História Call me - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Jun, Junhao, Kpop, Lemon, Minghao, Seventeen, Yaoi
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Palavras 2.375
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


voltei!!!!!!
espero que voces gostem (e comentem) dessa nova oneshot '3'

Capítulo 1 - Capítulo Único


Minghao mandava uma última mensagem para Seungcheol, confirmando que estava indo para o bar. Subiu na moto, colocou o capacete e acelerou pelas ruas estreitas. Ao chegar, como sempre, pegou a primeira vaga no estacionamento. O Rocket não era um bar muito conhecido, mas o garoto visitava-o todos os finais de semana, como num ritual. Ao entrar, deixou o capacete atrás do balcão e cumprimentou o dono com um aceno de cabeça, sentando-se perto das mesas de bilhar.

Do outro lado da cidade, Junhui atendia o telefonema de Jisoo, um tanto quanto irritado, argumentando que não queria sair de casa e muito menos ir à bar meia-boca. Ele sabia que não adiantaria em nada argumentar com o mais velho, mas mesmo assim, tentou a sorte. Infelizmente, não foi diferente dessa vez e o mais novo cedeu, subindo na sua moto, com uma cara emburrada, seguiu para o bar.

Minghao havia acabado de pedir uma bebida quando escutou o barulho de motor de uma moto do lado de fora do bar. Um homem havia parado uma moto que poderia sustentá-lo por pelo menos um ano. Quando o dono da moto entrou, Minghao ficou ainda mais indignado, já que o garoto vestindo uma jaqueta amarela e um topete castanho, devia ter no máximo 23 anos. Ele tinha uma expressão parecida com a de uma criança birrenta e analisava todos do local, até parar seus olhos no garoto de jaqueta preta sentado perto da mesa de bilhar.

Junhui andou na direção das cadeiras do balcão e se sentou, ainda fitando o rapaz. Decidiu sorrir para o rapaz bonito que vestia apenas preto e couro, recebendo absolutamente nada em troca. Semicerrou os olhos e se virou para o barman, pedindo uma bebida qualquer.

Minghao mordeu o lábio pensando o que diabos estava fazendo enquanto caminhava à cadeira vazia ao lado do garoto de jaqueta amarela e sentando, silenciosamente.

— Qual seu nome? — Minghao pergunta, dando um gole na sua própria bebida.

— Junhui. Wen Junhui. — ele responde, sorrindo — E o seu?

— Minghao. — responde simplesmente.

— Que coincidência. Os dois são chineses, não são? — Seungcheol diz, entregando a bebida para Jun — Jisoo me avisou que um amigo chinês dele viria.

— Conhece o Jisoo? Que mundinho pequeno, não é? — ele diz, apoiando a cabeça em sua mão e encarando o garoto de cabelos negros.

O barman acenou com a cabeça e com um sorriso, deixou os dois chineses sozinhos.

— Gostei da sua moto. Quanto foi? — o mais novo dos dois pergunta.

O moreno responde, deixando Minghao imaginando se aquela moto tinha pedaços de ouro nos guidões para ser tão cara.

— Céus. Você deve ter demorado pra comprar...

— Na verdade, eu ganhei do meu pai. Sempre quis ter uma moto, andar por aí, sabe? — Jun diz, sorrindo inocentemente.

— Você consegue andar por aí com menos dinheiro, sabe disse né? — o mais novo diz, fazendo os dois rirem.

— E você, Minghao? Tem moto? — o mais velho diz, dando um gole na bebida.

— Tenho. Não é tão cara ou tão bonita quanto a sua, mas dá para o gasto.

Conversa vai, conversa vem, e os garotos já haviam perdido as contas de quantas doses tinham tomado. Minghao conversava mais e mais animadamente, Junhui sorria incontrolavelmente e sentia todo o corpo queimar. O bar estava um pouco mais cheio do que de costume, mas ninguém tinha interesse nos dois garotos flertando no balcão.

— Você joga bilhar? — Jun pergunta.

