mais orgulhoso do que ele jamais foi em toda a sua vida, e ele estava cansado da merda do seu orgulho infeliz.

— Fecha a conta pra mim.

— Resolveu ir atrás dela cara?

— Dele.

— An?

— Não é ela, é ele.

— Então ele tirou a sorte grande.

— Não, fui eu que tirei.

 Katsuki sorriu de lado colocando o dinheiro em cima da mesa, pegando seu capacete em seguida. Iria parar de tentar esquecer.


//


 O som da campainha soou abafado pela porta. Sua mão se apertava em volta das chaves da XT vermelha parada em frente da casa de dois andares. Katsuki estava ansioso.

 

— Katsuki? – A voz de Izuku estava carregada de sono, os olhos um pouco inchados indicavam um possível choro antes de apagar completamente. Izuku era tão fodidamente sensível.

— Eu não achei a maldita lata de coca cola.

— Lata de coca cola?

— Sim, eu não achei a que tinha o seu nome.

— Céus Katsuki, você não mora no Brasil, lembra? Você tem que parar com esse negócio de achar que tudo que ouve nas músicas brasileiras vai ter aqui também!

— Eu não achei, Deku.

— E que importância isso tem?

— Agora eu não tenho um motivo.

— Um motivo pra que idiota? – Izuku se aproximou do corpo quente de Katsuki, a vontade de abraçar o corpo tão convidativo e quente lhe correndo por dentro, mas ele não faria, ele não iria, não seria ele a ceder desta vez.

— Pra ter vindo te ver – Katsuki buscou o olhar penetrante do mais baixo, as orbes verdes lhe fazendo esquecer tudo e qualquer coisa que havia à sua volta, tirando todo e qualquer efeito do maldito álcool em seu sangue.

— C-como? 

— Eu não tenho uma desculpa pra ter vindo te ver.

 Katsuki segurou o olhar que Izuku lhe direcionava. Ele estava confuso, mas havia muito mais do que isso em seu olhar. Havia desejo, paixão, havia muito mais do que Katsuki um dia poderia entender e decifrar, mas somente Izanami poderia saber o quanto Katsuki estava disposto a decifrar cada sentimento naquele olhar.

— V-você pode apenas dizer que sentiu minha falta.

Katsuki sorriu soprado. As mãos se juntando à cintura perfeitamente esculpida do Midoriya, os corpos implorando por um contato, as bocas a centímetros uma da outra.

— Eu sinto falta de você, Deku.

— E eu de você Kacchan.


//


 As peças de roupa estavam jogadas pelo chão do quarto, Katsuki não se importou em acender a luz, e Izuku pouco se importou quando o seu abajur caiu no caminho entre a porta e o quarto.

 Katsuki precisava tanto do contato do seu corpo com o do mais novo, precisava ouvir os gemidos arrastados que ele soltava enquanto o seu pau ia fundo nele cada vez mais rápido, mais forte, levando ambos ao ápice do prazer da forma bruta que Katsuki amava, e do jeito intenso que Izuku adorava.

 Katsuki lambeu a gota de suor que cruzava o abdômen um pouco definido do Midoriya, os pelos se arrepiando quando a sua língua quente tocava a derme lhe deixava ainda mais atiçado em provar cada mínimo pedaço do corpo tão bem conhecido pelo Bakugou.

 Os dentes cravaram no baixo ventre de Izuku fazendo o seu corpo se contorcer instantaneamente em um arco perfeito sob a cama enquanto o corpo gostoso e quente de Katsuki se coloca ao seu. Izuku queria mais, queria Katsuki em todas as posições que lhe fossem possíveis, queria gritar de prazer o nome do loiro, delirar com um orgasmo intenso enquanto Katsuki se derramava em seu interior, e ele sabia que o Bakugou não sairia da sua cama enquanto não realizasse todos os seus desejos.

 Os dedos de Katsuki se emaranham nos cabelos do loiro quando o mesmo lambeu acima do cós da sua cueca – única peça ainda restante em seus corpos – seu membro teso pulsando em ansiedade pelo toque quente da língua de Katsuki.


//


 A luz do sol impregnava cada canto do quarto acolhedor de Izuku, o cheiro fraco de morango se espalhando pelo ar atingido Katsuki, entrando em suas células, em seus instintos, lhe içando a abraçar o corpo pequeno colado ao seu a procura de mais. Mais daquele cheiro, mais do seu calor, do seu corpo, mais de Midoriya.

— Você ainda está aqui.

— Eu não quero ir, Izuku.

 Izuku se virou de frente para o loiro alto e robusto ao seu lado, os olhos vermelhos sangue brilhando em um sentimento tão puro e intenso, quase lhe penetrando a pele e lhe alcançando em proporções quase inimagináveis, em proporções que só Bakugou Katsuki era capaz de lhe proporcionar.

— Como assim Kacchan?

— Eu não quero mais essa merda. Ter que acordar e ir embora sem saber se vou te ver novamente. Encher o rabo de cachaça na esperança de tirar você da merda da minha cabeça, e acabar fazendo exatamente o contrário. E quando eu menos perceber estar na sua porta pedido por você, e depois te deixar ir – Katsuki puxou Izuku mais para perto o apertando em seu corpo o trazendo somente para si — Eu não quero mais ficar sem você inferno.

— K-kacchan – Izuku soluçou buscando pelos lábios do loiro.

 O ósculo era lento, seguindo um ritmo gostoso e viciante mas que logo fora cortado por Katsuki.

— Eu quero ficar, aqui, com você, todos os malditos dias da minha vida.

 Poucas coisas na vida era uma certeza para Katsuki, talvez a sua carreira no ramo empresarial, os poucos amigos que fazia, ou as decisões que tomava. 

 Izuku era uma dessas certezas. Mesmo que não admitisse, era ele o seu maior sonho, o seu maior desejo. Era com ele que queria passar as madrugadas, fosse bebendo ou transando como se não houvesse amanhã. Não importava onde, quando, ou como, sempre iria querer Izuku ao seu lado, afinal era patético demais ficar sofrendo por alguém que te ama tanto quanto você ama, em uma cadeira desconfortável de um boteco qualquer da cidade.

— Okaeri Kacchan.

— Tadaima Deku.


Notas Finais


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@Inaa_x3 toda sua bebê ❤️


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