História Caffét Maid! - Reescrita - - Capítulo 7


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Categorias Elsword
Personagens Add, Ainchase "Ain" Ishmael, Aisha, Anna "Rose "Testarossa, Ara Haan, Chung, Ciel, Elesis, Elsword, Eve, Luciela "Lu" R. Sourcream, Personagens Originais, Raven, Rena
Visualizações 115
Palavras 2.884
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Perdão, esse capítulo demorou pra ficar pronto mais do que o esperado, peço desculpas por isso.

Mas agora tá aqui! Boa leitura minna!

Capítulo 7 - Conhecendo.


Fanfic / Fanfiction Caffét Maid! - Reescrita - - Capítulo 7 - Conhecendo.

E então, o próximo dia chegou como um raio. A recém havíamos acordado e eu estava terminando de escovar meus dentes no banheiro, Rena já estava pronta e Ara tinha ido na cozinha fazer algo para comermos.


Assim que enxaguei a boca, olhei meu cabelo bagunçado e passei um pouco de água nele, seguido do creme de cabelo da Rena, e tentei arrumar com as mãos apenas.


– Aisha, por que não vai de cabelo solto hoje? – Ouvi Rena dizer da porta, a olhei e ri.


– Como se meu cabelo fosse bom para fazer isso.


– Eu acho ele ótimo, você que estraga prendendo sempre… Por que não tenta um penteado diferente? – Ela se pôs atrás de mim, tirando minhas mãos do meu cabelo lentamente.


– O que sugere?


– Bem… Ele ainda está meio curto, mas quando crescer vou fazer um penteado bem bonito nele. Por enquanto vamos… – Ela foi pegando algumas mechas enquanto falava, e percebi que ela fazia uma trança do lado. – Tem alguma fita aí?


– Vai fazer frufru em mim?


– Querendo ou não, você não foi feita para ser “moleca”, Aisha!


– Eu não quero frufru! – A fuzilei pelo espelho.


– Só me dá a droga da fita, vou te deixar bonita. – Desisti de retrucar e peguei uma fita qualquer na gaveta, mesmo emburrada, e dei a ela, cruzei os braços em seguida a olhando arrumar meu cabelo pelo reflexo do espelho.


– Meninas, onde vocês estão? Eu fiz sanduíches. – Ouvi a voz de Ara.


– Aqui no banheiro! Já estamos indo! – Rena avisou, e depois de uns minutos ela finalmente terminou, seja lá o que estava fazendo em mim. – Pronto, você tá linda!


Me olhei de vários ângulos no espelho, tentando ver o penteado, mas olha… Até que ficou legal. – Se você diz…


– Agora vamos comer, se não sairemos de barriga vazia. – Ela foi me puxando de lá até a cozinha, onde Ara nos esperava.


Ao chegarmos lá, ela já comia um sanduíche enquanto outros estavam em um prato. – Que demora… Vocês deviam ser mais… – Ela foi falando enquanto olhava pela janela, mas ao nos olhar travou. – Aisha?


– Eu sabia que estava estranho… Eu vou desfazer isso aqui! – Levei as mãos ao cabelo, mas Rena as segurou rapidamente.


– NEM PENSE! – Engoli um seco vendo sua cara de quem faria churrasco com meu corpo, Ara se aproximou de nós e enfiou um sanduíche na boca de Rena, depois me olhou.


– V- Você… Ficou tão fofa Aisha!! Quase não te reconheci! – Ela sorriu levando as mãos as minhas bochechas, e as apertou me deixando com uma gota.


– Er… Tá né. Agora me deixa comer! – Tirei suas mãos do meu rosto e peguei um sanduíche, começando a comer feliz.


– Aliás, Aisha… O que está achando do trabalho? – Rena perguntou me olhando, engoli o pedaço na boca e pensei um pouco.


– É cansativo e os clientes são um pé no saco, mas… Até que é legal. – Sorri leve, mas fiquei séria. – Nunca vou chamá-los de mestres, deixando claro.


