História Calix - Capítulo 49


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Amy Everheart, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave
Tags A Seleção, America Singer, Ataques, Calix, Carolina, Illéa, Kiera Cass, Maxon Cálix Schreave, Nortistas, Sulistas
Visualizações 181
Palavras 3.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


* Oi gente, sei que sumi e eu pretendo esclarecer isso agora mesmo.
* Primeiramente, como estão? Eu ando meio lá e meio cá.
Um dos motivos, é que o número de comentários caiu bastante. Claro, não vou julgar que não gosta mais da história aqui ou que não curtam muito ler fanfics. Eu por exemplo, não leio mais fanfics porque não gosto mais. Para mim, foi-se a época. Mas quando eu parei, avisei os autores que simplesmente já não conseguia ler. Então, se você for um desse, avise para eu não ficar tão chateada. Claro, sei que vocês não tem culpa, porque eu demoro para publicar o capítulo. Mas a faculdade puxa muito. E agora com Enem e concurso para mim, fica meio complicado. E estou fazendo de tudo para terminar de escrever agora em julho, mas não sei ainda como vai ser a minha vida.
* Segundamente, BOA LEITURA!


"A vida se contrai e se expande proporcionalmente à coragem do indivíduo." - Anaïs Nin

Capítulo 49 - Trinta e Nove


Dedos finos e delicados passeiam pelo meu cabelo, fazendo eu apreciar aquele momento calmo e relaxo ainda mais na cama.

Eu não sei que horas são, mas eu havia dormido o suficiente para ter conseguido descansar meu corpo. Minha mente estava leve, nada que fosse pesado demais não me incomodava. Aliás, eu estava tranquilo, tudo estava certo para mim. Só faltava eu fazer o exame e tudo voltaria ao normal.

Abro os olhos e vejo o rosto dela, de minha mãe. A mesma mantida um sorriso materno no rosto e eu a abracei. Ficamos assim por um tempo, ambos sem dizer nada, apenas apreciando a companhia um do outro, curtindo aquele momento de mãe e filho, coisa que há um bom tempo nós dois não tem. Mas a verdade, é que assim que eu tive os meus treze anos, eu não tirava um cochilo na cama deles, de meus pais. Mas ontem, eu precisava disso. Eu precisava demais do calor de Amberly Schreave. Não da rainha, mas dela, como minha mãe.

— Não está com fome, querido? — Nego com a cabeça, incapaz de soltar um ruído se quer. — Tem que comer algo, já são duas da tarde.

Arregalo os olhos e me afasto dela, ficando sentado na beira da cama.

— A que horas eu fui dormir? — Pergunto ainda grogue de sono. A tentação de ficar o dia inteiro na cama é enorme. Meu corpo podia estar descansado, mas a vontade de voltar para cama era grande.

— Dormiu cedo. Você caiu no sono logo que se aconchegou na cama. Diria que foi umas onze e pouco.

Viro-me para ela com o cenho franzido.

— Dormi tão cedo assim? Achava que era de madrugada.

Mamãe se levantou da cama e deu a volta nela, ficando na minha frente. Suas mãos pequenas em minhas bochechas fazendo leves carícias. Percebo que ela já havia levantado da cama há um bom tempo por estar com roupa social.

— Você estava cansado, Maxon. É normal. — Assenti e ela sorriu de novo — Agora, vamos descer e você irá comer alguma coisa.

— Tudo bem, vou tomar um banho e já venho me encontrar com a senhora. — Beijo uma de suas mãos e levanto da cama, me espreguiçando assim que estou de pé.

Vou para o meu quarto e não encontro Eadlyn ou a America. E como eu fui afastado dos meus afazeres, acredito que minha mãe fez Justin tirar o dia de folga, já que eu não o encontro também.

Entro no banheiro e assim que eu me livro das peças de roupa, entro debaixo do jato de água morna, nunca quente demais e nunca gelado demais. Sempre equilibrado.