— Não sou tão ruim, mas nunca joguei bêbado. — o outro responde, dando risinhos.

— Vamos jogar agora, então.

O de cabelos castanhos claros pegou o rapaz pelo pulso e o levou para a mesa de bilhar nos fundos do bar. Pegou um taco e entregou outro para o moreno, aproveitando para analisá-lo. Os dois tinham quase a mesma altura, mas Minghao era ainda mais magro. O mais novo vestia uma calça jeans rasgada (o que o deixava extremamente sexy, na opinião de Jun), e uma jaqueta de couro preta, que foi tirada, revelando uma camiseta, também preta, mas com uma estampa abstrata.

— O que foi? — o mais novo pergunta, encarando o outro.

— Você é bonito. E eu gostei da sua camiseta. — responde, simplesmente.

O moreno o encarou, semicerrando os olhos, pensando em como ele ficava bonito naquela jaqueta amarela horrível. Poderia ser por seus ombros serem largos, ou provavelmente porque Junhui era lindo e qualquer coisa ficaria linda nele.

— Obrigado, você também é bonito. — ele respondeu, enquanto ajeitava a mesa de bilhar.

O mais velho levantou as sobrancelhas, surpreso pela resposta do outro.

Eles começaram a partida, mas nenhum dos dois garotos conseguira encaçapar alguma bola, já que estavam levemente alterados e mais interessados em flertar do que em jogar.

— Hey. — Junhui deu duas batidinhas na bunda do mais novo — Levante mais o seu cotovelo.

Os garotos estavam perto demais. Antes que Minghao percebesse, já tinha prensado o mais velho contra a mesa e segurava seu quadril. Seus rostos estavam perto demais e Junhui cheirava muito bem.

— Não vai me beijar? — o garoto de fios castanhos pergunta, fitando a boca entreaberta do outro.

— Não sei, eu posso?

— Hm... desculpe atrapalhar. — a voz de Seungcheol surge ao lado dos dois — Mas os caras dali estão começando a falar de vocês dois. Tomem cuidado.

— Que chato. — Jun murmura — Bom, nós estávamos de saída de qualquer forma.

— Estávamos?

O mais velho pisca e dá um tapa estralado na bunda do outro, assustando-o.

— Eu pago — ele diz, e logo depois, se aproxima e sussurra — Mas você paga o motel, ok?

— Eu não concordei em ir à lugar nenhum com você — Minghao sussurra de volta.

— Jura? Não foi o que pareceu segundos atrás.

- call me -

Os dois garotos estavam do lado de fora do bar discutindo para onde iriam.

— Tem um lugar bom em Gangnam. — Junhui disse.

— Eu não vou pagar um motel de Gangnam! Eu tô bêbado, não louco, Jun. — Minghao diz, cruzando os braços — Tem um lugar virando a rua. Já passei umas noites lá.

— Conveniente. — o mais velho diz, concordando com a cabeça.

O mais novo caminhava na frente, já que ele sabia o caminho. O motel indicado era um prédio de cinco andares e letreiro neon cor de rosa com o nome “Tropical 1004”. Logo que entrou no prédio, Junhui foi surpreendido por luzes neon verde e vermelho e um divã rosa logo na recepção. Minghao caminhou até o balcão e cumprimentou o recepcionista.

— Ei, Chan. Está movimentado hoje?

— Oi, hyung! — o garoto diz, animado — Não muito. Uns quatro casais até agora, mas acabou de dar meia-noite. O quarto individual de sempre?

— Na verdade, tenho companhia hoje. — ele diz, apontando para Jun, que agora estava deitado no divã — Céus, o que ele está fazendo?

Chan riu.

— Conheceu ele no bar? Ele é bonito. — ele diz, digitando algo no computador.

— Ele é. — Minghao confirmou.

— Aqui, as chaves. Já que você nunca usou os quartos íntimos, — ele se aproximou e disse mais baixo — tem camisinhas e lubrificante na primeira gaveta do criado-mudo, se vocês precisarem.

