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História Caixa de Surpresas - Capítulo 2


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Notas do Autor


Maais um capitulo pra vocês

Capítulo 2 - Ressaca


“Você apenas vai me obedecer, meu amor, fique quieta, nada será tão doloroso e irá passar, eu garanto a você, pequena, serão apenas momentos de dor, mas, com prazer"

 

 

 

- O que houve por aqui? Observei o local e Louise estava na janela com o cigarro entre os dedos, sentada, de calcinha e sutiã, observando o sol e o clima quente do Rio de Janeiro.

 

 

- Bom dia, pequena. Quanta curiosidade pra quem acabou de abrir os olhos. Ela saiu da janela e veio em direção a cama, onde se sentou na ponta.

 

 

- Eu .. Eu não me lembro do que ouve ontem, você pode me explicar? E que dor de cabeça. Levei a mão a cabeça, fui me sentando na cama, tentando lembrar como parei em um hotel.

 

 

- Digamos que você estava mal e eu cuide de você como sempre fiz, pequena. Ela disse finalizando o cigarro.

 

 

- Eu bebi um pouco além da conta, ai! Nossa que isso? Minha cabeça dói. Quando olhei para mim, minha roupa estava aberta e havia marcas em meu corpo, estava apenas de calcinha e blusão e sutiã.

 

 

- Isso se chama ressaca ... Deve ser sua primeira, por isso dói tanto, vai pro banho, eu pedi um café amargo pra você, já está vindo.

 

 

- Não me diga que ..

 

 

- Sim, tivemos uma sessão ontem, e olha, você estava deslumbrante viu? Bem obediente e não reclamou, senti falta da sua rebeldia, quanto aos meus comandos. Ela disse e se levantou.

 

 

 

- Mas eu só lembro de estar no jardim da escola ao lado de fora, depois .. Só lembro de flashs e muito vagos ... Nossa minha mãe, o que ela vai fala. Logo comecei a caçar o celular e a olhar procurando mensagens e não havia nenhuma. - O que você fez? Sua ...

 

 

 

- Olha a rebeldia, quer ser punida novamente? Ela veio em minha direção, logo pegou o cinto que estava no chão e o aproximou do meu rosto, segurando o mesmo me fazendo a olhar fixamente.

 

 

- O que você falou pra minha mãe, não que ela ligue pra mim, mas, é minha mãe! Olhei fixo nos seus olhos

 

 

- Disse que sua professora iria cuidar de você e pedi a sua amiga...

 

 

- Lau ..

 

 

 Louise largou o cinto e voltou a andar pelo quarto - Sim ela foi com o Príncipe dela, sei lá pra onde, para casa, presumo. Ela sorriu ironicamente.

 

 

- Mais quero que me explique o porquê minha bunda tem marcas vermelhas, e meus pulsos estão vermelhos, não vejo cordas ... Eu disse me encolhi na cama.

 

 

 

- Ataduras machucam menos, os vermelhos são do cinto e sabe porquê? Ontem você gritou comigo na frente dos seus colegas e teve o que mereceu na sessão ... A pequena, você sabe o quanto eu gosto que gritem comigo, ainda mais, uma das minhas meninas ... E ainda bêbada e tão frágil .. Ela se aproximou e puxou uma mecha do meu cabelo

 

 

 

- Eu não quis me desculpa, bebi porque estava mal demais e queria esquecer. Olhei fixo em seus olhos, estremeci os lábios.

 

 

- Mais você sabe quais são minhas regras, ao amanhecer não estarei mais aqui. Louise disse se afastando e colocando suas roupas.

 

 

- Então já era pra ter ido embora, não acha? Eu disse fazendo o mesmo que ela.

 

 

- Eu vou sim, mas eu vou e sem aviso prévio, e nada muito óbvio, você no caso sabia que eu viria não é? Ela me encarou

 

 

- Sabia sim, você é a professora queridinha deles, mal sabem o mos ..

 

 

- Não era disso que me chamou ontem, pequena ... Ela se aproximou mais e segurou levemente meu queixo, me olhou fixo

 

 

- Eu estava bêbada, sabia? Álcool na mente. Afastei sua mão do meu queixo e dei as costas.

