História Call by My Name - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Army, Bangtan Boys (BTS), Casamento, Contrato, Cotidiana, Drama, Jimin, Romance
Visualizações 7
Palavras 745
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei, mas voltei! Boa leitura.

Capítulo 5 - Is coming


Acordei com mamãe me chamando para tomar café e começar a me aprontar, com a desculpa que as cabeleireiras, maquiadoras e afins, chegariam logo.

— Podia jurar que senhora havia dito que seria algo simples — disse irônica, enquanto me espreguiçava.

Meus olhos bateram na pequena mesinha que havia do lado da minha cama, onde até ontem a noite estava vazia, mas agora tinha um lindo buquê de begônias junto com uma bandeja com com alguns aperitivos.

— O que é isso? — pergunto pra minha mãe.

Ela sorri fraco e pega a bandeja, deixando as flores na mesinha mesmo e vindo na minha direção na cama, vejo que os aperitivos eram na verdade um croassaint com alguns biscoitos e chá juntos com um bilhete.

— Park pediu para fazerem e entregarem para você antes de acordar, o bilhete ele mesmo que escreveu a punho — ela explicava animada.

Tentando me comprar com cordialidade? Fala sério, Park.

Peguei o bilhete e o abri: "espero que desfrute do buquê e do chá com biscoitos

Atenciosamente, Park Jimin".

Fecho o bilhete e o coloco novamente na bandeja, decidindo tomar o bendito chá e seus acompanhantes. Vendo mamãe me fitar no final do quarto, esperando alguma reação minha.

— Vocês estão ganhando alguma coisa com isso? — pergunto colocando a bandeja do lado mais afastado meu. — porque eu realmente não sei a finalidade disso e vocês não me dizem, querem que eu case com ele para que vocês fiquem ricos é isso? — questiono ela enfurecida

— Céus Ayla! Achei que essa conversa já estava encerrada, é isso que acha de nós?! De mim e de seu pai? Estamos fazendo isso para o seu bem, por que acha que estamos lhe condenando? — mamãe dizia tudo de uma só vez, extremamente esgotada.

— Vocês tomam medidas engraçadas para querer me ver bem, talvez isso fosse "o querer bem" em outra época, mas vejam só! Estamos no século da escolha e vocês não estão em deixando ter a minha — me exalto.

Minha mãe se assusta com meu surto repentino, na hora o arrependimento me possui.

— Só queria que você entendesse, mas vejo que nunca irá — minha mãe diz baixo, saindo do quarto logo após.

Suspiro frustada e acabo por chorar por toda a situação.

(...)

Já me encontrava "pronta", meu vestido e maquiagem estavam impecáveis. Mamãe não havia voltado, então fiquei no quarto esperando dar a hora exata para me submeter ao ridículo.

Ouço batidas na porta então me dirigi a ela e abri, encontrando meu pai de terno preto tradicional e gravata borboleta me fazendo sorrir, o mesmo olhava pra mim e sorria me fazendo mesmo que por pouco tempo, esquecer os problemas.

— Está linda minha filha — ele disse de modo orgulhoso.

— Obrigada papai, já está na hora? — questiono.

O mesmo assente com a cabeça, me fazendo suspirar. Ele estende o braço para me apoiar e assim faço.

— Vamos? — ele pergunta.

Faço um leve balançar de cabeça e seguimos para fora do quarto em direção ao corredor. Meu pai nunca foi muito de falar, e não foi diferente sobre a questão do casamento, da mesma forma que mamãe ele não era um pai ruim, é só que não tem como entrar nesse assunto sem ficar chateada pelas escolhas impostas pra mim.

— Sua mãe... Ela ficou chateada — ele começou.

— Eu sei que fiz besteira, irei pedir desculpas depois da cerimônia — disse passivamente.

O mesmo nada disse, apenas continuou me guiando até chegarmos no elevador apertando para descer.

— Filha, quero que saiba que independentemente das circunstâncias, estou orgulhoso de você. Sei que não era isso que você desejava, mas agradeço por mesmo sem vontade, estar dando sua cara a tapa — meu pai disse tudo de uma vez, me assustando. — De qualquer forma, eu te amo filha — ele concluiu logo depois.

Fiquei absorvendo as palavras por alguns minutos e senti meus olhos encherem de lágrimas, me fazendo fungar baixinho.

— Obrigada papai — agradeci emocionada.

Meu pai sorriu fechado me dando um selar rápido nos meus cabelos. Depois de certo tempo já estávamos no andar do salão, conseguia ouvir a música ambiente e burburinhos abafados me causando um leve desconforto na barriga.

Logo a tão temida e clássica música começa a tocar, aperto o braço de papai com mais força e respiro fundo. As portas do salão se abrem e sinto minhas pernas ficarem bambas.


Notas Finais


Então, eu decidi postar Call by My Name por aqui, enquanto foco apenas em Black Rose lá no Wattpad. Caso procurem outras fics minhas, elas estarão por lá.

O lance do buquê de begônias: A flor da begônia significa felicidade, delicadeza e cordialidade, é também indicada para namorados apaixonados, já que estão associadas à inocência e à lealdade do verdadeiro amor. Por isso Ayla ficou indignada com a cara de pau do Park kkkkkkkkk.

Vejo vocês no próximo cap, bye angels.


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