– É… Isso eu já notei.


– Eu também. – Elas ficarem com gotas me encarando, só suspirei terminando de comer o sanduíche e pegando mais um.


– Daqui a pouco temos que sair… Vou tirar o carro da garagem. – Rena avisou se afastando de nós, ri por ela sair com um sanduíche na boca pendurado.


– Então, tem namorado? – Me engasguei com essa pergunta repentina, encarei Ara de olhos arregalados e ela ficou sem graça. – D- Desculpa, eu só…


– Não, não… Tudo bem. – Suspirei –  Eu não tenho.


– Mesmo? Mas com certeza algum cara ficaria afim de você! – Ela sorriu, me deixando embasbacada… O uso de óculos tem se tornado algo muito necessário recentemente.


– Vou tentar acreditar… E você? Tem algum?


– Não… Mas estou afim de um amigo. – Ela desviou o olhar abobalhada, decidi apenas desviar desse assunto, odeio conversar sobre isso.


– Hm… Saquei.


Um silêncio se instalou entre nós logo depois, começando a ser desconfortante o som de eu mastigando ser muito bem audível.


– Bem.. – Ara ia falar algo, mas logo Rena voltou, tomando sua atenção. – Já temos que ir?


– Sim… Melhor chegar antes do que atrasadas. – Ela pegou o último sanduíche que tinha no prato, e fomos juntas para fora de casa, indo em seguida pro carro.


O caminho todo até o trabalho foi silencioso, o que me fez ficar distraída olhando Rena dirigir, ela faz isso tão facilmente… Se fosse eu teria arrancado o volante do carro e tacado no primeiro motorista que me incomodasse.


Olhei pela janela e abaixei um pouco o vidro, querendo sentir a brisa fresca bater na minha cara, o dia está nublado, talvez o sol dê as caras quando passar do meio dia.


Assim que chegamos, saí primeiro que as garotas do carro indo na frente, quando fui entrar a porta de vidro bateu na minha cara com tudo, eu estava tão distraída que não vi ela fechada?


Mas na verdade, ela tinha se aberto bem na hora, e quem a abriu me fez gelar dos pés à cabeça. Aquele pelo qual eu havia gerado certo pânico de chegar perto, agora estava cara a cara comigo me encarando com os orbes cor sangue.


Meu corpo paralisou, com certeza eu estava pálida e tentando desviar o olhar, mas ele tinha uma expressão séria no rosto que me fazia hesitar. Parecia que eu estava sendo analisada por inteiro, e isso me causava arrepios constantes.


Por dentro eu posso estar cagada de medo e pensando: “puta merda, é meu fim”; mas por fora apenas segui firme naquela guerra de olhares.


Então, ele desviou o olhar parecendo encarar outra pessoa, me deu mais uma rápida olhada e seguiu seu caminho balbuciando algo, senti arrepios. Ele tem cheiro de incenso.


Após alguns segundos em transe, dei um leve pulo ao sentir uma mão no meu ombro, quase relaxei ao ver que era Rena, mas seu olhar era sério e focado em mim e me deixava mais tensa.


– Vamos entrar. – Diante da sua ordem, só pude abaixar a cabeça e entrar na cafeteria com ela e Ara, que se mantinha calada. Eu sei que depois serei questionada, mas se ela me perguntar o que aconteceu naquele momento…


Eu ficarei perdida. – R- Rena, aquele…


– Depois conversamos. Vamos logo nos trocar antes que Elesis venha… – Ela está brava? Como assim? Eu não fiz nada!


Mas apesar de tudo, ainda me sinto desconfortável, mesmo ele já tendo ido embora… Quer dizer, ele foi… Né?


Olhei para trás confirmando, trocando olhares com Ara sem querer, voltei a me virar mais aliviada.


Entramos no vestuário e as outras garotas já estavam lá se trocando, mas o clima parecia pesado, seus olhares se direcionaram para nós e só pude engolir um seco. Vão nos matar?


