História Call Girl - Capítulo 37


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Categorias Guns N' Roses, Mötley Crüe
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Mick Mars, Nikki Sixx, Slash, Steven Adler, Tommy Lee, Vince Neil
Visualizações 44
Palavras 1.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Já começo essas notas pedindo imensas desculpas pelo atraso do caralho em atualizar, mas eu tive motivos: muitos e muitos deles.

Há 2 meses enviei um recado para vocês, estão lembrados? Nele expressava meu desespero em perder um dos meus melhores amigos para sempre. Não seria novidade se eu dissesse que, desde então, minha vida virou do avesso, porém, agora, com a dor um pouco mais tênue (fora as recaídas), pude dar continuidade ao capítulo, bem como organizar meus pensamentos.

Enfim, espero que tenham tido dias ✨AMAZING✨ (diferentes dos meus, aliás) e desejo-lhes uma ótima leitura!

MILHÕES DE OBRIGADAS PELOS QUASE 40 FAVS!

AEHO! ❤❤❤

Capítulo 37 - A break to drink mojito


Fanfic / Fanfiction Call Girl - Capítulo 37 - A break to drink mojito

POV – Shannon Blythe

Nikki fora reconhecido no cruzeiro;

O tumulto se alastrou.

Pela primeira vez apareceria na mídia sem que fosse flagrada por paparazzis em poses ou momentos indesejados: estava pronta para fotos.

Havia posto uma blusa curta de manga longa, calça legging e tamancos meia pata. 

Pintei os lábios de vermelho escarlate e passei blush nas bochechas.

O moreno me puxava com firmeza em meio às pessoas que haviam se aglomerado. 

Algumas gritavam.

– Ei, Shannon! – ouvi uma delas. 

Olhei para Nikki em surpresa, com um sorriso aberto nos lábios. 

– Vá se foder! – Aquela fora a quebra de expectativa mais frustrante da história.

Porém, ao invés de chorar, gargalhei, não resistindo ao impulso de rir da minha própria desgraça.

Flashes, gritos e autógrafos imperaram durante nossa travessia em direção ao cais. Descemos do navio e, àquela altura, pouco mais de cinco pessoas nos acompanhavam.

– Obrigado, pessoal. – Nikki agradeceu, enquanto mantinha-me ao seu lado, passando um dos braços por meus ombros. 

Nenhum daqueles me dava atenção.

Nem um único sorriso ou cumprimento sequer.

Me perguntei por qual motivo os seres humanos carregam tantos sentimentos ruins relacionados aos outros, antes de ao menos conhecê-los. 

Um toque na altura de meu quadril fez-me olhar para baixo. 

Segurando um pôster do Mötley Crüe e equipada com um belo sorriso nos lábios, era uma menininha adorável quem me encarava.

– Olá! – cumprimentei.

Ela não disse nada, apenas permaneceu da mesma forma: parecendo tão feliz que não podia se conter.

– Trouxe isso para ele? – adociquei meu tom de voz. 

– Sim.

– É um pôster?

Uniu as sobrancelhas.

– Quem é você?

Soltei uma risadinha, comovida por sua inocência. Devia ter oito ou nove anos.

– Sou esposa do Nikki, coração.

– Uau! – sorriu.

O assunto entre Sixx e seu outro fã se encerrou. Ele olhou para mim, depois para a garotinha, e captou suas intenções.

– Não sabia que crianças gostavam de mim. – murmurou.

Ri, observando seu semblante satisfeito. Sentou sobre os calcanhares e sorriu:

– Como se chama, mocinha?

– Nikki! – gritou.

Impulsionada pela emoção, ela envolveu seu corpo com os braços.

Repentinamente uma mulher idosa se aproximou, na qual aparentava ter mais do dobro de minha idade. Era responsável pela menina, que, agora, recebia um autógrafo.

– Obrigada!

– Não precisa agradecer, Sally.

– Sally, é? – mexi em sua barriga. Ela remexeu, rindo pelas cócegas. – Me chamo Shannon. 

– Legal!

– Agora prometa que nunca vai se esquecer de mim.

– Eu prometo, Shannon.

Seu riso contagiante e sua promessa foram suficientes para que ganhasse meu mês inteiro. Tiramos uma foto juntas e, depois, nos abraçamos apertado.

Nikki analisava-me com orgulho.

Sorri para ele.

✱ ✱ ✱

Sob a sombra da cobertura do quiosque beira-mar, via, com mão apoiada no queixo, os movimentos velozes do bartender.

Entretido com o preparo do coquetel, misturava seus ingredientes com remexidas e um jeito único, bem teatral e dançante.

O mojito nos foi servido em uma taça coupette. 

– Gracias. – proferi com um sotaque de doer os ouvidos. 

– Muy bueno. – Nikki arriscou.

O homem riu.

– Estados Unidos? 

– Estados Unidos. – sorri. – Fala inglês?

– Não muito bem. 

Nosso breve assunto se encerrou.

– Quer beber primeiro? – encarei Nikki.

Ele soltou os ombros, tragou o cigarro e concordou com um balanço de cabeça. Assim que terminou de virar a meia dúzia de goles, vi seus lábios se curvarem.

– Gostou? 

– Leve e refrescante.

Houve silêncio...

Além do maldito burburinho incessante de conversas alheias, apenas se podia ouvir as ondas. Provei um pouco da bebida e suspirei fundo, cruzando as pernas.

– Me fale sobre suas ex-namoradas. 