 

 

- Ah sim, agora a mocinha vai jogar a culpa na bebida ... Né Beatrice! Ela me puxou. - O que custa você assumir? Hein? Você sente prazer na dor! Louise me encarou.

 

 

Toc Toc

- Serviço de quarto ..

- Eu atendo! Louise foi até a porta

- Dois cafés amargos?

- Sim!

 

Ela pegou colocou na bancada.

- Bebi! Ordenou

 

 

- Eu não vou beber, não quero beber! Eu vou embora. Peguei as chaves do carro e o celular me dirigir a porta.

 

 

Ela me pegou pelo braço. - Volta aqui e você vai beber, você esqueceu? Que aqui você me obedece? Senta!

 

 

- Não quero sentar, coisa nenhuma ... Resistir e me mantive de pé

 

 

- Eu ainda estou pedindo, pequena ... - Agora devagarinho, você vai ajoelhar diante de mim com as mãozinhas para trás como uma boa menina que eu sei, que você é!

 

 

Encarei ela por alguns momentos, mais logo fui descendo diante dela e olhando a mesma, até ficar sentada sobre meus joelhos e joelhada diante dela, as mãos estavam para trás.

 

 

- Abre a boca. Ela disse calmamente.

 

Eu obedecer aos seus comandos

- Boa ... Ai meus Deus. Ela deixou cair café quente e amargo em minha blusa, a qual ficou transparente. - Uma pena, agora você vai ter que tirar a blusa, tira*

 

 

 

Eu fui desabotoando um por um, e logo tirei a blusa por inteiro, deixei a blusa cair, olhei a mesma, e logo fiz um rabo de cavalo. - Pronto pode começar. Eu disse e a olhei.

 

 

- Dá a mãozinha, pequena e feche os olhos por favor. Louise passou o que parecia ser uma pena desde da nuca até as pontinhas dos meus dedos, me fazendo arrepiar, logo em seguida, sentir as pontas de um chicote acariciar minha mão, a qual depósito tapas fortes, gemi. Louise não se contentava com pouco, não demorei muito para que colocasse minhas mãos para trás, me amarrasse com ataduras, me fazendo ficar completamente sem movimentos, pude sentir a mesma tirando meu sutiã e acariciando meus seios, excitando apenas o biquinho deles, dos quais ficaram duros e pude sentir prazer naquilo, mais seu objetivo não era esse , ela excitava e os apertava com certa força onde eu sentia prazer e dor, meus suspiros ficaram intensos e eu soltava pequenos gemidos de dor. - Então pequena, isso é por não querer beber o café, mais não acabou, fique de pé, Vagabunda! Ela me puxou pelos braços me fazendo ficar de pé, passou a ponta do chicote entre minhas pernas, alisando as mesmas até chegar a minha buceta o qual passou de leve, me fazendo empinar e inclinar para trás.

 

 

- Pequena? Ela perguntou.

 

 

- Sim, senhora. Minha voz era trémula e entre suspiros.

 

 

- Você vai me desobedecer?

 

 

- Vou não senhora!

 

 

Ela passou mais uma vez e com as pontas do chicote na minha buceta e bateu com certa força. Repetiu o gesto por vezes e logo chegou por trás e logo pude sentir o brinquedinho que usa entre as pernas.

- Agora puta! Vira e coloca as mãos na cama e empina essa porra pra mim, eu vou te comer. Logo sentir ela meter e com força dava para se ouvir as estocadas e os meus gemidos que era uma mistura de dor e prazer, enquanto ela metia, suas mãos percorreram minhas costas nuas, até alcançarem minha nuca, a qual ela alisou de leve e puxou meu cabelo com força, aumentando a força das estocadas, meus gemidos ecoavam ao quarto ,pude sentir depois de alguns minutos Louise soltar meus cabelos, fazendo minha  cabeça descansar, Louise logo pegou uma vela vermelha que estava próximo ..

 

 

- Pequena ..

 

 

- Sim senhora. Em meio a minha respiração ofegante eu respondi.

 

 

- Sem dor não a prazer, concorda? Ela disse e acariciava minhas costas.

 

 

- Sim, concordo ...

 

 

A cera da vela começou a derreter sobre minhas costas em gotas, desde altura da nuca e Louise seguiu o caminho sobre a linha das minhas costas até seu fim ... E como queimava, cada gota parecia uma gota de fogo e não de cera de uma simples vela.