Já vestido, deixo o meu quarto e encontro a minha mãe conversando com uma de suas empregadas. Saúdo a bela jovem e ofereço o braço para a mais velha. As duas se despedem e nós dois seguimos pelo corredor, logo em seguida, pelas escadas e até chegar a sala de jantar íntima. A qual eu sempre uso com a minha família e a qual não encontro ninguém além dos empregados.

— Não se preocupe — Olho para a minha mãe que apenas recusa o prato que um dos empregados estava pronto para colocar diante dela na mesa e volta a me olhar —, America está com a bebê no salão, junto com o seu primo e suas amigas. Afinal, deixei Carter trazer a mocinha. Parece que Marlee já descobriu o sexo da criança. Quer saber? — Concordei.

Eu realmente já havia me esquecido que a amiga da America havia vindo conosco. O dia da chegada foi uma correria, que eu nem reparei muito nas pessoas em minha volta. Estava preocupado demais com a minha mãe e eu queria ver logo meu pai. Senhorita Tames havia ficado na casa dos pais de Carter por questão de segurança. Acredito que a mesma foi bem recebida, a família dele são calorosos ao receber visitas. E descobrir então que um neto ou uma neta está a caminho, aposto que a jovem loira foi bem mimada naquela casa.

— É um menino. E tanto Carter quanto a senhorita Tames já estão discutindo o nome da criança. Discutindo, literalmente!

Ri. Nunca vi um casal como esses dois que sempre discutem por qualquer coisa. Ambos são orgulhosos demais e sempre não aceita direito a opinião um do outro. Se forem ficar juntos, os dois têm que trabalhar junto nessa parte para conseguir entrar em um consenso.

— Eles vão entrar em um acordo.

— Tenho certeza que sim! — Assenti, concordando com ela. Bem, uma hora eles iriam encontrar um que ambos amassem.

— Como... está a situação do pai?

Mamãe deu uma suspirada, mas logo se tratou de colocar um sorriso, mesmo pequeno, em seu rosto.

Fazia um tempinho que eu não ia o visitar. A cada dia que eu passava para vê-lo, se tornou mais difícil. A realidade de que ele não acordava e que ele poderia nem acordar, ficava mais claro em minha mente. Expliquei isso a minha mãe quando ela me perguntou o motivo de eu não ir lá. E mesmo magoada, ela entendeu. Brice ia toda hora com a nossa mãe para o visitar. Sempre com algum presente feito a mão para dar a ele. Ela tinha essa esperança e vivia dizendo que ele só estava tirando umas férias de longo prazo.

— Faz uma semana que tiraram os aparelhos que o ajuda respirar. Então...

— Ele pode acordar a qualquer momento. — Completei e ela assentiu, concordando. Claro que também tem a possibilidade de ele não acordar. Mas eu não queria acreditar nisso agora. Não com uma chance mais concreta de que ele pode acordar.

E isso sim que é uma ótima notícia! Um pouco atrasado, mas não deixava de ser algo maravilhoso. Meu pai. Rei Clarkson está para acordar a qualquer momento e eu nem havia sabido que o quadro dele melhorou.

— Isso é bom. Muito bom! — A olhei, e ela estava com aquele sorriso materno de volta — Depois eu passo para ir vê-lo.

— Isso é bom. Muito bom! — Repetiu a minha fala, me fazendo gargalhar. Ela riu.

Uma coisa que era difícil de presenciar em minha mãe, era o riso. O sorriso sempre estava em seu rosto, mas o som da gargalhada e do riso, era algo raro. E quando ela fazia isso, papai e eu parávamos de fazer o que estivéssemos fazendo para apreciar o som leve que ela soltava.

Após me esperar comer tudo, nós dois fomos nos encontrar com a nossa família. E assim que eu entrei, todos pararam de falar e me olharam. Gerad foi o único a se levantar do chão para me abraçar. E acreditem, eu precisava desse apoio dele. Apesar de tudo, Gavril ainda continua sendo o seu pai. Eu não faço ideia do que esteja passando na cabeça do meu primo, mas ver que ele estava ao meu lado, já dizia muitas coisas.