– Er… Bom dia? – Ara arriscou comprimenta-las, no mesmo instante elas suspiraram em coro e sorriram, a cumprimentando de volta. – O que houve?


– Tensão matinal. – Rose respondeu de braços cruzados. – Hoje é o dia da semana que todas nós queremos dormir.


De certa forma eu senti alívio, achei que tivesse algo haver com aquele cara. – A Elesis veio aqui agora a pouco e disse que hoje não vai estar no café. – Rose tornou a falar, me surpreendendo pelo menos, as outras duas pareciam acostumadas.


– Ela não fica o tempo todo no café?


– Claro que não, né filha. Elesis é uma mulher ocupada, não pode se contentar em apenas ficar fiscalizando maids. – Rena respondeu minha pergunta indo se trocar, estava mais calma, o clima parecia ter melhorado.


– Hm… – Fiquei extremamente curiosa sobre ela, será que consigo achar mais coisas na internet?


Deixei isso de lado, indo me trocar assim como Rena, Ara foi logo depois. Vestimos nossos uniformes, os quais eu ainda acho bizarros, saímos do vestiário e tratamos de arrumar tudo para o começo do serviço.


Vez ou outra eu olhava para a porta de vidro, com a insegurança de que ele aparecesse, é estranho o que uma troca de olhares pode fazer.


E aquele cheiro estranho em seu corpo ainda pairava nas minhas narinas, incenso e… Algo mais, talvez madeira? Seja o que for, o gosto dele para perfume é bem peculiar.


[...]


Já fazia 4h desde que tínhamos aberto o café, como Rose disse, notei os efeitos da tensão matinal pairar entre as maids, algumas estavam menos animadas que o usual, outras pareciam só sentar querer sentar e existir.


Já eu… Bem, fora o meu desespero toda vez que vejo um ruivo entrar no café, estou o mesmo de sempre. Talvez eu tenha virado paranoica.


– Psss! – Parecia alguém me chamando, olhei em volta procurando a pessoa. – Psiu! Ei cega! – Aquela voz irritante me deu indícios de quem fosse, abaixei o olhar vendo a baixinha a minha frente.


– Ah, oi toco.


– Não me chame de toco! – Ela parece um filhote de gato tentando ser assustador. Lu, o toco *tsundere, virou a cara bufando e cruzou os braços. – Enfim, apenas vim te dizer que amanhã a noite iremos em um bar, todas do café! Então é melhor você estar lá!


Sem me deixar responder, ela virou as costas e foi embora, fiquei parada no lugar perdida, um bar a noite? Com todas do café? Não parece muito... Seguro.


Pensarei nisso mais tarde, guardei a informação na cabeça e continuei meu trabalho, o café estava com a clientela normal, conseguimos dar conta sem problemas. Acho que estou me acostumando.


Terminei de anotar o pedido de mais uma mesa, fui até a cozinha pedir para Ciel prepará-lo, mas ele estava muito ocupado roubando os lábios de uma baixinha em cima do balcão.


O que se deve fazer nessa situação? Sair de fininho fingindo que não viu nada, interromper os dois, ou ficar parada no lugar até eles notarem minha presença?


Por mais que eu não queira, terei que aceitar a terceira opção, porque eu to paralisada. Tentei olhar para outros cantos da cozinha para não focar nos dois, mas eis que a porta abre atrás de mim e bate na minha cabeça com tudo… É A SEGUNDA VEZ HOJE!


– Ai! – Meu resmungo de dor foi o suficiente para chamar a atenção dos dois.


– Aisha? Por que está parada na frente da porta? – Era Eve, ela me olhava calmamente querendo explicações, mas ao ver mais a frente os dois pombinhos, - que já eram dois tomates maduros - entendeu. – Oh.


– N- Não vi vocês aí… – Ciel sorriu todo sem jeito descendo Lu do balcão, ela ajeitou o uniforme tão envergonhada quanto ele e passou em silêncio por nós duas.


Olhei para ela vazando dali, depois para ele… Só pude rir. – Que porra foi essa!?