 

 

- Agora você está mais linda que antes, cheia de marcas de amor .. Louise disse me liberando da posição.

 

 

- Amor? Você sabe o motivo pelo qual eu faço isso, mas, mentir e dizer que queimar uma pessoa com vela é amor, não! Você está enganada Louise ... - eu disse e comecei a me vestir.

 

 

- Minha forma de amor é diferente Trice! Apenas entenda.

 

 

- Entende? Como? Isso aqui só tem dor e prazer, o amor que eu conheço não é nem um pouco parecido com isso aqui! Eu disse e apenas coloquei a camisa, sem conseguir por o sutiã por conta das queimaduras nas costas.

 

 

- O amor que conhece é mentiroso! Disso eu afirmo a você .. Mais você vai descobrir isso sozinha algum dia, que não doa pra você como doeu pra mim. Louise ascendeu um cigarro e deixou o dinheiro no criado mudo ao lado da cama e apenas se foi.

 

 

Eu terminei de me arrumar, fui em direção a escola pegar o carro. Só de olhar o estado da escola, o tanto de garrafa que havia pelo chão de bebida, poderia imaginar o que não ocorreu ali, logo fui dirigindo até em casa e ao chegar ..

 

 

Abrir a porta, minha mãe me esperava na sala. - Eu posso saber aonde você estava até essa hora? Ele se levantou do sofá em que estava sentada.

 

 

- No hospital. Eu disse enquanto descia os degraus da sala.

 

 

- Mas você não estava mesmo, eu não vou perguntar outra vez, você está mentindo Beatrice. Ela se exaltou.

 

 

- Vamos agora falar de mentiras? É mãe? Eu rir. disse enquanto parava a frente da mesma.

 

 

- Agora você vai jogar na cara que não fomos a sua formatura? Você sabe beatr..

 

 

- Não! Gritei. Não termina essa frase clichê, eu já estou cansada, dessa ladainha de: reunião, consulta! E sei lá mais o que! E ah! Eu estava em um hospital público, que era pra vocês não me acharem, satisfeita? Subi correndo as escadas.

 

 

- Minha filha, volta aqui. Minha mãe grita lá de baixo enquanto eu subia.

 

 

Ao chegar no meu quarto e trancar a porta, logo me sentei na cama, e tirei a camisa, minhas coisas ardiam, mais já estava acostumada a isso, me levantei e fui me olhar ao espelho, pude ver, marcas roxas, minhas costas com pontos vermelhos e os pulsos abertos. 

 

 

Notificação

Lau: Onde você está?

Está bem?

O que houve ontem?

Responde vadia!

Quando estiver bem avisa! 14:09pm

 

Trice: Estou em casa, quando puder brota, avisa! 14:11pm

 

 

1h despois ..

 

 

Tia Fina, trice está? - Pude ouvir a voz de Lau vindo lá de baixo

 

- Está sim filha, pode subir.

 

- Onde você estava cara? Lau já adentrou o meu quarto me questionando.

 

- No motel com aquela vagabunda! Eu disse me sentei na cama.

 

- Que marcas são essas trice nos seus pulsos? Ela disse enquanto observa os mesmos.

 

- Umas coisas que ocorreram, mas .. Você foi pra onde com gabriel ontem?

 

- Pera cê lembra disso? - ela disse sem acreditar.

 

- Tenho uns Flash de ontem. Eu rir. - Mas o Gabriel estava atrás de você a formatura toda que pé no saco, homens são tão idiotas, pqp!

 

- Eu dei pra ele ontem, no carro dele! Quando ela disse eu gelei.

 

- Você o que Laura? Eu disse sem crê no que saiu da boca dela.

 

- Mas não era você que criticava os clichês? Eu a olhei

 

- Cara rolou sabe? Eu não iria mesmo perde aquele clima, e ainda mais com ele ! Você sabe trice que desde início eu gosto dele foi clichê, a menina da favela apaixonada pelo playboy riquinho.

 

- Isso ai é verdade amiga. Eu disse

 

 

- Mas ... E você trice? Sua relação com a Louise não é apenas de aluna e professora, não é mesmo?