— Me perdoe. Eu deveria ter ficado de olhos mais aberto com ele.

— Não se culpe, primo. O que seu pai fez não tem nada relacionado com você. E já está feito. — Gerad assentiu e me abraçou de novo, antes de voltar a sentar do lado da noiva que brincava com a minha filha que estava sentada no colo da America.

Minha família. Estavam praticamente quase todos ali, sentados naquele chão, usando apenas o tapete para se aquecer um pouco mais. Todos agora tinham um sorriso, tudo agora voltariam a ser calmo, onde não haveria guerra. E eu faria de tudo para não haver uma. Protegeria eles e o povo.

Dou a volta pelas pessoas que já voltaram a falar normalmente e me sento ao lado dela, da minha namorada. Agora eu poderia dar uma família de verdade para ela, uma vida de casal de verdade, onde o meu tio tentando nos ferir não fazia parte do plano. Dos nossos planos para o futuro.

O som de uma gargalhada gostosa invadiu meus tímpanos. Observo aquela preciosidade ser carregada pela Amy. Minha filha. Minha e eu defenderei de tudo e de todos que quiserem por ela para baixo. Ela não será uma herdeira, mas será uma princesa maravilhosa que fará grande diferenças entre nós.

— Tudo bem?

Olho para a America e a pego me observando com um olhar preocupado. Sorri para ela e beijei sua testa.

— Estou. Apenas processando tudo que aconteceu em minha vida. — Confesso, a puxando para mais perto de mim.

— Estamos quase lá. O pior já passou e depois você poderá me pedir em casamento.

A encaro, e solto uma gargalhada alta, fazendo todos me olharem. America ruboriza, o que a deixa adorável com as bochechas coradas.

— Tão direta!

— Um de nós dois tem que ser. — Devolve e se desfaz do meu aperto para ir se sentar ao lado da Marlee.

— Senhorita Tames, — A mesma me olha rapidamente e tenta manter sua postura o mais reto possível. Seguro a risada para não rir de seu esforço. — Me perdoe por não dar as devidas atenções a você, mas parabéns pelo garotinho.

— Obrigada... errr

— Só Maxon está ótimo.

— Obrigada, Maxon. Aliás, só Marlee está ótimo também.

Aceno com a cabeça em concordância e volto a observar minha família se divertindo com a minha pequena, mas a decoração verde e vermelho nas paredes me chama a atenção.

Franzo o cenho.

Natal. Isso iria ocorrer dentro de alguns dias e eu havia me esquecido dela. A minha data favorita do ano todo estava para acontecer e uma pessoa não iria participar dela. Bem, no caso de agora, duas. Mas a presença de Gavril não será bem-vinda por um tempo em minha vida e em minha casa. Seria o nosso primeiro natal em que a família toda não estava reunida.

— Max, — olho para a minha irmã que segurava uma estrela dourada e brilhante em suas mãos. — Mamãe e eu guardamos esse para você.

Pego o objeto e olho para o canto em que uma árvore enorme estava montada e decorada. Primeiro natal em que eu não participo da decoração dela. Minha e do meu pai. E essa era a tarefa favorita de todos, pois estávamos sempre juntos e nos divertindo sempre.

Olho para Brice e sorrio ao entregar a estrela.

— Venha, me ajude a coloca-la no topo.

— Sim! — Brice começa a pular e eu a pego, a colocando em meus ombros.

Bem próximos da árvore, seguro firme minha irmã e ela arqueia o corpo para colocar a estrela em seu devido lugar. E assim que o faz, Brice bate palmas fazendo com que os adultos façam o mesmo movimento com as mãos.

— Mamãe, as luzes!

—•—•—

Após ter passado o resto da tarde inteira do dia com pessoas maravilhosas, me preparo para o jornal oficial que irá ocorrer dentro de uma hora. E como eu estava afastado do meu cargo, não precisarei falar em público, mas eu tinha algo a dizer. Não que fosse algo tão importante, bem, é importante e eu iria falar em público nesta noite porque, após 24 horas depois que meu tio foi pego em flagrante, a mentira de que eu não era o herdeiro já devia ter sido espalhada. E a minha vida dependia daquilo que eu iria dizer, pois assim poderia voltar ao meu cargo o quanto antes.