— Valeu. Até, Chan. — ele diz, antes de se virar para chamar o mais velho — Ei, Junhui! Levante daí!

— Estou indo, amor! — ele diz, levantando num pulo.

— Pelo amor de Deus, Junhui você nem está tão bêbado, recomponha-se!

Eles seguiram pelo corredor, até o último quarto do primeiro andar, o quarto número 8. Minghao destrancou o quarto e no segundo depois, ele estava com as costas colada na porta, já dentro do quarto, com Junhui o beijando necessitadamente.

Os dois estavam tão necessitados e desajeitados, que a saliva molhava seus queixos e, as vezes, os dentes colidiam. Jun já começava a tirar sua jaqueta e suas botas. O mais velho se desequilibrou, mas Minghao segurou sua cintura, fazendo o outro soltar um gemido baixo. Ambos já sentiam as calças ficarem apertadas e o quarto ficar estranhamente quente.

Junhui separou-se do outro garoto apenas para caminhar até a cama e se deitar no centro, tirando a camiseta logo em seguida. Minghao fez a mesma coisa, deixando os sapatos, a jaqueta e a camisa no caminho. Continuaram se beijando, por vezes, o mais velho arranhava as costas nuas do outro, arrancando-lhe gemidos sôfregos.

— Você fica por baixo ou por cima? — Minghao pergunta, já sem fôlego.

— Está perguntando se eu fodo ou sou fodido? — Jun diz, com um sorriso ladino — Bom, isso depende, mas acho que com você, eu prefiro “ficar por baixo”.

O mais velho revirou os olhos, com um sorriso nos lábios rosados, e partiu para o pescoço de Junhui. Deixava beijos molhados e chupões, que com certeza ficariam roxos na manhã seguinte. Enquanto isso, o outro descia suas mãos até a calça de Minghao, desabotoando-a e colocando uma delas dentro de sua roupa íntima, sentindo o membro do rapaz e fazendo-o gemer contra seu pescoço.

— E-espera, Jun. Eu preciso tirar isso.

O mais novo se sentou e tirou a calça jeans, suspirando em alívio. Quando voltou sua atenção para o outro rapaz, percebeu que ele também tinha tirado suas roupas, mas ao contrário de Minghao, sua cueca branca havia sido tirada e agora descansava no abajur ao lado da cama.

— Não vai tirar também?

— Depois. — ele diz, inclinando-se para beijá-lo novamente.

Jun adorava beijar o mais novo. Passava as mãos nos cabelos negros dele e sentia suas costas macia e quente. O outro desceu sua mão para o membro do mais velho, passando o polegar em sua glande inchada. O mais velho arqueou as costas, arranhando o pescoço do outro no processo, e soltando um gemido alto que encheu o quarto. Minghao sorriu e desceu até o quadril de Junhui, ainda encarando-o enquanto colocava o membro ereto do mais velho lentamente dentro de sua boca.

Jun tapou a boca com as mãos para evitar que os sons que emitia soassem altos demais, mas não conseguia evitar mexer seu quadril tentando ter mais contato com a boca quente do mais novo. Minghao fazia seu melhor para não engasgar ou morder o membro do mais velho. Fazia tanto tempo que não transava com alguém, que tinha se esquecido como era desconfortável fazer boquete.

— M-minghao. — o mais velho choramingou, antes de se desfazer na boca de Minghao — Des-culpe. Não deu tempo.

— Tudo bem. — o mais novo diz, engolindo e limpando seu rosto com as costas de sua mão.

 Junhui foi mais uma vez de encontro com a boca de Minghao, agora ainda mais vermelha e inchada do que nunca. O mais velho, gentilmente, inverteu as posições e deixou o outro por baixo. Caminhou com suas mãos até a boxer preta do garoto deitado na sua frente.

— O que você tá fazendo?

— Tirando sua cueca? Você mal consegue respirar. — ele diz, analisando o volume na peça — Céus, você terá que ir devagar com isso aqui, ok?