– Nos… Ahm… Descontrolamos um pouco. – Ele forçou um pigarreio arrumando seu avental, parecendo querer esconder algo… E eu sei p que é esse “algo”. – V- Vocês tem pedidos?


– Um mocaccino, uma torrada completa sem maionese e um mousse de morango. – Eve ditou enquanto arrancava a folhinha do bloquinho e amassava, ela fazia aquilo com tanta seriedade que meu riso cessou na hora, é o que chamam de *kuudere?


– Hã… Um café pingado. – Falei o pedido anotado, eles tem todos os cafés existentes no cardápio, não é possível, que porra é café pingado?


Ciel assentiu com a cabeça e foi lavar as mãos antes de começar o preparo, seu rosto ainda estava avermelhado. Ri baixinho e saí de lá com Eve, cada uma foi pro seu lado.


Enquanto ia até o balcão do caixa buscar um salgado, que fora um pedido do cliente que pediu o café pingado, vi Elesis entrando no café com uma cara nada boa.


Achei que ela não viria hoje, estranho. Assim que passamos um do lado da outra, percebi que ela me olhou por alguns segundos com uma cara estranha, mas seguiu seu caminho.


Ela provavelmente deve ter estranhado a minha “mudança de visual”, dei de ombros e fui servir o salgado do cliente.


Feito isso, me afastei da mesa dele e ao olhar à frente percebi que acima da porta da cozinha tem uma pequena tela eletrônica que está desligada, provavelmente ali aparecia o número do pedido quando estava pronto.


Será que estragou? Provável, é bem mais fácil com uma dessas para saber quando os pedidos ficam prontos, para buscarmos. A porta é do tamanho de Ciel praticamente, não me admira que a baixinha aqui não tenha visto.


Ri de minha auto zoação, com uma lágrima imaginária escorrendo meu rosto, altura de merda…!

Dei um suspiro sôfrego, decidi não voltar para minha fase de tristeza por culpa da minha altura - isso foi aos quatorze anos, 5cm mais baixa do que atualmente - e voltei ao trabalho.


[...]


– Te vejo amanhã, Aisha. – Rena se despediu de mim enquanto saia do café, finalmente havia acabado o horário de trabalho, acenei para ela enquanto terminava de arrumar as últimas cadeiras. Elesis pediu que fizéssemos isso, estranho ela não pedir só para amanhã.


Falando nela, estava só nós duas no café ainda, mas a chefona estava no escritório. Que novidade, pensei.


Alisei a toalha da mesa eliminando os amontoados, dando uma longa espreguiçada logo depois, cheia de alívio. – Acabei essa merda… – Murmurei já pronta para sair daquele lugar.


– Sua sinceridade me assusta. – A voz séria atrás de mim me paralisou no lugar, olhei por cima do ombro vendo uma certa ruiva me olhando com um sorrisinho, parecia querer dar risada. – Sempre foi boca suja assim?


– Hã… Sim, foi mal. – Às vezes condeno minha sinceridade, mas o que eu deveria falar num momento desses? – Eu… Já terminei de arrumar o que faltava.


– Ah sim, obrigada pela ajuda. – Elesis ajeitou a alça da bolsa no ombro e passou por mim, a segui com os olhos, mas de repente ela parou quando ia passar pela porta. – ...Quer uma carona?


– ...Hein? – Arqueei as sobrancelhas não sabendo se ouvi direito, ela olhou para mim e sorriu. Puta que pariu, minha chefe é bonita e tem covinhas.


– Só sobrou nós duas aqui, ambas vamos pra casa, é muito melhor ir de carro do que de ônibus, ainda mais essa hora… É só juntar o útil ao agradável. – Ela me olhava esperando uma resposta, pensei um pouco e isso era muito tentador.


– Se não irei te atrapalhar… – Já fui indo com ela, que soltou o ar pelo nariz risonha.


– De maneira alguma, vamos? – Ela pegou uma chave no bolso da calça que tinha um cordão amarrado, assim que saímos ela trancou o café com ela e foi indo na frente. É agoniante ver uma cafeteria com a parte da frente toda de vidro sem proteção alguma, mas pelo visto ela garante que nada acontecerá.