Pelo pedido, Nikki me encarou de olhos arregalados. Saiu de repente; típica sentença movida pela falta de assunto. Soltei uma risadinha travessa.

– Isso é sério? 

– Você mesmo me disse que devemos contar tudo um ao outro. – sorri. – Vamos, querido, somos um casal aberto.

– Somos? 

– Pare de besteira!

– Isso é passado, Shannon.

– E?

– Tudo bem! – ergueu os braços, emburrado. – Mas pode demorar um pouco.

– Tem muitas, é?

– Pra caralho. – Tive de aceitar sem dizer nada. Ele tomou folêgo e mais goles do mojito. – Tenho que mencionar os nomes? 

– Só me diga qual é a melhor. 

Imediatamente, pego de surpresa pelo meu disparo, todo sangue de seu corpo se concentrou nas bochechas. Nikki percebeu e tentou escondê-las, mas sem sucesso. 

Sorri.

– Então não sou eu?

– O quê? 

– Não sou eu?

Estava serena, apenas desejando testá-lo.

– É você!

Levantei-me da banqueta e ergui as sobrancelhas.

– Isso não me parece muito certo. 

– É você, Shannon!

Cruzei os braços, ciente de que provaria para ele que aquelas malditas palavras não saíam de sua boca por sair. 

Olhei ao redor e gritei internamente; 

Um banheiro químico fazia-se presente nas proximidades.

– Uh... – Sixx sorriu lacivo.

– Vou te mostrar a verdade, seu cretino

O drinque fora deixado para trás, assim como minha sanidade. De início, Nikki era guiado pelos puxões; não demorou muito para que começasse a seguir com os próprios pés.

– Agimos feito coelhos, baby. – sorriu zombeteiro.

Nos tranquei no espaço minúsculo: era sujo e malconservado. As mãos pesadas do moreno circundaram meus braços. Suspirou e me prensou contra a parede da cabine. 

– Você quer me deixar louco, não quer?

Nossas respirações se confrontavam.

– Quer me deixar louco pra te...

– Shhhhh. 

Beijei seus lábios, mas beijei com fervor. Apenas desejei que soubesse que me tinha com todo coração. Minhas mãos passearam pelo elástico de sua bermuda praiana. Nikki buscou ar, precipitando-se para o que viria a seguir. 

Me ajoelhei insinuante.

– Chupa forte. – sussurrou.

– Vou chupar como bem entender.

Expulsei seu membro e sorri, satisfeita por deixar-lhe tão louco de tesão. Segurei-o firmemente com as duas mãos. O moreno contraiu.

– Porra...

– Aguente firme, chefe. – Seu pré-gozo era eminente. – Temos muito para brincar.

Assim, envolvi metade de sua extensão com os lábios, sem muito vacilar. 

Nikki gemeu e eu apertei os olhos.

– Você... Você, Shannon...

Tomou fôlego e escorou-se na parede;

– Cacete! 

O ápice se aproximava e eu não precisava de quaisquer aviso para que percebesse. Retirei seu membro da boca e deslizei a língua nos dentes. De tão excitado não aguentaria meio segundo.

Ele estremeceu.

✱ ✱ ✱

– Fico feliz que voltaram! – Sammy acomodou-se no sofá. – Como é viajar para fora do país?

– Sem palavras. – sorri.

– Nada comparado à entrar num ônibus fedorento e seguir até a menor cidade do Arizona para passar as férias?

– Me poupe das referências. – brinquei. – Era um sofrimento do caralho, devo admitir, mas nos divertíamos.

– Jura?

– Pare com isso! 

Ela revirou os olhos.

– Qual é, Shannon! – resmungou. – Eu consigo contar os pontos positivos das nossas aventuras nos dedos!

– Então me fale um deles.

– Bem... – riu pelo nariz. – Os melhores clientes são de Phoenix.

Samantha me entregou um Marlboro e acendeu outro. 

– Yo, meninas. – Thomas apareceu com um sorriso no rosto. – Já sabem da boa-nova?

– Boa-nova?

– Filme de terror, gatas! – sentou-se entusiasmado entre nós. – Brinquedo Assassino, tal de Chucky, um boneco possuído pelo espírito do "Estrangulador de Lakeshore". Estão dizendo que será uma puta duma produção foda, dude! E eu preciso assistir, tipo, questão de vida ou morte.

– Eca. – Sammy proferiu.

– Eu gostei. – dei de ombros. – E como sabe disso?

– Vi na televisão. – Lee sorriu.

– Tem certeza? – insisti.

Aquela informação parecia-me ter um dedo de Nikki.

– Sixx me contou um pouco da história, mas nada que realmente importe.

– Ah, claro. – ri baixinho. – Acabo de confirmar que conheço bem os homens com quem convivo.

– Viver e aprender, talvez. – Sammy completou risonha. – Quer uma companhia para assistir "Chucky", Tommy? – tragou o cigarro. – Acabou de encontrá-la, então. Faço um esforço, baby.

As nossas fumaças entrelaçaram-se no ar, segundos antes de desaparecerem. 

Thomas lhe lançou uma piscadela maliciosa.


Notas Finais


De coração, espero que tenham gostado.
Agora me sinto preparada para prosseguir a história novamente ❤❤.
Muito obrigada aos que não desistiram de mim!!!
Amo vocês amores e até breve :D

(A apaixonada por Child's Play não resistiu)

Hi, I'm Chucky and I'm your friend till the end!
Hidey ho!
✨✨✨✨✨✨


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