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História Call by My Name - Capítulo 12


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Notas do Autor


Como vocês estão angels? Espero que aproveitem o cap! Boa leitura.

Capítulo 12 - Friend


O fim de semana havia chegado e eu não poderia estar mais animada para adotar meu mais novo amigo.

Acordei extremamente cedo e fui me arrumar, tomando um banho rápido e escolhendo um conjunto de calça jeans e camiseta, descendo em direção a cozinha logo depois.

Quando estava chegando bem perto, pude ouvir barulhos de talheres e panelas sendo remexidas, me fazendo franzir o cenho. Park acordado nesse horário?

Adentrei na cozinha e vi Park no fogão, provavelmente fazendo o café.

— Bom dia! Caiu da cama? — Saudei divertida.

O mesmo olhou pra mim e sorriu abertamente.

— Bom dia! Não, eu costumo acordar nesse horário todos os dias, acho que foi você quem "caiu da cama" — Ele dizia enquanto seu olhar estava focado nas panelas.

Concordei, geralmente nesse horário eu estaria no décimo quinto sono.

— Quando estou ansiosa, não consigo dormir muito bem — comentei eufórica. — Está fazendo o café? — perguntei me sentando nas cadeiras do balcão.

O mesmo fez um aceno positivo enquanto colocava as coisas preparadas na mesa.

— Já acabei, estava pensando em te acordar de qualquer forma, já que talvez fiquemos muito tempo no abrigo não quero que fique com fome ou passe mal — ele dizia enquanto arrumava o fogão e guardava as coisas usadas.

Sorri.

— Gentileza sua, obrigada — agradeci gentilmente.

Após isso nos sentamos e comemos o café da manhã preparado pelo Park, que estava muito gostoso; acho que o elogiei pelo dotes culinários centenas de vezes. Depois de terminar, Park me notifica que vai se arrumar rapidamente para irmos ao abrigo, concordo e vou organizando o restante das coisas usadas por nós no café.

(...)

O abrigo de cães ficava um pouco mais afastado da cidade, o que demorou um pouco para concluir a rota. A viagem havia sido tranquila, eu e Park não conversamos muito.

Chegando ao local nos surpreendemos por ser muito grande, maior que imaginávamos, parecia bem cuidada também. Informamos a portaria sobre nossa chegada e intuito e nos deixaram entrar, logo na entrada somos recebidos por um dos organizadores de lá, o mesmo se apresentou como Mike.

— Sejam bem vindos, fico extremamente feliz em ver pessoas interessadas em adotar algum desses bichinhos Incríveis — ele nos cumprimentou.

— Obrigada, estamos ansiosos para poder acolher e dar carinho para esses amores — pronunciei, fazendo não só ele sorrir mas Park também.

— Vamos andando então — ele começou a andar.

Mike nos mostrava os gatinhos e cãezinhos e suas histórias, me fazendo ficar com o coração apertado, era horrível saber das coisas que eles passaram e a maioria por puro maus tratos. O ser humano sabia ser podre.

— Bem vamos chegar na ala dos recém chegados, alguns ainda podem estar com medo e tentarão avançar, por isso, fiquem perto de mim e longe das grades — Mike falava em tom de seriedade.

Concordamos e continuamos o seguindo, como advertiu Mike, alguns ficaram agitados, outros violentos, assustados e aquilo acabou comigo. Acho que Park percebeu meu desconforto e pegou na minha mão, em outro momento eu iria recusar, mas acho que preciso de um conforto por agora.

Mike parou de repente e focou o olhar numa cela que estava em sua direita, olhamos na mesma direção e vimos um pequeno filhote encolhido.

— Esse chegou ontem, estou olhando para verificar se o mesmo já está mais calmo — ele explicava sua pausa repentina. — Bem, o livramos de uma família violenta, sua mãe e os outros filhotes, infelizmente não resistiram aos cuidados precários que tinham e ele ficou sozinho — Mike concluiu.

Estava prestes a chorar, que coisa! Ao mesmo tempo que ame animais, ver eles dessa forma me desarma totalmente, me soltei devagar de Park e me aproximei da cela agachando para ver o filhotinho melhor.

Ousei colocar minha mão dentro do seu espaço e fazer um singelo carinho, que pareceu despertar o pequeno e o fazer se esfregar em minha mão.

— Passou por muita coisa e ainda continua um doce não é? — disse afinando a voz fazendo ele balançar o rabinho.

Pensei em algo que combinaria com ele e logo tive uma ideia.

— Não é pequeno Licor? — voltei a falar, ouvindo seu pequeno e agudo latido.— Mike, acho que encontramos nosso novo amigo — digo feliz.

Olho para Mike e o vejo sorrir, Park observava tudo com um pequeno sorriso nos lábios.

— Vou preparar a papelada do pequeno Licor — ele concluiu bem humorado.


Notas Finais


Não compre, adote! Agora temos um mascotinho fofo para dar amor.

Vejo vocês no próximo cap? Sim!


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