História Calix - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Amy Everheart, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave
Tags A Seleção, America Singer, Ataques, Calix, Carolina, Illéa, Kiera Cass, Maxon Cálix Schreave, Nortistas, Sulistas
Visualizações 177
Palavras 1.349
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei um pouco, mas estou aqui!

"Trabalhe com aquilo que você ama, porque não se pode esperar cinco dias para aproveitar apenas dois no fim de semana" — Achado no Pinterest.

Boa Leitura.

Capítulo 37 - Bônus 3 - Part. 2


Foi assim os dias seguintes. Com cartinhas no final do dia com apenas uma frase. Era pouco, mas Celeste já estava perdidamente derretida novamente por ele. Mas ela não o aceitaria ainda. Ela queria ver até onde ele iria se esforçar.

Na terça, ela recebeu um enorme buque de rosas vermelhas, como as que ele havia dado a ela no primeiro jantar deles e mais um cartãozinho.

“Rosas para a mulher mais bela.”

E no outro dia, o que estava escrito, a fez amolecer mais ainda.

“EU TE AMO com todas as letras maiúsculas.”

Desde que estavam juntos, Aspen nunca havia dito que a amava. Mas ela sabia que ela não falou antes por que ela exigiu um relacionamento sem sentimentos. E única vez que ele disse essas três palavras, foi no dia que ele a chamou de vadia. E mesmo com todos esses cartões e já perdida em seus sentimentos, Celeste não sabia ao certo se era verdadeiro essas palavras ou se ele apenas escreveu elas para que a mesma possa perdoá-lo mais rápido. Por precaução, achou melhor esperar mais um pouco.

Na quinta-feira tudo foi corrido para ela. Celeste teve que sair para comprar uns materiais de construção, mas os que pediram para ela, havia acabado na loja que sempre comprava. Então, ela andou com o carro pela cidade toda em busca da areia fina e mais algumas coisas.

Quando chegou em sua casa após depositar o dinheiro no banco, ela se jogou no sofá. Era umas quatro e pouco da tarde e Celeste estava faminta. Graças ao bom Deus, Alicia estava na casa e havia feito bolachinhas de nata. Coisa que ela amava muito.

No meio de seu lanche da tarde, seu celular começou a tocar. Mas nem se deu ao trabalho de olhar na tela, achando que era a May ligando para falar que se o pai dela perguntar se a mesma estivesse dormindo na sua casa, era para confirmar e falar que já estava na cama.

Ledo engano. Assim que atendeu, pulou do sofá correndo para o quarto onde America estava dormindo e pegou a bolsa da bebê.

— Licia, vamos. Minha priminha está nascendo! — Celeste chamou atenção da senhora que levantou rápido e foi junto para a saída, dando de cara com Aspen.

— Está de saída? — Perguntou. Mas assim que viu a bolsa de criança nas mãos da modelo, logo soube o que estava acontecendo. — Deixe para lá.

Celeste não disse nada e nem ofereceu carona, já que o carro dele estava em frente à sua casa. Apenas trancou a casa e as duas foram até seu carro que estava na frente do dele.

A morena estava eufórica com a chegada de sua priminha e com um sorriso estampado no seu rosto. Alicia nem comentou nada a respeito do que o rapaz queria com ela. Então ficou quietinha e apenas aguardando chegar até a clínica. E Celeste percebeu as perguntas se formando na cabeça dela, mas também não disse nada. Pois a mais velha nem sabia das cartinhas que ele mandava para a sua florzinha.

Elas chegaram na clínica em menos de vinte minutos, encontrando a sua outra prima, May acompanhada de Nolan e a irmãzinha de Maxon na companhia de um senhor. Logo em seguida, Aspen chegou mas manteve distância.

— Cadê a tia e o tio?

— Estão presos no transito. — Respondeu May, indo se sentar ao lado de Celeste com Brice no colo. — Daqui alguns minutos devem chegar.

Os minutos foram se passando e seus tios haviam chegado. Como todos avós de primeira viagem, Magda e Shalom estavam inquietos querendo ir ver sua filha e querer ver logo a netinha. Ninguém ali, além de Brice, sabia o nome da criança. Todos estavam inquietos.

E depois que se pareciam horam, Maxon aparece na sala todo emocionado e logo a dona Magda o enche de perguntas.

— Como elas estão? Como que é a minha netinha? Ela é saudável?