Atrás das câmeras estavam postas quatro cadeiras, e nelas estavam: America com a nossa filha nos braços, minha mãe e irmã. A cadeira vaga era minha, mas eu não iria ocupá-la tão cedo. E Justin, meu fiel assessor, estava ao meu lado com seu aparelho eletrônico checando novamente a data escolhida que eu marquei pelo telefone ainda hoje cedo com a secretária do doutor. Tudo estava indo de acordo com o que eu planejei.

— Entraremos ao ar em um minuto, pessoal! — Escuto alguém avisar e me direciono para um lugar menos movimentado, onde não chamaria tanta atenção. Pois, para início de conversa, eu nem deveria estar aqui, e sim, com a minha família.

Pela fresta entre os equipamentos de gravação, vejo minha mãe sussurrar algo no ouvida da sua nora. America franze a testa e olha em volta, parecendo procurar por alguém.

Ela está linda. Um vestido rosa bebê de mangas compridas em que o comprimento da saia ia até um pouco abaixo dos joelhos, a deixava linda. Claro, para sobreviver nesse inverno, ela vestia uma dessas meia-calça grossa da cor da pele para se manter aquecida. Mas a mesma estava maravilhosa e eu não me cansava de admirá-la.

O jornal Oficial começa atraindo a atenção de todos ali. Inclusive a minha.

A pessoa que fala, começa dando as boas notícias de que não haveria mais ataques e que as pessoas já podem andar pelas ruas sem ter medo de haver bombas, vandalismos e tiroteios brutos.

“O culpado de tudo isso já está sendo levado para a penitenciaria de Angeles. E com a permissão da família, revelo que: Gavril Fadeye está sendo acusado de coação por ter tentado matar o seu irmão, o rei.”

A pequena plateia fica em silêncio, mas logo dá para ouvir-se os murmúrios que começa a se instalar pelo salão. Uma câmera foi direcionada em direção do meu primo. Não consigo decifrar sua emoção, mas o mesmo mantém um semblante calmo e apenas fica de mãos dadas com sua noiva, que aperta gentilmente seus dedos.

“... Devido ter sido pego em flagrante, sua pena será de trinta anos. Visitas só serão permitidas depois de um ano. Até lá, Gavril não terá contato com ninguém mais.”

Justo. Ele prejudicou muitas pessoas, inclusive sua própria família. Gerad terá de ficar afstado um pouco do país para não ser alvo de tudo aqui, mas isso não o impedirá de se casar. O casal decidiu que quer morar em outro país, como a Suíça. Pois de acordo com que meu primo me falou, a família de sua noiva é de lá e como ela sente falta deles, ele não viu problemas de se mudar para lá.

Antes que o jornal encerrasse, sai do meu esconderijo e apareci diante das câmeras, fazendo com que os murmúrios se intensificassem mais um pouco. Senti alguém tentar me tirar de lá, mas eu não recuei e continuei o meu caminho até o microfone.

— Senhor, não está autorizado a entrar hoje.

— Tenho coisas importantes para esclarecer as pessoas. — Olho para o assistente do jornalista e o vejo recuar um passo — Eles não merecem estar nas sombras.

Ele se vira para o seu chefe que apenas acena para que eu prosseguisse o meu caminho. Agradeço ao senhor que deveria ser um pouco mais jovem que meu pai e me viro para a multidão.

Procuro pela minha família e vejo a minha mãe assentir para mim, concordando com o que eu estou fazendo. De todos, apenas ela sabia o que eu estava prestes a fazer. E ela concordou comigo em deixar eu contar um pouco do nascimento dos gêmeos. Afinal, as pessoas teriam que entender.