 

- Prefiro não tocar no assunto Lau. Eu disse e me levantei para olhar a vista da janela.

 

- Como assim prefere não tocar no assunto? Lau se aproximou da beira da cama.

 

- O que você tem de tão grave assim pra falar trice? Eu too aqui cara sou sua amiga, a anos ... Estamos juntas cara, você tem andando estranha esses anos ai, eu respeitei pra cacete seu espaço, por não achar que éramos próximas, mais depois de tudo o que ocorreu, acho que somos como irmãs você n.. Interrompi Lau

 

 

- Eu gosto de menina, mulheres, eu sou lésbica Laura, e se você quiser sair pela porta e não olhar mais na minha cara pode ir, não espero que fique. Eu disse ainda olhando pela janela

 

 

- Agora você me ofendeu trice!

 

 

- Eu não espero mesmo, meus pensamentos acabam comigo a todo tempo, sabe porquê? Pelo simples fato de que eu tenho que assumir uma empresa e não quero e ainda sou lésbica, Lau eu too desesperada, lá na formatura eu bebi horrores, joguei tudo na bebida .. Eu disse e as lágrimas corriam por meu rosto.

 

 

- Calma Beatrice! Pude sentir Lau me abraçar pelas costas, num ato acolhedor.

 

 

- Eu to apavorada, a maioria das pessoas fazem faculdade ou um curso sei lá, e eu vou assumir uma empresa e esconder a minha sexualidade por conta de uma empresa que sempre me causou problemas, minha vida é essa Laura. Eu chorava entre as palavras, minha voz embargava e eu já parecia uma criança chorando angustiada.

 

 

- Beatrice eu vim aqui me .. Minha mãe abriu a porta e viu aquela cena. Beatrice? Minha mãe parou ao lado da porta sem se quer entender.

 

 

- Dona fina? Lau logo se virou assim que ouviu ela

 

 

- Não acredito que você está chorando porque eu não fui na formatura, ganhar um canudo , por ..

 

 

- Cala a boca! Eu gritei e lau me soltou.

 

 

- Olha lá como você fala comigo mocinha sua ..

 

 

- Sua o que? Me diz? Eu too chorando porque eu too cansada de expectativas em cima de mim e nada de me apoiarem nesta merda de casa de família! Depois que meu pai morreu, a senhora só se importou com essa merda de empresa de saúde, por que imagem do meu pai isso , a imagem do meu pai aquilo , eu too cansada .. Eu disse e meus olhos estavam cheios d'água e cada vez eu me aproximava mais dela.

 

 

- Fora Beatrice, fora de casa, agora! Ela disse apontando a porta.

 

 

- Ela ta alterada ti .. Minha mãe interrompeu lau

 

 

- E você vai junto com essa daí, some as duas ..

 

 

 

 

Assim que minha mãe me deu as costas, arrumei uma mochila com roupas minhas e algumas coisas minhas e fomos para um apartamento que meu pai tinha me confiado antes de ir, não era muito próximo a minha casa, mais era um lugar onde eu um iria precisar segundo ele e o velho não estava errado.

 

 

- Chegamos Lau .. Disse assim que abri a porta

 

 

- Mds trice, porque a gente n veio pra cá antes? Eu n entendi nada! Ela disse enquanto olhava e observa o apartamento que meu pai tinha deixado pra mim.

 

 

- Porque minha mãe não sabe da existência disso aqui! É complicado, a empresa que paga esse ap, a luz e as contas, meu pai exigiu isso, porque ele sabia o gênio da dona lá.

 

 

- E dona fina acha que você está onde? Ela disse se sentando no sofá.

 

 

- Ela acha que estou no seu barraco, sorri. Me sentando ao lado de Laura.

 

 

- É o que? Sua mãe acha que você está no morro comigo? Está de zoação comigo? Beatrice ... Laura caiu no riso.

 

 

- É too no morro! Deixa ela achar isso ..

 

 

- Mas ... E aquela questão?

 

 

- Aquela questão Lau, vai ter que ficar guardada do jeito que ela está, eu ainda não posso falar sobre o assunto com ela, não posso chegar e jogar assim! Por enquanto esse vai ser meu esconderijo ... Eu disse em um tom sério.



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