História Caixinha do infinito - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 9
Palavras 300
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lírica, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse é um texto antigo, numa conta alternativa, que expressa o quanto odeio gente pervertida. Pois é, tenho problemas nesse meio. Mas já tô com a mente toda estuprada mesmo, escorrendo sangue e outras coisas nojenta. Então, que seja.

Capítulo 5 - Que lindinho


Fanfic / Fanfiction Caixinha do infinito - Capítulo 5 - Que lindinho

Ele estava do jeito que eu gosto. Amarrado e indefeso. O pobre homem pensou que poderia observar-me no banho na lagoa, junto de minhas amigas, sem consequências. Pobre tolo. Condenado esse homem. Assim que eu e minhas amigas o vimos, sem medir modos, o pegamos e amarramos. Arrastamos ele pela mata da floresta, rindo enquanto a cara dele batia em pedras e arbustos no caminho. Minhas amigas, sabendo que gosto de torturar, assim como minha mãe, deixam-me com toda diversão enquanto elas apenas sentam em cadeiras e observam. Acordo o homem, que estava inconsciente, com uma chinelada na cara. Não deixo que ele sequer pense e acerto um soco no maxilar dele. Outro e outro. Minhas amigas aplaudem. Gargalho e pego uma pedra afiada. Com essa pedra rasgo a camisa do homem e depois seu peitoral, que devo admitir, era bem trabalhado. Minhas amigas assobiam, mais pelo sangue que a visão do homem sem camisa. Enfio uma faca no rasgo do peitoral dele e aos poucos tiro pedaços de sua pele. Deixo a parte superior do tronco do homem em carne viva. Com a pedra servindo de "caneta" escrevo "tarado". Minhas amigas riem e o homem chora. E chora muito. Pego uma panela com óleo quente e derramo o líquido borbulhante na parte superior do tronco do homem, onde se encontra em carne viva. Eu me excito com seus gritos, e creio que minhas amigas sentem o mesmo. Das amigas que me observam, chamo a que eu sou mais chegada e peço para que torture comigo. Ela sorri e se aproxima. Seguro a orelha direita do homem com os dentes, minha amiga a esquerda, e puxamos até arrancar. Mastigamos a carne e depois cuspimos aquela carne mastigada dentro da boca do homem. Deixei claro que o castraria se ele cuspisse...



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