— Estão bem. E Eadlyn é a criança mais linda que eu já vi.

Os que não sabia o nome do bebê, ou seja, todos fizeram uma careta e logo Celeste foi procurar no Google o significado. E ficou satisfeita com a prima pela escolha do nome que já estava pensando no futuro.

Depois de um tempo, começaram a liberar as visitas. Os pais foram os primeiros a entrar. E quando chegou a vez da May, ela cedeu sua vez para Celeste que parecia bem cansada. Ela e Alicia entraram juntas.

Celeste aproximou-se de sua prima que tinha em seus braços uma bebê. Ao ver a criança, percebeu que não tinha os cabelos ruivos de sua prima, mas num tom preto que não chegavam ser tão escuros como os seus. E ela tinha muitos cabelos. Muitos mesmo.

— Ela é linda, Ames. — Sussurrou enquanto acariciava o rostinho da pequenina.

America sorriu aliviada por achar que sua prima ficaria triste ao ver sua filha e lembrar do filhe que perdeu a uns anos trás. Mas Celeste estava feliz. Claro, ela lembrou que chegou a carregar um filho e imaginou como seria o sentimento de finalmente poder segurar o filho nos braços.

Alicia e ela ficaram mais um pouco e se despediram de todos para ir embora. Antes de chegar na sua casa, ela deixou sua mãe por consideração na casa da mesma e partiu para sua.

Sim, Celeste estava feliz. E ela também havia achado que ficaria um pouco para baixo ao ver sua priminha. Mas assim que a pequena Eadlyn olhou para ela, percebeu que as suas cicatrizes do passado estavam se curando. A dor poderia continuar ali para sempre, mas a felicidade faria com que a dor fosse menos dolorosa. Teria seus momentos de recaída, mas sempre haveria forças para se reerguer.

Após trancar o carro, Celeste procura a chave casa na bolsa e encontrando ela e mais dois papeis. Logo ela pensou em Aspen ao ver os papei dobrado em forma de triangulo. Como ele dobra as cartas que dá a ela. Com certeza, ele havia colocado ali quando foi ver America e deixou May olhando sua bolsa.

Ela destrancou a porta da casa e entrou, indo direto para o seu quarto. Tomou banho, fez a sua higiene, escovou os dentes e deitou na cama, pegando os dois pedaços de papeis que estavam sobre seu criado-mudo.

As duas folhas tinham tamanhos diferentes. Uma do tamanho que ele sempre mandava e a outra, maior. Curiosa, resolveu abrir a maior e começou a ler, já com um sorriso nos lábios.

“Hoje eu iria deixar outra carta na sua casa, mas como saímos apressados, estou escrevendo esta outra dentro da clínica enquanto eu aguardo você sair do quarto da America. E não será apenas uma frase como sempre.

Acredita que a recepcionista me olhou safada quando eu pedi um papel e um caneta? Aposto que achava que eu daria meu número a ela. Mas não. Era apenas para eu poder escrever mais uma carta para você.

Enfim, só queria dizer que, com sua prima ganhando a filha, não pude deixar de imaginar como seria um filho nosso. Sei que você, como modelo, não queira agora. Mas eu não pude evitar.

Loucura eu pensar nisso, não? Sendo que você nem me perdoou ainda. Mas não tem problema. Vou continuar escrevendo para você. Aliás, espero que tenha lido esse primeiro, pois a outra, é como as outras que mando para você e é a qual eu iria deixar na sua casa.

Obs: Apareça no campo de Carolina às oito da noite de quinta-feira. “Nem um minuto a mais e nem a menos.” Espero que você vá e depois, você decide se me perdoa ou se me esquece.”

Com um imenso sorriso e uma dor no coração só em pensar de esquecer ele, Celeste abre a outra carta e a dor que ela sentia, não estava mais ali. Apenas o seu amor por ele que estava crescendo.

“AMO o teu sorriso.”

Celeste não sabia se iria ou não no encontro de semana que vem, mas com um sorriso no rosto, ela conseguiu dormir e sem nenhum demônio para atormentá-la durante a noite fria.


Notas Finais


* Parte 2, sem graça. Eu sei. Mas a terceira vai compensar esse segundo.
* Não tenho muito o que dizer hoje, apenas comentar que as aulas já voltou e que eu já quero férias! Alksdld
* Se não quiser comentar neste, eu entendo. Essa parte não tá tão legalzinha.
* Enfim, é isso. Kisses e até!


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