Segui minha chefe, parando para pensar um pouco, é a primeira vez que conversamos sem ser profissionalmente. Ela é muito mais simpática do que eu imaginava. – Você vai ir conosco no bar, amanhã?


– Uh? Sim, sim. Eu vou sim. – Respondi um pouco perdida, paramos em frente a uma caminhonete vermelha; engoli um seco, tinha que fuder o carro com essa cor?


Pelo visto ela notou meu olhar estranho para o veículo, porque deu risada. – Meu irmão que escolheu a cor, eu sei que é horrível.


– Hm… – Fiquei meio tensa quando ela mencionou no seu irmão, mas tentei não deixar evidente e soltei um riso fraco. Elesis destrancou o carro e entramos, eu com mais dificuldade porque esse troço é alto.


– Não trocamos muitas palavras desde que você começou a trabalhar no café, não é? – Ela foi puxando assunto enquanto ligava o carro e eu colocava o cinto. – Ainda não sei nada de você, Aisha.


– Não tem muito o que saber de mim. – Sorri sem jeito, me ajeitei no banco e o veículo começou a se locomover, Elesis me deu uma última olhada e começou a prestar atenção na rua.


– Deve ter sim… Que tal começarmos pelo trabalho? O que está achando destes primeiros dias?


– Bom. – Parei para pensar numa resposta. – Eu nunca trabalhei em uma cafeteria antes, muito menos temática, então ainda é uma experiência estranha e nova pra mim… Mas achei legal.


– E quanto a suas colegas de trabalho? Já se deram bem?


– Claro! – Sorri, enquanto lembrava daquele maldito toco, um dia ainda vou tropeçar nela. – Elas são bem legais, cada uma é tão diferente…


– Sim, sim. É isso que eu gosto em cada uma e o que trás o sucesso do nosso café, cada maid tem sua personalidade única, muitas vezes cada uma tem um números de “fãs”, clientes que só gostam de ser servidos por elas especificamente.


– Até onde essa tara vai? – Falei sem pensar, ela deu risada parando na sinaleira, se virou para mim e deu de ombros.


– Só sei que sempre foram muito respeitosos com minhas amigas, afinal elas não exigem nada mais que isso. Devem só serem carentes.


– Amigas? – Não entendi direito o termo.


– Sim, acha que só tenho relação empregada e patroa com elas? Todos que trabalham comigo eu faço questão de ter um bom relacionamento, o Caffét é tipo uma família.


– Entendi… – Abaixei o olhar, mas senti sua mão pousar no meu ombro.


– Agora você faz parte dela também. – Ela disse aquilo em um tom afetuoso, a olhei e abri um sorriso.


[...]


– Pode parar aqui mesmo. – Pedi já tirando meu cinto, Elesis estacionou em frente o prédio onde moro, ela o olhou pela janela e franziu as sobrancelhas, depois me olhou como se perguntasse: “você mora aqui?”. Sorri sem graça e abri a porta. – Obrigada pela carona.


– Disponha, nos vemos amanhã? – Ela perguntou enquanto eu saía, confirmei com a cabeça com um sorriso.


– Amanhã. – Fechei a porta e subi para a calçada, vi Elesis ligar o carro novamente e dar uma buzinada antes de sumir pela estrada, ri entrando no prédio e respirei profundamente. Virei amiga da minha chefe.














Notas Finais


*Tsundere: é um termo japonês para uma personalidade que é inicialmente agressiva, que alterna com uma outra mais amável.

No caso, Lu no começo terá esse temperamento mais agressivo com Aisha, mas conforme criem laços ela se tornará mais amigável.

*Kuudere: personalidade aparentemente fria, que tenta esconder de toda forma sua verdadeira natureza e emoções, mas que em certos momentos acaba revelando uma personalidade extremamente moe, ou seja, uma personalidade adorável, inocente, por sua vez fofa.


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