— Boa tarde, Íllea. Venho aqui para esclarecer algumas coisas para vocês. — Explico e uma das câmeras estão focando em mim enquanto outras estão na direção da minha família. — Como já é de devido conhecimento de alguns, está ocorrendo um murmúrio de que eu não sou o herdeiro. Mas, sei que muitos não vão acreditar se eu disser que o que falam é uma mentira. E é por isso que vocês vão acompanhar o exame de DNA e tudo ao vivo. Não irei esconder nada de vocês. E, é por isso que eu vou esclarecer melhor essa mentira que meu tio andou espalhando.

Mais uma vez, olhando para a minha mãe, observo ela pentear o cabelo de sua neta com os dedos, colocando algumas mechas atrás da orelha da pequena. E automaticamente, imagino o tamanho da saudade que ela sente da sua filha que sequer chegou a respirar neste mundo. E agora, eu posso entender melhor o cuidado que ela tem comigo e com Brice.

Volto a minha atenção para o público e começo a contar a história resumida do que ocorreu no dia do meu nascimento. No meio da história, vi a minha mãe de olhos inchados se levantar da cadeira e sair de fininho pela porta lateral com Brice logo atrás. Não a culpo, a dor que ela sente... não posso nem imaginar como é.

Após finalizar a minha versão, respondo apenas duas perguntas que me fizeram:

— Quando o exame será realizado?

— Amanhã mesmo.

— E se o resultado do exame não for o que espera?

Eu não poderia dizer que o exame daria o resultado positivo, pois alguns irá achar que eu talvez sabotasse os resultados. Então, para não gerar confusão, apenas respondo:

— Então eu irei fazer o melhor para este país independentemente do resultado.

Quando outras pessoas vieram para cima para poder fazer mais perguntas, os seguranças os barraram e o jornalista finalizou o seu programa, dando as últimas notícias do dia.

Quando a luz finalmente foi desligada, indicando que não estávamos mais ao vivo, escapei do salão o mais rápido possível antes que uma aglomeração ficasse a minha volta. Do lado de fora, espero America sair de dentro para eu poder passar mais um tempo com ela antes que este lugar ficasse infestado de câmeras por umas duas semanas. No entanto, assim que ela saiu com a nossa filha nos braços, amigos e familiares se reuniram em minha volta, mas isso não a impediu de se aproximar de mim para me abraçar.

— Sinto muito pela sua irmã mais velha. — Sussurrou no meu ouvido e deixou um beijo em minha bochecha.

— Obrigado.

— Como ela se chamava?

Boa pergunta. Eu não me lembro de ter perguntado o nome da minha irmã mais velha ou da mamãe ter falado para mim.

— Não perguntei. — Sou sincero e ela sorri para mim.

— Bem...

— Maxon!

As pessoas em minha volta abrem espaço e vejo... uma rainha correndo? Divertido com a situação, vou de encontro com ela para perguntar do motivo dela estar correndo. No entanto, meu semblante muda assim que eu percebo que ela está séria e agitada.

— Mãe..? O que houve? — A seguro pelos braços, a mantendo de pé.

— Seu pa-pai... O rei. Ele...

— Se acalme, mãe. Respire fundo. — Digo, mas por dentro já entrei em alerta.

— MAX! — E então a minha irmãzinha pula em cima de mim, quase me fazendo cair para frente.

— Hey, espera...

— Papai acordou!

Paraliso no lugar e pisco. Várias vezes por sinal.

Viro o meu rosto para ver se Brice estava brincando comigo e a vejo com um enorme sorriso estampado em sua face. Olho para a minha mãe que ainda está tentando se recuperar da corrida e quando ela ergue seu olhar para mim, a mesma assente.

Demorou um tempo para eu conseguir colocar minhas pernas para funcionar. E assim que consegui, sai correndo logo atrás de Brice em direção do quarto em que o rei estava descansando.


Notas Finais


* Bem, o que acharam?
* Como eu já disse tudo nas notas do autor, agora eu não tenho muito o que falar.
* Então, boas férias e espero estar aqui novamente semana que vem.
* Beijokas e até!


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