— O cara da recepção disse que tem lubrificante e camisinha no criado-mudo. — o mais novo diz, um pouco incomodado com os olhares que o outro lançava para seu membro.

— Ótimo. — Junhui diz, esticando-se para pegar o tubo de lubrificante dentro da gaveta — Eu não curto muito camisinha... você não tem nenhuma DST, né?

— Não, Jun. — ele responde, revirando os olhos.

— Confiarei em você, então espero que não esteja mentindo.

Minghao terminou de tirar a cueca ele mesmo e esperou Jun lhe entregar o lubrificante, mas o mais velho balançou a cabeça e pediu para que ele se deitasse. Quando o mais novo sentiu o gel gelado em contato com sua pele, não conseguiu controlar o pequeno gemido que sair de saiu do fundo de sua garganta. Junhui fazia um ótimo trabalho com as mãos, Minghao tinha que admitir.

— Já... está bom, Jun. — o mais novo choramingou.

— Claro, docinho. Você quer ficar por cima ou eu posso fazer as honras e sentar um pouco?

— Faça o que preferir.

Jun sorriu grande e colocou uma perna de cada lado do corpo de Minghao, descendo lentamente em cima do membro do outro. Junhui não era tão apertado quanto o mais novo esperava, mas por vezes, o mais velho comprimia seu interior, apenas para provocá-lo.

Quando o mais velho começou a se mexer, Minghao achou que não aguentaria por 2 minutos. O som da pele se chocando, a expressão de prazer e os gemidos altos de Junhui, tudo era muito erótico. Colocou suas mãos do quadril do outro, ajudando-o a manter um ritmo. O mais velho queria beijá-lo, mas nessa posição era difícil, ainda mais com Jun arqueando as costas daquele jeito. Num movimento rápido, deitou-o e continuou se movimentando dentro do mais velho, enquanto o beijava, um beijo molhado e cheio de gemidos.

Junhui não se aguentou e começou a movimentar sua mão no próprio membro, fazendo-se gemer ainda mais alto. Minghao, que mantinha sua boca no ombro do mais velho e os movimentos do quadril fortes e constantes, tomou o membro do outro em sua mão e começou a movimentar rapidamente, fazendo-o ter espasmos.

Não demorou muito para Minghao se desfazer um gemido alto e arrastado, seguido por um espasmo de Jun, indicando que o mais velho também já tinha acabado. O mais novo deitou ao lado do outro, suspirando fundo e fechando os olhos, estava totalmente exausto e precisava de um banho.

— Vou tomar banho primeiro, ok? — ele diz, caminhando para o banheiro.

— Vou junto! — Junhui diz, correndo na frente e entrando primeiro no banheiro.

O mais novo suspirou exasperado, mas no final das contas não reclamou já que ganhou uma massagem nos ombros durante o banho.

- call me -

Os garotos esqueceram a janela aberta e o Sol incomodava os olhos de Minghao, quando o garoto finalmente abriu os olhos, viu Junhui já desperto e vestido, escrevendo alguma coisa num pedaço de papel. Quando o mais velho encarou o outro, ainda deitado e com os olhos semicerrados, sorriu.

— Bom dia. Não queria te acordar, desculpe. Tenho que ir, ok? — ele diz, afagando o cabelo ainda úmido do mais novo.

— Hm, certo. O que você estava escrevendo? — ele diz, um pouco rouco, não só pelo sono, mas por conta da noite anterior.

— Meu número. Me ligue. Tchauzinho.

Minghao só ouviu o barulho da porta se fechando. Se esticou e pegou o pedaço de papel. Em cima da sequência de números estava escrito “meu nome é Junhui, espero que não tenha esquecido” e um coração. O garoto riu. Como poderia se esquecer de alguém como Wen Junhui?


Notas Finais


espero que tenham gostado rs
comentem oq acharam por favor !!
voltarei ainda esse ano pra algumas coisinhas novas rsrs


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